segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Brasil não é só São Paulo!

Fronteira agrícola recebe R$ 50 bilhões

O investimento agrícola na Matopiba



A valorização da terra no Sul e no Sudeste do país criou fronteiras agrícolas e transformou os Estados do Maranhão, do Tocantins, do Piauí e da Bahia -região conhecida como Matopiba- nos novos polos para investimento das agroindústrias. 
A reportagem é de Venceslau Borlina Filho e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 30-10-2011.

Levantamento da Folha com base nos dados das quatro secretarias estaduais de Agricultura aponta ao menos R$ 50 bilhões em empreendimentos em andamento ou já anunciados pelas empresas. O Maranhão é o recordista, com R$ 30 bilhões. O Estado destaca-se pelo aumento na produção de arroz, feijão, algodão, milho e soja. Nos últimos seis anos, a área plantada aumentou 12,4%.
"Crescemos porque temos área para expansão agrícola e o valor do hectare de terra ainda é vantajoso em relação aos demais Estados, entre R$ 3.000 e R$ 5.000", disse o secretário-adjunto de Agricultura maranhense,
Raimundo Coelho de Sousa. Para atrair empresas, o governo do Maranhão também montou um programa de incentivo à agroindústria e investe na conclusão do Terminal de Grãos do Maranhão, em São Luís, para escoamento marítimo da produção.
DIVERSIFICAÇÃO
No Tocantins, os investimentos de processadoras de soja, usinas de álcool, silvicultores e fruticultores, aliados aos aportes do governo em irrigação, somam R$ 5 bilhões. No centro do Estado, em Pedro Afonso, o hectare de terra custa R$ 5.000. No caso da Bahia, a diversidade agrícola tem atraído agroindústrias e R$ 10 bilhões em investimentos.
No Estado, as empresas produzem vinhos e espumantes, sucos, "snacks" de banana e produtos extraídos da soja e do coco. Entre os investimentos, o de maior destaque é do grupo chinês Chong Qing Grain, que prevê injetar R$ 4 bilhões na construção de um complexo industrial no município de Barreiras, região oeste do Estado, para processamento e escoamento da soja.
"O investimento da agroindústria é prioridade para o nosso Estado porque passamos muitos anos sem ter uma indústria de suco, enquanto éramos o segundo maior produtor de laranja do país", disse o secretário estadual de Agricultura, Eduardo Salles. A Bahia também adotou uma lei de incentivo à agroindústria. As isenções no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) chegam a 80% de acordo com o porte do empreendimento e a quantidade de empregos que poderá gerar.
O Piauí calcula R$ 5 bilhões em investimentos. O Estado tem 6 milhões de hectares disponíveis para o cultivo.
"Queremos empresas ligadas ao cultivo de algodão, milho e soja", disse o secretário da Agricultura, Rubem Nunes Martins.
Para ministério, região terá aumento no plantio de grãos
A região da Matopiba vai encerrar a década como uma das maiores produtoras de grãos do país, com safra estimada em 16,6 milhões de toneladas, segundo projeção do Ministério da Agricultura.
De acordo com dados do estudo "Brasil - Projeções do Agronegócio 2010/2011 a 2020/2021", o crescimento anual da produção no período deve ser de 2,2%. A área plantada, por sua vez, vai ter crescimento anual de 1,5%, passando para 7,5 milhões de hectares. Segundo o ministério, o preço da terra será o grande motivador da expansão agrícola na região. "A região da Matopiba é bastante produtiva e o volume produzido lá deverá ultrapassar as expectativas", disse o coordenador de gestão estratégica do ministério, José Gasques.
O relatório indica que Goiás terá o maior aumento na produção de cana-de-açúcar (42,1%) na próxima década.
A variação corresponde a 74 milhões de toneladas em 2012 em relação aos 52 milhões produzidos em 2010. Já São Paulo permanecerá como o maior produtor nacional de cana-de-açúcar, ampliando a produção de 441,8 milhões de toneladas na safra passada para 574,4 milhões em uma década (mais 30%). A área de cultivo saltará dos atuais 5,2 milhões para 6,7 milhões de hectares.
Mato Grosso responderá pela maior produção de soja e milho do país. Hoje, o Estado produz 20,2 milhões de toneladas de soja, segundo o ministério. O volume deve aumentar para 25,7 milhões (mais 27,2%). "A área plantada deve saltar dos atuais 6,6 milhões para 8,4 milhões de hectares", diz Gasques.
Quanto ao milho, a produção de Mato Grosso aumentará para 9 milhões de toneladas no início da próxima década. A área de cultivo do grão deverá crescer 25%, saltando de 2 milhões de hectares no ano passado para 2,5 milhões em 2021.
O Rio Grande do Sul deve manter-se na liderança da produção do arroz na próxima década. Hoje, o Estado responde por 64% da produção nacional. Os gaúchos produzem 8 milhões de toneladas de arroz e passarão para 10 milhões em 2021.


