quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Nordeste terá 55 novas unidades de ensino superior e profissional nos próximos três anos

O Nordeste aparece com destaque no mapa da expansão federal do ensino superior e profissional. Das 120 unidades de educação profissional e tecnológica a serem construídas no País nos próximos três anos, 52 estarão espalhadas em municípios médios e pequenos dos nove estados da região. O mesmo acontece com as universidades federais. Das quatro instituições a serem criadas no território nacional até 2014, três serão implantadas no Nordeste — duas na Bahia e uma no Ceará — e abrangerão 12 municípios.

Bahia terá duas novas universidades, que deverão estar em pleno funcionamento até 2014
quando segundo o MEC serão construídos 124 institutos e universidades em todo o País.


As outras 15 universidades já em atividade terão o número de unidades e de matrículas ampliado nos próximos três anos. Quando concluída a expansão, a região terá 18 universidades, com 84 câmpus, e manterá os atuais 11 institutos federais de educação, ciência e tecnologia, que alcançarão 186 unidades.

A Bahia, maior estado da região, tem hoje as universidades federais da Bahia (UFBA), do Recôncavo da Bahia (UFRB) e do Vale do São Francisco (Univasf). Serão criadas as do Sul da Bahia (Ufesba), com sede em Itabuna, e do Oeste da Bahia (Ufoba), com sede em Barreiras. No estado, a expectativa do governo federal é chegar a 2014 com as cinco instituições em plena atividade. Juntas, elas devem oferecer 68,6 mil matrículas em 19 câmpus. O estado tem ainda os institutos federais da Bahia e Baiano, que promovem a interiorização do ensino técnico federal. Juntos, vão oferecer, em 2014, 32 mil matrículas em 35 municípios.

Ceará - O Ceará é outro exemplo do crescimento da educação superior a ser alcançado em 2014. Hoje, o estado tem as universidades federais do Ceará (UFC) e, em implantação, a da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Elas somam 24,6 mil matrículas em nove unidades.

O programa de expansão do governo federal prevê a criação da Universidade Federal do Cariri, com sede em Juazeiro do Norte e câmpus em Barbalha, Crato, Icó e Brejo Santo. A perspectiva é chegar a 2014 com as três instituições em atividade e oferta de 40,9 mil matrículas em 14 câmpus.

Na educação profissional, o Ceará conta um instituto federal e 19 mil matrículas, em 22 cidades. Em 2014, o instituto deve oferecer 31 mil matrículas e unidades espalhadas em 29 municípios.

Alagoas e Sergipe - Em Alagoas e Sergipe também haverá ampliação da oferta de educação superior e profissional. O Instituto Federal de Alagoas, por exemplo, deve chegar a 2014 com mais de 15,6 mil matrículas em 15 municípios. Em 2010, o instituto registrou 4,7 mil matrículas em quatro cidades. Em Sergipe, o instituto federal passará das atuais três unidades para dez; as matrículas, de seis mil para 9,6 mil.

por Secom em 30/08/2011 20:34hs




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Casa própria pela Internet

 Internet se transforma em aliada na compra da casa própria


Construtoras e imobiliárias oferecem ferramentas para facilitar escolha de imóvel; veja os riscos e conheça seus direitos

Soraia Duarte, especial para o iG
31/08/2011 05:24

Já pensou em comprar uma casa ou apartamento pela televisão? Esse é o novo hábito que a Tecnisa, construtora e incorporadora sediada em São Paulo, espera estimular a partir de setembro, quando algumas “smart TVs” – aquelas que contam com dispositivos que permitem acessar conteúdos na web – passarão a ser vendidas com aplicativos para navegar por seu website. “Será mais um canal de relacionamento com os clientes”, resume Romeo Busarello, diretor de E-business e Relacionamento com Clientes da Tecnisa.

A novidade visa atrair o público para o site da Tecnisa, que já oferece diversos aplicativos compatíveis com tablets e smartphones e está presente nas principais redes sociais. O investimento em novas tecnologias vai ao encontro dos resultados já obtidos pela empresa. A cada 100 pessoas que compraram apartamentos da Tecnisa no ano passado, 97 chegaram ao imóvel pela web. “A internet é o principal canal de vendas e de construção da nossa marca”, afirma Busarello.

O esforço de fortalecer a presença na internet não é uma exclusividade da Tecnisa. Há dois anos, a MRV, construtora sediada em Belo Horizonte, investiu na criação de uma equipe de corretores que permanece online 24 horas por dia. “Notamos que 20% dos clientes acessavam nosso site fora do horário comercial”, justifica Rodrigo Resende, diretor de marketing da MRV. E a construtora tem apostado nesse tipo de atendimento. Afinal, 30% das vendas do ano passado – que totalizaram 36 mil imóveis – foram iniciadas com essa interação virtual. Nesse ano, Resende diz que espera elevar essa parcela para 35% das vendas.


Já a Lopes, empresa paulista de comercialização de imóveis, tem ampliado a oferta de aplicativos. Neste mês passou a oferecer a ferramenta para iPhone, após ter lançado, em junho, a versão mobile de seu portal. No dia do lançamento do aplicativo, de acordo com Adriana Sanches, gerente de marketing da Lopes, foram contabilizados mais de 300 downloads. “Todas as iniciativas relacionadas à internet são bem recebidas pelos clientes”, acredita. “Uma empresa do mercado imobiliário não pode deixar de dar atenção a isso”, enfatiza.


Essa concorrência virtual entre as empresas, na avaliação de Luciano de Souza Godoy, professor de Direito Civil da Faculdade de Direito Fundação Getulio Vargas (FGV), é bastante positiva para quem quer comprar um imóvel. “A grande vantagem da internet é o acesso à informação”, afirma. “É um benefício pesquisar preços, condições de pagamento, qualidade e localização sem despender um dia de trabalho ou o fim de semana”.

Luciano de Souza Godoy, da FGV: "a grande vantagem da internet é o acesso à informação"

Internet substituiu classificados


A opinião é compartilhada por Gerson Rolim, consultor da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. A internet, afirma, é de grande ajuda para a pesquisa de imóveis prontos, substituindo os antigos classificados de jornais. Mas as muitas ferramentas que hoje são disponibilizadas pelos sites das construtoras são especialmente úteis para imóveis na planta. “Permitem a experimentação do imóvel sem que ele exista”, diz.


As facilidades não param aí. A expansão do crédito para os imóveis, nos últimos anos, aliada ao aumento de oferta de casas e apartamentos, refletiu-se em um processo de compra menos burocrático e mais acessível. Godoy comenta que as exigências de documentos, por parte das construtoras, são menores que tempos atrás. Para alguns empreendimentos, basta apresentar CPF, RG e certidão de casamento, quando for o caso, com o único intuito de checar o regime de comunhão. Comprovante de renda, obrigatório em qualquer compra em um passado não muito distante, nem sempre é pedido, principalmente em empreendimentos voltados à classe C.

