terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Imóveis: cidades próximas de SP se tornam alternativas para morar e investir!

A falta de terrenos na cidade de São Paulo tem feito com que os poucos lotes que ainda estão disponíveis sejam disputados pelas construtoras e incorporadoras, que, ao pagarem mais caro, também cobram valores mais altos pelos imóveis que constroem.

“Existe uma grande escassez de terrenos, principalmente nas regiões mais valorizadas da cidade, como Ibirapuera, Itaim Bibi e Vila Nova Conceição. Isso acaba refletindo no valor do metro quadrado do apartamento”, afirma o diretor de Incorporações da Sispar Empreendimentos Imobiliários, Paulo Roberto Funari.

De acordo com o executivo, na maioria desses locais, é preciso desocupar cerca de 5 a 6 residências para conseguir um terreno de proporções suficientes para construir um empreendimento. “Ficou cada vez mais caro e difícil conseguir essas áreas”, afirma Funari.

Para se ter uma ideia, um levantamento da Geoimovel mostrou que, em Moema, o metro quadrado custou, em média, R$ 14.886 no ano passado. No Itaim Bibi, o preço por metro quadrado foi de R$ 10.737 e no Alto de Pinheiros, de R$ 10.153.

Com os valores nas alturas, o executivo aponta que comprar imóveis em cidades localizadas próximas da capital e que contam com boas perspectivas de crescimento pode ser uma alternativa interessante.

Raposo Tavares e Castelo Branco

Para Funari, as cidades da Grande SP que possuem mais potencial de crescimento estão localizadas ao longo das rodovias Castelo Branco e Raposo Tavares, ambas na região oeste de São Paulo. “Cotia (que abriga a região da Granja Viana) e Barueri são cidades que têm crescido muito, e isso gera consumo e qualidade de vida. São locais com boa infraestrutura, com rede hospitalar e escolas de boa qualidade, além de terem muitos imóveis comerciais”, diz o executivo.

Segundo ele, essas cidades se tornaram boas alternativas tanto para morar quanto para investir. “Não tenho dúvidas de que investir nessas regiões é uma boa opção. Como a tendência é que essas cidades cresçam cada vez mais, quem comprar antes vai conseguir um preço mais barato”, acredita o executivo.

O diretor da Sispar aponta que um lançamento em Barueri chega a custar a metade do que se cobra por um apartamento localizado, por exemplo, no bairro da Vila Leopoldina, na região oeste da capital paulista. “É muito mais barato e o potencial de crescimento é bastante grande”, afirma.

Investimento

O vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do Livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado, ressalta que, principalmente para aqueles que pretendem comprar um imóvel com objetivo de investimento, olhar para regiões mais afastadas e com preços ainda abaixo do valor médio cobrado pelo mercado, pode ser uma boa alternativa.

“A pessoa tem que olhar para onde a cidade está avançando e comprar baseada nisso”, afirma Calado. “Se eu sou um investidor, eu preciso ter uma visão mais abrangente e observar as regiões que estão crescendo e que me trazem boas perspectivas”, conclui o especialista.

Por: Diego Lazzaris Borges 
Fonte: InfoMoney
Do blog: http://www.publicidadeimobiliaria.com

Comentário:
Não se esqueça de olhar para Guarulhos, pois ainda tem preço mais em conta que na cidade de São Paulo e muitos lançamentos para este começo de ano.

Banco do Brasil vai injetar 7 bilhões para financiar habitação!

