quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O imóvel ideal para investimento.

Imóveis são popularmente conhecidos como investimentos seguros. Nos últimos dois anos, a valorização dos preços fez com que alguns investidores obtivessem um grande retorno do capital investido, mas qual é o perfil desses investidores? E a que fatores eles devem se atentar ao investir num imóvel?


De acordo com Silvio Chaimovitz, CEO da ACS Incorporadora, é muito importante que o investidor analise com atenção os fatores que podem fazer com que ele obtenha o ganho estimado, ou seja, localização, produto e preço do imóvel. O investidor que adquire um imóvel para gerar renda ou para vender o imóvel pronto para ganhar a valorização precisa atentar-se ainda ao valor médio pago no aluguel e se na região existe perspectiva de valorização.

“Hoje o perfil do investidor brasileiro que prevalece no mercado é o pequeno investidor, que quer renda extra e busca diversificar os seus investimentos. Esse investidor geralmente procura imóveis comerciais de tamanho pequeno, ou seja, salas comerciais de 40m² em média, bem como pequenos apartamentos residenciais bem localizados para locação”, diz.

A credibilidade é determinante na hora de fechar negócio em qualquer tipo de mercado. E no mercado de imóveis não podia ser diferente. É fundamental que o investidor saiba de quem está comprando o imóvel, visto que trata-se de um bem de entrega futura. Além disso, os investidores devem estar bem informados sobre a incorporadora que é responsável pelo lançamento do imóvel e planejarem-se financeiramente para ter a certeza de que terão condições de arcar com os custos assumidos na compra do bem.

De acordo com Chaimovitz, o mercado está voltado para produtos menores, porém dependendo da localização, o produto pode ter suas características alteradas. “No último ano, o mercado apontou a tendência para produtos de tamanho pequeno e salas comerciais. E o mercado de imóveis deve continuar aquecido e valorizado”, ressalta.

Fonte: R7

Comentario:
Tenho otimas opções de investimento em 1 e 2 dormitorios na região central de SP, assim como tenho tambem salas comerciais que como diz a materia podem dar um bom retorno de locação.
O bom disso é que voce pode comprar seu imovel tranquilo pois teremos crédito demanda e valorização por muitos anos ainda em função de termos uma população que ainda não foi atendida na questão da moradia.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Banco do Brasil vai aumentar o crédito imobiliário em 2012



O Banco do Brasil (BB) pretende reforçar a concessão de crédito imobiliário em 2012. O banco deve
fechar 2011 com um estoque de R$ 7,7 bilhões em financiamento de imóveis, o que representa um aumento de 126% em relação aos R$ 3,4 bilhões de dezembro de 2010. Segundo o vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Paulo Caffarelli, ainda existe uma margem de R$ 5 bilhões para aumentar esse valor com recursos da poupança, podendo passar de R$ 12 bilhões no próximo ano.

"Passamos muitos anos sem ter financiamento imobiliário e ainda temos margem para crescer", disse Caffarelli, acrescentando que o País tem um déficit de 8 milhões de famílias sem casa própria. Com o crescimento acentuado, o BB conquistou a quinta posição em financiamento imobiliário no País, ultrapassando o HSBC, e atrás da Caixa Econômica, Itaú Unibanco, Santander e Bradesco. A expectativa é passar para a terceira posição até o fim de 2013.

Em 2011, o banco atingiu a marca de 57 milhões de clientes. Segundo Caffarelli, 18 milhões têm cadastro pré-aprovado, dos quais 13 milhões têm propensão a tomar crédito. No entanto, apenas 5 milhões tem operações com o BB.

Entre algumas razões para uma adesão ainda baixa estão a falta de informação sobre os programas e as taxas praticadas pelo banco e o atendimento. Para suprir essa questão, a estratégia estabelecida pelo banco é focar mais no relacionamento com seus atuais clientes, criando uma espécie de "fidelidade". O foco não estará na aquisição de novos clientes.

"O crédito imobiliário é o maior produto fidelizador", disse Caffarelli, explicando que ao adquirir um financiamento para a compra da casa própria o cliente chega a ficar mais de 20 anos ligado ao banco por uma única operação.

Além do crédito ao comprador, o vice-presidente disse que o banco também começa a ampliar a concessão de financiamentos a construtoras, que atualmente representam apenas 20% do valor operacionalizado. Segundo ele, 2,3 mil construtoras já estão cadastradas e 800 têm limite de crédito. Para justificar o potencial de aumento dos empréstimos nessa área, Cafarrelli diz que o banco tem mostrado aos clientes "agilidade e velocidade na liberação de crédito imobiliário".