“Muitos não têm como comprovar a renda, o que inviabilizaria a transação”, diz Godoy. Para levantar informações sobre os compradores, as construtoras acabam recorrendo a bancos de dados, como os da Serasa e do SPC (Sistema de Proteção ao Crédito). “Com tanta concorrência, quem é mais burocrático, perde o negócio”.

A adesão aos sites das corretoras tem sido crescente. Porém, comenta Godoy, são poucos os que sabem que os sites das construtoras são uma espécie de pré-contrato, sob a ótica jurídica. “O site da construtora ou incorporadora é uma proposta”, explica Godoy. Por isso, ao concordar os termos, o comprador deve assinar um documento pessoalmente, saindo do contato virtual com a construtora, etapa que também é viabilizada sem maiores complicações. Muitas construtoras ou incorporadoras levam o documento até o comprador, para colher a assinatura.

Direitos dos clientes

Comprar um imóvel pela internet – ou apenas iniciar os contatos para essa negociação - envolve cuidados e direitos similares às transações do mundo real. É preciso verificar a existência, solidez ou idoneidade da construtora ou imobiliária. Essa prática, no caso de imóveis na planta, deve ser acrescida ao acompanhamento e supervisão da obra.


Já em relação aos direitos, o cliente tem assegurado o cumprimento da proposta. No caso de atraso da entrega do imóvel, o comprador tem direito a ser ressarcido com a multa que recai sobre a construtora. Mas quem compra pela internet, ainda que tenha apenas iniciado os contatos pelos portais dos imóveis, tem um direito adicional, que é o de se arrepender. Previsto no Código de Defesa do Consumidor, permite que o comprador desista da compra até sete dias corridos após a assinatura do contrato, sem ter de justificar as razões e com a segurança de ter a devolução dos valores pagos. “Comprar um imóvel em casa, pela internet, deixa o comprador em uma condição vulnerável”, justifica Godoy. “Por isso, a lei prevê que ele pode se arrepender”.

Por um lado, o comprador encontra uma burocracia mais branda na compra de imóveis. Mas as construtoras e incorporadoras também estão mais seguras, pois houve uma melhora das garantias para que retomem os imóveis dos inadimplentes. Godoy explica que, caso o comprador acumule três prestações em atraso, poderá ser cobrado e correrá o risco de ter de desocupar o imóvel em até seis meses. “Apesar das facilidades, as pessoas precisam ter consciência do nível de endividamento”, alerta. Depois de devolver o imóvel à construtora, ele será encaminhado a leilão. Nessa etapa, já será tarde para se arrepender.




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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Usando a piscologia para contratar funcionarios

O método consiste em:


1 - Colocar todos os candidatos num galpão


2 - Disponibilizar 200 tijolos para cada um.


3 - Não dê orientação alguma sobre o que fazer.


4 - Tranque-os lá.


Após seis horas, volte e verifique o que fizeram.



Segue a análise dos resultados:


1 - Os que contaram os tijolos, contrate como contadores.


2 - Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores.


3 - Os que espalharam os tijolos são engenheiros.


4 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil de entender, coloque-os no Planejamento, Projeto e Implantação Controle de Produção.


5 - Os que estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em Operações.

6 - Os que estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.

7 - Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem tentando montá-los novamente, devem ir direto à Tecnologia da Informação.


8 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou batendo papo-furado, são dos Recursos Humanos.

9 - Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o estoque, mas a concorrência está desleal e será preciso pensar em maiores facilidades, são

vendedores natos.



10 - Os que já tiverem saído, são gerentes.


11 - Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito, são os responsáveis pelo Planejamento Estratégico.


12 - Os que estiverem conversando entre si com as mãos no bolso demonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso, cumprimente- os com

muito respeito e coloque-os na Diretoria.


13 - Os que levantaram um muro e se esconderam atrás são do Departamento de Marketing.


14 - Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são advogados, encaminhem ao Departamento Jurídico.


15 - Os que reclamarem que os tijolos estão uma porcaria, sem identificação, sem padronização e com medidas erradas, coloque no Controle de Qualidade.


Atenciosamente,

Psicólogo Chefe



Essa eu recebi pôr email de amigos

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O FGTS e os Financiamentos do minha casa minha vida em 2011

Em 2011, Minha Casa, Minha Vida já financiou 122 mil lares e gerou 520 mil empregos com recursos do FGTS.




Cerca de R$ 13,5 bilhões foram destinados para as áreas de habitação popular.
Investimento no primeiro semestre deste ano atendeu 500 mil brasileiros. Arrecadação do fundo teve crescimento de 18%



No primeiro semestre de 2011, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) liberou R$ 1.998.319.000 para o programa Minha Casa, Minha Vida. Com o valor, serão contratadas cerca de 122 mil unidades de moradia, beneficiando aproximadamente 500 mil brasileiros e gerando empregos para mais de 520 mil trabalhadores, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).



A maior liberação do fundo foi para a região Sudeste, com R$ 732,3 milhões, beneficiando quase 135 mil pessoas e empregando mais de 143 mil trabalhadores. Em seguida está o Sul, com R$ 521,3 milhões, o Nordeste, com R$ 422,8 milhões, e o Centro-Oeste, com R$ 277,4 milhões. Para a região Norte foi liberado R$ 92,2 milhões.



Foram contratados, nos seis primeiros meses do ano, mais de R$ 13,5 bilhões para as áreas de Habitação Popular, Habitação - Operações Especiais, Infraestrutura Urbana, Saneamento Básico e Fundo de Arrendamento Residencial. Com esse valor, mais de cinco milhões de brasileiros foram beneficiados com as obras e foram gerados aproximadamente 435 mil empregos. Do orçamento de contratações de 2011, com valor de R$ 34,9 bilhões, quase 62% já foi demandado pelos agentes financeiros, sendo a maior parte dele - R$ 23 bilhões - para Habitação Popular.



Arrecadação e saques - Entre janeiro e junho deste ano, a arrecadação bruta do FGTS totalizou R$ 34,9 bilhões, com um aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2010, quando foram arrecadados R$ 29,7 bilhões. A arrecadação líquida registrou um crescimento de 21%, chegando a R$ 6,99 bilhões em 2011 ante R$ 5,86 bilhões no ano anterior.



O montante de saques ficou em R$ 4,9 bilhões, registrando uma elevação de 17% se comparado aos seis primeiros meses de 2010. O principal motivo para os saques é a demissão por justa causa, que representa mais de 62% das retiradas do fundo. No primeiro semestre, mais de 9,4 milhões de trabalhadores realizaram o saque dentro dessa modalidade, retirando cerca de R$ 8,5 bilhões, com um crescimento de 17% em relação ao ano anterior.



