segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

De Santo Andre a Guarulhos - Feliz Natal

Bom gente é natal finalmente estamos todos nos preparando para festejar esta data. Este é o momento que o coração fica um pouco mais aberto que de costume, a data serve para fazermos aquela ligação para os parentes os amigos que por conta do dia a dia a gente não faz e quando vê o ano já passou. Passar um email, passar um MsN ou torpedo ligar falar conversar comprar uma lembrancinha ajuda muito na verdade mais o ato de lembrar do que a própria lembrança em si. 
De minhas lembranças de Natal quando menino pequeno era da chegada em casa das minhas tias que vinham nos ver e trazer presentes e brinquedos, comprar roupa nova era o jeito de passar o natal na rua japão em Santo  Andre SP onde nos criamos. Lembro que as atividades eram intensas no comercio do bairro o açougue do bolinha o armazen do lito e do gojo a quitanda o barbeiro a farmácia, todos cheios de gente se preparando para as festas, e a nos garotos que passávamos o dia jogando bola soltando pipa interessava a hora de abrir os presentes que eram deixados debaixo da árvore de natal que minha mãe fazia questão de montar todo ano. Tradição que eu e minha esposa também mantemos desde que os filhos nasceram. Na vida adulta com filhos pequenos era o momento de receber os primos os cunhados que sempre passavam para tomar uma cerveja e desejar boas festas, nestes dias tinhamos  umas 10 crianças correndo e fazendo algazarra pelo quintal.
Neste Natal de 2012 recebo a minha cunhada Luciana sem o filho gatinho Ryan que ficou com o pai em São bernardo do campo, minha nora Maendra e meus filhos Veronica Guilherme e Henrique enquanto escrevo este texto de lembrança minha mulher prepara um bacalhau a portuguesa para a Ceia mais a noite, e eu preciso ir ajudar da maneira que sei lavando a louça rs rs.

Desejo a todos Feliz Natal e um ano novo cheio de realizações.

Caixa financia despesas de cartório e tributo

Podem ser incluídas despesas até o limite de 4% do valor do empréstimo


Desde a primeira semana de dezembro, a Caixa Econômica Federal passou a oferecer aos tomadores de crédito imobiliário a opção de incluir os gastos com cartório e Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) no total financiado para aquisição da casa própria. Podem ser incluídas taxas de registro e escritura, dentre outras despesas
cartorárias e de ITBI, até o limite de 4% do crédito tomado.
De acordo com o diretor executivo de Habitação e Governo da Caixa, Teotônio Rezende, a medida proporciona às famílias mais tranquilidade para planejar o pagamento das despesas. Os valores das taxas cartorárias e do ITBI variam de acordo com a localidade onde o cartório estiver situado.
Crédito - Até a primeira semana de dezembro, a Caixa alcançou R$ 93,7 bilhões em contratações do crédito imobiliário. O volume atingido supera em 33,1% o valor contratado até o mesmo período de 2011. Desse montante, R$ 42 bilhões correspondem a aplicações com recursos da poupança (SBPE), R$ 36,5 bilhões a linhas que utilizam recursos do FGTS e R$ 15,2 bilhões são de recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e demais fontes. Até o final de 2012, a Caixa estima atingir a marca de R$ 100 bilhões em contratos de financiamento imobiliário.
Desde o lançamento do Minha Casa, Minha Vida, em 2009, a Caixa multiplicou por 23 o volume de crédito contratado para a construção da casa própria. Pelo programa, já foram contratados, até 28 de novembro deste ano, 1,06 milhão de novas unidades habitacionais, representando mais de R$ 74 bilhões em investimentos diretos (subsídios e financiamentos). Além desse volume, propostas para a construção de mais 300 mil novas moradias estão em análise na Caixa. Até 2014, a previsão é de contratação de mais 1,4 milhão de moradias, envolvendo recursos diretos da ordem de R$ 85 bilhões.
Capital de giro - Como parte das medidas anunciadas no início do mês para aquecer o setor da construção civil, empresas do setor com faturamento até R$ 50 milhões anuais terão uma nova linha de crédito de R$ 2 bilhões da Caixa para capital de giro. O limite, que será recomposto automaticamente, é de até R$ 100 mil (Garantia de Aval Limite) e de R$ 100 mil a R$ 1 milhão (com garantias reais). O prazo é de até 40 meses, com taxa de 0,94% ao mês para todos os prazos e clientes.
Carteira imobiliária do BB atinge R$ 12 bilhões
O crédito imobiliário do Banco do Brasil (BB) atingiu a marca de R$ 12 bilhões em carteira. A evolução, nos últimos 12 meses, é de R$ 4,37 bilhões, o que representa crescimento percentual de 57,1%, o maior em relação à concorrência. A carteira para empresas apresentou crescimento de 61,9%, no mesmo período. Com esses números, o BB vem dobrando anualmente a carteira de negócios em crédito imobiliário, um avanço que ocorre em níveis superiores à média do mercado.
Em operação desde 2008, a carteira de crédito imobiliário do BB está atualmente distribuída em R$ 9,4 bilhões para famílias e R$ 2,6 bilhões para empresas. Até novembro de 2012, foram contratadas 28.257 operações para famílias, representando cerca de R$ 4,3 bilhões. Esse valor é 35,9% superior ao volume de operações contratadas no mesmo período de 2011.
Com relação ao desembolso, o crescimento apresentado até 30 de novembro deste ano foi de 38,1% superior ao mesmo período de 2011, com um volume total de R$ 5,86 bilhões. O volume de desembolso para empresas apresentou um crescimento superior ao das famílias, fechando os onze primeiros meses do ano cerca de 50% superior ao mesmo período de 2011. O mês de outubro apresentou desembolso recorde de R$ 771 milhões, sendo R$ 284 milhões para empresas e R$ 487 milhões para famílias. A participação do banco no mercado atingiu a marca de 3,93% em setembro. A evolução dessa participação reflete o crescimento acima da média do mercado do saldo da carteira.

Do site da SECOM

Atenção:
Estou contratando corretores de imóveis para trabalhar com imóveis prontos e em lançamentos na região dos jardins em SP me envia o curriculo no email: loggua@gmail.com

sábado, 22 de dezembro de 2012

Pequenos investidores retornam ao mercado imobiliário, diz diretor da Brasil Brokers

No segundo semestre, lançamentos residenciais mais focados em investidores apresentaram alta velocidade de vendas

Os pequenos investidores do mercado imobiliário residencial voltaram ao setor com mais força neste segundo semestre, disse José Roberto Federighi, diretor da Brasil Brokers SP, durante a sexta edição da Conferência Cityscape Latin America, realizada esta semana em São Paulo.

Segundo Federighi, durante 2011 e início deste ano, os investidores acostumados a comprar geralmente duas ou três unidades por empreendimento, visando a uma valorização futura, haviam recuado. Mas, com a recente implantação da política de corte dos juros no País, informa o diretor, esses investidores retornaram ao mercado com mais poder de compra, acelerando a velocidade de vendas dos imóveis.




"A maioria dos projetos destinada a investidores teve grande sucesso de vendas e velocidade de comercialização acima do normal, como 10 dias ou uma semana", disse o diretor. "Temos exemplo disso em São Paulo, em Santos e no ABC", completou Federighi. Já condomínios para o cliente final têm atualmente 35% das unidades vendidas no lançamento, informou.

