sábado, 25 de setembro de 2010

Vai faltar espaço!

Tenho recebido muitas consultas de clientes querendo se instalar em Guarulhos, nossa cidade tem 1,3 milhão de habitantes então muitos comerciantes querem vir pra esta cidade como não tem espaço pra todo mundo os preços disparam.tradicional ponto do comercio local, o calçadão da Rua Dom pedro é o que mais tem procura pois ali circulam por dia mais de 130 mil pessoas, isso é melhor que qualquer shopping so que sem os custos deste.Esta rua depois que virou calçadão tomou de vez a cara de centro comercial, como os espaços disponiveis são poucos o comercio começa se expandir e ampliar para ruas laterias proximas.
Sinal das mudanças é que grandes redes de magazines, farmacias, lojas de confecção entre outros estão procurando mais não estão achando local para montar suas lojas.
A construção civil esta entre os que mais empregam na cidade, como ja falei anteriormente fruto das linhas de financiamento disponibilizados pelos bancos e pelo governo federal.

sábado, 18 de setembro de 2010

Você deseja comprar um imóvel?

Um dos responsáveis pelo otimismo no mercado imobiliário é a oferta de crédito concedida por bancos e financiadores para compradores de imóveis de grande e pequeno poder de investimento. De janeiro a julho de 2010, aproximadamente 13 bilhões de reais financiaram cerca de 310000 unidades, de acordo com dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Uma grande vantagem desses eventos é que funcionam como um atalho para o consumidor indeciso e são uma vitrine para as empresas participantes. Além de oferecerem imóveis com condições diferenciadas para o comprador, eles têm papel importante para construtoras e incorporadoras, uma vez que podem expor a marca e transmitir valores como segurança, solidez e qualidade, indispensáveis nesse mercado.

Em São Paulo, a organização do Salão Imobiliário de São Paulo (SISP), que acontecerá de 23 a 26 de setembro, aguarda a participação de 80.000 pessoas no Pavilhão de Exposições do Anhembi. "O Salão reúne construtoras, incorporadoras, imobiliárias, bancos, seguros e consórcios em um só lugar e potencializa negócios", afirma Marly Parra, diretora-executiva da Reed Exhibitions, organizadora do evento.

Cerca de 200.000 imóveis novos e usados estarão à disposição daqueles que procuram a casa própria e também de investidores. Parcerias firmadas com empresas garantem ofertas no Brasil e no exterior, de bens que vão de 150.000 a 30 milhões de reais.

Simultaneamente ao Salão imobiliário, acontecem, ainda, outras exposições com o objetivo de atrair mais pessoas e diversificar o público: a Casa e Decoração Show, destinada a profissionais de decoração e ao consumidor final; a Fiaflora Expo Garden, para interessados em paisagismo; e a Expo Síndico, voltada para profissionais do ramo.

Fonte: Painel Imobiliário

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Salão Imobiliario no Anhembi

Começa dia 18 de setembro o salão imobiliario de São Paulo no pavilhão de exposições o Anhembi e são esperados mais de 85 mil visitantes sendo que ja tem 18 mil pré cadastrados pela internet.Destes visitanters, 70% irão a feira com intenção de compra.Imoveis com 2 dormitorios e suites até R$ 300 mil são os mais procurados aliado aos financiamentos bancarios e ao alongamento dos prazos de pagamento o que tem atraido muitos casais jovens, a feira tem tudo para ser um sucesso dado ao grande momento por que passa o setor imobiliario.
O anhembi fica perto do campo de marte, proximo ao terminal rodoviario Tiete.Sugestão se for de carro estacione no metro tiete por R$ 6 reais por doze horas e va de microonibus até a entrada do pavilhão.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Fogo na mata e pedagio