Fonte: Terra

Comentário: Nossos clientes sempre perguntam como ficara o mercado imobiliário, se vai ter grana pra financiamento, como será o minha casa minha vida, este é o tipo de matéria que ajuda a esclarecer estas perguntas uma vez que o governo Dilma continua empenhado em fomentar a construção civil, então meus amigos investir em imóvel continua sendo uma excelente opção. 
E você precisa conhecer o apto que estamos lançando na vila maria alta, show de bola, alias tenho vários lançamentos na cidade de São Paulo e grande ABC. Me fala qual e onde você procura imóvel?

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A década da retomada do mercado imobiliario!

No início dos anos 1990, o cenário do mercado imobiliário e dos financiamentos era pouco promissor. Desde a extinção do BNH (Banco Nacional de Habitação), em 1986, o setor sobrevivia de vendas diretas, com parcelamento do preço junto aos consumidores de classe média e alta. Em 2002, o financiamento imobiliário chegava ao “fundo do poço”, com 30 mil unidades financiadas em todo o País com recursos da Poupança.
Parte desse cenário surgiu pelo desinteresse dos bancos por crédito imobiliário, em função dos prejuízos gerados pela perda de efetividade da garantia hipotecária e pelos efeitos ainda recentes da estabilidade econômica trazidos pelo Plano Real, de 1994.
Em 2001, os agentes financeiros passaram, sucessivamente, a usar a alienação fiduciária do bem imóvel em substituição à garantia hipotecária, iniciando, assim, uma nova era nos financiamentos imobiliários do SFH (Sistema Financeiro da Habitação).
Além da progressiva substituição da hipoteca pela alienação fiduciária, a edição da Lei 10.931/04 (Patrimônio de Afetação) foi fundamental para modernizar o marco regulatório do setor, propiciando maior segurança jurídica tanto para os financiadores quanto para os consumidores finais.
Estes instrumentos legais aliados ao crescimento da renda e do emprego, à mobilidade social e à consolidação da estabilidade econômica criaram ambiente favorável para o mercado imobiliário.
As aplicações de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e da caderneta de poupança saltaram de R$ 5,8 bilhões, em 2004, para R$ 83,1 bilhões, em 2010. Este crescimento nos permite afirmar que alcançamos, no final da década, o modelo ideal de mercado imobiliário, com um bem estruturado sistema de crédito.
A mitigação dos riscos dos credores possibilitou a queda das taxas de juros: a partir de 4,5% ao ano, com financiamento pelo FGTS; e 8% ao ano, com recursos da poupança. Além da ampliação dos prazos, que hoje chegam a até 30 anos. Pratica-se, agora, o financiamento imobiliário que “cabe no bolso” dos consumidores.
Em 2001, o total de saldos de financiamentos imobiliários comparado com o PIB (Produto Interno Bruto) representava pouco mais de 1%. Em maio deste ano, esse percentual chega a 4,1%. Apesar de respeitável, é pouco expressivo se comparado com índices de países como o Chile e o México. Existe a expectativa das autoridades governamentais que o total de saldos continuará crescendo e, em 2014, chegar a 8% do PIB.
A Caixa Econômica Federal acumulou, segundo dados do primeiro semestre deste ano, mais de três milhões de contratos de financiamento, já incluídos os do programa Minha Casa, Minha Vida. Desse montante, 93% utilizaram como garantia a alienação fiduciária, e 6% a hipotecária. Note-se a inadimplência registrada no período: 1,7%. Já os financiamentos concedidos com recursos da poupança por bancos públicos e privados apresentam, desde 2007, índices de inadimplência abaixo de 1,4%.
De fundamental importância para o Brasil enfrentar a crise financeira internacional de 2008, a construção civil e imobiliária precisa de financiamento abundante para empreender e oferecer à população produtos acessíveis. O futuro do mercado imobiliário nacional depende, primordialmente, da saúde do sistema financeiro, que se mantém seguro, em parte, pela utilização da alienação fiduciária do bem imóvel nessas operações de crédito.
Qualquer dúvida acerca desse instituto de garantia poderá gerar queda de crédito, aumento das taxas de juros, retração do mercado imobiliário e prejuízo a milhões de brasileiros que ainda não adquiriram seu primeiro imóvel. O País perderá um grande aliado nesse caminho de crescimento sustentado.