Os saques por aposentadoria, nesse período, tiveram uma evolução de 26% se comparado aos seis primeiros meses de 2010. Com um total de R$ 1,9 bilhões, sacados por 2,4 milhões de aposentados, o valor representa um volume superior aos saques por moradia. Nessa modalidade, foram mais de 521 mil saques em contas vinculadas, com valor de R$ 3,6 bilhões. O principal motivo do saque foi para pagamento total ou parcial do preço de aquisição de imóvel residencial, em um total de R$ 2,1 bilhões. Logo após está a liquidação ou amortização de saldo devedor do financiamento habitacional, com R$ 697,8 milhões. O menor valor foi para pagamento de parte das prestações decorrentes de financiamento habitacional, com R$ 144,2 milhões.


por Secom em 23/08/2011 20:24hs



sábado, 13 de agosto de 2011

IPEA e DIEESE avaliam que Brasil se sairá bem da crise

Estímulo ao mercado interno, fomento à produção e reposicionamento da indústria exportadora são medidas citadas pelas instituições para que efeitos da crise sejam atenuados no País

Da Agência Estado

O economista Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), afirmou nesta terça-feira, 9, que o governo brasileiro está mais preparado para tomar medidas anticrise hoje, do que em 2008. Segundo ele, o Brasil tem experiência e "gordura de juros" para queimar. Além disso, o País pode avançar em desonerações para setores industriais e estimular o mercado interno com projetos sociais e de infraestrutura. Pochmann também disse que essa crise é uma oportunidade para reposicionar a indústria exportadora brasileira no comércio internacional. De acordo com ele, o Brasil deveria tomar como exemplo a Índia e a China que na crise de 2008 aproveitaram as dificuldades de multinacionais para aumentar sua participação acionária nessas empresas ou incorporá-las. "As políticas exportadoras agressivas como as adotadas pela China, Índia e Coreia, têm pouco impacto no Brasil porque as decisões pelas exportações são tomadas pelas matrizes das empresas, que não são brasileiras", disse.
Segundo o presidente do Ipea, a crise internacional, acentuada com as dificuldades fiscais dos Estados Unidos (EUA) e União Europeia (UE), terá reflexos mais fortes no Brasil que a crise de 2008. De acordo com ele, os países ricos hoje em dificuldade não contam com o arsenal de medidas de blindagem como há três anos. "Teremos um quadro recessivo mais grave", disse ele em entrevista exclusiva à Agência Estado.
Pochmann afirmou que EUA e UE não estão adotando estratégias para estimular seus mercados internos, mas ao contrário buscam utilizar as exportações junto com corte de gastos. "A consequência é que haverá um acirramento profundo da competição pelo mercado internacional em um cenário de redução do nível de atividade do mundo", previu. Pochmann disse que o primeiro setor a ser prejudicado no Brasil é a indústria exportadora, primeiramente as voltadas ao comércio com mercados ricos e depois aquelas que exportam para nações do Hemisfério Sul, mas que competem com produtos de países desenvolvidos.
Já o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, disse que as reservas cambiais e o relativo equilíbrios das contas públicas brasileiras serão o trunfo do País para atenuar os efeitos da crise financeira internacional. Segundo ele, essa situação permitirá ao Brasil sustentar um crescimento suficiente para manter os atuais índices de emprego.
"Nossa condição fiscal não é ótima, mas comparada aos países europeus e aos Estados Unidos, está equilibrada. E isso, aliado às nossas reservas, deve ser usado para revigorar o investimento público e preservar os postos de trabalho", afirmou após o seminário "Brasil em Desenvolvimento", promovido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com a Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa), na capital do Estado.
De acordo com Ganz Lúcio, o governo brasileiro deve organizar o processo produtivo nacional e criar estímulos para investimentos como por exemplo o programa habitacional "Minha Casa Minha Vida". "Independente da crise, temos que aprofundar a capacidade de planejamento e fomento à produção. Não podemos ficar esperando as condições ideais", disse.
Para o diretor do Dieese, a crise vai atingir as exportações brasileiras em primeiro lugar, mas o mercado interno do País pode compensar boa parte dessa perda. "O mercado interno pode ser fomentado com políticas de renda que sustentem a taxa de crescimento do PIB", afirmou. "Além disso, o governo pode adotar medidas para ajudar setores estratégicos como por exemplo investimentos públicos, infraestrutura social (Saúde e Educação) e atacar desigualdades territoriais".


Por Marco Antonio L.
Sex, 12 de Agosto de 2011 20:05

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Caixa quer emprestar R$ 90 bilhões para a compra da casa própria


A Caixa Econômica Federal elevou, pela segunda vez, o volume de desembolsos de crédito imobiliário  que pretende fazer no ano. A meta foi revista de R$ 84 bilhões para R$ 90 bilhões. "Esse vai ser o melhor ano do crédito imobiliário no Brasil", disse o presidente do banco, Jorge Hereda.

Até esta semana, a Caixa já desembolsou R$ 45 bilhões para operações de financiamento imobiliário. A carteira de crédito imobiliário chegou a R$ 129,2 bilhões em junho, crescimento de 48,8% em 12 meses. Desse total, R$ 68 bilhões têm como fonte a poupança e R$ 61 bilhões, o FGTS.


Do site Marketing e publicidade imobiliaria:

Casa espetacular em Ubatuba, á venda

Minha Casa Minha Vida chega ao campo com R$ 2 bi



Minha Casa Minha Vida chega ao campo com R$ 2 bi Ampliar
  • Meta é construir casas para população que ganha até R$ 10 mil por ano, como pescadores artesanais/Foto: MDA
Recursos serão usados para atingir meta inicial de construir 60 mil casas em quatro anos
A Caixa Econômica Federal mudou a sua estrutura para atender as necessidades do brasileiro que vive no campo e nunca teve acesso a crédito facilitado para a casa própria, como acontece nas cidades. “Historicamente, há programas apenas para trator e chiqueiro, que acabavam sendo muito melhores do que a casa do agricultor”, avalia a superintendente Nacional de Habitação Rural da Caixa, Noemi da Aparecida Lemes. De acordo com Noemi, os R$ 2 bilhões do Orçamento da União e do Fundo de Garantia (FGTS) devem ajudar a mudar esse cenário nos próximos quatro anos.
A meta é construir 60 mil casas, a maioria para indígenas, extrativistas, quilombolas, pescadores artesanais e agricultores familiares, que ganham até R$ 10 mil por ano.
A Caixa teve necessidade de alterar a estrutura administrativa, a pedido dos movimentos sociais do campo, pois os métodos de trabalho são diferentes nas cidades. Não é preciso, por exemplo, compra de terreno. No entanto, não é possível usar redes de esgoto semelhantes às urbanas e os problemas de logística e administração são diferentes.
No campo, é difícil contratar empresas com ganhos de escala, porque as casas são feitas a quilômetros uma das outras. Isso implica soluções de construção diferentes de erguer prédios. Ao invés de empreiteiras, a Caixa tem de se relacionar com o público por meio de contratos coletivos com entidades civis, prefeituras e governos estaduais para projetos de quatro a 50 famílias cada.
A entidade, que pode também ser uma cooperativa de produção ou associação de moradores, apresenta os projetos de engenharia e financeiros. Ela deve ter capacidade de tocar a obra e contratar os profissionais necessários. Uma das novidades do Minha Casa Minha Vida 2 é que o projeto todo será financiado. A primeira versão pagava parte e a entidade (governamental ou não) tinha de dar uma contrapartida, o que obrigava que estivessem capitalizadas para tomar o crédito.
As casas devem ter o padrão mínimo, com garantia de acesso a água de boa qualidade e tratamento do esgoto. A Caixa está aberta para projetos que envolvam tecnologias sociais.“Todos os projetos arquitetônicos com modos de construção alternativos serão analisados e, se tiverem qualidade, serão contratados”, informa Noemi. O Minha Casa Minha Vida incorpora tecnologias sociais, como o aquecimento solar para chuveiros.
Famílias em extrema pobreza pagarão valor simbólico
Das 12 mil casas que já foram contratadas pelo Minha Casa Minha Vida 2, cerca de 11 mil são para o público que vive na pobreza extrema, abaixo de R$ 10 mil anuais. Essas famílias terão de pagar um valor simbólico pela melhoria, de 4% do total investido em quatro parcelas anuais de 1% a serem pagas nas datas de aniversário da conclusão da obra.
Para as faixas de maior renda, é feito um crédito imobiliário mais parecido com o oferecido para os moradores da cidade, com a diferença que os pagamentos serão semestrais. A faixa intermediária de renda atualmente vai de R$ 10 mil anuais a R$ 22 mil anuais e a terceira, acima deste teto. No entanto, esses valores devem ser redefinidos este mês. Os recursos e o projeto são tomados coletivamente pelo governo local ou entidade civil, mas o pagamento das parcelas do financiamento fica por conta das famílias individualmente