Fui no feriado de sete de setembro visitar um grande amigo dos tempos de teatro debate do ABC. Hoje ele e a esposa Nancy estão morando numa cidade de Minas que se chama Aiuruoca, fica pra frente de caxambu.A região é maravilhosa e o local que eles escolheram pra fazer a casa tambem é muito bonito.De São paulo até lá são 4 horas e meia de viagem pela fernão dias, paguei, acreditem paulistanos exatos R$ 4,40 reais de pedagio e a estrada é muito boa, no dia anterior a viagem fui a cajamar aqui do lado de são paulo, paguei R$ 12,70 de pedagio em 20 minutos de estrada.Bom falei isso pra fazer a comparação de como a gente é assaltado em são paulo com a conivencia das autoridades estaduais.Bom mas voltando a falar de minas, chegamos lá e quase fomos vitimas da queimada, pois ao sair do asfalto pegamos uma estrada de terra, uns 10 km, ai pudemos ver o queimada a poucos metros, e o susto que isso causa na população local e nos visitantes tambem.Meu amigo paulo marchesan estava envolvido com as brigadas de incendio que é a resposta da população para ações deste tipo em conjunto com as forças responsaveis pelas florestas e os bombeiros.Tudo por causa do clima seco e da irresponsabilidade do ser humano, pois nos vimos varios focos de incendio durante a viagem e soubemos que esta conversa de que o mato pega fogo espontaneamente é pura bobagem é conversa fiada de quem não entende.na verdade o mato queima porque alguem ateou fogo criminosamente.Fora este detalhe o local agora com a criação de um parque estadual esta lindo e muito sossegado.

sábado, 11 de setembro de 2010

Clareando as idéias

Ola Amigos

Li esse artigo em um site, ele foi escrito por * Celso Barros, que é mestre em Sociologia pela Unicamp e doutor em Sociologia por Oxford.
Achei interessante para o momento atual no Brasil e resolvi postar aqui.Perder 3 minutinhos lendo pode te valer de 4 anos de crescimento, ou melhor de mais crescimento.

Por que votarei em Dilma Rousseff


por Celso Barros *

-- Dilma Vana Rousseff --


Os três principais candidatos nessa eleição presidencial são muito bons. A terceira colocada deve ser Marina Silva, e Marina Silva seria melhor presidente que 90% dos presidentes do mundo. Levando em conta só os competitivos, nos últimos dezesseis anos só Garotinho (que a The Economist traduzia como “Little Kid”) avacalhou nosso currículo, onde, na minha modesta opinião, devemos ter orgulho de ostentar Lula e FHC.
Mas é preciso escolher, e, no que se segue, argumentarei que a melhor opção para o Brasil no momento é uma ex-guerrilheira nerd.