Por raquel_
De Folha/IHU Online

Outro dia discuti com um colega de trabalho tipico leitor da veja e estadão e que se acha "informado", eu defendendo que o Brasil tem jeito e precisa muito trabalho e persistência na via democratica, ele achando que esta tudo errado e só tem corrupção e crime e não adianta votar em ninguem.O pais é como um condominio de moradores se a gente não se preocupar com os rumos e a administração, inclusive escolhendo e cobrando dos administradores ai sim seremos surpreendidos novamente.
Abs.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Casa do futuro já é realidade no Brasil

Encher a banheira via telefone celular e monitorar a casa a distância são apenas algumas das vantagens da automação residencial


Controlar a casa a distância ou com apenas um clique. Destrancar a porta apenas com o toque do dedo. Programar funções de forma que tarefas cotidianas, como regar as plantas ou abastecer a geladeira, sejam realizadas sem que você tenha de se preocupar. Presentes na ficção e no imaginário popular há algum tempo, facilidades como estas começam a fazer cada vez mais parte do cotidiano das residências graças ao crescente nível de automação.

“Com um simples comando pelo celular posso encher minha banheira ou ligar o chuveiro durante o caminho de volta para casa”, afirma o empresário José Augusto, que instalou o primeiro sistema de automação em seu apartamento há 4 anos. Além dessas facilidades, ele ainda pode abrir a porta de sua casa por meio de impressão digital ou até bloquear a entrada de alguém, a distância.

De acordo com José Roberto Muratori, membro fundador da Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside) Augusto é apenas um entre centenas de brasileiros que aproveitaram o desenvolvimento da tecnologia para integrar e programar sistemas residenciais que lhe permitissem ter maior conforto e segurança. 
Uma pesquisa feita pela entidade aponta que, entre 2007 e 2009, houve um aumento de aproximadamente 40% nos projetos de automação residenciais realizados no Brasil. “Hoje, é possível automatizar o sistema de iluminação da sua casa com apenas R$ 1 mil”, afirma Muratori.
Integração dinâmica

Os sistemas automatizados disponíveis no Brasil admitem inúmeras possibilidades de integração, customização de facilidades e criação de cenários dentro de casa. Assim, acionando apenas um botão, por exemplo, é possível criar todo um clima de romance, com cortinas fechadas, lareira acesa, meia luz, ar condicionado a 26º C e um jazz suave saindo do home theater.

“Todas essas funções podem ser pré-programadas num só painel para dar mais comodidade”, afirma Sérgio Corrigliano, gerente de pesquisa e desenvolvimento da iHouse, empresa especializada no assunto.

Entre outras funções passíveis de serem programadas estão o ajuste do volume da televisão quando se liga o aparelho de DVD ou toca o telefone, a temperatura do chuveiro e da água da banheira de acordo com a preferência de cada um dos membros da casa e a abertura ou fechamento de janelas e portas. Sendo que quase todos podem ser acionados localmente ou à distância, via mensagem de texto do celular ou por um computador remoto.

Acionamento de exaustores, irrigação de jardim e limpeza de piscinas são outras funções passíveis de automatização e programação.

No novo empreendimento Mansão Luciano Barreto Junior, recém-lançado em Aracaju, por exemplo, todos os apartamentos já vêm preparados para receber automatização. Todos os sistemas de segurança, climatização, entretenimento e iluminação serão interligados e poderão ser acionados de qualquer lugar pelo computador ou telefone celular.

“Outra facilidade é poder medir o consumo de energia elétrica da casa toda e providenciar reduções por cômodo, casa necessário”, afirma Corrigliano.

Lívia Alves, iG São Paulo

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Comprando imóvel na planta

Comprar imóveis na planta exige atenção

Confirmar prazos para início e término da obra e a existência de multa contratual por atraso na entrega é uma das recomendações.

Quer evitar dor de cabeça na compra de imóveis na planta? Confira as dicas do Procon e do presidente da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências, Marco Aurélio Luz. - Verifique a qualidade da construção de outros imóveis da construtora com visitas a prédios já entregues. Aproveite a oportunidade para conversar com os moradores ou síndico sobre eventuais problemas na edificação.
- Assegure-se de que o contrato especifica a localização exata da unidade pretendida. Na escolha, observe na planta se o apartamento fica nos fundos ou na frente do prédio, qual a incidência do sol, como é a vista e o que mais achar relevante.


Foto: Getty Images Ampliar
Verificar se existem queixas contra a construtora pode evitar aborrecimentos
- Certifique-se de que o memorial descritivo da obra identifique a marca e modelo dos materiais e equipamentos utilizados, como, por exemplo, azulejos, piso, metais e elevador. Vale a pena procurar um engenheiro ou arquiteto para pedir informações sobre a qualidade dos produtos.
- Guarde o material publicitário do empreendimento, como folhetos e anúncios em jornais, para ter provas de eventual propaganda enganosa.
- Certifique-se de que o contrato menciona todas as condições oferecidas, como valor da entrada e prestações intermediárias, índices e periodicidade de reajustes, data da entrega das chaves e projeção do valor da prestação. Não deixe de confirmar o prazo para início e término da obra e a existência de multa contratual por atraso na entrega. Também risque os espaços em branco. Em caso de dúvidas, consulte um advogado.
- Pergunte se o empreendimento tem uma comissão de representantes dos compradores, responsável pela fiscalização da obra. Se não tiver, você pode formar um grupo com a adesão de pelo menos três compradores.
- Verifique se o projeto de incorporação, com número registrado nos informes publicitários, foi aprovado pela prefeitura e registrado no cartório de imóveis da região.
- Procure a Associação dos Mutuários local e o Procon para verificar se existem queixas conta a construtora ou incorporadora.
- Fuja da tentação de fechar o negócio por impulso em feiras de construção sem visitar o local do imóvel.