por Secom em 11/08/2011 20:37hs 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Minha Casa, Minha Vida vai financiar apartamentos em prédios reformados do centro de São Paulo

 

Segundo o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, os apartamentos dos prédios revitalizados de São Paulo serão os primeiros financiados pelo Minha Casa, Minha Vida.
11 de julho de 2011 – A Caixa Econômica Federal vai financiar a compra de apartamentos em prédios reformados do centro da capital paulista. O banco negocia com a prefeitura de São Paulo mecanismos para oferecer linhas de crédito do Programa Minha Casa, Minha Vida aos futuros moradores dos apartamentos que estão sendo reformados em prédios que estavam abandonados no centro da cidade.

O superintende de Gestão da Caixa em São Paulo, Maurício Quarezemin, disse hoje que as discussões com a prefeitura estão avançadas. O banco, segundo informou, quer financiar a compra de apartamentos em 50 prédios incluídos no programa Renova Centro, de revitalização do centro de São Paulo. Os prédios devem abrigar 2,5 mil apartamentos destinados a famílias com renda mensal de até dez salários mínimos. “Estamos bem adiantados”, disse Quarezemin, sobre as negociações com a prefeitura paulistana.

Segundo o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, os apartamentos dos prédios revitalizados de São Paulo serão os primeiros financiados pelo Minha Casa, Minha Vida. O programa do governo federal, que só financiava imóveis novos, teve que ser modificado para incentivar a revitalização de áreas degradadas de grandes cidades.

Duarte informou que a Caixa já discute com outras prefeituras do país a concessão de financiamentos para compra de apartamentos em prédios que estavam abandonados e que foram reformados. “Estamos conversando com cidades na Bahia e Minas Gerais, mas São Paulo deve ser mesmo a primeira a conseguir a concessão dos empréstimos.”

(Agência Brasil)

A habitação popular na China

A Nova Agenda Habitacional da China
Introdução

Desde 2008, o tema da habitação popular tem sido destaque na agenda da China. Sua importância se relaciona com a discussão sobre a inquietação da população com o aumento os preços da habitação em todas as cidades chinesas. Hoje, pode-se dizer que mercado imobiliário aquecido, e desenvolvimento de infra-estrutura, são duas das principais características da cidade chinesa. O papel da habitação a preços acessíveis nesta realidade urbana é fazer uma ponte entre os pobres e os ricos, entre o governo e o mercado imobiliário, entre a cidade eo campo. Ao colocar as pessoas antes do lucro, objetivo primordial de uma política habitacional é a concepção e a implementação imediata de habitações híbridas. Quando a população de baixa renda se transforma em proprietária existe uma chance maior de se evitar uma bolha imobiliária. Se a China enfrentar uma crise habitacional no futuro, esta será causada por conta da habitação popular. Depois de décadas com o foco na industrialização e na urbanização, pode-se esperar que, na próxima década, a noção de “habitação híbrida” irá tornar-se um novo vetor para o desenvolvimento socio-econômico da China. Curiosamente, o debate sobre habitação reúne as diferentes partes interessadas – o Partido, o povo e o mercado imobiliário – em uma situação nova, na qual a busca por uma política e uma arquitetura que promovam habitações populares que permitam a construção de uma nova a realidade urbana na china.
Em janeiro de 2008, Qi Ji, vice-ministro da China de Construção, declarou sua opinião sobre este assunto da seguinte forma: “A habitação não é uma mercadoria comum, mas uma necessidade, que sustenta os interesses básicos do público. O mercado não deve ignorar a expectativa do povo enquanto prosseguem os lucros. “ [1] N
No final de 2008, a mídia chinesa informou que “o estímulo à habitação própria e o fortalecimento da construção de habitações populares continuarão a ser o foco principal do governo na estabilização do mercado imobiliário no ano que vem.” [2] Apesar destes esforços e planos de estímulo, a realidade do mercado imobiliário chinês em relação ao desenvolvimento de habitações populares parece bastante sombrio. Uma publicação da Academia Chinesa de Ciências Sociais (CASS), lançado em dezembro de 2009, revelou que 85 por cento das famílias chinesas não podem pagar suas despesas com a habitação, e os preços das casas são muito mais elevados do que os seus rendimentos. [3] Apesar dos custos elevados, a casa própria é fundamental na busca da felicidade, como China Youth Daily revelou em 2010: “. No outono passado 80 por cento dos entrevistados, disseram ao China Youth Daily que a casa própria era um pré-requisito para a felicidade”[4]
O período de 2008 a 2010 viu essa questão ganhar mais destaque na mídia chinesa – especialmente, em relação ao aumento dos preços imobiliários – e provocou uma discussão entre os políticos, o mercado imobiliário e os planejadores urbanos. Em março de 2010, o Ministério da Terra e Recursos ordenou a proibição temporária da venda de terrenos para habitação, em uma medida para aliviar o aumento dos preços imobiliários. O governo chinês, representado por Yun Xiaosu, vice-ministro de terras e recursos, salientou a necessidade de habitações populares: “a oferta de terras residenciais irá aumentar e os projetos de habitação popular  serão prioritários nas agendas dos governos locais.” [5] O mesmo artigo citado pelo Premier Wen Jiabao diz que a China vai construir 3 milhões de unidades habitacionais populares e refromar 2,8 milhões de habitações precárias em 2010.
A nova realidade urbana chinesa exige intervenções arquitetônicas e urbanísticas imediatas, com o objetivo de responder, o mais rapidamente possível, aos urgentes problemas públicos. A última década testemunhou um grande esforço, com decrescentes níveis de sucesso, na construção de áreas de negócios, bairros criativos e Eco-Aldeias em cidades chinesas. As propostas de planejamento misturavam soluções de pequena escala e grandes planos diretores com detalhados cálculos matemáticos. A nova realidade é aquela em que os orçamentos e metas são as ferramentas para conter o boom da construção civil em curso. Como resultado, a cidade torna-se calculadora e cronômetro das atividades do setor. Somar, subtrair e multiplicar são os conceitos-chave que substituem o mantra urbano da velocidade, escala e tamanho.