1.
Um bom governo, na minha opinião, deve (a) ser democrático, (b) não avacalhar a estabilidade econômica, e (c) combater a pobreza e a desigualdade. Por esses critérios, o governo Lula foi indiscutivelmente bom.
O governo Lula, tanto quanto o governo FHC, foi um governo democrático. Quem lê jornal no Brasil não apenas percebe que é permitido falar mal do governo, mas pode mesmo ser desculpado por suspeitar que falar mal do governo é obrigatório por lei. Os partidos de oposição atuam com plena liberdade, os movimentos sociais, idem, e, aliás, eu também. O Olavo de Carvalho se mandou para os Estados Unidos, dizem que com medo de ser perseguido politicamente, mas, se tiver sido por isso, foi só frescura. De qualquer modo, nunca antes nesse país exportamos tantos Olavos de Carvalho.
A economia foi muito bem gerida durante a Era Lula, a despeito do que falam muitos petistas (talvez preocupados com a falta de oposição competente). Companheiros, deixemos de falar besteira: a política econômica foi um sucesso. Mantivemos o bom sistema de metas de inflação implantado por Armínio Fraga no (bom) segundo governo FHC, e acrescentamos a isso: uma preocupação quase obsessiva por acumular reservas internacionais, a excelente ideia de comprar de volta nossa dívida em dólar, e medidas de incentivo fiscal quando foi necessário. A dívida como proporção do PIB caiu consideravelmente, e só voltou a subir quando foi necessário combater a crise. Certamente voltará a cair já agora.
Por essas e outras, fomos os últimos a entrar e os primeiros a sair da maior crise econômica desde 1929. Os tucanos se consideravam uma espécie de Keynes coletivo por terem sobrevivido à crise do México. Com muito menos custo, sobrevivemos à crise dos EUA. E isso se deu porque a economia durante a Era Lula foi muito mais bem administrada do que durante o primeiro governo FHC. No segundo governo FHC, aí sim, a economia foi bem gerida, e Lula fez muito bem em copiar seus métodos de gestão.
E, na área social, o Lula realmente se destaca na história brasileira, e na conjuntura econômica mundial. FHC não merece nada além de parabéns por ter copiado o Bolsa-Escola do governo petista do Distrito Federal (cujo governador havia idealizado o programa ainda na década de 80), e o PT merece críticas por ter atrasado sua adoção insistindo no confuso “Fome Zero” por tempo demais; mas, uma vez re-estabelecida a sanidade, o programa foi implementado com imenso sucesso, e, associado à política de recuperação do salário mínimo, e à boa gestão da economia, geraram resultados que não estavam nas projeções do mais otimista dos petistas em 2002. Para ser honesto, eu sempre votei no Lula, mas nunca achei que fosse dar tão certo.
A pobreza caiu algo como 43%. Vou dizer com palavras, para não dizerem que sou cabeça-de-planilha: a pobreza no Brasil caiu quase pela metade. Rodrigo Maia, escreva essa frase no quadro cem vezes. Mais de 30 milhões de pessoas (meia França, não muito menos que uma Argentina inteira) subiram às classes ABC. Cortamos a pobreza extrema pela metade (mas ainda é, claro, vergonhoso que tenhamos pobreza extrema). A desigualdade de renda caiu consideravelmente: a renda dos 10% mais ricos cresceu à taxa de 3 e poucos % na Era Lula, enquanto a renda dos mais pobres cresceu mais ou menos 10% ao ano, as famosas taxas chinesas. E tem uns manés que acham que os pobres votam no Lula porque são ignorantes ou mais tolerantes com a corrupção. Dê essas taxas à nossa elite e o Leblon inteiro tatua a cara do Zé Dirceu.
Não é à toa que o economista Marcelo Neri, um dos mais respeitados estudiosos da pobreza no Brasil, fala no período de 2003-2010 como “A Pequena Grande Década”. Tanto quanto sei, Neri não é petista.
Por outro lado, há algumas semanas, o sociólogo Demétrio Magnoli escreveu um balanço crítico do governo Lula, que considera um desastre. O artigo praticamente não tem nenhum número. I rest my case.
2.
Seria idiota dizer que isso não é, em nenhum grau, motivo para votar na Dilma. Dilma participou ativamente disso tudo, e, no mínimo, apoiou isso tudo. Marina Silva, é verdade, apoiou quase tudo isso. José Serra não o fez, e muitos de seus simpatizantes continuam convictos de que os últimos oito anos, em que a renda dos brasileiros mais pobres cresceu no ritmo da economia chinesa, foi uma era das trevas da qual a nossa elite bem pensante (hehehe) acordará em breve, chorando de felicidade porque era só um pesadelo.
