quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Pequenas empresas grandes negocios

Pequenas empresas forneceram R$ 7,3 bi ao governo federal de janeiro a setembro

Para a compra de produtos e contratação de serviços fornecidos pelas Micro e Pequenas Empresas (MPE) a Administração Pública Federal (direta, autárquica e fundacional) investiu R$ 7,3 bilhões de janeiro a setembro deste ano. Esse desembolso representa um aumento de 2% em relação ao mesmo período do ano passado, ou de 251%, quando comparado aos nove primeiros meses de 2006, quando entrou em vigor a Lei Complementar 123, que estabeleceu normas e tratamento diferenciado aos empresários desse porte.

Estes são alguns dos resultados de uma pesquisa que acaba de ser concluída pelo Ministério do Planejamento (MP). Em julho deste ano, o MP e o Sebrae assinaram um Termo de Cooperação Técnica para institucionalizar o poder de compras no governo, mobilizar os órgãos federais, estaduais e municipais e qualificar os pequenos fornecedores para as licitações.

De acordo com a secretária de Logística e Tecnologia da Informação do MP, Glória Guimarães, a lei do setor trouxe uma nova visão sobre o papel das aquisições governamentais. “Saímos do menor preço para contratar pelo melhor preço, uma lógica que fortalece o desenvolvimento, gerando oportunidades para mais pessoas e com ganhos sociais e econômicos”, informa ela ao justificar que a cada R$ 1 bilhão de compras feitas pelo governo federal às micro e pequenas empresas no país são gerados 7 mil novos empregos neste setor. Este grupo de empresários já representa 55% do universo de todos os fornecedores que vendem à Administração Federal. Do total de 411 mil empresas cadastradas no sistema do MP, 227 são de pequeno porte.

O levantamento também apurou que o pregão eletrônico é o meio mais usado pelo governo na aquisição de bens e contratação de serviços das MPE. De janeiro até agora foram movimentados recursos da ordem de R$ 5,6 bilhões por esta modalidade, ou 8,7% a mais que o volume registrado nos nove primeiros meses do ano passado.

Do site Secom em 25/11/2010 19:25hs

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Haja minha casa minha vida

País precisa de 23,4 milhões de moradias para zerar déficit habitacional

Levantamento realizado em parceria entre a Fundação Getúlio Vargas e a LCA indica que o Brasil precisa construir 23,4 milhões de moradias para zerar o déficit habitacional até 2022. O estudo será apresentado durante 9º Congresso Brasileiro da Construção e depois encaminhado ao governo federal como subsídio para a elaboração de um plano de desenvolvimento para o País.

Para atingir a meta, o estudo diz ser preciso investimentir cerca de R$ 255 bilhões ao ano. A capacitação de mão de obra também deverá ser um gargalo a ser enfrentado, pois os atuais dez milhões de trabalhadores do setor serão insuficientes.

Outro número que dimensiona o tamanho do desafio é a quantidade de terrenos. A estimativa é de que serão necessários 900 milhões de metros quadrados para abrigar as novas residências.

“As necessidades para um horizonte de 12 anos e os números levantados impressionam”, afirma Manoel Rossitto, diretor do Sindicato da Indústria da Construção Pesada.

Para o executivo, as soluções que se antecipam são aumentar em muito a produtividade, passando a usar mais tecnologia na indústria da construção.

Autor: Guilherme Barros

Odebrecht Realizações Imobiliárias aposta na cidade de Santos

A Odebrecht Realizações Imobiliárias (O’R) lança o maior complexo comercial do ano em Santos, o The Blue Officemall.

Este é o segundo empreendimento da O’R na cidade. Há três meses, a empresa lançou o The Garden, voltado para o segmento residencial, que já tem 95% das unidades negociadas.

O novo empreendimento terá mais de 480 salas e 58 lojas, e o Valor Geral de Vendas é de R$ 160 milhões. As vendas começam no próximo sábado.