'Minha Casa, Minha Vida' ajudará País a crescer mais em 2012, diz Mantega

Segundo ministro, setor de habitação é muito importante para a expansão dos investimentos e do PIB brasileiro

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o programa Minha Casa, Minha Vida é um elemento muito importante para a expansão do setor habitacional no País. "A missão do governo e do setor privado é viabilizar o Minha casa, Minha Vida 2, com mais dois milhões de unidades (até 2014) e completar o Minha Casa, Minha Vida 1", comentou o ministro hoje, após reunião de duas horas com empreendedores do setor privado da construção civil.
Segundo Mantega, o setor de habitação é muito importante para a expansão dos investimentos e do Produto Interno Bruto (PIB) do País. "Trabalhamos com a expectativa de crescimento do PIB acima de 4% em 2012", destacou. "Para isso, é importante um grande programa de investimentos em várias áreas. O governo vai viabilizar todas elas e o destaque é para o setor habitacional, um dos programas mais fortes. Serão vários bilhões de reais que estão colocados neste programa, diretamente no Minha Casa e Minha Vida", comentou.
O ministro chegou a afirmar que somente a Caixa Econômica Federal (CEF) deve direcionar R$ 80 bilhões para o crédito habitacional em 2012. Logo em seguida, porém, o presidente da Caixa, Jorge Hereda, corrigiu de forma elegante que o montante total a ser disponibilizado subiu e chegará a R$ 90 bilhões neste ano. De acordo com Mantega, o crédito habitacional no País está em plena expansão, pois registrou um crescimento de 44% em 2011. "E neste ano, o crédito do setor deve manter a velocidade", destacou.

Banco do Brasil vai ofertar R$ 7 bilhões para habitação em 2012


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou hoje que o Banco do Brasil vai disponibilizar em 2012 R$ 7 bilhões para financiamento de moradias no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida. O BB, de acordo com o ministro, está iniciando financiamento neste setor para se somar à Caixa, maior financiadora pública de moradias no País. A Caixa prevê liberar R$ 90 bilhões neste ano para o programa.

Da agencia Estado
AE | 30/01/2012 20:23

Comentário:
Trata-se de uma ótima informação pois o grande temor do mercado é se vai faltar dinheiro para o financiamento, e como a noticia diz que haverá verba disponível esperamos agora que os investidores tirem os projetos do papel.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Casas do CDHU apresentam rachaduras e a culpa é do morador

O sonho da casa própria está virando um pesadelo para as famílias do conjunto habitacional Paulo Gomes Romeo, em Ribeirão Preto, interior paulista. As cerca de 200 casas populares,  entregues pelo governador Geraldo Alckmin em dezembro, apresentam variadas falhas de construção, mas mesmo assim foram ocupadas pelos moradores contemplados.
Após receber muitas queixas, o diretor regional da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), Milton Vieira de Souza Leite, foi fazer uma inspeção na manhã de quinta-feira para ver o que estava acontecendo. E chegou a uma inacreditável conclusão: as casas são boas, os pobres que foram morar nelas é que estão estragando tudo.
"A gente conhece o nível de educação dos moradores. O pessoal veio da favela. Não está acostumado a viver em casa", afirmou o sábio, em entrevista gravada pela repórter Gabriela Yamada e publicada na Folha desta sexta-feira.
E disse mais: "Você não consegue mudar a educação delas somente mudando de local". Para ele, seria necessário um trabalho social a longo prazo para ensiná-las a morar numa casa.
Entre outras barbaridades, Souza Leite insinuou que, além de ignorantes, os moradores são tarados e vagabundos.
Ao falar do caso de uma moradora que reclamou da pia da cozinha ter caído ao colocar sobre ela uma cesta básica, resolveu fazer graça, como relata a repórter:
"O que ela foi comer era outra coisa, disse, insinuando que a pia caiu durante uma relação sexual. Mais adiante, ao encontrar moradores dormindo, saiu-se com essa: Você viu? Não sei se eles estavam dormindo porque trabalharam à noite ou porque continuam sem fazer nada".
O dirigente da CDHU também responsabilizou os moradores pelas fissuras encontradas em volta de portas e janelas: "As portas são fixas com bucha. A camada de revestimento é muito pequena, e a forma como vai batendo a porta, em uso comum, vai provocar uma fissura".
Ao final da inspeção, Souza Leite procurou tranquilizar os moradores, garantindo que as casas do recém-inaugurado conjunto Paulo Gomes Romeo não correm risco de desabar. Menos mal.
Até o momento em que escrevo este texto, não há notícias de que o diretor regional Milton Vieira de Souza Leite tenha sido demitido do cargo.
Uma coisa é certa: os últimos acontecimentos em São Paulo estão mostrando que não se trata de eventuais acidentes de percurso de uma administração pública, mas de um método. A culpa é sempre dos pobres.
A política "policial-higienista", que já "limpou" as áreas da Cracolândia e do Pinheirinho, agora encontrou os responsáveis pelas casas populares com defeito: os seus moradores. Espera-se que a PM não seja chamada para resolver o problema.