Alguns analistas acreditam que a formação de uma bolha imobiliária poderia ser iniciada justamente por conta desses investidores especulativos. Em artigo publicado em janeiro na revista Construção Mercado, o coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (NRE-Poli), João da Rocha Lima, afirmou que entre os "indutores de desarticulação" do mercado está a "forte presença de investidores desinformados, em certos casos também vestidos de especuladores".
Fonte: revista Construção  Mercado pelo site publicidade imobiliaria

Informe:
A BrasilBrokers esta contratando corretores de imoveis para trabalhar em parceria com a venda de imoveis prontos e em lançamentos, é necessario possuir o CRECI definitivo ou estar cursando o TTI ( curso de tecnicas de transações imobiliarias). tratar com o gerente Carvalho

Habitação recebeu R$ 74,7 bi em 2012

Subsídio para baixa renda tem R$ 6,8 bilhões



Para habitação, neste ano, o valor inicial aprovado no orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi de R$ 43,9 bilhões, mas com as suplementações, o FGTS já liberou R$ 74,7 bilhões. Os conselheiros do Fundo aprovaram, no último dia 11, uma nova suplementação de R$ 400 milhões de subsídio para habitação popular ainda neste ano. Assim, os recursos para o apoio à compra de imóvel por famílias de baixa renda passou a ser de R$ 6,8 bilhões.
A área de habitação popular recebeu R$ 36,7 bilhões neste ano. Para saneamento básico, foram destinados R$ 5 bilhões e outros R$ 5 bilhões foram para infraestrutura urbana.
Outras carteiras, como Pró-Cotista e debêntures, receberam um total de R$ 10,3 bilhões, com subsídio de R$ 6,4 bilhões.
Por meio do Fundo de Investimento (FI-FGTS), foram aplicados R$ 11,3 bilhões no ano. O FI-FGTS tem por objetivo proporcionar a valorização das cotas por meio da aplicação de seus recursos na construção, reforma, ampliação ou implantação de empreendimentos de infraestrutura em rodovias, portos, hidrovias, ferrovias, energia e saneamento.
Plano de investimentos do FGTS é coordenado com o PAC
Os valores aprovados no último dia 11 pelo Conselho do FGTS consideram as diretrizes e metas do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) e do programa Minha Casa, Minha Vida, que tem foco nas famílias com renda mensal de até R$ 3,2 mil. Do recurso de subsídio, R$ 5,3 bilhões serão para a produção ou aquisição de imóveis novos dentro das linhas do programa.
O Minha Casa, Minha Vida atingiu a marca de 1 milhão de unidades entregues. O programa contratou também mais 1 milhão de novas moradias o que, somado às unidades entregues, representa R$ 155 bilhões em investimentos. A meta do governo é contratar mais 1,4 milhão de moradias até 2014, o que resultará num montante de mais R$ 85 bilhões em investimentos e um total de 3,4 milhões de unidades contratadas.
O programa já fomentou 1,4 milhão de postos de trabalhos formais, e mais de 2,6 mil empresas contrataram empreendimentos pelo Minha Casa, Minha Vida.

Do site da Secom

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Construção de moradias terá R$ 59,6 bi do FGTS em 2013



  • Recursos devem beneficiar mais de 550 mil famílias, principalmente as beneficiárias do Minha Casa, Minha Vida 
Do total, R$ 5,2 bi vão para saneamento básico e R$ 7 bi para infraestrutura
Construção de moradias terá R$ 59,6 bi do FGTS em 2013Ampliar
A construção de moradias terá um financiamento recorde no orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em 2013: R$ 59,6 bilhões. Para o quadriênio 2012/2016 estão previstos um total de R$ 240 bilhões de recursos do Fundo. A decisão de destinar os recursos foi tomada pelo Conselho Curador do FGTS, na última terça-feira (11). “Os recursos vão beneficiar mais de 550 mil famílias, principalmente as beneficiárias do programa Minha Casa, Minha Vida”, avaliou o presidente em exercício do Conselho,
Luiz Fernando Emediato.
Para a construção das moradias estão previstos R$ 46,4 bilhões, saneamento básico vai receber R$ 5,2 bilhões e a área de infraestrutura terá R$ 7 bilhões. Nas Operações Urbanas Consorciadas - operações que envolvem habitação e infraestrutura - o Fundo vai investir R$ 1 bilhão. “A expectativa é que o aporte possibilite a geração de cerca de 2,7 milhões de empregos no próximo ano”, diz Emediato.
Dos R$ 240 bilhões aprovados para até 2016, R$ 59,6 bilhões serão para 2013. Entre 2014 e 2016 - período em que serão realizadas no país, respectivamente, Copa do Mundo e as Olimpíadas - serão destinados R$ 60,2 bilhões a cada ano.
Programa - Dos recursos para habitação, a maior parte (R$ 36,7 bilhões) será destinada à habitação popular, principalmente aos beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. Ao subsídio às famílias de baixa renda, o Fundo prevê um gasto de R$ 6,4 bilhões em descontos. O Pró-Moradia receberá R$ 1 bilhão e a outros programas não enquadrados como habitação popular estão designados R$ 3,3 bilhões.
Geração de emprego e renda contará com R$ 7 bilhões do FAT
Os programas de geração de emprego e renda financiados com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) receberão no próximo ano R$ 7 bilhões, sendo que R$ 3,5 bilhões são recursos novos e, o restante, reaplicação de recursos. O foco são investimentos produtivos para fomento ao desenvolvimento à micro e pequena empresa, à inovação tecnológica, à agricultura familiar e ao
microcrédito.
O Proger Urbano, que financia linhas de crédito de investimento e capital de giro para micro e pequenas empresas, tem disponível R$ 1 bilhão em recursos para o próximo ano. A expectativa é de que o programa propicie mais de 35 mil operações de crédito.
O FAT Infraestrutura, linha de crédito direcionada a investimento em projetos de infraestrutura e insumos e bens de capital, terá disponível R$ 1,5 bilhão. O FAT Fomentar terá R$ 800 milhões e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), R$ 500 milhões.
Outras linhas beneficiadas com recursos do Fundo foram o FAT Inovação, com R$ 240 milhões; o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado, que receberá R$ 350 milhões, além do FAT Turismo, com R$ 650 milhões, e o FAT Taxista, com R$ 150 milhões, ambas como financiamento a atividades ligadas à realização da Copa do Mundo em 2014.

Do site da Secon
Crédito: Divulgação/Ministério das Cidades 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Construtoras terão R$ 2 bilhões para capital de giro

Esta nova nova linha de crédito será operada pela Caixa.



Empresas de construção com faturamento de até R$ 50 milhões anuais terão uma nova linha de crédito de R$ 2 bilhões da Caixa Econômica Federal para capital de giro. O limite, que será recomposto automaticamente, é de até R$ 100 mil (Garantia de Aval Limite) e de R$ 100 mil a R$ 1 milhão (com garantias reais). O prazo é de até 40 meses, com taxa de 0,94% ao mês para todos os prazos e clientes. “Essa linha vai baratear os custos para o período de construção, com uma liberação antecipada do capital de giro, a uma taxa de juros pequena”, explicou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao anunciar nessa terça-feira (4) o novo produto bancário como parte das medidas de estímulo ao setor de construção.
Com a linha, além de financiar o consumidor de crédito para a casa própria, a Caixa passa a incentivar projetos de construção de pequenas e médias empresas. Desde o lançamento do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), em 2009, a Caixa multiplicou por 23 o volume de crédito contratado (veja gráfico) para a construção da casa própria. Pelo programa, já foram contratados, até 28 de novembro deste ano, 1,06 milhão de novas unidades habitacionais, representando mais de R$ 74 bilhões em investimentos diretos (subsídios e financiamentos). Além desse volume, propostas para construção de mais 300 mil novas moradias estão em análise na Caixa. Até 2014, a previsão é de contratação de mais 1,4 milhão de moradias, envolvendo recursos diretos da ordem de R$ 85 bilhões.



Programa - Os resultados do MCMV foram apresentados em cerimônia no Palácio do Planalto nessa terça-feira (4). No evento, foi assinado contrato para construção do Residencial Paranoá Parque, localizado na região administrativa do Paranoá (DF) e composto por 6.240 apartamentos de 46,22 m², distribuídos em 390 blocos de quatro pavimentos. Para esse empreendimento, estão sendo destinados R$ 405 milhões, além de R$ 43 milhões para obras de infraestrutura externa.
Na ocasião, 1.382 famílias receberam as chaves de suas moradias em eventos no Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Sul. Foi feita a entrega das chaves do Residencial Minha Santa, em Macaíba (RN), do Residencial Mangueira II, no Rio de Janeiro (RJ), do Residencial Malta, em São Leopoldo (RS) e do Residencial Sítio Angico, na zona rural de Bom Conselho, em Pernambuco. Os empreendimentos nessas quatro regiões tiveram um investimento de R$ 59 milhões.
Eventos paralelos ocorreram em Goiás, Amazonas, Ceará, Alagoas, São Paulo, Santa Catarina e Espírito Santo para assinatura de um total de mais de 15 mil contratos. Apenas nessa terça-feira, foram inauguradas obras de seis empreendimentos pelo Brasil, totalizando 2.871 unidades habitacionais.
Moradias - Por meio do programa, as famílias podem ser atendidas com 100% de recursos do Orçamento Geral da União (OGU), adquirindo imóveis com condições dignas de moradia, comprometendo 5% da renda familiar (com parcela mínima de R$ 25 por mês) para pagamento de 120 prestações mensais. Os subsídios chegam a ultrapassar 90% do valor do imóvel.