A cidade de Santos está em forte processo de expansão, puxado pela revitalização portuária e pelos investimentos no pré-sal.

extraido da coluna do guilherme barros, comentarista do Ig.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Empreendedores formalizados no País superam 700 mil

Empreendedores formalizados no País superam 700 mil


Empreendedores formalizados no País superam 700 mil Ampliar
  • Segunda Semana de Formalização vai até 20 de novembro

Número deve aumentar com a segunda edição da Semana do Empreendedor Individual

A quantidade de empreendedores formalizados no Brasil chegou a 703.516 na quinta-feira (11), de acordo com Receita Federal do Brasil (RFB). O número deve aumentar nos próximos dias com o início da segunda Semana de Formalização - de 15 a 20 de novembro - promovida pelo Sebrae e entidades parceiras do Programa do Empreendedor Individual. A proposta dos organizadores do evento é realizar ações para permitir o cadastro dos pequenos empreendedores. Durante o evento haverá palestras e outras atividades esclarecendo a população sobre questões previdenciárias.

Diferentemente da primeira edição, concentrada nas capitais e grandes cidades, desta vez a mobilização tem como foco cidades pólo do interior. São municípios como Brasiléia (AC), Parintins (AM), Valparaíso (GO), Barra Mansa (RJ), Maringá (PR) e outras 100 localidades. Embora, a proposta seja interiorizar a iniciativa, também haverá ações em dez capitais: Salvador, Fortaleza, São Luis, Belo Horizonte, Belém, Teresina, Natal, Florianópolis, Palmas, Aracaju.

O gerente de Atendimento Individual do Sebrae, Ênio Pinto, espera que esta segunda semana permita aproximar mais da meta de 1 milhão de formalizações, “ Com a primeira mobilização conseguimos 46 mil formalizados em uma semana, esse número representa o triplo da média histórica nacional do Sebrae. Além disso, já ter tirado 700 mil negócios da informalidade é bastante expressivo”, destaca.

Formalização - O Programa Empreendedor Individual estimula a legalização das atividades de homens e mulheres que trabalham por conta própria no comércio, na indústria e no setor de serviços e têm renda bruta anual de até R$ 36 mil. Formalizado, o trabalhador passa a ter direito à proteção da Previdência Social e a benefícios como o auxílio-doença, aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez, salário-maternidade, pensão por morte e auxílio-reclusão.

Além dos benefícios da Previdência Social, o empreendedor individual pode ter acesso a juros diferenciados na rede bancária, participar de compras do governo e de licitações para venda de produtos ou serviços. Têm ainda imposto zero para o governo federal e pagam apenas R$ 1 de ICMS, se for do comércio e da indústria, ou R$ 5 de ISS, caso atuem no setor de serviço, além da contribuição previdenciária de R$ 56,10 (11% sobre o salário mínimo). Para aqueles que têm atividade mista, de comércio e indústria e prestação de serviço, o custo é de R$ 62,10.

Empreendedor individual

- O trabalhador passa a ter direito à proteção da Previdência Social.

- Tem benefícios como o auxílio doença, aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez, salário-maternidade, pensão por morte e auxílio-reclusão.

- Pode ter acesso a juros diferenciados na rede bancária.

- Pode participar de compras do governo e de licitações para venda de produtos ou serviços.

- Tem imposto zero para o governo federal e paga apenas R$ 1 de ICMS, se for do comércio e da indústria, ou R$ 5 de ISS, caso atuem no setor de serviço.

- Paga contribuição previdenciária de R$ 56,10 (11% sobre o salário mínimo).

Extraido do site da Secom em 17/11/2010 20:26hs

sábado, 13 de novembro de 2010

Sobre o nosso Enen

Nicolelis: Só no Brasil a educação é discutida por comentarista esportivo

por Conceição Lemes

Desde o último final de semana, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Ministério da Educação (MEC) estão sob bombardeio midiático.

Estavam inscritos 4,6 milhões estudantes, e 3,4 milhões submeteram-se às provas. O exame foi aplicado em 1.698 cidades, 11.646 locais e 128.200 salas. Foram impressos 5 milhões de provas para o sábado e outros 5 milhões para o domingo. Ou seja, o total de inscritos mais de 10% de reserva técnica.

No teste do sábado, ocorreram dois erros distintos. Um foi assumido pela gráfica encarregada da impressão. Na montagem, algumas provas do caderno de cor amarela tiveram questões repetidas, ou numeradas incorretamente ou que faltaram. Cálculos preliminares do MEC indicavam que essa falha tivesse afetado cerca de 2 mil alunos. Mas o balanço diário tem demonstrado, até agora, que são bem menos: aproximadamente 200.