  
Habitação na China: Construção e Destruição caminham lado a lado
A mídia chinesa explorou a agenda da habitação popular, informando sobre algumas cidades chinesas que já estavam experimentando formas alternativas de habitação que atendiam a demanda e criavam novos ambientes urbanos. Um caso é a cidade de Wuhan, onde projetos de “o desenvolvimento a partir de agora, qualquer que seja sua natureza, será obrigado a dedicar uma determinada percentagem da sua área total de  para a habitação popular de baixo aluguel. O governo explicou esta política como uma forma de incentivar ricos e pobres a viverem juntos e beneficiarem-se igualmente de serviços públicos, incluindo o transporte. ” [6]A nova realidade urbana chinesa exige uma visão política sobre o futuro. Cabe aos arquitetos para preencher o futuro, não necessariamente para mudá-lo. O futuro da China é tão conectado à construção, quanto à destruição. A agenda habitacional da China não só precisa lidar com a construção de grandes empreendimentos para as cidades existentes, mas também com a demolição, substituição, e redesenho de áreas residenciais existentes. Em agosto de 2010, foi relatado que: “Mais da metade das estruturas residenciais existentes na China será demolida e reconstruída nos próximos 20 anos, de acordo com um pesquisador sênior do Ministério da Habitação e Desenvolvimento Urbano e Rural, uma afirmação que provocou novas perguntas sobre a rápida obsolescência dos edifícios chineses. ” [7]
  
10 milhões de unidades: um vetor para o desenvolvimento da habitação popular
O lance inicial da discussão de 2011, foi o artigo intitulado “São necessárias mais casas a preços acessíveis “, de 07 de janeiro de 2011, no China Daily, jornal do país escrito em Inglês. Nela, o esboço para um debate futuro e um plano de ação: “Praticamente nenhuma cidade atingiu as metas de construção de habitação popular nos últimos sete anos. [...] O governo central deve intensificar seu apoio financeiro aos governos locais e mais fundos privados devem ser fomentados. “ [8]  Em janeiro de 2011, foi divulgada a notícia sobre a“ambição de se construir mais apartamentos subsidiados pelo governo em todo o país este ano [isso vai realmente testar as finanças dos governos locais]. O país planeja construir 10 milhões de apartamentos subsidiados em 2011, quase o dobro meta do ano passado de 5,8 milhões. ”[9] Durante os próximos cinco anos, a meta da China é construir 36 milhões de unidades subsidiadas.

 
Expansão territorial e dois tipos de habitação
Imediatamente após o anúncio desta notícia, várias autoridades locais começaram a lançar os seus ambiciosos planos de habitação popular: a Região Autônoma da Mongólia (400 mil unidades de habitação a preços acessíveis neste ano) e a Província de Shanxi (280.000 unidades) [10] Enquanto outros recorreram a auto-crítica, como na província de Guangdong que completou menos de 30 por cento das casas populares que pretendiam construir no ano passado. [11] Mas não são apenas os governos locais que investem no setor, também a iniciativa privada busca potenciais lucros: “Os investidores chineses, incluindo China Vanke Co. Ltd. e Poly Real Estate Group Co. Ltd. decidiram participar do gigantesco plano Chinês de habitação popular este ano. (…) Por outro lado a China Vanke, com base também em Shenzhen, abandonou estes projetos. (…) «O programa habitacional da China incluirá, principalmente, dois tipos de habitação: apartamentos residenciais a serem comercializados diretamente no mercado imobiliário  e habitações subsidiadas, tais como a habitação popular, cuja proporção, é provável, continue a crescer nos próximos anos, o que atrai investidores privados”, afirma um analista do setor que se recusou a ser identificado.  [12]
Em uma realidade de preços crescentes, o desenvolvimento da habitação popular, social e econômica, pode resolver alguns dos problemas da China. Com uma missão clara por trás dessa ambição, mas com pouca experiência para implementar isso em larga escala, o primeiro semestre de 2011 pode ser identificado como um período de testes e debates. Atualmente são estes os  principais pontos a serem dicutidos, de modo a definir como que  irá se atingir a meta de construir 36 milhões durante o período dos próximos cinco:
“As 36 milhões de unidades de subsidiados pelo governo irão ocupar metade do mercado de imóveis do país, o que representa um grande desafio para os investidores privados” disse Pan Shiyi, presidente do SOHO China, uma das maiores incorporadoras em Pequim.[13]
“A construção de projetos de habitação popular, indiretamente, influencia o mercado imobiliário comercial, pois os compradores vão comprar casas a preços acessíveis em vez de buscarem o mercado privado” afirma Yan Jinming, professor de administração da terra na Universidade Renmin da China. [14]
O mercado imobiliário é cada vez mais visto como uma questão política que influencia a estabilidade social. Se atribuiu à alta dos preços dos imóveis o aumento do fosso entre ricos e pobres na China, o que provocou queixas generalizadas por parte da população.[15]
 
Conclusão
A fim de estabilizar seu mercado de habitação, e torná-lo mais acessível aos grupos de baixa renda, a China estabeleceu a meta de proporcionar um grande volume de habitações populares para a sua população nos próximos cinco anos. Este breve resumo da evolução da realidade habitacional e do planejamento, mostra que um rearranjo entre mercado imobiliário e setor público está em formação. A nova realidade urbana chinesa exige que o planejamento seja baseado na combinação de políticas públicas com soluções que possibilitem o lucro. O esforço para se implementar novas moradias populares na China será moldado com a definição da proporção entre estas duas visões. Como é claro que a ambição da China para os próximos anos já está definida, e com a urgência que esta questão exige, há pouco tempo para especulações sobre os seus resultados: só há tempo para construí-la. Com milhões de metros quadrados a serem construídos, o futuro da habitação na China está pronto para ser definido por sua própria velocidade e escala de implementação, e pelo re-alinhamento dos interesses públicos e privados. Mas, independentemente do resultado, o futuro, com bolha ou não, estará ligado à população de baixa renda
[1] “Official: China to take measures against price collusion by property developers”
[2] “China eyes more property prop up”, People’s Daily, December 9, 2008
[3] “85% of Chinese families can’t afford houses”, People’s Daily, December 8, 2009
[4] “Bubble, Bubble, China’s in Trouble”, Foreign Policy, May 13, 2010
[5] “Sale of residential land temporarily halted”, China Daily, March 24, 2010
[6] “Throwing the rich in with the poor”, CMP, June 16, 2010
[7] “’Most homes’ to be demolished in 20 years”, People’s Daily, August 7, 2010
[8] “More affordable houses needed”, China Daily, January 7, 2011
[9] “Affordable housing strains local govts’ coffers”, China Daily, January 14, 2011
[10] “Affordable housing for low-income earners”, China Daily, January 26, 2011
[11] “Guangdong low-cost housing falls short”, China Daily, January 22, 2011
[12] “Major Developers to Participate in Low-cost Housing Projects, Looking for Growth”, Business China, January 26, 2011
[13] “Govt to build 10m homes” – InfoGraphic, China Daily, March 10, 2010
[14] “More land opened up for affordable housing”, People’s Daily, May 13, 2010
[15] “Chinese developers shun construction of affordable housing”, People’s Daily, June 27, 2011
MovingCities  com sede em Xangai é um think-thank que investiga o papel que a arquitetura e urbanismo desempenham na formação da cidade contemporânea. MovingCities é especializada em conectar a China e o mundo, no campo da arquitetura e do design, no setor público e cultural institucional. Fundada em Pequim em 2007, por Bert de Muynck (BE) e Mónica Carriço (PT), MovingCities publica, colabora, pesquisa, interage, fala e anda, e opera como arquitetos incorporados.
http://www.bezalel-architecture.com/2011/07/china%E2%80%99s-new-housing-agenda/