“É muito bom quando você tem um lar, que você pode deitar sossegadinho, sem chuva, sem se incomodar se vai cair uma parede”, diz a lavradora Teresa Lopes da Silva, 50, do Assentamento Lagoa, em Curralinhos (PI). “Porque quando é de taipa e dá uma chuva grande, você vai se levantar no outro dia e já vai ajeitar a parede que caiu. Fiquei muito mais tranquila agora”, conta.

Do site daSecom em 04/12/2012 19:10hs






Minha Casa, Minha Vida entrega 1 milhão de moradias




Esta semana o governo anunciou mais de 1 milhão de moradias foram entregues pelo MCMV.

54% dos beneficiados têm renda abaixo de R$ 1,6 mil

O Minha Casa, Minha Vida (MCMV) completou a construção de um milhão de moradias, que beneficiam 3,3 milhões de brasileiros - 54% deles têm renda mensal bruta de até R$ 1,6 mil. O anúncio foi feito, nessa terça-feira (4), pelo governo federal em cerimônia de entrega de chaves a beneficiários. Criado em 2009, o programa visa atender aos que não possuem residência própria e nem recursos para adquirir uma moradia digna. Outro objetivo é estimular o emprego e a atividade do setor de construção civil, que ampliou sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) durante o andamento do MCMV (veja gráfico).



Apenas no primeiro semestre de 2012, o MCMV levou a uma ampliação de 0,8% no PIB e garantiu 1,4 milhão de empregos diretos formais, o que representa 3% da força de trabalho do país. Até agora, já foram investidos mais de R$ 155 bilhões para a contratação de 2 milhões de moradias. Os recursos incluem subsídios do governo federal, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), contrapartidas do poder público local, recursos próprios dos beneficiários e empréstimos dos agentes financeiros.



Até 28 de novembro deste ano, o programa contratou 2 milhões de unidades habitacionais em todo o território nacional. A meta é chegar a 3,4 milhões de contratações até o fim de 2014. Cerca de 2,6 mil empresas contrataram empreendimentos pelo MCMV.
Construção - A demanda por materiais e serviços de construção relacionados diretamente ao MCMV chegou a cerca de R$ 16,3 bilhões, em 2011, devendo ultrapassar a marca de R$ 20 bilhões neste ano.
O setor da construção que tinha 5% dos postos de trabalho com carteira assinada em 2009 passou para 24,1% em 2011 e no primeiro semestre de 2012 representa 31,5%. As oportunidades de emprego são em todas as regiões do país. A indústria da construção civil responde por 7,7 milhões de empregos diretos e gera uma massa salarial de R$ 31 bilhões e uma receita bruta anual para a União de R$ 171 bilhões.

O setor da construção civil recebeu novas medidas de estímulo à atividade produtiva, como a desoneração na folha de pagamento. O setor desembolsa atualmente R$ 6,28 bilhões com pagamento de 20% da folha ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Com a mudança, passará a pagar 2% do faturamento bruto o que significará R$ 2,85 bilhões a menos e também mais prazo para honrar o tributo porque o faturamento só ocorre ao final da construção.
Outra medida é a redução da alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) da construção civil, de 6% para 4% sobre o faturamento - o que terá um impacto anual estimado de R$ 411 milhões em 2013. No caso de projetos residenciais de interesse social, cuja alíquota pelo RET é de 1% sobre o faturamento, será ampliado o valor máximo do imóvel de R$ 85 mil para R$ 100 mil. Essa ampliação do limite permitirá incluir mais empreendimentos e terá um impacto anual estimado de R$ 97 milhões no próximo ano.

Como ter acesso ao Minha Casa, Minha Vida


Para ter acesso ao MCMV, as famílias que recebem até R$ 1,6 mil devem se inscrever junto às prefeituras dos municípios onde residem e aguardar o resultado das seleções, que são feitas com base nos critérios estabelecidos pelo Ministério das Cidades e pelo próprio município.
Para famílias com renda acima de R$ 1,6 mil, os interessados devem procurar diretamente as construtoras, que comercializam imóveis enquadrados no programa


Do site da Secom em 04/12/2012 19:14hs

Comentario: Imoveis a preços populares, entenda-se por preços populares hoje na região metropolitana de São Paulo algo em torno do valor R$ 170.000,00  o que for lançado vende.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Onde investir pouco dinheiro?


Voce pode investir até R$ 10 mil?

Fundo imobiliário, ações, CDB, Tesouro e até debêntures podem dar bons retornos para quem recebeu restituição do IR, adiantamento do INSS ou, simplesmente, conseguiu poupar



Getty Images
Títulos atrelados à inflação. fundos imobiliários e de índices de ações são opções para até R$ 10 mil
Se antes era difícil juntar dinheiro para investir, agora, o que dá trabalho é encontrar opções simples, seguras e rentáveis para aplicar pequenas somas de dinheiro. Com a queda dos juros, a poupança deixa de ser atrativa. Mas especialistas mostram que há alternativas para quem recebeu a restituição do Imposto de Renda, o adiantamento do INSS ou que, simplesmente, conseguiu se organizar para começar a poupar. Fundos imobiliários, ações, CBD, alguns títulos do Tesouro Direto e até mesmo debêntures têm bons retornos para quem tem até R$ 10 mil para aplicar.
Na opinião de sete especialistas em investimentos para pequenos investidores consultados pelo iG , uma boa pedida é misturar produtos financeiros renda fixa com um pouco de renda variável. “Em todo país que teve uma mudança na taxa de juros, para baixo, como está acontecendo no Brasil, a renda variável dobrou em quatro ou cinco anos. O investidor busca rentabilidade, e aqui não está sendo diferente,” diz Pedro Galdi, analista da SLW Corretora.
Uma das opções é montar uma carteira de investimentos que misture títulos do Tesouro Direto com ações ou fundos de ações. Outra possibilidade é mesclar CDBs com fundos imobiliários.
Leia mais: Investimentos isentos de IR ganham espaço com os juros em queda
Tesouro com ações
Neste caso, se o prazo de investimento for mais curto, os títulos prefixados oferecidos pelo Tesouro são mais interessantes, diz Fabrício Tota, gerente de homebroker da Socopa Corretora. Quem tem mais tempo para o dinheiro render pode optar por uma NTN-B principal, que acompanha a inflação e não paga bônus semestrais. “Independente do que acontecer, o poupador vai ter um rendimento real, ou seja, acima da alta dos preços,” diz Tota. Flávio Guarino, responsável pelos canais eletrônicos de investimento da Votorantim Corretora, diz que este papel também permite que o investidor pague o imposto apenas na hora do resgate final e, quanto mais tempo, menor a taxa.
Do lado da renda variável, é possível investir em algumas ações isoladamente, ou em fundos que misturem um grupo de papéis. Quem preferir a primeira opção pode misturar companhias maiores e mais sólidas com algumas menores, que podem ser favorecidas pelo crescimento do Brasil. As sugestões de Pedro Galdi, da SLW, considerando uma disponibilidade de R$ 10 mil, são papéis de Vale, Gerdau, Itaú Unibanco, Brazil Foods, Iochpe Maxion e Droga Raia - “sempre pensando no longo prazo,” acrescenta. Esta escolha, entretanto, pode ter custos elevados para o investidor, que terá que pagar taxas de corretagens para cada negócio feito, além da custódia. Além disso, o investidor tem que estar preparado para suportar fortes oscilações.
MAIS :  Poupança rende 5,25% ao ano
Também: Caixa lança fundo de investimento em infraestrutura sem IR
Por isso, surgem como opções os fundos de ações e também os chamados ETFs (sigla em inglês para Exchange-traded Funds), que são fundos que acompanham índices de ações. Entre os fundos de ações, Sinara Policarpo, superintendente de investimentos do Santander, destaca aqueles que aplicam em companhias de infraestrutura e nas chamadas “small caps”, que são empresas médias e um pouco menores. Na opinião dela, o momento da economia brasileira favorece estes produtos. Nestes casos, o investidor paga taxas de administração pelo trabalho de gestão das carteiras.
Já os ETFs, que são negociados na bolsa de valores, não têm a cobrança da taxa do administrador. Algumas opções recomendadas são as que acompanham o Ibovespa (BOVA11) e as empresas médias (SMALL11). Apesar de a liquidez ser menor do que a da poupança e a de algumas ações, o mercado está crescendo e os agentes maiores estão garantindo movimento, o que possibilita mais facilmente as entradas e saídas do pequeno investidor, segundo Tota, da Socopa.
Veja ainda:  Tem planos para o futuro, e está preocupado com a inflação?
A economia de escala é a principal vantagem dos fundos de ações setoriais e dos ETFs, completa Ricardo Rocha, professor de finanças do Insper. “Ficaria muito caro para o investidor replicar o investimento nas mesmas ações,” diz.
Outra opção com um pouco mais de risco são os fundos multimercado, nos quais o gestor tem maior liberdade de atuação e pode aplicar também em moedas e outros tipos de produtos mais complexos. “Quem quiser experimentar essa modalidade tem que pesquisar um pouco mais, verificar quais as características do fundo,” diz Ricardo Rocha, do Insper. Além disso, é preciso saber quais corretoras e bancos têm aplicações mínimas que cabem dentro da disponibilidade de R$ 10 mil. “E qualquer taxa de administração acima de 1% já pode ser considerada muito alta,” completa o professor.
 