O outro erro, de responsabilidade do Inep, foi no cabeçalho do cartão-resposta. Por falta de revisão adequada, inverteram-se os títulos. O de Ciências da Natureza apareceu no lugar de Ciências Humanas e vice-versa. Os fiscais de sala foram orientados a pedir aos alunos que preenchessem o cartão, de acordo com a numeração de cada questão, independentemente do cabeçalho. Inep é o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais, órgão do MEC encarregado de realizar o Enem.

“Nenhum aluno será prejudicado. Aqueles que tiveram problemas poderão fazer a prova em outra data”, tem garantido desde o início o ministro da Educação, Fernando Haddad. “Isso é possível porque o Enem aplica a teoria da resposta ao item (TRI), que permite que exames feitos em ocasiões diferentes tenham o mesmo grau de dificuldade.”

Interesses poderosos, porém, amplificaram ENORMEMENTE os erros para destruir a credibilidade do Enem. Afinal, a nota no exame é um dos componentes utilizados em várias universidades públicas do país para aprovação de candidatos, além de servir de avaliação parabolsa do PRO-UNI.

“Só os donos de cursinhos e aqueles que não querem a democratização do acesso à universidade podem ter algo contra o Enem”, afirma, indignado, ao Viomundo o neurocientista Miguel Nicolelis, professor da Universidade de Duke, nos EUA, e fundador do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, no Rio Grande do Norte. “Eu vi a entrevista do ministro Fernando Haddad ao Bom Dia Brasil, TV Globo. Que loucura! Como jornalistas que num dia falam de incêndio, no outro, de escola de samba, no outro, ainda, de esporte, podem se arvorar em discutir um assunto tão delicado como sistema educacional? Pior é que ainda se acham entendedores. Só no Brasil educação é discutida por comentarista esportivo!”

Nicolelis é um dos maiores neurocientistas do mundo. Vive há 20 anos nos Estados Unidos, onde há décadas existe o SAT (standart admissions test), que é muito parecido com o Enem. Tem três filhos. Os três já passaram pelo Enem americano.

Viomundo — De um total de 3,4 milhões de provas aplicadas no sábado, houve problema incontornável em menos de 2 mil. Tem sentido detonar o Enem, como a mídia brasileira tem feito? E dizer que o Enem fracassou, como um ex-ministro da Educação anda alardeando?

Miguel Nicolelis — Sinceramente, de jeito algum — nem um nem outro. O Enem é equivalente ao SAT, dos Estados Unidos. A metodologia usada nas provas é a mesma: a teoria de resposta ao item, ou TRI, que é uma tecnologia de fazer exames. O SAT foi criado em 1901. Curiosamente, em outubro de 2005, entre as milhões de provas impressas, algumas tinham problema na barra de códigos onde o teste vai ser lido. A entidade que faz o exame não conseguiu controlar, porque esses erros podem acontecer.

Viomundo — A Universidade de Duke utiliza o SAT?

Miguel Nicolelis — Não só a Duke, mas todas as grandes universidades americanas reconhecem o SAT. É quase um consenso nos Estados Unidos. Apenas uma minoria é contra. E o Enem, insisto, é uma adaptação do SAT, que é uma das melhores maneiras de avaliação de conhecimento do mundo. O teste é a melhor forma de avaliar uniformemente alunos submetidos a diferentes metodologias de ensino. É a saída para homogeneizar a avaliação de estudantes provenientes de um sistema federativo de educação, como o americano e o brasileiro, onde os graus de informação, os métodos, as formas como se dão, são diferentes.

Viomundo — Qual a periodicidade do SAT?

Miguel Nicolelis – Aqui, o exame é aplicado sete vezes por ano. O aluno, se quiser, pode fazer três, quatro, cinco, até sete, desde que, claro, pague as provas. No final, apenas a melhor é computada. Vários estudos feitos aqui já demonstraram que o SAT é altamente correlacionado à capacidade mental geral da pessoa.

Todo ano as provas têm uma parte experimental. São questões que não contam nota para a prova. Servem apenas para testar o grau de dificuldade. Assim, a própria criançada vai ranqueando as perguntas, permitindo a ampliação do banco de questões. Outra peculiaridade do sistema americano é a forma de corrigir a prova. É desencorajado o chute.

Viomundo — Explique melhor.

Miguel Nicolelis — Resposta errada perde ponto, resposta em branco, não. Por isso, o aluno pensa muito antes de chutar, pois a probabilidade de ele errar é grande. Então se ele não sabe é preferível não responder do que correr o risco de responder errado.