Do portal Ig
Carin Homonnay Petti, especial para o iG | 19/01/2011 05:05

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

MRV Engenharia fecha 3º trimestre com vendas de R$ 1 bilhão

A MRV Engenharia encerrou o terceiro trimestre com vendas contratadas de R$ 1,083 bilhão, montante 22% superior ao registrado no mesmo período em 2010, segundo dados divulgados nesta segunda-feira.
Nos nove meses até setembro, as vendas da construtora e incorporadora alcançaram R$ 2,882 bilhões, crescimento de 10,7% ano a ano. Com isso, a empresa cumpriu 64% do ponto-médio da meta de vendas entre R$ 4,3 bilhões e R$ 4,7 bilhões para 2011.

A velocidade de vendas - medida pela relação de venda sobre oferta - no trimestre passado foi de 25%, mesmo nível visto nos três meses anteriores, mas abaixo dos 33% apurados um ano antes.

Já o preço médio por unidade vendida ficou em R$ 115,6 mil, alta de 11,1% sobre o ano anterior.

No terceiro trimestre, os lançamentos da MRV somaram R$ 1,449 bilhão, alta anual de 40%. Entre janeiro e setembro, a companhia lançou R$ 3,243 bilhões, aumento de 17,8% sobre igual intervalo em 2010.

A MRV fechou setembro com banco de terrenos com potencial para lançar R$ 16,2 bilhões, praticamente estável ante junho, "em função do grande volume de lançamentos efetuados neste trimestre", segundo comunicado.

A empresa informou ainda que os resultados tanto de vendas quanto de lançamentos entre julho e setembro foram recorde para o período.
 
MRV aprova capitalização de R$ 300 milhões com reservas de lucros


A MRV Engenharia informou que seu Conselho de Administração aprovou em reunião nesta segunda-feira a capitalização de reservas de retenção de lucros no valor de R$ 300 milhões, sem a emissão de novas ações.


Assim, o capital social da companhia sobe de R$ 2,35 bilhões para cerca de R$ 2,65 bilhões.
 
17 de outubro de 2011 • 18h15 • atualizado 19h56comentarios


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domingo, 16 de outubro de 2011

Lopes compra controle da Itaplan por R$ 30 milhões


Aquisição de 51% vai permitir crescimento acelerado da Itaplan nos próximos anos



São Paulo - A consultoria de imóveis LPS Brasil (Lopes) anunciou, nesta segunda-feira, que firmou contrato para comprar 51% da consultoria imobiliária Itaplan.



O valor estimado da operação é de 29,17 milhões de reais. O montante será parcelado e inicialmente a Lopes pagará 7,63 milhões de reais e daqui a seis meses 3 milhões de reais. O restante será quitado em três parcelas anuais variáveis.



Segundo Fábio Rossi Filho, diretor presidente da Itaplan, a aquisição vai permitir que a consultoria consiga crescer substancialmente nos próximos anos.



A Itaplan é uma das maiores imobiliárias de São Paulo e, segundo a Empresa brasileira de estudo de patrimônio (Embraesp), ocupa a sexta posição em valor geral de Vendas, na região.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Os preços dos imóveis subiram 21% em São Paulo

Preço dos imóveis volta a subir em setembro, diz FipeZapCompartilhe: Twitter O preço dos imóveis interrompeu uma série de quatro meses de desaceleração e retomou a trajetória de alta no mês de setembro.


Segundo dados do Índice FipeZap Composto, o valor dos imóveis anunciados subiu 1,9% no mês.

No acumulado do ano, o preço médio das sete regiões pesquisadas subiu 21,3%.

As maiores altas foram observadas no Rio de Janeiro (28,7%) e em Recife (25%).

Em São Paulo, os preços subiram 20,9% no período.

Na análise do preço do metro quadrado, o Distrito Federal se manteve no topo da lista, com R$ 7.859.

O Rio de Janeiro aparece em seguida, com R$ 7.082, ultrapassando a marca dos R$ 7 mil pela primeira vez.

São Paulo tem o terceiro metro quadrado mais caro do País (R$ 5.778), seguido por Belo Horizonte (R$ 4.489), Recife (R$ 4.460), Fortaleza (R$ 4.181) e Salvador (R$ 3.452).

Na média nacional, o metro quadrado custou R$ 5.936 em setembro.

Notas relacionadas:

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