sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Fui vitima da sony ericssom

Meu telefone celular deu defeito e fui a assistencia técnica autorizada da sony ericsson pois ainda estava na garantia.A empresa Gauss Telecomunicações é a unica autorizada aqui em Guarulhos SP portanto vive lotada de gente esperando atendimento parece que voce esta em um posto do INSS.Poi bem ja fui 4 quatro vezes levar o meu aparelho e o tecnico deles não acha o defeito se é que ele procurou pois o raio do aparelho sempre volta com o mesmo defeito, sou corretor de imoveis e celular pra mim so uso pra falar com clientes e tirar fotos mais nada.
Hoje recorri a internet e ao SAC da empresa sony ericsson pois a atendente da autorizada falou assim "shi é melhor o senhor ir no Procom porque eles não vão arrumar e a garantia ta no fim", o fim que ela diz é em 30 de março quando vence o um ano de garantia.
Dai eu escrevo o seguinte pra sony ericsson:
estou com um problema neste meu aparelho ja fui pela quarta vez a assistencia técnica aqui em Guarulhos SP.
eles sempre devolvem o aparelho dizendo que atualizaram o software e não localizaram falhas elétricas, So que o aparelho continua desligando sozinho e não liga mais.A moça que me atendeu disse que é melhor procurar o Procom, pois eles não tem mais como resolver.Voces tem alguma assistencia técnica mais séria aqui na cidade de Guarulhos.Caso alguem ai se interesse em atender um cliente descontente, eu posso enviar por email a nota fiscal e os recibos de assistencia tecnica.Caso ninguem se interesse prometo não incomodar mais voces comprando aparelhos sony ericsson por mais que eu tenha plano de pontos na Vivo que me dão direito a outros aparelhos.
Com a palavra o SAC da sony ericsson.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O comprador de plantão

Em nosso ramo conhecemos muitos personagens da vida real. Tem aquele que ja visitou uns 30 lançamentos e ainda não se decidiu a comprar nenhum e nem lembra mais de qual mais agradou, tal a salada em sua cabeça. tem aquele que acha que decide, compra deixa o cheque e depois volta com cara de bunda pois a mulher não concordou e com razão pois a cara não pode decidir sozinho, tem o comprador entusiasmado que reserva vai pra casa e conta pra todo mundo, no bar na academia no trabalho na escola, pro cunhado, ai se lascou pois olho gordo como todos sabem derruba qualquer pretensão boa.Outro dia uma mulher entusiasmada veio ao plantão de vendas na rangel pestana, 965 são paulo, viu gostou adorou amou e fez a reserva com medo de perder o negocio, pois dinheiro da entrada e condição de pagamentos foi facil acertar com ela.Saiu feliz da vida foi pra casa contar para o irmão demorou dois dias para dar um retorno tal a vergonha que ficou pois o tal irmão nunca apareceu não viu não gostou e falou um monte de coisas ruins pra tirar o entusiasmo que ela depositava no negocio, conclusão ela desisitiu de comprar o apartamento dos sonhos dela pela opinião de outra pessoa.Falando em personagens tem o cara que "compra" o apartamento geralmente acompanhado de uma mulher bonita, fala bastante sempre nos da a impressão de ter algun dinheiro e pra ela tambem, olha tudo não pechincha, se derrete de amores e pede a opinião da moça que neste momento esta embasbacada com o pretendente falando em nossa casa, nosso lar, e é ai que vamos criar nossos filhos etc e tal.É a deixa pra fazer a reserva pois o seu cheque não tem nenhum valor ou voltara sem fundo ou o cara volta no outro dia atras do cheque uma vez que ja cumpriu o objetivo de levar a moça pra comemorar e depois lógico um motelzinho pra fechar uma noite mágica.
Esta historias eu ja havia ouvido de corretores mais vividos, porem recentemente aconteceu comigo duas vezes. Na segunda vez o cara teve a cara de pau de dizer que iria colocar o apto no nome dela, não preciso dizer que os telefones e emails são todos furados né.
Como é natural tem gente muito bacana tambem é a melhor parte de trabalhar com publico.
Me façam uma visita na av. rangel pestana 965 em São paulo que lhes mostro o mais bonito apartamento de 1 dormitorio e conto outras historias aproveita que tá acabando.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Minha minha vida supera as metas

Minha Casa, Minha Vida supera meta e contrata mais de 1 milhão de moradias por Secom em 11/02/2011 19:50hs

Residencial Casas do Parque do Programa Minha Casa, Minha Vida em Campinas (SP)/ Foto: Ricardo Stuckert - Arquivo/PR O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), lançado em 2009 com o objetivo de reduzir o déficit habitacional no Brasil, superou a meta de financiar um milhão de moradias e atingiu a marca de 1.005.028 unidades habitacionais. A informação é da Caixa Econômica Federal, que divulgou, nessa sexta-feira (11), seus resultados nas áreas Financeira e de Habitação referentes a 2010.