Do Blog do Ricardo Kotscho

Publicado em 27/01/12 às 12h39

Comentário meu:
Eu vivo dizendo que este pessoal de São Paulo não tem a menor sensibilidade com a questão social e com problemas que afetam a população em geral digo a população pobre.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Como Pinheirinho acabou nas mãos do especulador Naji Nahas?



Mistério: Como Pinheirinho acabou nas mãos do especulador Naji Nahas



Autor: 
Por José Carlos Lima
PInheirinho já foi palco de chacina na década de 60, dizem historiadores
Família de alemães vivia no local na época e foi morta por criminosos.Terreno passa por ação de reintegração de posse desde domingo.



Rafael Sampaio e Juliana CardilliDo G1 SP
 Juliana Cardilli/G1)Área do Pinheirinho, em São José dos Campos, que passa por reintegração de posse desde domingo (22) (Foto: Juliana Cardilli/G1)
A região do Pinheirinho, em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, foi palco de uma chacina na década de 1960, segundo historiadores e urbanistas especializados na história da cidade ouvidos pelo G1. Criminosos assassinaram uma família de alemães que viviam na mesma área que é alvo de uma reintegração de posse realizada pela Polícia Militar a mando da Justiça desde domingo (22).
saiba mais
O crime ocorreu em 1969, de acordo com Valéria Zanetti de Almeida, professora de história da Universidade do Vale do Paraíba (Univap). Ela afirma ter pesquisado e ouvido depoimentos de moradores antigos da área para chegar a essa conclusão. "As fontes sempre dão a mesma informação: a região era propriedade dos alemães, eles moravam sozinhos e, à noite, foram assaltados. Não sei quem sobrou da família, mas foi uma chacina", conta.
Tudo indica que o crime ocorreu por um conflito de terra, afirma a historiadora, que coordena o Núcleo de Pesquisa Pró-Memória de São José dos Campos, ligado à Univap. "Estamos para levantar essa história, vai ser uma das nossas atividades em 2012", diz Valéria.
 Arte/G1)
A ideia da historiadora é que o núcleo recolha informações sobre os bairros de São José dos Campos ao longo do ano, incluindo o Pinheirinho. "Com essa desocupação, o bairro nos interessa mais do que nunca."
Os documentos criminais da época estão no Arquivo Público da cidade e foram encaminhados para Jundiaí, também no interior paulista, segundo Valéria. Ela não soube explicar a razão da transferência dos papéis. O núcleo, diz ela, quer ter acesso aos documentos e digitalizá-los, para colocá-los na internet. Reportagens do acervo de jornais da época, com dados sobre a chacina, estão circulando em redes sociais.
Os integrantes da família alemã não deixaram descendentes, diz o urbanista Paulo Romano, também professor da Univap. "Dizem que eram seis pessoas. Ninguém se interessou por esse assunto até que surgisse a história da reintegração."
Como não havia descendentes, o terreno foi incorporado pelo governo do estado de São Paulo na época. No entanto, o governador Paulo Egydio Martins pediu a desapropriação da terra, afirma o urbanista. "A parte a ser apurada é o que aconteceu depois desse episódio", diz.
A família de alemães vivia isolada do resto da cidade, segundo a historiadora Maria Aparecida Papali. "A história é famosa em São José dos Campos. Mas não se descobriu os assassinos ou o assassino", afirma. "Essa é a versão mais certa e mais aceita da história, embora não tenhamos um estudo aprofundado sobre o caso."
Uma grande área que engloba o terreno do Pinheirinho era chamada de Campo dos Alemães no passado, possivelmente devido à imigração, segundo Maria Aparecida. "Agora existe o bairro Campo dos Alemães, que faz divisa com a área ocupada", ressalta a historiadora.