Veja também: Onde investir com a queda dos juros
CDB com fundos imobiliários
O Certificado de Depósito Bancário (CDB) também é opção interessante para a porção de renda fixa da carteira do investidor. Quando o cliente tem mais tempo para deixar o dinheiro rendendo, consegue negociar um retorno maior com o banco ou a corretora. Em geral, grandes instituições bancárias oferecem rentabilidades mais baixas, enquanto os menores pagam mais. No Santander, por exemplo, o investidor consegue 101% do CDI se ficar pelo menos dois anos. Em instituições menores, pode conseguir 110% ou 115%. É o caso do Banco Paulista, que vende seus títulos por meio da Socopa Corretora.
Em qualquer caso, o risco do CDB é o da quebra do banco, mas há garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para até R$ 70 mil. Flávio Guarino, da Votorantim Corretora, lembra, entretanto, que esse dinheiro não é devolvido ao investidor de uma hora para outra. “Se o investidor precisar do dinheiro, pode ser que tenha que esperar o processo de liquidação da instituição.”
Veja ainda:  Era dos títulos públicos com retorno superior a 10% está acabando
Para tentar turbinar um pouco a carteira que já tem CDBs, um complemento pode ser o fundo imobiliário, na opinião dos especialistas. Flávio Guarino, da Votorantim Corretora, comenta que há opções no mercado atualmente que oferecem uma garantia de 9% ao ano para quem aplicar R$ 5 mil. O risco do investidor é o da qualidade da carteira do fundo. Por isso, o ideal é saber qual o perfil do fundo. “Se estiver ligado a um imóvel de um banco grande, por exemplo, dá para saber que a segurança é maior,“ diz o analista.
Outro cuidado é com a liquidez. Apesar de este mercado ter crescido bastante, o investidor deve saber que pode não conseguir se desfazer de sua cota rapidamente. Já a principal vantagem, segundo Guarino, são os rendimentos que o investidor pode receber mês a mês, como se tivesse um imóvel alugado.
Também:  Investidor pode ter nova opção de fundo para aplicar no mercado imobiliário
LCI e Debêntures
Há ainda outros produtos financeiros que podem incrementar as carteiras acima, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI). Apesar de terem exigências de aplicações mínimas mais altas, algumas corretoras de valores oferecem cotas de até R$ 10 mil. “Estes títulos são uma alternativa para quem tem horizonte de longo prazo para a aplicação,” diz o consultor financeiro Mauro Calil, gerente geral do Instituto Nacional de Investidores (INI). Assim como os fundos imobiliários, esses títulos também têm isenção de imposto de renda para o investidor, o que vem sendo um atrativo. Calil lembra, entretanto, que antes de comprar o investidor sempre deve avaliar se a aplicação tem um prazo que atenda seus objetivos.
Os bancos também podem oferecer aos seus clientes a opção de comprar debêntures, que são títulos de dívida de companhias. Mais distantes dos investidores, essas aplicações estão no radar das autoridades, que pretendem facilitar a negociação, comenta Guarino, da Votorantim. Por enquanto, a orientação é para que o investidor busque informações sobre a empresa antes de comprar, para saber se é sólida. Além disso, os prazos para resgate podem ser mais longos, o que exige planejamento.

Olivia Alonso - do iG São Paulo |

sábado, 24 de novembro de 2012

Projovem urbano atende 104,8 mil alunos com aulas de educação formal e profissionalizante

Matriculados são de 309 municípios


Além das aulas, jovens se integram em atividades culturais e comunitárias Em 309 municípios do País, 104,8 mil alunos estão matriculados para a edição de 2012 do Programa Nacional de Inclusão de Jovens, o Projovem Urbano.




Nos próximos 18 meses, esses jovens de 18 a 29 anos terão acesso a uma formação integral, a partir da efetiva associação entre a elevação da escolaridade, qualificação profissional e a promoção de experiências de atuação social na comunidade. A elevação da escolaridade se dá por meio da conclusão do ensino fundamental e da qualificação profissional com a certificação de formação inicial. A partir deste ano, o programa amplia a base territorial de atendimento aos
municípios de população igual ou superior a 100 mil habitantes, além de possibilitar a oferta de atendimento educacional especializado e a contratação de tradutor e intérprete da língua brasileira de sinais (libras) para turmas específicas. O programa também vai oferecer salas de acolhimento para crianças até oito anos, filhos de estudantes do Projovem Urbano. É uma forma de garantir a permanência nos estudos de jovens que deixam de frequentar as aulas por não ter com quem deixar os filhos.
O programa conta neste ano com 4.032 educadores. Outros 906 educadores foram contratados para as salas de acolhimento.
Articulação - Desde 2011, o Projovem Urbano é desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, na modalidade de educação de jovens e adultos.
A execução cabe às secretarias municipais e estaduais de educação. Seu funcionamento está articulado a políticas de juventude e demais iniciativas educacionais, como o Brasil Alfabetizado, o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja) e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
 Encontro - Na semana passada, o 3º Encontro Estadual do Projovem Urbano reuniu, em Olinda (PE), 1,5 mil estudantes que há quatro meses frequentam as aulas do programa. Durante o evento, sob o tema Projovem Urbano e Trabalho Decente: Trajetórias e Desafios, foram apresentadas aos jovens as possibilidades e as oportunidades de inserção no mercado de trabalho a partir da qualificação profissional.
Segundo o coordenador do programa em Pernambuco, Genilson Marinho,

o objetivo do encontro foi integrar os estudantes de todos os setores do estado. “É importante mostrar a eles as possibilidades futuras de trabalho que os estudos proporcionam”, disse. De acordo com Marinho, o estado vai oferecer, em 2013, mais 7 mil vagas e, com isso, dobrar o número de beneficiados. “Ações como essa fazem a diferença para os estudantes e os motivam a seguir em frente”.

por Secom em 14/11/2012 19:23hs


Crédito: Luciana Ferry/Projovem-urbano

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Haddad vai rever Nova Luz e 'congelar' Faria Lima