Mas, até aí, eu considero que a Era FHC também foi boa para o país, por outros motivos, e mesmo assim foi bom que Lula fosse eleito em 2002 (como irrefutavelmente provado acima). Por que não seria esse o caso, agora?
Em primeiro lugar, porque não acho que será bom para o Brasil se o governo Lula tiver sido só um intervalo. Se Serra ganhar a eleição, eis o que se tornará a versão oficial sobre esse período: uns caras com diploma governavam muito bem o Brasil por muitas décadas, aí surgiu um paraíba muito carismático que acabou % ganhando a eleição, mas não fez nada demais, por isso eventualmente a turma do diploma retomou o controle da coisa toda. Coloquei um sinal de porcentagem no meio da frase para que ela tivesse pelo menos um erro que não fosse também papo furado.
É importante compreender que os novos atores que compõem o PT vieram para ficar, pois são sócios-fundadores de nossa democracia, e que, de agora em diante, o Brasil é um país com uma esquerda que sabe ser governo. Isso quer dizer que agora a direita, para vencer eleições, precisa apresentar boas candidaturas (de preferência sem roubar nossos sociólogos, ou economistas heterodoxos) e, o mais crucial de tudo, apresentar propostas para os mais pobres, que acabam de descobrir que podem melhorar imensamente suas vidas com o voto. A direita brasileira ainda não fez esse trabalho: continua pensando como se fosse um direito natural seu governar o país, e esperando que algum movimento legitimista re-estabeleça a ordem nesta budega.
Enquanto a justiça eleitoral não fizer o voto do Reinaldo Azevedo ter peso 50 milhões, a estratégia de fingir que o governo Lula não desmoralizou os anteriores, diminuindo a pobreza sem desestabilizar a economia, não vai ganhar eleição. Enquanto não tiver um projeto para o país (o que, diga-se, o Plano Real foi), a oposição não merece voltar ao governo. Como o PT dos anos 90, por exemplo, não merecia ganhar a presidência, pois seu programa era o que, no jargão sociológico, era conhecido como “nhenhenhém”. O PT venceu quando reconheceu que o papo agora era outro, e era preciso partir das conquistas já alcançadas. Não há sinal que consciência semelhante exista na oposição como bloco político, embora, sem dúvida, o candidato Serra o tenha compreendido.
3.
Mas esse tampouco é o melhor motivo para se votar na Dilma. O melhor motivo para se votar na Dilma é a Dilma.
Dilma tem uma trajetória política muito singular, como, aliás, tinham FHC e Lula. Quem tiver lido seu perfil recente na revista Piauí pode notar que há tantos fatos interessantes na sua vida que o jornalista mal teve espaço para falar dela, como pessoa. Dilma foi guerrilheira, foi torturada, e, durante a democratização, entrou para o PDT. Quando visitou, recentemente, o túmulo de Tancredo, a turma de sempre reclamou que o PT não o havia apoiado no Colégio Eleitoral. Bem, Dilma, como o PDT, apoiou Tancredo. Eventualmente, foi parar no PT, onde cresceu fulminantemente, e foi beneficiada pela decisão da oposição de queimar um por um dos quadros petistas mais famosos, algo pelo que, suspeito, já começam agora a se arrepender. Estariam pior agora se o candidato do Lula fosse, digamos, o Dirceu?
Tem gente que, com temor ou esperança, acha que Dilma mudará o rumo da economia. Eu posso estar errado, mas, baseado no que vi até agora, acho o seguinte: Dilma está singularmente posicionada para fazer com que, sob essa mesma política econômica, e com o mesmo compromisso com a justiça social, o país comece a crescer bem mais rápido do que cresceu nos últimos dezesseis anos.