O urbanista recorda o princípio da ocupação do terreno do Pinheirinho. "A primeira reintegração de posse que se tem notícia no local é de 2006, sendo que a ocupação começou em 2004. Se pensarmos que as pessoas foram retiradas só em 2012, já deveria ter dado tempo de se construir casas para todos", critica.
Tanto Romano quanto Papali levantam suspeitas sobre a venda do terreno para o empresário Naji Nahas. "Uma pessoa comprou a área do governo e depois vendeu para o empresário. E hoje ele é considerado vítima no processo", pondera o urbanista.
Vizinhos
Os atuais vizinhos do terreno costumavam usar a área como uma espécie de quintal ou parque antes da chegada das cerca de 1,5 mil famílias há oito anos. Quem vive na região há mais tempo conta que o terreno, que era cercado por arames, tinha algumas porteiras, sendo de fácil acesso. No local havia cabeças de gado pastando, bicas d’água eram usadas principalmente pelas crianças e adolescentes e era possível avistar muitas abóboras, colhidas pelos vizinhos.
A aposentada Maria do Carmo, de 67 anos, mora em uma rua próxima à Estrada do Imperador, uma das que delimitam o Pinheirinho, e relembra como era o espaço antes da chegada dos agora ex-moradores, retirados pela Polícia Militar durante cumprimento de reintegração de posse. “Era um matagal danado, não tinha nada. Era cercado com arame, mas dava para entrar. Lá dava muita abóbora, todo mundo ia buscar”, conta.
A bica d’água é muito lembrada pelos mais novos, que ainda eram crianças na época. “Formava um laguinho e todo mundo ia brincar, tomar banho”, afirma a recepcionista Ane Tainã, de 21 anos. “A gente ia catar içá, ervas, lenha, nosso passeio era ali”, diz a autônoma Márcia Regina, de 42 anos.
Os moradores contam que a invasão do terreno aconteceu de repente. “Uma turma invadiu um outro terreno, mas foram tirados de lá. Em uma noite, vieram para cá. Aí começaram a marcar o terreno, mais gente veio, foi crescendo e virou o que tinha agora”, conta Márcia. “Como tinha muita gente, não tinha mais como irmos na bica passear. Ninguém mandava a gente não entrar, mas paramos de ir.”
Todos os moradores afirmam que, apesar de terem perdido o espaço que era utilizado como lazer, pouco mudou na rotina com a chegada dos novos moradores. “Eles não perturbavam ninguém, ficavam na deles e nós na nossa. Não mudou nada. Só movimentou mais as ruas, eles saíam, vinham comprar nos comércios daqui. Lá tinha muita gente boa”, diz Márcia.
A aposentada Maria do Carmo relembra que uma de suas filhas chegou a tentar morar no Pinheirinho, mas desistiu após alguns dias. “Falaram que era bom, ela pensava que ia ser certinho, com loteamento. Mas acabou ficando dois dias. Falei para ela: ‘você tem onde ficar aqui, não precisa ir para lá’”, conta.
A Prefeitura de São José dos Campos confirma que o terreno era cercado por arame farpado e que não havia nada em funcionamento nele. Como a área era particular e objeto de reintegração de posse desde 2004, nenhuma infraestrutura foi construída pela Prefeitura no local.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/01/pinheirinho-ja-foi-palco-de-chacina-na-decada-de-1960-dizem-historiadores.html

Comentario:
Tambem estou curioso para saber como este terreno foi parar nas mãos do Naji Nahas, e que interesses agem para ter todo este aparato militar de 2000 soldados helicopteros etc e tal para pôr na rua 6000 mil pessoas.Não poderia a juiza determinar outra coisa, tipo declarar a area de utilidade publica.Sei que é muito facil criticar os moradorese quando se esta sentado no sofa em casa ou mesmo no conforto do escritorio.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