O prefeito eleito Fernando Haddad (PT) vai modificar as desapropriações previstas no projeto da Prefeitura planejado desde 2005 para revitalizar a região do centro de São Paulo conhecida como cracolândia. O futuro governo também sinalizou que vai parar de liberar novos prédios, por meio da venda de Cepacs (Certificados de Potencial Construtivo), nas regiões das Avenidas Brigadeiro Faria Lima e Jornalista Roberto Marinho. As duas ações fazem parte do pacote de reforma urbana que Haddad promete encaminhar à Câmara Municipal no primeiro semestre do ano que vem. O Nova Luz, bandeira da gestão José Serra/ Gilberto Kassab, prevê, entre outras ações, transferir a gestão de 45 quadras do bairro da Luz à iniciativa privada, além de desapropriar e demolir 50% da área compreendida no perímetro formado pela Rua Mauá e as Avenidas São João, Ipiranga, Cásper Líbero e Duque de Caxias. O objetivo de Kassab era levar 15 mil novos moradores para a região. Haddad quer agora ouvir moradores e comerciantes da Rua Santa Ifigênia, contrários ao projeto, para enviar as modificações para aprovação da Câmara Municipal. Em agosto, durante a campanha, o prefeito eleito já havia se comprometido com lojistas da área a "acabar com o pesadelo" que consta no projeto atual. O petista quer um "novo desenho" para a proposta, com o fim da maior parte das desapropriações previstas para moradores e comerciantes da região. As modificações no Nova Luz serão encaminhadas ao Legislativo no primeiro semestre. A equipe de transição aguarda desde quinta-feira uma lista de desapropriações em curso no governo. O projeto aprovado em 2009 pela Câmara que autorizou a concessão urbanística do bairro da Luz já sofreu 16 impugnações na Justiça e o edital de sua licitação, estimada em R$ 1,1 bilhão, ainda não tem previsão para publicação. O projeto executivo que vai nortear as obras está sendo elaborado desde o início de 2011, ao custo de R$ 12 milhões, por um consórcio de empresas. A remodelação do projeto Nova Luz é uma das poucas certezas já trabalhadas pela equipe de transição de Haddad. Isso porque até advogados da Prefeitura já consideram "inviável" o projeto em curso, alvo de ações do Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico e Aparelhos Eletrodomésticos no Estado de São Paulo (Sincoelétrico), em nome de 62 mil comerciantes da região, e pela Câmara de Dirigentes Lojistas da Santa Ifigênia (CDL). Desde 2008, as duas entidades promoveram 17 protestos contra a proposta, com o fechamento das lojas do maior polo comercial do País de produtos eletrônicos. Para os advogados do governo, a batalha de liminares jogou o projeto em um "limbo jurídico" difícil de ser revertido. Operações urbanas No caso das operações urbanas na Faria Lima e na Água Espraiada, integrantes da transição entendem que o futuro governo está obrigado a preservar o direito adquirido de quem já comprou Cepacs - títulos que permitem construir imóveis acima da metragem permitida pela lei de zoneamento -, mas avaliam que a tendência é de que o governo não permita a venda de novos títulos, uma vez que consideram que as duas regiões estão saturadas. Em abril, a Prefeitura regulamentou uma lei que liberou a construção de mais prédios na região da Faria Lima, uma das áreas mais valorizadas de São Paulo, onde o metro quadrado custa mais de R$ 10 mil. Mas a Comissão de Valores Mobiliários (CMV), órgão do governo federal que regula as operações na Bolsa de Valores de São Paulo, decidiu barrar a operação. Duas semana atrás, a operação foi autorizada, mediante algumas condições, mas a Prefeitura ainda não vendeu nenhum título.
Fonte: Estadão, 07 nov. 2012

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Valorização de imóvel na planta pode surpreender comprador


Os preços dos imóveis comprados na planta são corrigidos pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) e podem variar de R$ 20 mil a R$ 30 mil entre a assinatura do contrato e a entrega das chaves Comprar um imóvel na planta muitas vezes é mais barato do que adquirir uma unidade nova ou até mesmo usada. O que pouca gente sabe, no entanto, é que esse preço pode mudar entre a assinatura do contrato e a entrega das chaves. Isso acontece porque, durante a obra, o valor do imóvel pode ser reajustado mensalmente pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que nos últimos dois anos se manteve em aproximadamente 7,6% ao ano (em 2012, até outubro, o INCC anual está em 6,7%). Com isso, o valor da unidade na hora da entrega pode ser de R$ 20 mil a R$ 30 mil mais alto do que no momento da assinatura do contrato, afirma João Bosco, assessor jurídico da Associação de Mutuários de São Paulo (Amspa). Esse mecanismo faz com que a valorização - que deveria favorecer o comprador, pois aumenta o preço de venda do imóvel - se torne um pesadelo para quem não é informado corretamente sobre a correção. Foi o que aconteceu com o designer gráfico Lucas Piovesan, que comprou um apartamento em Sorocaba, interior de São Paulo, por R$ 250 mil. Após pagar R$ 30 mil, ele descobriu que o saldo era maior do que no ato da compra. "Paguei a entrada, um ano e meio de prestações e uma das anuais. Quando fui ver o extrato com a construtora ainda faltavam R$ 270 mil para eu quitar", conta Piovesan. O designer diz que a construtora responsável pela obra não informou em nenhum momento no ato da compra sobre o valor acrescido pelo INCC. E pior: exigiu que a diferença fosse quitada à vista, no momento da entrega das chaves. Não havia nada que Piovesan pudesse fazer em relação ao acréscimo no preço: a correção pelo INCC é absolutamente legal. O mesmo, no entanto, não pode ser dito da forma como a construtora exigiu o valor devido. Segundo João Bosco, da Amspa, esse reajuste tem que ser diluído nas demais parcelas do financiamento, e não cobrado à vista. "Quem está nessa situação tem que pedir imediatamente ao banco para que o valor seja distribuído nas prestações faltantes. Caso isso não ocorra, o comprador tem que entrar na justiça para conseguir as chaves e depois ver como vai pagar", diz Bosco. O assessor jurídico da Amspa afirma que essa situação é muito comum. Segundo ele, geralmente os contratos só informam que haverá reajustes, mas não explicam como o mutuário vai ter que lidar com esse novo valor. "No contrato tem que estar claro os valores a serem pagos, não podendo haver reajustes nas parcelas intermediárias parcelas cobradas periodicamente, superiores às prestações mensais. As únicas que podem sofrer reajustes são as prestações mensais e a parcela da entrega das chaves", explica o assessor. Lucas Piovesan não concordou com o aumento do preço do imóvel e pediu o cancelamento do contrato. Agora espera na justiça a devolução de parte do dinheiro. "Dos R$ 30 mil que paguei queriam devolver apenas R$ 8 mil. Entrei na justiça e já ganhei na primeira instância, mas estou sem meu dinheiro e sem apartamento", lamenta o designer. Dados da Associação de Mutuários apontam que tramitam na justiça mais de um milhão de processos referentes à compra da casa própria. Para mais informações, entre em contato com a Associação de Mutuários de sua cidade. Essas organizações ajudam a protocolar processos e auxiliam o comprador a obter informações sobre o negócio.

Fonte: Terra, 07 nov. 2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Empresas apostam em imóveis customizados

Construtoras, incorporadoras e imobiliária oferecem serviços personalizados para atender as necessidades mais pontuais de cada cliente.



Foto: Shutterstock

Uma das grandes tendências do mercado imobiliário hoje é a customização. Cada vez mais, as empresas buscam oferecer produtos e serviços feitos sob medida para cada tipo de comprador.
Algumas empresas permitem que o cliente escolha para seu apartamento uma planta aberta, que pode ser moldada conforma à necessidade; outras abrem a possibilidade de o interessado optar pelo tipo de revestimento que será utilizado, antes da entrega das chaves; uma incorporadora oferece até prédios que se adaptam ao urbanismo do entorno; e uma corretora trabalha só com imóveis voltados para perfis específicos.
Veja as ideias de algumas empresas para satisfazer as necessidades de cada cliente.
Arquitetura aberta
O serviço de customização mais conhecido do mercado é oferecido pela incorporadora MaxCasa, que criou a linha MaxHaus. Esses empreendimentos se baseiam em um conceito chamado ArquiteturaAberta®, que permite ao proprietário personalizar a planta de seu apartamento, escolhendo a quantidade e a disposição dos cômodos.