Por: Celso Petrucci
Fonte: R7
*Celso Petrucci é economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) e diretor executivo da vice-presidência de Incorporação e Terrenos Urbanos da entidade.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Estamos contratando corretor de imoveis ou estagiarios

Estou entrando neste Natal muito melhor que no ano passado, neste ano muitas coisas aconteceram alguns dos problemas foram resolvidos outros foram criados e tambem serão resolvidos. Nesta trajetoria conheci novos colegas de trabalho, pessoas realmente comprometidas focadas e com gana de vencer.
Estarei a partir de janeiro assumindo novos desafios, a gerência de vendas da empresa Itaplan Brasil uma empresa do grupo Lopes.
O mercado imobiliário esta em franco crescimento e precisa de novos profissionais para atender uma gama muito grande de pessoas querendo comprar ou investir em imóvel. Na função de gerente estarei tratando direto com estes profissionais trabalhando lado a lado transmitindo um pouco da nossa experiência no setor.
Então se você que esta lendo este texto tiver algum interesse em conhecer mais sobre imóveis ou trabalhar como corretor entre em contato comigo.

Abs.
Carvalho 11- 96691321 email: loggua@gmail.com

domingo, 18 de dezembro de 2011

Arvores no terraço floresta vertical

Na Itália, a maior floresta vertical do mundo

Em construção na cidade de Milão, cada apartamento do Bosco Verticale terá árvores plantadas na varanda.
Duas torres residenciais, sustentáveis e inovadoras estão em construção em Milão, Itália. Com 110 e 76 metros de altura, o Bosco Verticale, ou bosque vertical, é um projeto único. O que define e diferencia a torre de Milão é que será a primeira floresta vertical do mundo, com cada apartamento com uma varanda com árvores plantadas. No verão, as árvores irão sombrear as janelas e filtrar a poeira da cidade, no inverno, o sol irá brilhar através dos ramos nus.

Os dois prédios serão cobertos por um sistema que otimiza, recupera e produz energia, ao mesmo tempo que filtra a poluição do ar.
 
O projeto está em fase de construção no bairro de Isola e tem por objetivo fazer frente ao crescimento urbano e à ausência da natureza na cidade. As torres terão sistemas de energia eólica e fotovoltaica para aumentar o grau de autossuficiência energética e a irrigação será feita pelo reaproveitamento da água cinzenta produzida pelo edifício.
 
"É um projeto de reflorestação metropolitana, que contribui para a regeneração do ambiente e biodiversidade urbana sem a implicação de expandir a cidade sobre o território. Ao longo dos edifícios vão existir 900 árvores, juntamente com outros tipos de vegetação e plantas, que vão ajudar à criação de um microclima e a filtrar as partículas contaminadas do ar. A diversidade de plantas e as suas características produzem umidade, absorvem CO2 e as partículas sujas, produzindo, assim, oxigênio e protegendo da radiação e da poluição acústica, promovendo a melhoria da qualidade de vida e o armazenamento de energia", explica Stefano Boeri, arquiteto responsável pelo projeto.
 
Boeri argumenta que esta é uma resposta necessária à expansão da cidade moderna. O Bosco Verticale é o primeiro elemento na proposta BioMilano, em que um cinturão verde será criado ao redor da cidade e 60 fazendas abandonadas na periferia serão restauradas para uso da comunidade. Com informações do Stefano Boeri.
Do site Imóvel Web.

Cometario:
hoje é grande a preocupação das empresas com os espaços e em ser social e ambientalmente correto, dai projetos como estes terão boa aceitação.
Aqui no Brasil projetos com reuso de agua da chuva, aquecimento solar, bem como outorgas verdes ou seja reposição com percentual maior do verde que for removido em função do projeto são cada vez mais comuns e tem muito boa aceitação e simpatia do publico.

Não se esqueça querendo investir em imóveis tenho algumas boas opções na grande São Paulo tanto para morar como para investir o seu dinheiro.
Abs. Carvalho 11 - 96691321

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Feliz natal e Feliz ano novo!

Desejo àqueles que tive o prazer de trabalhar este ano, àqueles que me deram a oportunidade de um café, de um telefonema ou mesmo de uma troca de mensagens eletrônicas, um final de ano de muita festa, magia, lazer, amigos, mimos e família, pois são esses momentos que recarregam as nossas expectativas para mais um ano de muito trabalho e realizações.

Obrigado por me receber pessoal ou virtualmente em seus projetos este ano.

 
Feliz natal e Ano novo próspero!              

Edivaldo Carvalho        

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Apartamento pequeno perto do trabalho perto de tudo!

Imóveis compactos apostam em funcionalidade e sofisticação.

Apartamentos reduzidos atraem público que prefere ser prático e morar perto do trabalho.