Viomundo – Interessante …

Miguel Nicolelis – Na verdade, o SAT é maneira mais honesta, mais democrática de avaliar pessoas de lugares diferentes, com sistemas educacionais diferentes, para tentar padronizar o ingresso. Aqui, nos EUA, a molecada faz o exame e manda para as faculdades que quer frequentar. E as escolas decidem quem entra, quem não entra. O SAT é um dos componentes para essa avaliação.

Viomundo — Aí tem cursinho para entrar na faculdade?

Miguel Nicolelis — Tem para as pessoas aprenderem a fazer o exame, mas não é aquela loucura da minha época. Era cheio de cursinho para todo lugar no Brasil. Cursinho é uma máquina de fazer dinheiro. Não serve para nada a não ser para fazer o exame. Por isso ouso dizer: só os donos de cursinho e aqueles que não querem democratizar o acesso à universidade podem ter algo contra o Enem.

Viomundo –Mas o fato de a prova ter erros é ruim.

Miguel Nicolelis — Concordo. Mas os erros vão acontecer. Em 1978, quando fiz a Fuvest (vestibular unificado no Estado de São Paulo), teve pergunta eliminada, pois não tinha resposta. Isso acontece desde o tempo em que havia exame para admissão [ao primeiro ginasial, atualmente 5ª série do ensino fundamental) na época das cavernas (risos). Você não tem exame 100% correto o tempo inteiro.

Então, algumas pessoas estão confundindo uma metodologia bem estudada, bastante conhecida e aceita há décadas, com problemas operacionais que acontecem em qualquer processo de impressão de milhões de documentos. Na dimensão em que aconteceram no Brasil está dentro das probabilidade de fatalidades.

Viomundo -- Em 2009, também houve problema, lembra-se?

Miguel Nicolelis -- No ano passado foi um furto, foi um crime. O MEC não pode ser condenado por causa de um assalto, que é uma contigência e nada tem a ver com a metodologia do teste.

Só que, infelizmente, gerou problemas operacionais para algumas universidades, que não consideraram a nota do Enem nos seus vestibulares. Isso não quer dizer que elas não entendam ou nãoaceitam o teste. As provas do Enem são muito mais democráticas, mais racionais e mais bem-feitas do que os vestibulares de qualquer universidade brasileira.

Eu fiz a Fuvest. Naquela época, era muito ruim. Não media nada. E, ainda assim, a gente teve de se sujeitar àquilo, para entrar na faculdade a qualquer custo.

Viomundo -- Fez cursinho?

Miguel Nicolelis -- Não. Eu tive o privilégio de estudar numa escola privada boa. Mas muitas pessoas que não tinham educação de alto nível eram obrigadas a recorrer ao cursinho para competir em condições de igualdade.

Mas o cursinho não melhora o aprendizado de ninguém. Cursinho é uma técnica de aprender a maximizar a feitura do exame. É quase um efeito colateral do sistema educacional absurdo que até recentemente tínhamos no Brasil. É um arremedo. É um aborto do sistema educacional que não funciona.

Viomundo -- Qual a sua avaliação do Enem?

Miguel Nicolelis -- É um avanço tremendo, porque a longo prazo a repetição do Enem várias vezes por ano vai acabar com o estresse do vestibular. Você retira o estresse do vestibular. Na minha época, e isso acontece muito ainda hoje, o jovem passava os três anos esperando aquele "monstro". De tal sorte, o vestibular transformava o colegial numa câmara de tortura. Uma pressão insuportável. Um inferno tanto para os meninos e meninas quanto para as famílias. Além disso, um sistema humilhante, porque as pessoas que não podiam frequentar um colégio privado de alto nível sofriam com o complexo de não poder competir em pé de igualdade. Por isso os cursinhos floresceram e fizeram a riqueza de tanta gente, que agora está metendo o pau no Enem. Evidentemente vários interesses estão sendo contrariados devido ao êxito do Enem.

Viomundo -- Tem muita gente pichando, mesmo.

Miguel Nicolelis -- Todo esse pessoal que picha acha que sabe do que está falando. Só que não sabe de nada. Exame educacional não é jogo de futebol. Tem metodologia, dados, história. E olha que eu adoro futebol. Sempre que estou no Brasil, vou ao estádio para assistir ao jogos do Palmeiras [Ninguém é perfeito (rs)!] O Brasil fez muito bem em entrar no Enem. É o único jeito de acabar com esse escárnio, com essa ferida que é o vestibular .