Foto: Divulgação
Nos empreendimentos da linha MaxHaus o cliente escolhe a quantidade de cômodos e sua disposição. Além disso, chão e teto podem ser personalizados ao gosto do freguês, o que evita quebra quebra na hora da reforma

"Ao contrário das plantas convencionais, o conceito de ArquiteturAberta permite que o produto se adapte às necessidades do morador e evite insatisfação com reformas e custos indesejados. O comprador recebe um espaço totalmente em branco, sem divisórias, proporcionando total flexibilidade para mudar o desenho da planta, expressando a decoração e arquitetura da época", explica Luana Rizzi, diretora de marketing da MaxCasa.
A gerente de contas Patrícia de Fátima Carvalho, 47 anos, afirma que as várias opções de planta disponíveis permitiu que ela escolhesse um apartamento com o número de cômodos e com a configuração interna que desejava.
"O apartamento vem com poucos acabamentos, o que possibilita uma obra menor e mais barata na hora de instalar os revestimentos escolhidos por mim, e não previamente pela construtora", explica Carvalho.
Materiais à la carte
A escolha dos materiais que serão utilizados em um apartamento é o grande diferencial oferecido pela construtora e incorporadora Gafisa. A empresa criou o serviço de Personal Line, que visa customizar o imóvel antes da entrega das chaves, evitando reformas posteriores.


Foto: Divulgação
 Os empreendimentos da Gafisa permitem que o cliente escolha antes da entrega das chaves os materiais que deseja no imóvel, como revestimento, metais e até mesmo automação, evitando reformas posteriores

Os projetos da Gafisa também apresentam diferentes opções de plantas, mas o mais interessante é que o cliente pode escolher os materiais que serão utilizados na obra, desde pisos e revestimentos das áreas frias até cubas, metais e bancadas, e outros itens que interferem na decoração e na praticidade dos ambientes.



"O cliente pode personalizar sua unidade ainda na etapa da obra, o que gera comodidade e praticidade. O consumidor é atendido por um arquiteto que o auxilia na definição da planta e dos acabamentos", explica Katia Varalla, diretora de desenvolvimento de produto da Gafisa.

O processo de customização começa durante a construção do imóvel, dentro de limites e prazos que respeitam as normas de segurança para viabilização do empreendimento, e é acompanhado por uma equipe de arquitetos especializados. Assim, a unidade é entregue com todas as alterações e soluções instaladas, pronto para morar e do jeito que o cliente gostaria.

Integração com a comunidade

A incorporadora Idea!Zarvos leva tão a sério a ideia de imóvel customizado que o conceito não se restringe ao interior dos apartamentos.
Além de criar projetos que permitem reconfigurar com facilidade a área interna de cada unidade, os empreendimentos da empresa buscam se adaptar da melhor maneira possível ao seu entorno.
Por um lado, ¿a ideia é que as pessoas possam, ao longo dos anos, alterar a planta de acordo com a sua necessidade¿, explica o empresário Otávio Zarvos, fundador da incorporadora. Por outro, afirma Zarvos, antes que um projeto seja pensado é feita uma avaliação da região, para que o prédio se insira da forma mais natural possível nos aspectos urbanos do bairro.

"Os moradores das ruas em que atuamos gostam muito do resultado, pois integramos o prédio ao bairro, ou seja, criamos soluções que unem o projeto à comunidade local, por meio de medidas simples, como a criação de um jardim em frente do prédio aberto para todos da rua", diz o empresário.

Boutique de imóveis

E não são só as incorporadoras que buscam atender as demandas específicas de cada cliente. Depois de trabalhar por anos no mercado imobiliário o empresário Marcelo Montoro identificou a necessidade de oferecer um serviço de corretagem mais exclusivo, voltado para compradores especiais. Foi assim que, há quatro anos, ele fundou a Marcelo Montoro ¿ Imóveis Diferenciados, corretora que ele considera uma "boutique de imóveis".



"Ajudamos nossos cliente a encontrar o imóvel ideal sem cobrar nada a mais por isso. Temos no momento em nossa carteira apenas 100 unidades, que foram selecionadas pela nossa equipe", explica o empresário.

Segundo Montoro, há duas condições para o imóvel entrar em sua carteira: a localização e algum ¿diferencial¿. Por um lado a casa ou apartamento precisa estar em bairros da Zona Oeste, como Pinheiros, Alto de Pinheiros, Vila Madalena, Jardim Paulista, Jardim América, Jardim Paulistano e Itaim Bibi e Higienópolis, no Centro. Por outro, tem que ter uma vista espetacular, ser vintage, ter um projeto assinado por um arquiteto renomado ou ser decorado por um profissional famoso.

"Um imóvel antigo e espaçoso, onde existe um potencial interessante, também pode fazer parte da nossa carteira. Além dos requisitos estruturais, ajudamos a achar a melhor localização. Claro que não dá para atender todos os requisitos, mas garanto que chegaremos perto", promete Montoro.

Do site Terra

A grande Boutique de imóveis é nossa
Se voce procura imóvel, temos mais de 50.000 imóveis cadastrados a sua disposição, faça a sua consulta


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Vila Madalena tem valorização imobiliária de mais de 500%


A valorização do imóvel esta diretamente relacionada aos benefícios da expansão do Metrô.


O preço do metro quadrado de um apartamento de dois quartos na Vila Madalena subiu mais de 500% em nove anos. Foto: Niels Andreas/PrimaPagina/Divulgação

O preço do metro quadrado de um apartamento de dois quartos na Vila Madalena subiu mais de 500% em nove anos
Foto: Niels Andreas
Divulgação

O bairro paulistano de Vila Madalena nunca esteve tão valorizado. Dados fornecidos pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP) mostram que o valor do metro quadrado de um apartamento de padrão médio, com dois quartos e uma ou duas vagas na garagem, com até sete anos, teve um aumento de 526,75% nos últimos nove anos. Em agosto de 2003, custava R$ 1.230. Em agosto de 2012 passou a custar R$ 7.709.

Para Sueli Pacheco, proprietária da imobiliária Pacheco, que há 40 anos comercializa imóveis na região da Vila Madalena, esse aumento notável no preço do metro quadrado se deve às melhorias realizadas no bairro, como a chegada do Metrô.

"Nesses últimos anos a procura, que já era grande, cresceu mais. A chegada do Metrô foi fundamental, mas a mídia ajuda a ressaltar as características tradicionais do bairro oferece, atraindo novos moradores", diz Pacheco.

A empresária ressalta que as atrações do bairro, como a agitada vida noturna e a relação estreita com as artes, chamam a atenção de jovens, entre 30 e 45 anos, que procuram um imóvel na região por conta da proximidade com a avenida Paulista e com a Universidade de São Paulo (USP). Segundo Sueli, quem está interessado em comprar um apartamento de dois ou três quartos no bairro deve estar disposto a pagar pelo menos R$ 400 mil.

"Quem não tem condições de morar na Vila Madalena vai para bairros como o Butantã, mas se queixando, já que na verdade gostaria de morar aqui", explica a empresária.

E Sueli tem uma má notícia para quem gosta de casas e sobrados: "É praticamente impossível comprar uma casa no bairro. As que existem estão ocupadas por estabelecimentos comerciais, e outras logo são compradas por construtoras para construírem prédios".

Em relação à segurança, Sueli Pacheco não tem dúvida: "Aqui você sai na calçada e não tem ladrão, tem festa, tem samba, tem vida".

Artigo reproduzido do site Terra


Comentário meu: 
Este final de ano teremos vários lançamentos imobiliários na cidade de São Paulo, quem esta pensando onde investir o dinheiro deveria levar em conta que ainda teremos valorização dos imoveis e a facilidade de pagamento ao comprar imóvel na planta torna o negocio muito interessante, faça sua consulta no site da BrasilBrokers

Estamos contratando corretores de imoveis para trabalhar nos jardins com imoveis de alto padrão.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Programa Minha Casa Minha Vida Rural

“O Minha Casa, Minha Vida Rural subsidia mais de 90% do valor da construção da moradia ou da reforma do imóvel rural, respeitando as características regionais.” por Secom em 06/11/2012 19:14hs


Do CONVERSA COM A PRESIDENTA
O Censo da Educação Superior mostrou mais negros entrando nas faculdades. Sou negra, professora e isso muito me alegra. O que quero saber é a que a presidenta atribui esse aumento e se a Lei de Cotas irá contribuir para que ainda mais negros possam ter curso superior.