Por Marcos Costa


MovingCities
tradução: Marcos O. Costa

Governo quer que a construção civil continue gerando empregos e renda

Dilma diz que país não entrará em recessão, mas prevê crise mais longa


A presidente Dilma Rousseff prometeu nesta quarta-feira que o país não entrará em recessão, mas previu que a crise econômica mundial deve durar mais do que a de 2008 e 2009.


“Nós não entraremos em recessão. Estou dizendo isso não como uma bravata, mas porque nós temos condições de reagir”, disse, em evento com empresários da construção civil em São Paulo.


“Isso não significa que sejamos imunes à crise. Mas só seremos presas fáceis da crise se não reagirmos.”


Apesar do tom otimista, ela afirmou que a instabilidade do mercado vai se prolongar.


Segundo Dilma, “tudo indica” que as turbulências internacionais “podem durar um pouco mais do que aconteceu em 2008 e 2009″.


“Mas tenho certeza de que o nosso país, com as nossas medidas e os recursos que temos, sairá desta melhor do que entrou”, disse.


(…)

Um dos instrumentos de que o Brasil dispõe para enfrentar a recessão é a agora vigorosa indústria da construção civil.


Saiu no Blog do Planalto:

“Queremos que o setor da construção civil continue gerando renda e emprego”


No primeiro semestre deste ano, o Brasil quebrou recordes no setor da construção civil: o segmento teve a segunda maior taxa de crescimento de postos de trabalho (7,33%), segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e o número de financiamento de imóveis atingiu a marca de 236 mil. Os dados foram apresentados pela presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (10/8), em São Paulo, durante abertura do 83° Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic). Segundo a presidenta, esses números dialogam com o programa Minha Casa, Minha Vida.


“Quando pensamos no Minha Casa Minha Vida, pensamos para duas coisas: gerar empregos e, de fato, fazer uma política da construção civil, de habitação, para aqueles segmentos do Brasil que jamais tiveram oportunidade de ter casa própria”, afirmou.


Na visão da presidenta, o setor de construção civil brasileiro é ousado e capaz de cumprir os objetivos estabelecidos pelo programa habitacional. “Queremos que o setor da construção civil continue gerando renda e emprego. (…) Esse programa, além de ser de inclusão habitacional, de criação de mercado de trabalho e de fortalecimento da família, é também um programa que fortaleceu o empreendedorismo e criou oportunidades para muitos empresários”, disse.


Dilma Rousseff destacou que é preciso fornecer moradia à nova classe média brasileira. De 2003 a maio deste ano, lembrou a presidenta, 39,5 bilhões de brasileiros ascenderam à classe C. E reiterou, ainda, o compromisso de retirar 16 milhões de pessoas da pobreza extrema, por meio do programa Brasil Sem Miséria.


A proteção à indústria brasileira, com o Plano Brasil Maior, também foi reafirmada pela presidenta Dilma. “É o primeiro passo no sentido de tratar cada setor brasileiro ameaçado de concorrência desleal e garantir seu crescimento. (…) Temos um pensamento, um objetivo: vamos preservar as nossas forças produtivas, os nossos empregos e a renda de nossa população”, ressaltou.


De acordo com Dilma Rousseff, outras políticas vão ao encontro do processo de desenvolvimento do país, como o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Por meio dele, será possível fornecer capacitação profissional para os trabalhadores e cursos de qualificação para reincidentes do seguro-desemprego. Outra medida citada pela presidenta é a oferta de bolsas de estudo no exterior, que tem por objetivo enviar, até 2014, 100 mil alunos brasileiros – de graduação, doutorado e pós-doutorado – para estudar em universidades estrangeiras de qualidade. O governo federal oferecerá 75 mil bolsas. A intenção é que as outras 25 mil sejam ofertadas por meio de parceria com o setor privado.



No Governo Cerra/Farol de Alexandria não se usou tijolo e cimento para construir uma única obra: nem rodovia, ponte ou escola pública.
O Governo Cerra/Farol produziu proezas que o PiG (*) registrava religiosamente.
Uma delas foi descobrir a Lei da Gravidade: o programa de controle da inflação do FMI, que o PiG transformou numa saga – como a do Rei Artur.
A Távola Redonda era a bancada do jornal nacional.




Navalha

Do site conversa afiada do jornalista Paulo Henrique Amorin



www.conversaafiada.com.br

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Como afastar clientes do seu produto!

O atendimento ao cliente deveria ser a razão de existir de um departamento de vendas. Acontece que no dia a dia a gente as vezes se depara com algumas situações inusitadas. Como este empreendimento na cidade de Guarulhos pertencente a uma grande construtora que mesmo ja tendo vendido 90% dos apartamentos ainda tem um plantão de vendas para as ultimas unidades.
Nas grandes empresas nem sempre as requisições da partes envolvidas diretamente com o problema  chega a quem deveria tomar as decisõe, perdendo-se na buroracia atitudes que deveriam facilitar a vida dos compradores.
O cliente não tendo onde parar vai embora, simples assim, vai procurar um lugar onde alguem se ateve a este detalhe.Atender bem significa se preocupar com todas as etapas da venda que começa quando o cliente estaciona em frente ao seu ponto de venda.



sábado, 6 de agosto de 2011

O que é contrato de gaveta?

Pôr Renata Cambraia
do site: www.jurisway.org.br,


Contratos de gaveta são acordos particulares realizados entre o  mutuário que adquiriu financiamento com o banco e terceiro, o “gaveteiro”, para o qual o imóvel é transferido.  Porém, para o banco, o devedor continua sendo o primeiro comprador.

Vamos começar do início:
O comprador de um imóvel faz um financiamento com o banco, tornando-se proprietário do imóvel e devedor do financiamento.