Viomundo — Nos EUA, não há vestibular para a universidade. O senhor acha que o Brasil seguirá essa tendência?

Miguel Nicolelis -- Acho que sim. O importante é o seguinte. O Brasil está tentando iniciar esse processo. Quando você inicia um processo dessa magnitude, com milhões fazendo exame, é normal ter problemas operacionais de percurso, problemas operacionais. Isso faz parte do processo.

Nos Estados Unidos, as provas já são começam a ser feitas via internet. Como o Brasil em pouco tempo está avançando rapidamente, acredito que logo teremos várias provas por ano, como aqui [nos EUA, há sete, lembram-se?], e tudo por computador. O aluno se inscreve e, num dia e hora pré-determinados, vai com a sua senha a um terminal estabelecido — terá de se estabelecer uma rede – acessa e faz a prova. Será um exame só para ele. Você elimina o risco de vazamento e economiza com a impressão de provas, que custa um dinheirão.

Nós estamos caminhando para o Enem ser a moeda de troca da inclusão educacional. As crianças vão aprender que não é porque elas fazem cursinho famoso da Avenida Paulista que elas vão ter mais chance de entrar na universidade. Elas vão entrar na universidade pelo que elas acumularam de conhecimento ao longo da vida acadêmica delas. Elas vão poder demonstrar esse conhecimento sem estresse, sem medo, sem complexo de inferioridade. De uma maneira democrática.E, num futuro próximo, tanto as crianças de escolas privadas quanto as de escolas públicas vão começar a entrar nesse jogo em pé de igualdade. Aí, sim vai virar jogo de futebol.

Futebol é uma das poucas coisas no Brasil em que o mérito é implacável. Joga quem sabe jogar. Perna de pau não joga. Não tem espaço. O talento se impõe instantantaneamente.

Educação tem de ser a mesma coisa. O talento e a capacidade têm de aflorar naturalmente e todas as pessoas têm de ter a chance de sentar na prova com as mesmas possibilidades.

Extraido do blog: viomundo

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

o que é sucesso


O QUE É SUCESSO?

Aos 02 anos sucesso é: conseguir andar.

http://3.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEd_XtCKUI/AAAAAAAAAU8/kcALq73Xs60/s200/456411.gif

Aos 04 anos . sucesso é: não fazer xixi nas calças.

http://3.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEeJ7mgHgI/AAAAAAAAAV0/6ezNetUv2tg/s200/imagem.JPG

Aos 12 anos . sucesso é: ter amigos.
http://3.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEeNkM16oI/AAAAAAAAAWM/vcQULEXXKIQ/s200/quando-os-filhos-podem-viajar-com-os-amigos-57-36.jpg

Aos 18 anos . sucesso é: ter carteira de motorista.


http://2.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEeO627zRI/AAAAAAAAAWU/V-G41TVbrfk/s200/Renova%C3%A7%C3%A3o-CNH-Poupatempo.jpg

Aos 20 anos . sucesso é: fazer sexo.
http://3.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEeDhGRIoI/AAAAAAAAAVU/6B6exNe_kbo/s200/amor.jpg

Aos 35 anos . sucesso é: dinheiro.
http://3.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEeIWN-fxI/AAAAAAAAAVs/h1-qN5ce7KQ/s200/empreendedor.jpg

Aos 50 anos . sucesso é: dinheiro.
http://2.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEeMEzmWPI/AAAAAAAAAWE/teDwIRwr3Bs/s200/livro-o-empreendedor-roberto-justus1.jpg

Aos 60 anos . sucesso é: fazer sexo.
http://4.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEeQUy7lII/AAAAAAAAAWc/eXWJ2cAzS8Y/s200/terceira_idade_2_jpg.gif

Aos 70 anos . sucesso é: ter carteira de motorista.
http://1.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEeE9jCp2I/AAAAAAAAAVc/Z3tXzBeHdcQ/s200/Carteira+de+motorista.jpg

Aos 75 anos . sucesso é: ter amigos.
http://1.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEeRbAg3pI/AAAAAAAAAWk/B8AhPQeMlAU/s200/terceira-idade-internet.jpg

Aos 80 anos .. sucesso é: não fazer xixi nas calças.
http://3.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEeGbGy7oI/AAAAAAAAAVk/bPBih2sPEvY/s200/d624f5f4fda475c1ecc99da51bd28de0.jpg

Aos 90 anos . sucesso é: conseguir andar.
http://3.bp.blogspot.com/_mix3yerJ-dY/THEeAhmFd_I/AAAAAAAAAVE/HOQSA36khTc/s200/54277886_1.jpg

ASSIM É A VIDA....