No ano passado, foram R$ 37,4 bilhões destinados ao programa do governo federal, beneficiando 639.983 famílias. Do total de moradias contratadas, 936.508 contaram com a intervenção direta do banco, com investimento de R$ 51,31 bilhões. Entre as unidades financiadas no ano passado, desconsiderados os consórcios, repasses e o programa Pró-Moradia, 59% foram destinadas a pessoas na faixa de renda de até seis salários mínimos, onde se encontra o maior déficit habitacional.

O Minha Casa, Minha Vida 2 foi lançado em dezembro de 2010 e tem a meta de construção de 2 milhões de unidades habitacionais até 2014. Uma mudança em relação à primeira versão é que agora o governo pode construir casas e apartamentos em áreas que ainda estão em fase de desapropriação. Esse era um empecilho para construir imóveis em favelas, onde se concentra boa parte do público-alvo do programa. No MCMV-2 a meta para construção de imóveis para famílias de baixíssima renda (até três salários mínimos), que terão direito a subsídio integral do governo, é de 1,2 milhão, ante 400 mil unidades na primeira versão do programa.

Outra mudança – divulgada na semana passada – refere-se ao valor máximo dos imóveis financiados pelo programa, que passa a variar de 80 mil a 170 mil, dependendo da localidade.

Investimento - A Caixa realizou, em 2010, o maior investimento habitacional de sua história, com o volume de R$ 77,8 bilhões, o que representa 1.231.250 financiamentos e corresponde a 70% de todo o crédito imobiliário do mercado. Esse montante é 57,2% superior ao contabilizado em 2009. O resultado de 2010 é ainda 1,435% maior do que o registrado em 2003, de R$ 5 bilhões, número alcançado principalmente em função do Minha Casa, Minha Vida.

Do valor total de financiamentos, R$ 27,7 bilhões foram realizados com recursos da poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo - SBPE), responsáveis por 203.931 unidades habitacionais, e R$ 31 bilhões com linhas que utilizam o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que totalizaram 389.675 moradias. Além disso, foram destinados R$ 6,3 bilhões para subsídios e R$ 10,7 bilhões para arrendamentos residenciais. O restante do valor foi direcionado para consórcio imobiliário, Pró-Moradia e repasse. A carteira habitacional superou uma marca histórica, com R$ 108,3 bilhões de saldo, uma evolução de 53,6% em relação aos R$ 70,5 bilhões registrados em dezembro de 2009.

fonte Secom

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O professor Delfim Neto

Delfim Netto: Terrorismo financeiro

Carta Capital, 25 de janeiro de 2011

Terrorismo financeiro

Autoproclamados intelectuais insistem em desmerecer os êxitos do governo e disseminar desconfiança, enquanto o mundo não se recupera da crise. E ganham com a alta dos juros.

por Delfim Netto*

Na medida em que se consolidam os dados sobre o comportamento de nossa economia em 2010, e se divulgam os números relativos às demais economias, torna-se cada vez mais claro que o Brasil soube enfrentar com muito mais competência os problemas da crise financeira nos últimos três anos do que a grande maioria dos paí-ses, notadamente os mais desenvolvidos.

Levantamentos recentes mostram que o mundo está longe de poder “fechar o balanço” da tragédia social representada pelo fato de que 30 milhões de trabalhadores perderam seus empregos e que a pobreza relativa voltou a níveis indecentes, como não se viam desde os anos 30 do século XX. Hoje já se contabiliza a perda impressionante de 5% do PIB mundial nesses três últimos anos, um recuo inimaginável até se entender a profundidade da patifaria que dominou os mercados financeiros na primeira década deste novo século.

Uma característica particularmente dramática em toda essa crise é que, mesmo nas economias que registram algum tipo de reativação nos meses finais de 2010, os índices de emprego não reagem ou se recuperam muito pouco. Nos Estados Unidos, por exemplo, o nível de desemprego se mantém muito próximo dos 10% da força de trabalho, isso apesar dos sinais de retomada do crescimento do PIB acima de 2%, e até uma expectativa de atingir 3% em 2011.

Nos países da Comunidade Europeia, com exceção da Alemanha, cuja economia retomou um ritmo mais vigoroso de crescimento em 2010, e da França, com expectativas mais moderadas, mas com previsão de maior crescimento em 2011, o panorama geral é desanimador. Sem contar as dificuldades que se renovam, mostradas a cada tentativa de previsão relativa às economias da Grécia, Irlanda, Espanha e Portugal, as mais citadas.

Perfil totalmente diferente é o do Brasil, que mostra melhores resultados à medida que os números relativos ao PIB e aos níveis de emprego em 2010 vão sendo fechados: no setor trabalho, o ano vai registrar números finais com uma taxa de desemprego menor que 5% (na verdade a estimativa é de 4,9%, nas seis principais capitais). Significa que o Brasil ultrapassou a crise mundial, chegando a seu final com uma economia de pleno emprego e ainda mantendo no último semestre do ano a tendência de continuar evoluindo positivamente, com o aumento da oferta de postos de trabalho. Em termos mundiais, é o país que melhor derrubou as taxas de desemprego, num conjunto selecionado das 20 mais importantes economias desenvolvidas ou emergentes.