No link abaixo da revista exame tem uma matéria sobre imóveis compactos, que é uma tendencia dos lançamentos recentes em São Paulo. Os sucessos de vendas no centro contemplam apartamentos de 1 e 2 dormitórios com metragens de 32m² a 45 m². Os valores do m² tambem tem aumentado significamente com valores que começam em R$ 5500,00/m² na região do cambuci e vão a R$ 9800,00/m² na região de pinheiros. E tem cliente comprador para este produtos, tanto que agora as construtoras estão atras de terreno ou casa velha para ser demolida.


http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/video/imoveis-em-360-graus/imoveis-compactos-apostam-em-funcionalidade-e-sofisticacao
                   Tenho lançamentos no centro de SP.
Brás 1 e 2 dormitorios a 250 mts do metro PedroII.
Cambuci 1 2 e 3 dormitorios.
Vila Maria Alta 2 e 3 dormitorios.
rua paim 1 e 2 dormitorios.
Faça sua consulta ou me envie email para: carvalho@itaplan.com.br ou pelo fone: 11-96691321
corretor CARVALHO

Energia eólica agita mercado imobiliário no Nordeste

Vender um terreno para uma central eólica ou arrendar partes dele para a instalação de torres tem se tornado um bom negócio


CicloVivo
eolicas
Parque eólico em Fortaleza, Ceará:
São Paulo - Além da presença crescente nos leilões de energia elétrica no Brasil, os projetos de energia eólica têm ventilado o mercado imobiliário das regiões do país propícias à instalação de aerogeradores.
Vender um terreno para uma central eólica ou arrendar partes dele para a instalação de torres tem se tornado um bom negócio, principalmente em regiões mais pobres do semi-árido nordestino.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), as empresas do setor devem investir 30 bilhões de reais até 2014.
Para levar adiante esses investimentos, a localização é parte fundamental do negócio. Terras com ventos fortes e constantes são procuradas para a instalação de futuros parques. Os principais pólos são o sul do país, o litoral nordestino e, mais recentemente, o interior do Nordeste.
Em geral, os empreendedores preferem arrendar parte do terreno para instalar as torres, pagando ao proprietário da terra uma espécie de "royalty" que varia de 0,5 por cento a 1,5 por cento da receita líquida de cada máquina.
Estimamos que hoje se pague por ano de 15 milhões a 20 milhões de reais em arrendamento aos proprietários de terra nos parques já operando ou que estão entrando em operação", disse o presidente da Abeeólica, Ricardo Simões, à Reuters.
Segundo o especialista Odilon Camargo, fundador da Camargo Schubert Engenheiros Associados, a prática de arrendamentos para parques eólicos é mais comum em terras que já possuem atividades econômicas -que, depois, dividem o espaço com os aerogeradores.
Por outro lado, onde não havia atividade, algumas centrais eólicas compram as terras. "Depende muito do preço e do empreendedor. Há locais em que a empresa compra e outros em que arrenda. Onde não havia atividade, em alguns casos o empreendedor compra", disse Camargo.
Segundo o especialista, em alguns lugares, como no interior do Nordeste -visto como a nova fronteira da produção eólica- começa a haver competição por localidades, aumentando o preço da terra em regiões antes pouco valorizadas.
"Está havendo uma movimentação no mercado imobiliário do semi-árido", disse Camargo.
Busca por terras
Em uma busca simples pela Internet, é fácil encontrar anúncios de terrenos à venda "com potencial para energia eólica", principalmente no Nordeste.
"Os corretores ligam para oferecer terra para vender ou arrendar. Começa a aparecer um monte de intermediários, mas temos equipe própria que vai avaliar as terras", disse o sócio e co-presidente da Renova Energia, Renato Amaral.
Segundo ele, a empresa está investindo 3,8 bilhões de reais para instalar entre 600 e 700 aerogeradores de 80 metros no interior da Bahia. "Já estamos há quatro anos no semi-árido. Somos a primeira empresa do setor na região", disse.
A Renova Energia tem, contratados, 1.075 megawatts (MW) para entrar em operação nos próximos anos no mercado cativo, além de mais 400 MW no mercado livre.
Segundo Amaral, a companhia tem contratos de arrendamentos com mais de 1,5 mil proprietários de terra, em sua maioria com lotes de menos de 500 hectares.
Ele confirma que houve valorização da terra em algumas regiões do Nordeste, mas alerta que comprar terra para especular é uma aposta arriscada, porque não necessariamente ela será futuramente usada para exploração eólica.
Em geral, é preciso fazer medição do vento antes de inscrever um projeto em um leilão. Depois, para conseguir um contrato de venda de energia, é preciso estar entre os vitoriosos nos leilões de energia promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ou fechar uma venda no mercado livre.
"Esse processo demora de 4 a 5 anos", salientou o presidente do Sindicato das Empresas Imobiliárias do Rio Grande do Norte (Secovi-RN), Jailson Dantas.
 VENHA MORAR PERTO DE TUDO NA MELHOR LOCALIZAÇÃO DE SÃO PAULO
TRATAR COM CARVALHO 11 - 96691321