Eu gosto de dizer o seguinte sobre política econômica: é verdade, o Banco Central desacelera o crescimento quando mantém os juros altos (e segura a inflação). Mas, a essa altura, o crescimento econômico já levou uma surra; antes de chegar no Banco Central, o carro do crescimento já tomou batidas da nossa falta de política de inovação, da baixíssima capacidade de investimento do Estado, da pobreza (que diminuiu, mas, para nossa vergonha, ainda está aí), do nosso abissal nível de qualificação educacional, dos entraves inacreditáveis para se abrir ou fechar um negócio, dos problemas gravíssimos da nossa urbanização. Essa desacelerada que o Banco Central dá é porque, depois de tomar tanta batida, ou nosso carro desacelera ou ele desmonta na pista.
Nossa visão deve ser a seguinte: queremos ter produção tecnológica como a Índia, mas com muito mais preocupação com a justiça social, e queremos ter o crescimento da China, mas com a mais absoluta democracia e com as garantias ambientais necessárias. Se esses limites nos atrasarem um pouco, paciência, somos, em nossos melhores momentos, um país que leva essas coisas a sério. O que não é admissível é que qualquer coisa que não nossos princípios atrase nosso progresso.
Muita gente diz que Lula entregou a candidatura à Dilma de mão-beijada, mas, aproveito para advertir, muita calma nessa hora, meu povo. Lula também lhe entregou uma roubada incrível, que foi também um teste. Quando Dilma foi colocada na direção do PAC, experimentou em primeira mão o quão ineficiente é nosso Estado como indutor do investimento: uma legião de entraves burocráticos, pressões políticas e uma história de más prioridades tornaram nosso Estado incapaz de investir e de oferecer infra-estrutura (tanto física quanto legal quanto humana) para o investimento privado.
A beleza da coisa é que Dilma é uma c.d.f. obcecada por políticas públicas. Quem leu sua entrevista no livro organizado pelo Marco Aurélio Garcia e pelo Emir Sader não pode ter deixado de se divertir com a diferença entre as coisas que os entrevistadores querem perguntar e as coisas que ela quer responder: os caras lá falando do liberalismo, de não sei o que mais, e ela animadona com um jeito de furar poço de petróleo, com um jeito qualquer de administrar hospital. Respeito muito o Marco Aurélio, que foi meu professor, mas a Dilma sai da entrevista muito melhor que ele e o Sader.
Me anima especialmente que, em vários momentos, tenha visto Dilma puxando o assunto das políticas de inovação. O Brasil não vai dar um salto qualitativo em termos de desenvolvimento enquanto não produzir tecnologia. Tecnologia é o tipo de coisa que depende de bons arranjos entre governo e setor privado, e, a crer nos relatos até agora a respeito de sua passagem pelo ministério de Minas e Energia, Dilma tem uma postura pragmática saudável nessas questões.
Lula deu ao capitalismo brasileiro milhões de novos consumidores, e essa descendência política exigirá de Dilma compromisso forte com a inclusão social. Mas agora é hora de dar ao capitalismo brasileiro a competitividade necessária para que ele gere os empregos de que precisam os novos ex-miseráveis, os formandos do ProUni, ou das novas Universidades Federais, inclusive; é hora de montar um Estado que entregue aos cidadãos as cidades necessárias à boa fruição da vida moderna, e montar um sistema de inovação tecnológica que tire da direita o monopólio do discurso moderno.
Por conhecer melhor do que ninguém o tamanho desse déficit, e pelo que se depreende de sua postura até agora diante desses problemas, Dilma Rousseff é a melhor opção para a presidência do Brasil nos próximos oito anos.
Até porque, contará com um recurso que só o PT tem: uma imprensa tão hostil que o sujeito realmente, realmente tem que prestar atenção para não fazer besteira. Superego é uma coisa útil, senão você trava.
4.
Certo, mas deve ter gente pensando, ah, mas ela é só uma tecnocrata, vai ser engolida pelos políticos (o bom é que essa mesma turma dizia que o Lula, por não ser um tecnocrata, ia ser engolido pelos políticos). Deve ter gente, à direita e à esquerda, com esperança de manipular a Dilma. A Dilma, no caso, é aquela menina que, aos vinte e poucos anos, inspirava respeito até nos caras do Doi-Codi, como se depreende dos documentos da época. Se quiser ir tentar manipular essa dona aí, rapaz, boa sorte, vai lá. Depois você conta pra gente como é que foi.


* Celso Barros, Rio de Janeiro-RJ, é mestre em Sociologia pela Unicamp e doutor em Sociologia por Oxford. Blog: napraticaateoriaeoutra.org