Uma comparação simples mostra como o problema do emprego caminhou nos EUA e no Brasil, com o agravamento da crise em 2008: entre janeiro e junho daquele ano a taxa de desemprego média americana era 5,2%, e subiu para 9,7% no primeiro semestre de 2010; o desemprego brasileiro, que era 8,2% naquele primeiro período, reduziu-se para 7,3% no segundo e continuou caindo até o fim do ano. É possível identificar dois caminhos: Obama não conseguiu “fazer a cabeça” do consumidor americano nem reconquistar a confiança do setor produtivo, submetido ao jugo do poderoso sistema financeiro. Aqui, o nosso Lula sacou rápido o problema e, praticamente numa única e inspirada mensagem, convenceu o seu povo (trabalhadores e empresários da produção) de que a solução estava neles próprios: comprem e garantam seus empregos.

Pleno emprego, crescimento do PIB muito próximo de 8% em 2010, uma política econômica e social que perseguiu de modo crível o objetivo de dar igualdade de oportunidades a todos e melhorar a distribuição da renda entre as pessoas e regiões e mais a execução de programas de envergadura como o Bolsa Família, Luz para Todos e Minha Casa Minha Vida são marcas inegáveis do sucesso do metalúrgico de São Bernardo, um improvável estadista que se mostrou um líder mundial de real estatura.

Quem assina embaixo é o povo brasileiro, ao final desses oito anos de consumo em alta e redescoberta da autoestima: 87% declaram seu apoio ao presidente, 80% aprovam o seu governo e mais de 60% revelam suas esperanças na administração da presidenta que ele ajudou a eleger. Apesar disso, o povo é obrigado a conviver com o bombardeio meio terrorista de sociólogos, economistas e todo tipo de analistas financeiros que se julgam intelectuais de grande sabedoria e insistem em ocupar espaços na mídia para desmerecer os êxitos do antigo governo e disseminar a descrença e a desconfiança sobre o novo.

Não ganham, obviamente, a opinião popular, mas com certeza realizam alguns trocados na defesa do aumento da taxa de juros, objetivo principal que mal conseguem disfarçar…

Delfim Netto é economista, formado pela USP e professor de Economia, foi ministro de Estado e deputado federal.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Imovel usado valoriza mais que o ouro

De acordo com o CRECI-SP, as casas e aptos valorizaram até 269% oito vezes mais que os 32,26% de alta do ouro, ativo como a melhor performance em 2010. A poupança rendeu 6,91%, e o indice IBovespa ficou em 1,04% bem abaixo da inflação que foi de 5,91% medido pelo IPCA.
Segundo o levantamento os dez tipos de imóveis, cuja classificação varia de acordo com a localização e padrão, tiveram valorização superior ao metal precioso.
O imóvel campeão de valorização em 2010 foi o apartamento de padrão médio com 8 a 15 anos de construção, situados em bairros como Aclimação, Brooklin, Chacara flora, Sumaré, Vila Mariana. Eles eram vendidos pôr R$ 1250,00 o m² em janeiro de 2010, chegaram a dezembro valendo, em média R$ 4613,00 ou 269% a mais. Quem investiu viu seu dinheiro crescer, sempre nos perguntam se é um bom negocio comprar imoveis, tai a resposta.
Outra boa noticia do dia foi aumento da faixa de financiamento do programa minha minha vida, de R$ 130.000 pra R$ 170.000.

Aumenta a demanda pela casa propria.

Intenção de comprar casa própria explode.
Publicado em 03/02/2011 Compartilhe

Saiu na Folha Online:



Intenção de comprar imóvel quase dobra em dois anos
MARIANA SALLOWICZ
DE SÃO PAULO

A demanda no país por imóveis quase dobrou em dois anos, puxada pelas classes C, D e E. Mais de 9,1 milhões de famílias brasileiras declararam intenção de comprar uma habitação em um prazo de até 12 meses no fim de 2010, o que representa 4,9 milhões a mais do que no último trimestre de 2008.

A constatação é baseada em pesquisa do Data Popular, obtida pela Folha, e feita com 3.005 brasileiros em 35 municípios. A projeção é realizada a partir das respostas dadas pelos entrevistados.

A economia aquecida e o programa Minha Casa, Minha Vida, lançado pelo governo federal em abril de 2009, são apontados por especialistas como os principais fatores para o impulso.

“Antes, o sonho da casa própria era distante. Com o aumento do crédito, da renda e as condições facilitadas do Minha Casa Minha Vida, mais brasileiros passaram a ter condições de comprar um imóvel e colocaram isso como uma meta”, diz Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular.

Os benefícios do programa, destinado a famílias com renda de até R$ 4.900, vão de taxas de juros reduzidas a subsídios do governo.

Entre os que apontaram intenção em adquirir um imóvel, 83% estão nas classes C (com renda familiar de 3 a 10 salários mínimos), D (1 a 3) e E (até 1). Enquanto isso, 17% são da A e B (10 a 20).