A garantia do financiamento é constituída por meio da hipoteca incidente sobre o imóvel, ou seja, se o comprador não quitar o valor financiado, o imóvel responderá pela dívida, ainda que utilizado para moradia da família, pois a proteção concedida ao bem de família não é aplicável neste caso.

Apesar de hipotecado, o bem pode ser negociado, como consta expressamente do art.1.475 do novo Código Civil. Ocorre, contudo, que o bem continuará respondendo pela dívida, garantindo a hipoteca.

Mas, embora o bem possa ser vendido, o negócio só pode ser realizado com o consentimento do banco financiador.
Acontece que os bancos, muitas vezes, não concordam com a venda do imóvel hipotecado sem um reajuste do saldo devedor, o que deriva na elevação do financiamento, inviabilizando a operação de compra e venda.

A solução encontrada, então,  or aqueles que         é a celebração, por meio de um instrumento particular, de um compromisso de compra e venda, que não pode ser registrado devido à discordância formal do banco.

Tal compromisso é o contrato de gaveta, no qual o “gaveteiro” adquire um imóvel como simples posseiro,           

Além do compromisso de compra e venda, o vendedor deve outorgar uma procuração à pessoa de confiança do comprador com poderes para dar baixa na hipoteca junto ao banco financiador e para outorgar a escritura pública definitiva, depois de quitado todo o financiamento.

Os riscos dos contratos de gaveta são evidentes: o comprador não registra o seu título, portanto, não se torna proprietário do imóvel; o vendedor, assim, continua figurando como proprietário, podendo vir a ter o imóvel penhorado por credores ou até mesmo vendê-lo para outras pessoas.

DIFERENCIA ENTRE UN AMIGO NORMAL Y UN AMIGO ARGENTINO.

DIFERENCIA ENTRE UN AMIGO NORMAL Y UN AMIGO ARGENTINO.

Un amigo normal es alguien que nunca te pide comida…
Un amigo Argentino es la razón por la que organizás una comida.

Un amigo normal te pregunta ¿cómo estás?…
Un amigo Argentino cuando te ve, te dice: "Hijo de puta, qué bien te ves" , te abraza y te besa.

Un amigo normal llama a tus padres señor y señora…
Un amigo Argentino llama a tus padres “mi viejo” y “mi vieja…”

Un amigo normal puede que nunca te haya visto llorar…
Un amigo Argentino ha llorado con vos, por cualquier cosa.

Un amigo normal te manda flores y una tarjeta cuando estás internado en el hospital.
Un amigo Argentino te va a ver y se queda dormido en una silla, a tu lado.

Un amigo normal te pide algo prestado y te lo devuelve a los dos días…
Un amigo Argentino te pide algo prestado y a la semana se olvida que no es suyo. Ni te lo devuelve ni se lo reclamás nunca.

Un amigo normal te ofrece el sofá para que duermas.
Un amigo Argentino te brinda su cama, se acuesta en el suelo... y no te deja dormir en toooooda la noche conversando con vos.

Un amigo normal sabe unas cuantas cosas acerca de vos…
Un amigo Argentino podría escribir un libro con las cosas que le has contado, pero no anda bocineando nada.

Un amigo normal te lleva remedio cuando estás resfriado.
Un amigo Argentino te hace una sopa de pollo y los remedios que le enseñó su abuela.

Un amigo normal toca a tu puerta para que le abras…
Un amigo Argentino abre la puerta, entra solo y después te dice: "¡Llegué!"

Un amigo normal te pide que le hagas un café.
Un amigo Argentino pasa a la cocina y usa la cafetera y hasta le pide azúcar a una vecina si no tenés.

Un amigo normal te invita a comer una semana antes y pide que le confirmes si vas a ir.
Un amigo Argentino te llama en cualquier momento y te dice: "en cinco minutos tiro la carne a la parrilla, traéte un vino..."

Un amigo normal, si vas a verlo a su oficina te presenta como "el Señor Fulano..."
Un amigo argentino llama al compañero de oficina y le dice: "Máquina, este fiera es mi hermano".

Si tenés un resbalón en la vida, un amigo normal dice: "no te llamé por un tiempo, para no molestar..."
Un amigo Argentino te llama a cada rato: "Boludo, lo que necesités, avisá..."


Un amigo normal puede serlo por un tiempo…
Un amigo Argentino es para toda la vida.

Un amigo normal ignoraría este correo...
Un amigo Argentino se lo pasará a todos sus amigos pues se siente orgulloso de ser AMIGO ARGENTINO...

É pra ti Carlão e familia claro
copiei colei pois recebi no meu facebook

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A Tecnologia transformer

A brincadeira de criança esta ficando cada mais interessante e cara como mostra este experimento apresentado pôr cientistas.De qualquera maneira é apenas um começo, vamos imaginar mais uns; digamos 50 anos de tecnologia.

Quanto custa o seu tempo! Reflexão...

Um homem chegou em casa tarde do trabalho, cansado e irritado encontrou o seu filho de 7 anos esperando por ele na porta.
Pai, posso fazer-lhe uma pergunta?
O que é? Respondeu o homem.
Pai, quanto você ganha em uma hora?
Isso não é da sua conta. Porque você esta perguntando uma coisa dessas?
O homem disse agressivo.
Eu só quero saber. Por favor, me diga quanto você ganha em uma hora?
"Se você quer saber, eu ganho R$ 50 por hora.”
Ah..." o menino respondeu, com sua cabeça para baixo.
Pai, pode me emprestar R$ 25,00??
O pai estava furioso, "Essa é a única razão pela qual você me perguntou isso?
Pensa que é assim que você pode conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou algum outro disparate? Vá direto para o seu quarto e vá para a cama.
Pense sobre o quanto você está sendo egoísta. Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades...?
O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.
O homem sentou e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino. Como ele ousa fazer essas perguntas só para ganhar algum dinheiro?
Após cerca de uma hora, o homem tinha se acalmado e começou a pensar:
Talvez houvesse algo que ele realmente precisava comprar com esses R$ 25,00 e ele realmente não pedia dinheiro com muita frequência.
O homem foi para a porta do quarto do menino e abriu a porta.
Você está dormindo, meu filho? " Ele perguntou.
Não pai, estou acordado?, respondeu o garoto ...
Eu estive pensando, talvez eu tenha sido muito duro com você à pouco?, afirmou o homem.
"Tive um longo dia e acabei descarregando em você. Aqui estão os R$ 25,00 que você me pediu. "
O menino se levantou sorrindo. "Oh, obrigado pai!”gritou. Então, chegando em seu travesseiro ele puxou alguns trocados amassados.
O homem viu que o menino já tinha algum dinheiro, e começou a se enfurecer novamente.
O menino lentamente contou o seu dinheiro , em seguida olhou para seu pai..
Por que você quer mais dinheiro se você já tinha? Gruniu o pai.
Porque eu não tinha o suficiente, mas agora eu tenho", respondeu o menino.

