sexta-feira, 25 de maio de 2018

Sem combustivel o Brasil para aeroportos tem voos cancelados com a crise

                   

       VOOS COMEÇAM A SER CANCELADOS; PROTESTOS CONTINUAM

Voos começam a ser cancelados no país no quinto dia da greve dos caminhoneiros; aeroporto de Brasília informa que a reserva de combustível se esgotou nesta manhã (25); dois voos foram cancelados; a empresa Azul anunciou o cancelamento de 8 voos, entre eles, um que partiria de Maceió com chegada em Recife; prossegue a paralisação dos caminhoneiros; há protestos em 22 Estados e no Distrito Federal.

247 com agências - Voos começam a ser cancelados no país no quinto dia dos protestos dos caminhoneiros. Aeroporto de Brasília informa que a reserva de combustível se esgotou nesta manhã (25). Dois voos foram cancelados. A empresa Azul anunciou o cancelamento de 8 voos, entre eles, um que partiria de Maceió com chegada em Recife. Prossegue a paralisação dos caminhoneiros. Há protestos em 22 Estados e no Distrito Federal.

Frotas de ônibus operam parcialmente em várias cidades do Brasil; alguns prefeitos começam a decretar estado de calamidade pública; prossegue a falta de combustíveis nos postos e nos supermercados.

De acordo com a Inframerica, que controla o aeroporto de Brasília, as reservas entraram em estado crítico. Com isso, todos os voos que pousarem em Brasília e que precisem de abastecimento ficarão em solo até o fornecimento de combustível ser normalizado.

Dois voos entre Miami-Brasília foram cancelados. Ainda segundo a Inframerica, a única alternativa é o avião pousar com capacidade para decolar sem a necessidade de abastecimento no terminal. A situação, ainda assim, não implica o fechamento do aeroporto.

"A operação continua, mas apenas para aqueles aviões que tenham capacidade de decolar sem precisar abastecer", informou a empresa em nota. A orientação é que os passageiros que tenham viagem marcada confirmem o status do voo com a companhia. "A Inframerica está em contado direto com todos os órgãos competentes e players da aviação civil para buscar soluções, organizar a logística do Terminal e tentar trazer os caminhões de combustível para o Aeroporto."

Publicado no Brasil247

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Ações da Petrobras cai 14% na Bolsa de valores de SP com a greve dos caminhoneiros

                  

          PETROBRAS DERRETE, CAI 14% NA BOLSA E É REBAIXADA


Os papéis da Petrobras começaram esta quarta despencando na Bolsa de Valores de Paulo, com queda de 14%; Ibovespa abriu caindo 1%; o "mercado", composto pelos grandes bancos, grandes empresas e especuladores, reage muito mal à crise da Petrobras na noite de ontem, os ADRs da empresa chegaram a cair mais de 10% em Nova York


247 com InfoMoney - Os papéis da Petrobras começaram esta quarta despencando na Bolsa de Valores de Paulo, com queda de 14%. O Ibovespa abriu caindo 1%. O "mercado", composto pelos grandes bancos, grandes empresas e especuladores, reage muito mal à crise da Petrobras e às decisões de Pedro Parente, de reduzir o preço da gasolina nas refinarias seguidamente nos últimos dias. O mercado que a manutenção da política privatista implementada pelo presidente da empresa, de buscar o lucro a todo custo. Na noite de ontem (23), os ADRs da empresa chegaram a cair mais de 10% em Nova York, fechando com recuo na casa dos 5%. A companhia teve seus ADRs rebaixados por BofA, Credit Suisse e Morgan Stanley. Os analistas do Itaú BBA também rebaixaram as notas da ações da estatal para "market perform".

Relata o site InfoMoney:

"Após um dia de forte queda na véspera, o Ibovespa dá indicações de mais uma sessão de pessimismo no mercado nacional nesta quinta-feira (24), com os investidores ainda acompanhando os desdobramentos da greve dos caminhoneiros, que chega ao quarto dia, e as movimentações políticas em torno de impostos e preços dos combustíveis. O tom mais negativo se deve, em grande parte, às expectativas por um pregão de grandes perdas para a Petrobras, após o anúncio da suspensão na política de preços para o diesel por 15 dias."

Publicado no Brasil247

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Desmanche do SUS sistema único de saúde por culpa do golpe dado por Michel Temer

                      


NO BRASIL DO GOLPE, TEMER ACUMULA DÍVIDAS DE R$ 14,3 BI COM O SUS

O desmanche do setor de Saúde pública do Brasil vem crescendo a passos largos nos últimos anos e foi acelerado desde que Michel Temer chegou ao poder por meio de um golpe parlamentar em 2016; dívida do Governo Federal com o Sistema Único de Saúde (SUS), chegou a R$ 20,9 bilhões desde 2001, sendo que R$ 14,3 bilhões entraram na rubrica de restos a pagar e não foram repassados apenas no ano passado; valor corresponde a soma do orçamento de nove ministérios


247 - O desmanche do setor de Saúde pública do Brasil vem crescendo a passos largos nos últimos anos e foi acelerado desde que Michel Temer chegou ao poder por meio de um golpe parlamentar em 2016. A dívida do Governo Federal com o Sistema Único de Saúde (SUS), chegou a R$ 20,9 bilhões desde 2001, sendo que R$ 14,3 bilhões entraram na rubrica de restos a pagar e não foram repassados apenas no ano passado. De acordo com levantamento feito pelo portal UOL, apesar do Orçamento prever gastos de R$ 130 bilhões em despesas com saúde para este exercício, este seria o segundo em 20 anos que não haverá aumento real para o setor.