"...NÃO LEVAMOS NADA DESSA VIDA, PARA QUE PERDER TEMPO COM MALDADE, COM FALSIDADE, COM FALTA DE AMOR...

TODOS TEREMOS O MESMO DESTINO, INDEPENDENTEMENTE DA CONDIÇÃO FINANCEIRA, DA CLASSE SOCIAL; PORTANTO , AME , BRINQUE , PERDOE E APROVEITE A VIDA....

SEJA FELIZ"

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Sobre o Enem

A grafica errou 0,031% do material que produziu, mesmo assim querem anular 10 milhões de exames..e a nossa midia explora este tema como se em nosso pais so houvessem incompetentes e mal intencionados, acho muito estranho este bobardeio contra o sistema de exames, porque sera hem.
Vamos ao exemplo pelo mundo.

Para entar na faculdade de Direito da Universidade de Harvard, Barack Obama teve que fazer o ENEM (lá conhecido como SAT).

Sessenta países membros da OCDE submetem os estudantes ao ENEM – lá conhecido como teste PISA.

O Toffel de proficiência em inglês é um ENEM.

É um sistema universal, comparável, utilizado há 60 anos e há quinze no Brasil.

O usa o método TRI – perguntas diferentes com idêntido grau de dificuldade.

Só assim é possvel aplicar o ENEM em dias diferentes, locais distantes e, no Brasil, em 1.600 cidades do país e a três milhões de estudantes.

É o sistema que seleciona os alunos do ProUni, os que se submetem à Prova Brasil, à Provinha Brasil, ao Enseja e, proximamemnte, aos financiados pelo FIES.

(Na gestão Haddad, o FIES passou a dispensar fiador. E, se o aluno cursar Medicina ou se tornar professor de escola pública, não paga o financiamento – o Estado paga tudo. Que horror !)

Para se inscrever no ENEM, o candidato paga R$ 35.

Mas, se for egresso de escola pública ou se demonstrar que é pobre não paga nada.

Oitenta e três mil vagas de universidades públicas federais serão preenchidas pelo ENEM.

Com os 150 mil alunos do ProUni – que sempre tiveram que fazer o ENEM (para o Agripino Maia e a Monica Serra não dizerem que o ProUni é o “Bolsa Aluno vagabundo”) com os alunos do ProUni, serão 230 mil vagas de universitários do país aprovados no ENEM.

Para o aluno, o ENEM traz inúmeras vantagens.

Ele pode fazer a prova em qualquer uma das 1.600 cidades e se qualificar para estudar em qualquer faculdade do país.

Ele não precisa se deslocar para o local da faculdade.

Não precisa se preparar em cursinho para se qualificar em curriculos de vestibulares diferentes.

O ensino médio deve ser suficiente para levá-lo a uma faculdade, passado o ENEM.

É mais barato e mais racional: ele compara a média dele com a de seus concorrentes e avalia para onde mais é mais razoável ir.

Estas são informações extraídas de entrevista que este ordinário blogueiro fez com o Ministro Fernando Haddad, que vai ao ar esta terça feira às 21h00 na Record News.

Perguntei se ele concordaria com a minha suposição de que o ENEM é a banda larga para o pobre chegar à faculdade.

Ele disse que sim.

Extraido do site www.conversaafiada.com.br
do jornalista Paulo henrique Amorin

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Enfim uma mulher na presidencia

Como todas as pesquisas informaram temos a partir de hoje uma mulher eleita para a presidencia da republica. O bom momento porque passa o nosso pais e tem tudo pra continuar crescendo, portanto os investimento em infraestrutura na modernização dos portos e aeroportos e principalmente atendimento preferencial as camadas mais pobres da população serão alguns dos compromissos da Dilma.Tambem ao que tudo indica os financiamentos para imoveis continuarão ser fomentados pelo governo principalmente a manutenção do programa minha casa minha vida.
E o grande artifice disto tudo o presidente Lula sai do governo com 85% de aprovação e entra para historia como um dos melhores presidentes que o Brasil ja teve e um dos grandes estadistas do mundo.