" Papai, eu tenho R$ 50 agora. Posso comprar uma hora do seu tempo? Por favor, chegue mais cedo amanhã em casa . Eu gostaria de jantar com você."

O pai foi destroçado. Ele colocou seus braços em torno de seu filho, e pediu o seu perdão.......
É apenas uma pequena lembrança a todos vocês que trabalham arduamente na vida.
Não devemos deixar escorregar através dos nossos dedos o tempo sem ter passado algum desse tempo com aqueles que realmente importam para nós,
os que estão perto de nossos corações. Não se esqueça de compartilhar esses R$ 50,00 no valor do seu tempo com alguém que você gosta/ama.

Se morrermos amanhã, a empresa para a qual estamos trabalhando, poderá facilmente substituir-nos em uma questão de horas.
Mas a família e amigos que deixamos para trás irão sentir essa perda para o resto de suas vidas...

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Homen reproduz o voo dos passaros

Esta apenas começando mas já é possível imitar o voo de um passaro atraves da invenção de um um cientista, trata-se de um pequeno robô como vocês poderão  ver assistindo a este vídeo:

Não gostou? fale. Gostou? Fale. simples né.

As pessoas complicam muito as coisas ... Tá com saudades? Ligue. Quer encontrar? Convide. Quer compreensão? Explique-se. Tá com dúvidas? Pergunte. Não gostou? Fale. Gostou? Fale mais. Tá com vontade? Faça. Quer algo? Pedir é a melhor maneira de começar a merecer. Se o "não" você já tem, só corre o risco do "sim" ... A vida é uma só!!!! Bora ser feliz... Gostei, copiei e colei ... Simples assim

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Inovar para competir. Competir para crescer!

Indústria e serviços ganham incentivos para inovar e aumentar participação no mercado internacional



Indústria e serviços ganham incentivos para inovar e aumentar participação no mercado internacional Ampliar
  • Linhas de produção que empregam muito e sofrem concorrência internacional, como a de calçados, terão apoio para competir num ambiente de real valorizado/ Foto: Revista Brasilis
Setores que perdem com dólar baixo e empregam muito terão redução tributária de R$ 25 bi
A nova política industrial tecnológica, de serviços e de comércio exterior do País prevê desoneração tributária de cerca de R$ 25 bilhões em dois anos. O Plano Brasil Maior, lançado nesta terça-feira (2), alia defesa comercial e compras governamentais a incentivos à inovação em produtos e métodos produtivos para tornar mais competitivos os setores que costumam ter dificuldade com o real valorizado, sofrem a concorrência de competidores internacionais e empregam muito, como confecções, calçados, móveis e softwares.
Com o slogan “Inovar para competir. Competir para crescer”, o Plano, que terá o impacto acompanhado por uma comissão formada pelo governo, setor produtivo e sociedade civil, tem um forte componente tecnológico.
O papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – será central no financiamento à inovação e ao investimento. O Programa de Sustentação do Investimento (PSI), com orçamento de R$ 75 bilhões, será estendido até dezembro de 2012 e incluirá novos programas para componentes e serviços técnicos especializados; equipamentos de Tecnologias da Informação Comunicação (TICs) produzidos no País; e ônibus híbridos, entre outros.
O banco também concedeu um crédito de R$ 2 bilhões à Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ligada ao Ministério de Ciência e Tecnologia, para ampliação da carteira de inovação da instituição.
O BNDES Revitaliza, também de financiamento ao investimento, terá R$ 6,7 bilhões e incluirá um novo setor: o de autopeças. As taxas de juros para micro e pequenas empresas serão de 6,5% ao ano, e para grandes empresas de 8,7% ao ano.
Plano desonera folha e reintegra imposto pago às exportadoras em dinheiro
O Plano Brasil Maior reduz a zero a alíquota de 20% para o INSS de setores intensivos em mão de obra. Em contrapartida, será cobrada uma contribuição sobre o faturamento com alíquota a partir de 1,5% de acordo com o setor. Uma medida provisória vai garantir que o Tesouro Nacional arque com a diferença para cobrir a eventual perda de arrecadação da Previdência Social.
O Plano prevê o processamento automático dos pedidos de ressarcimento de créditos de PIS-Cofins sobre bens de capital. O prazo já havia sido reduzido de 48 meses para 24 meses e, posteriormente, para os atuais 12 meses. E, a partir de outubro deste ano, passa a ser de 60 dias para empresas com escrituração fiscal digital, que será obrigatória em março de 2012.
O processo burocrático será mais rápido para atender também aos pedidos de ressarcimento dos 116 maiores exportadores, que somam R$ 13 bilhões, e a extensão, por mais 12 meses, da redução de IPI sobre bens de capital, material de construção, caminhões e veículos comerciais leves.
Reintegra - Criado por medida provisória, o Reintegra (Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras) vai devolver ao exportador de bens industrializados 0,5% da receita da exportação, nos mesmos moldes da restituição do Imposto de Renda. Por meio de decreto presidencial, será possível elevar esse percentual para até 4% numa segunda fase. O valor em dinheiro será depositado na conta do exportador, mas quem desejar também poderá usar os recursos para quitar débitos junto à Receita Federal.

por Secom em 02/08/2011 20:07hs 

Crédito imobiliário bate recorde no primeiro semestre

Operações de financiamento de imóveis feitas com recursos da poupança chegaram a R$ 37 bilhões, alta de 55% frente a 2010



As operações de crédito imobiliário feitas com recursos da poupança atingiram o valor recorde de R$ 37 milhões no primeiro semestre, que representa expansão de 55% em relação ao mesmo período de 2010. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Nos seis primeiros meses do ano até junho, foram financiados 236,5 mil imóveis pelo sistema, volume 26% maior em relação ao mesmo período de 2010.
Apenas em junho, os financiamentos atingiram  46,5 mil imóveis no País, um aumento de 13,8% em relação a junho do ano passado e de 1,6% sobre maio – que também havia registrado recorde mensal, com 45,7 mil unidades contratadas.
As cadernetas de poupança mostraram recuperação em junho, com captação líquida de R$ 1,2 bilhão após dois meses consecutivos de resgates. Segundo Abecip, foi o melhor resultado do ano para a aplicação.
Meta anual será superada
O presidente da Abecip, Luiz Antônio Nogueira França, disse hoje que a estimativa de expansão do crédito imobiliário com recursos da poupança em 2011, de R$ 85 bilhões, será superada.
"Historicamente o segundo semestre é mais forte que o primeiro. Além disso, nos primeiros seis meses do ano já cumprimos perto de 45% dessa meta, sendo que normalmente atingimos apenas 40%", explicou, sem especificar uma nova meta.
Para 2011, a entidade confirma a expectativa de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em torno de 4%, manutenção do nível de emprego, crescimento da massa salarial, com bancos focados no crédito imobiliário e a indústria da construção prevendo aumento da atividade. A Abecip estima ainda um avanço de 28% no número de unidades financiadas neste ano, para 540 mil.

Do iG São Paulo | 03/08/2011 10:03 -