O débito da União referente aos restos a pagar na área de saúde foi apontado em um estudo elaborado pelo Conselho Nacional de Saúde. Para o conselheiro Wanderley Gomes da Silva o pagamento destas despesas ser efetuado somente no exercício seguinte não constitui em si mesmo um problema. Para ele, o problema acontece quando as despesas contratadas ainda não se transformaram em serviços.

Segundo o CNS, entre 2003 e 2011, a dívida acumulada chegou a R$ 1 bilhão. Nos quatro anos seguintes este montante subiu em FR$ 5,5 bilhões. Já em 2017, com Michel Temer assumindo integralmente o governo, a dívida cresceu em mais R$ 14,3 bilhões, chegando a um débito total acumulado da ordem de R$ 20,9 bilhões. O valor corresponde a soma do orçamento de nove ministérios: Planejamento (R$ 6,9 bi), Meio Ambiente (R$ 3,2 bi), Indústria e Comércio Exterior (R$ 2,8 bi), Cidades (R$ 2,3 bi), Cultura (R$ 2,1 bi), Integração Nacional (R$ 2,1), Esporte (R$ 490 mi), Direitos Humanos (R$ 271 mi) e Turismo (R$ 261 mi).

Ainda segundo o UOL, no ano passado, o Programa de Saúde da Família deixou de receber R$ 895,9 milhões. O Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) perdeu R$ 96 milhões no mesmo período. Hospitais deixaram de receber R$ 1,3 bilhão, dos R$ 1,5 bilhão, previsto para se reequiparem. E até os recursos destinados à aquisição de vacinas e campanhas de vacinação minguaram. Dos R$ 9 bilhões previstos para esta finalidade, R$ 3 bilhões não foram repassados.

Por meio de nota, o Ministério da Saúde disse que "a Lei Complementar nº 141/2012, que dispõe sobre os valores mínimos a serem aplicados anualmente pela União em ações e serviços públicos de saúde, determina que para efeito do cálculo do mínimo constitucional serão consideradas as despesas pagas bem como as inscritas em restos a pagar".

Publicado no Brasil247

terça-feira, 22 de maio de 2018

ONU Comitê de direitos humanos investiga perseguição a Lula pelo juiz Moro da Lavajato

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Propina da Odebrecht a operador tucano atinge em cheio o ex-governador de Sâo Paulo Geraldo Alckimin

                     


            KOTSCHO REVELA A IMPLOSÃO DA CAMPANHA DE ALCKMIN

"O probo, o santo, o confiável, o incorruptível, o previsível, o mal menor. Estes atributos que os marqueteiros tucanos pretendiam explorar na campanha presidencial de Geraldo Alckmin estão indo para o ralo com o rompimento da blindagem judicial de que o PSDB desfrutou durante as últimas décadas em São Paulo", conclui o jornalista Ricardo Kotscho, no dia em que manchete da Folha denuncia propina paga por empresa de pedágio ao tucano


Por Ricardo Kotscho - O probo, o santo, o confiável, o incorruptível, o previsível, o mal menor.

Estes atributos que os marqueteiros tucanos pretendiam explorar na campanha presidencial de Geraldo Alckmin estão indo para o ralo com o rompimento da blindagem judicial de que o PSDB desfrutou durante as últimas décadas em São Paulo.

O desastre ético do ex-governador paulista, sua principal bandeira, acontece no pior momento, com a candidatura afundada entre 4% e 6% nas pesquisas, embolado com os nanicos, o que afugenta possíveis aliados e recursos.

Neste domingo, ainda não refeito das delações da Odebrecht e das contas suíças de Paulo Preto, o "suposto operador" tucano, nova bomba estourou no mal assombrado arraial tucano.

"Promotoria apura suposto caixa 2 de concessionária para campanha de Alckmin", revela reportagem da Folha.

Leia a íntegra no Balaio do Kotscho.

sábado, 19 de maio de 2018

No TRF-4 acabou o interesse na Lavajto do juiz Moro do PSDB e da turma do MPF de Curitiba objetivo Lula foi atingido


APÓS LULA, TRF-4 NÃO TEM MAIS PRESSA NA LAVA JATO
                    
Após a prisão de Lula, o ritmo das ações no escopo da operação Lava Jato teve um redução drástica; a oitava turma do tribunal, que chegou a julgar quatro processos da operação em novembro, só concluiu decisão sobre um caso desde que aumentou a pena de Lula para 12 anos e um mês de prisão; o juiz federal Victor Luiz dos Santos Laus fez três pedidos de vista e as decisões praticamente paralisaram; esse ritmo lento comparado à velocidade das tramitações contra Lula chama ainda mais atenção para o contraste dos procedimentos

247 – Após a prisão de Lula, o ritmo das ações no escopo da operação Lava Jato teve ume redução drástica. A oitava turma do tribunal, que chegou a julgar quatro processos da operação em novembro, só concluiu decisão sobre um caso desde que aumentou a pena de Lula para 12 anos e um mês de prisão. O juiz federal Victor Luiz dos Santos Laus fez três pedidos de vista e as decisões praticamente paralisaram. Esse ritmo lento comparado à velocidade das tramitações contra Lula chama ainda mais atenção para o contraste dos procedimentos.