Carolina Silva de Alencar, 35 anos, professora de Porto Alegre (RS)

Presidenta Dilma - Carolina, nós estamos ampliando o acesso dos negros ao ensino superior. Em 1997, apenas 4% da população de negros e pardos com idades entre 18 e 24 anos frequentava ou já haviam concluído o ensino superior. Em 2004, esse número subiu para 10,6% e, em 2011, chegou a 19,8%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Contribuíram para isso o aumento de vagas em instituições federais de ensino superior e a política de cotas implantada por muitas delas. Também foi decisivo o Programa Universidade para Todos (Prouni), que permitiu o ingresso de 535.804 pardos e negros em escolas particulares, 48,9% do total de bolsistas do programa. Agora, com a Lei das Cotas, que sancionei no dia 29 de agosto deste ano, aprofundaremos esse processo nas escolas federais. A Lei assegura, inicialmente por dez anos, que metade das vagas em universidades federais seja ocupada por quem estudou todo o ensino médio em escola pública. Essa cota respeitará a proporção de negros, pardos e indígenas identificada no Estado pelo último censo demográfico do IBGE. Metade desta cota será para estudantes com renda familiar de até 1,5 salário mínimo por pessoa. A lei será implementada ao longo dos próximos quatro anos e valerá para as 59 universidades federais e 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia.
Pode se tornar realidade o meu sonho de morar em uma casa decente, já que vivo na Zona Rural em uma casa de adobe antiga e toda quebrada?


Antonio Santos, 18 anos, estudante do curso técnico em agropecuária, de Licínio de Almeida (BA)

Presidenta Dilma - Sim, Antônio, o seu sonho pode se tornar realidade, por meio do programa Minha Casa, Minha Vida Rural, que atende agricultores e agricultoras brasileiros com renda anual máxima de R$ 15 mil e também aqueles que possuem a Declaração de Aptidão (DAP) ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O Minha Casa, Minha Vida Rural subsidia mais de 90% do valor da construção da moradia ou da reforma do imóvel rural, respeitando as características regionais. Em todo o País, o programa já firmou contratos para 43.855 unidades habitacionais no meio rural. Desde 2009, apenas no Nordeste, foram construídas 9.591 moradias com esse perfil, sendo 367 na Bahia. Para participar, você deve procurar uma entidade organizadora local, que pode ser uma cooperativa, uma associação, o sindicato de trabalhadores rurais ou a prefeitura. Você também pode obter mais informações na agência da Caixa Econômica Federal de sua cidade. Com o Minha Casa Minha Vida, Antonio, estamos realizando o sonho da casa própria de milhões de famílias brasileiras, nas áreas urbanas e rurais.

Meus pais são agricultores e eu quero seguir o mesmo caminho depois de me formar na faculdade. Mas vi meus pais sempre lutando contra as dificuldades. O seu governo pretende ajudar para que a gente faça a nossa vida no campo?

Jamilson Heleno Schwartzkopf, 21 anos, estudante de Umuarama (PR)

Presidenta Dilma - Jamilson, temos trabalhado para melhorar cada vez mais a vida dos agricultores e para estimular a permanência dos jovens no campo. Cerca de 31 mil jovens rurais sem-terra, filhos de agricultores familiares ou alunos de centros de formação agrotécnica, com idade entre 16 e 28 anos, por exemplo, já recorreram ao Selo Nossa Primeira Terra para comprar sua propriedade. O Selo, que é um braço do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), já investiu R$ 632 milhões nessas operações. O Pronaf-Jovem, parte do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar destinado a agricultores de 16 a 29 anos, teve o limite de financiamento ampliado de R$ 12 mil para R$ 15 mil, com carência de três anos, 10 anos para pagar, e juros de apenas 1% ao ano. O Pronatec Campo, por sua vez, oferecerá 30 mil vagas para 2012 e 2013, em cursos como Agente de Desenvolvimento Cooperativista, Agricultor Familiar, Agricultor Orgânico, entre outros. São exemplos, Jamilson, de ações que adotamos para que os jovens possam permanecer no campo, produzindo alimentos, com acesso à educação e melhores perspectivas de renda e de qualidade de vida.

A coluna “Conversa com a Presidenta” é o espaço onde a presidenta Dilma Rousseff responde perguntas enviadas por leitores de todo o País

Do site da SECON


domingo, 4 de novembro de 2012

Viagens domésticas crescem 18,5% em quatro anos


Nova classe média amplia consumo de pacotes.
O brasileiro passou a viajar mais pelo país.




Viagens domésticas crescem 18,5% em quatro anos
  Ampliar
Em 2011, foram 58,9 milhões de pessoas que viajaram pelo menos uma vez em território nacional - 18,5% mais do que na pesquisa anterior, feita em 2007, que registrou 49,7 milhões de viajantes. O impulso é creditado à inclusão do turismo na cesta de consumo da população de baixa renda, faixa que cresceu em 21%, o maior aferido pelo Estudo da Demanda Turística Doméstica no Brasil 2012. A análise abrange o perfil das viagens realizadas em 2011 por 39 mil famílias brasileiras. O total de viagens domésticas realizadas no Brasil passou de 161 milhões em 2007 para 191 milhões em 2011. “Temos observado que, cada vez mais, o turismo faz parte da vida do brasileiro”, afirmou o ministro do Turismo, Gastão Vieira.
Os entrevistados desta edição da pesquisa apontaram limitações orçamentárias como a principal razão para não viajar pelo Brasil. Quarenta e sete entre 100 pessoas ouvidas afirmam que não viajam porque os gastos não cabem no orçamento. A falta de tempo aparece em segundo lugar, com 24,1%.
A pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para o Ministério do Turismo é feita desde 1998. Na primeira edição, as entrevistas foram aplicadas a nove mil famílias, já nesta, foi pesquisado o perfil das viagens realizadas por 39 mil famílias de 137 localidades diferentes - 27 capitais e outros 110 municípios de todas as regiões brasileiras. O aprimoramento da metodologia permitiu a ampliação do universo pesquisado.
Despesas - O gasto médio per capita dos brasileiros em viagem também apresentou crescimento: 18% a mais que em 2007, quando cada viajante gastava em média R$ 956,9 por pessoa. Os dados relativos ao último ano registram que o valor médio passou para R$ 1.128,3. De acordo com o estudo, quem faz deslocamentos em viagens de negócio gasta quase o dobro dos que viajam para lazer. Quem viaja a trabalho gasta R$ 985,9, enquanto a lazer dispende, em média, R$ 494,4. A principal motivação para as viagens domésticas brasileiras ainda é o lazer, que representa 81,4% dos deslocamentos.
Meios - A maioria dos brasileiros continua a usar o automóvel como meio de locomoção. O carro é usado por 44 de cada 100 pessoas que viajam pelo território nacional. O maior crescimento percentual é creditado ao deslocamento por via aérea: são 50% a mais de viajantes desde último estudo. O uso da ponte aérea também apresentou crescimento entre 2007 e 2011: era meio de 11,3% de usuários e agora chega a 17%.
Hospedagem - Para cada grupo de 100 viajantes, 64 se hospedam na casa de parentes e amigos. Essa modalidade apresentou um crescimento de 6,5 pontos percentuais, em grande parte justificado pela inclusão das famílias que ganham até quatro salários mínimos no mercado de consumo.
(Estudo da Demanda Turística Doméstica 2012)

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Nível de emprego em setembro é o maior desde 2002

O nível de emprego em setembro é o melhor desde o início da série histórica, em 2002, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada na quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Taxa de desocupação foi de 5,4%
 A taxa de desocupação foi estimada em 5,4% em setembro de 2012, para o conjunto das seis regiões metropolitanas pesquisadas. Na comparação com o resultado de agosto (5,3%), não ocorreu variação estatisticamente significativa, mas, frente aos 6% de setembro de 2011, houve uma queda de 0,6 ponto percentual.
A população ocupada (23,2 milhões) cresceu 0,9% em comparação a agosto (mais 212 mil ocupados) e 2,3% na comparação com setembro do ano passado (mais 512 mil pessoas). O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,4 milhões) foi 3,6% maior do que em setembro do ano (mais 393 mil postos de trabalho formais).
Renda - O rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 1.771,20,) foi considerado estável em relação a agosto. Na comparação com setembro de 2011, esta estimativa aumentou 4,3%. A massa de rendimento real habitual (R$ 41,3 bilhões) aumentou 0,9% em relação a agosto e 6,5% em relação a setembro de 2011. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 41,3 bilhões), estimada em agosto de 2012, subiu 1,3% no mês e 7,1% no ano.
Na classificação por grupamentos de atividade, serviços domésticos apresentou o maior aumento (6,6%) em relação a setembro de 2011. Já na classificação por categorias de posição na ocupação, o maior aumento foi para os trabalhadores por conta própria (7,7%), na comparação com setembro do último ano.
A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
66,4 milhões têm cobertura da Previdência
A Previdência Social atingiu 66,4 milhões de contribuintes em 2011, segundo a 20ª edição do Anuário Estatístico da Previdência Social (AEPS), divulgada na quarta-feira (25). Isso significa a inclusão de 4 milhões de novos segurados no ano passado. De acordo com o AEPS 2011, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) paga a 1,72 milhões de pessoas dois benefícios, 20,3 mil pessoas recebem três benefícios e 366 pessoas recebem quatro benefícios.
No total são 27,15 milhões de pessoas que recebem pagamentos pelo Instituto, inclusive segurados que recebem benefícios assistenciais.
As informações sobre os beneficiários da Previdência Social estão disponíveis por região do país, renda e sexo do segurado. Dos 27,15 milhões de beneficiários da Previdência, 15,1 milhões são mulheres e 11,9 milhões homens. A maior parte dos beneficiários está no grupo etário de 65 a 69 anos e recebe um salário mínimo.
Contribuintes - Dos 66,4 milhões de contribuintes em 2011, os empregados com carteira assinada passaram de 48,6 milhões em 2010 para 51,8 milhões em 2011, e os demais somaram 14,6 milhões, contra os 13,5 milhões de 2010. Os contribuintes individuais e os facultativos foram as categorias que apresentaram percentuais de aumento mais significativos entre os trabalhadores que, mesmo sem emprego formal ou carteira assinada, contribuíram para a Previdência Social. Os individuais passaram de 10,4 milhões, em 2010, para 11,3 milhões, em 2011, enquanto os facultativos aumentaram de um milhão para 1,176 milhões no mesmo período.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Sugestões para a melhoria da qualidade de vida em São Paulo


INICIATIVAS PARA SÃO PAULO - A desastrosa administração Kassab, uma catastrofe para São Paulo, foi a causa central da derrota de Serra que na sua insensibilidade não percebeu que jamais venceria carregando essa carga nas costas. Dentre as dezenas de grandes problemas de São Paulo duas sugestões simples para dois problemas que interferem na qualidade de vida dos paulistanos.



A Grandes Avenidas Deterioradas - São Paulo tem longas avenidas com quilometros de imoveis abandonados, terrenos valiosos perdidos para seus donos e para a comunidade. Av.dos Bandeirantes, Av.Santa Amaro nos quarteirões iniciais, Av.Tiradentes, Av.Celso Garcia, todas centrais, com abundancia de transportes, equipamentos urbanos, acessos.
Reurbainização é uma politica com soluções conhecidas e testadas em muitas cidades. Londres recuperou uma enorme area, a Canary Wharf, area das antigas docas abandonadas, hoje um dos terrenos mais caros de Londres, cheia de torres de escritorios, espaços culturais, restaurantes,.
A Prefeitura de SP tem uma empresa para isso, a EMURB, que fez um belo trabalho do Edificio Martinelli, que ja foi o mais alto da America do Sul, construido nos anos 30, chegou a um total estado de deterioração. A EMURB desapropriou, reformou e hoje o predio está util, modernizado, ocupado por escritorios, cafés e repartições municipais. A Prefeitura recupera rapidamente os recursos investidos nessa reurbanização,os imoveis renovados tem valor comercial atualizado, todos ganham , a cidade ganha, os antigos proprietarios ganham, porque não se faz? Falta de vontade politica, falta de interesse de maus prefeitos, mentalidade burocratica e nenhuma criatividade. Alem de ruas, hpa predios passiveis de recuperação, como o enorme Edifico Brasilar, na Praça das Bandeiras, tambem muitos edificios na Av.9 de Julho, sujos e abandonados, tudo super central, enfeiando e deteriorando todo o entorno. Há um grande campo de trabalho nessa tarefa que tambem beneficia os cofres municipais ao recuperar receita de IPTU, hoje evidentemente ninguem paga IPTU em imovel abandonado. Na area central de SP e no seu entorno existem cerca de 600 edificos abandonados, um enorme capital urbano perdido e sem finalidade economica ou social.

A Utilização dos Parques e Praças Municipais - São Paulo tem centenas de praças e parques pequenos. É um equipamento pronto mas não é quase utilizado. Porque? São espaços sujos, com frequencia perigosa, qual mãe vai levar seu filhos para brincar em terrenos que parecem abandonados? Solução : CERCAR com gradis, criar portarias com catracas eletronicas, quem quiser usar se registre, um cadasro simples de modo a ter algum controle, depois das 7 horas, fecha-se o parque, faz-se a limpeza e no dia seguinte novamente a cidades, as mães e as crianças terão uma area de exercicios e lazer utilizaveis. Para cada praça ou parque a `refeitura deve destacar guardas municipias, a GM da Prefeitura já é grande e pode aumentar, a Prefeitura está com R$8,7 bilhões em caixa.
São Paulo é hoje uma cidade onde as pessoas vivem em apartamentos, a maioria pequenos. As crianças precisam de areas para se exercitarem e brincarem, os mais abonados tem clubes mas os menos não são socios de clubes, aliás S.Paulo tambem tem poucos clubes para lazer, são os mesmos há 50 anos e os titulos para ingresso são caros.As praças serão uma solução rapida, barata e rápida. e atenderia os menos favorecidos, especialmente crianças.

Do blog do Nassif

Por Andre Araujo
Enviado por luisnassif, seg, 29/10/2012 - 11:36

Comentario:
Alem da questão aproveitamentos de predios antigos e das praças na cidade de São Paulo, o investimento maior devera ser em transporte coletivo da população, hoje a nossa maior deficiencia e que devera ser tratada pelo prefeito Haddad com ajuda do governador Geraldo Alckimi e de presidenta Dilma Roussef com muita urgencia.



sábado, 27 de outubro de 2012

Caixa contrata R$ 80 bilhões em crédito para casa própria

A Caixa Econômica Federal alcançou R$ 80,2 bilhões em contratações do crédito imobiliário em 2012.


Volume é 36,2% maior do que em 2011

 O volume contratado até o último dia 23 de outubro representa o total registrado em todo o ano de 2011 e corresponde a um crescimento de 36,2% em relação ao mesmo período no ano passado, quando realizou R$ 58,8 bilhões. A expectativa do banco para o final de 2012 é de atingir R$ 100 bilhões de empréstimos para a casa própria.
A Caixa também ampliou a participação no mercado imobiliário nas aplicações com recursos da poupança neste ano, chegando a 55,4% de participação no mês passado. Até o dia 23 de outubro, as linhas com recursos da poupança registraram R$ 35,7 bilhões. “Com o Programa CAIXA Melhor Crédito, reduzimos as taxas de juros do crédito imobiliário em até 21% e, para as operações com recursos da poupança, aumentamos o prazo de financiamento, de 30 para 35 anos”, avalia o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte.
Para ele, o crescimento nos empréstimos imobiliários pode ser associado ao programa, lançado pelo banco em abril deste ano. “Essas mudanças ampliaram a capacidade de pagamento das famílias que podem, agora, comprar imóveis maiores e melhores, com a mesma renda pagando menos juros”, afirma Urbano.