Os outros dois membros da turma, o relator da Lava Jato João Pedro Gebran Neto e o revisor Leandro Paulsen deram os seus votos, mas Laus pediu mais tempo para analisar melhor os casos. Não há data para que os processos sejam devolvidos. Desde que saiu da primeira instância, o processo contra Lula tramitou com uma velocidade acima da média no TRF-4, o que provocou reclamações da defesa e de apoiadores.

Depois dele, foi concluído apenas o julgamento de recurso do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, acusado pelo Ministério Público de lavagem de R$ 6 milhões. A defesa nega que ele tenha cometido irregularidades. Delúbio teve a pena aumentada de cinco para seis anos de prisão. Outros réus no processo também foram julgados. O primeiro pedido de vista aconteceu no mesmo dia, 27 de março, no processo que envolve o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula.

Leia mais aqui.

Publicado no BRasil247

quinta-feira, 17 de maio de 2018

30 trinta milhões de desempregados é resultado do golpe de Michel Temer e PSDB contra Dilma

                       

     BRASIL DO GOLPE: 27,7 MILHÕES SEM TRABALHO OU NO SUBEMPREGO

Contrariando o discurso oficial propalado pelo governo Michel Temer sobre a retomada da economia e do emprego, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a subutilização da força de trabalho chegou a 27,7 milhões de trabalhadores (24,7%) no primeiro trimestre; taxa é a mais alta da série histórica iniciada pelo IBGE em 2012; o Brasil registra atualmente 13,7 milhões de desempregados

247 - Contrariando o discurso oficial propalado pelo governo Michel Temer sobre a retomada da economia e do emprego, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a subutilização da força de trabalho chegou a 27,7 milhões de trabalhadores (24,7%) no primeiro trimestre. A taxa é a mais alta da série histórica iniciada pelo IBGE em 2012. O Brasil registra atualmente 13,7 milhões de desempregados.

Ainda de acordo com dados da Pnad Contínua Trimestral o desalento alcançou 4,6 milhões de pessoas. A taxa de 4,1% é também é a mais alta da série histórica.

Conforme o IBGE, os menores percentuais de trabalho com carteira assinada foram registrados no Nordeste (59,7%) e Norte (62,9%). Já o maior índice foi verificado no Sul (83,3%).

Abaixo, reportagem da Agência Brasil:

A taxa de subutilização da força de trabalho no Brasil atingiu um nível recorde no primeiro trimestre de 2018, informou hoje (17), no Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Acrescentou que 27,7 milhões de trabalhadores estão subutilizados, o que corresponde a 24,7% da força de trabalho no país, o maior percentual desde 2012.

São consideradas subutilizadas as pessoas que estão desempregadas, as disponíveis para trabalhar mais horas, mas não encontram essa possibilidade, as que gostariam de trabalhar, mas não procuraram emprego e as que procuraram, mas não estavam disponíveis para o trabalho.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que também informa que o contingente de desalentados é de 4,6 milhões de pessoas. No último trimestre de 2017, esse grupo somava 4,3 milhões de pessoas.

Desistência

A população desalentada é a que desistiu de procurar emprego e é definida como a que estava fora da força de trabalho por não conseguir um emprego adequado, não ter experiência ou qualificação, ser considerada muito jovem ou idosa, ou não haver trabalho na localidade em que reside.

A taxa de desalento atinge 4,1% da força de trabalho ampliada no Brasil e é mais intensa na Região Nordeste, com 9,7%. Em Alagoas, 17% da força de trabalho desistiram de procurar emprego e, no Maranhão, 13,3%. No Rio de Janeiro e em Santa Catarina, o desalento é de 0,8%.

Taxa de desemprego é de 13,1%

O IBGE já tinha divulgado em 27 de abril que a taxa de desemprego no primeiro trimestre de 2018. Ela subiu para 13,1%.

Se considerada cor ou raça da população, a taxa evidencia desigualdades. Enquanto o desemprego é de 10,5% entre os brancos, ele chega a 15,1% entre os pardos e 16% entre os pretos.

A população parda corresponde a 52,6% dos desempregados no Brasil, embora corresponda a 47,1% da população brasileira.

Os brancos, por sua vez, são 43,3% dos brasileiros e 35,2% dos desempregados. Já os pretos são 8,7% da população do país e 11,6% dos desempregados, segundo dados do IBGE.

(*) Texto atualizado às 10h41 para acréscimo de informações

Publicado no Brasil247