ÚLTIMAS NOTÍCIAS, FINANCIAMENTO, REFORMA E CONSTRUÇÃO

Conheça as linhas de crédito para a compra de material


Construir ou reformar a casa está cada vez mais acessível ao bolso. Mas, com tantas linhas de crédito disponíveis para a compra de materiais de construção, nem sempre é fácil optar pela que oferece as melhores condições de pagamento, de acordo com o tipo de obra a ser feita e com o seu orçamento. A novidade para os trabalhadores que têm conta vinculada ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é o Financiamento de Material de Construção (Fimac FGTS).
A nova linha – que deve começar a ser oferecida no início de fevereiro, após a regulamentação pela Caixa Econômica Federal – permite o uso de recursos do fundo para a compra de itens para construção, reforma ou ampliação de imóveis residenciais. O empréstimo pode chegar a R$ 20 mil, com juros de 12% ao ano e prazo de pagamento de até 120 meses.
Inicialmente, serão oferecidos R$ 300 milhões nesta linha de crédito, mas, de acordo com a demanda, a oferta de recursos pode chegar a R$ 1 bilhão. Todos os bancos serão autorizados a operar com o financiamento.
Embora a aquisição do Fimac independa da renda familiar, ele será mais atraente para quem ganha acima de R$ 5.400 mensais. Famílias com conta no FGTS e renda inferior contam com uma linha na Caixa com taxas de juros mais baixas. É o Construcard FGTS, um cartão de débito usado para a compra de materiais de construção. O financiamento tem juros de até 8,16% ao ano, de acordo com a faixa de renda. O empréstimo varia de R$ 1.250 a R$ 25 mil, com prazo de 120 meses para a quitar a dívida.
Até R$ 180 mil – A instituição ainda oferece uma terceira modalidade, válida somente para quem tem conta no banco, o Construcard Caixa. O valor do crédito depende de uma avaliação da capacidade de pagamento do cliente, com um comprometimento de, no máximo, 30% da renda mensal. A quantia pode chegar a R$ 180 mil. Para empréstimos acima do montante, é necessário apresentar uma garantia ao banco. O prazo para liquidar a dívida é de até 60 meses, com juros de 2,4% ao mês, mais Taxa Referencial (TR).
Mão de obra regular – O Fimac FGTS estabelece que, no caso de financiamentos acima de R$ 10 mil, os operários contratados para as obras tenham inscrição no INSS. De acordo com a Receita Federal, a única forma de verificar a regularidade do empregado antes de sua contratação é solicitando o número do PIS/Pasep. Se o trabalhador não tiver o documento, o empregador tem 30 dias para providenciá-lo.
Para a concessão do crédito, também deverá ser observada a regularidade do lote ou da edificação que receberá a obra ou a reforma, por meio de um documento de propriedade atualizado.
Além da construção e da reforma, a linha contempla a instalação de hidrômetros de medição individual, equipamentos de aquecimento solar e itens que facilitem a acessibilidade.



Fonte: Jornal Extra
Raiane Nogueira


Comentario:
O Texto é da Raiane Nogueira a foto do apto pronto usei do apto de 1 dormitorio que estavamos vendendo na av. rangel pestana aqui em São Paulo e foi um sucesso estrondoso de vendas, mostrando que o segmento de apto pequenos e funcionais estando perto de linhas de metro ou com transporte publico na porta de casa tem tudo para dar certo e se tornar um bom investimento.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

SAMU informa: UTILIDADE PÚBLICA.

Os médicos e paramédicos das ambulâncias de emergências médicas perceberam que, muitas vezes, nos acidentes da estrada ou mesmo na cidade, os feridos têm um celular consigo. No entanto na hora de intervir com estes doentes não sabem qual a pessoa a contatar na longa lista de telefones existentes no celular do acidentado.

Para tal, o SAMU lança a idéia de que todas as pessoas acrescentem na sua longa lista de contatos o NÚMERO DA PESSOA a contatar em caso de emergência. Isto poderá  ser feito da seguinte forma: 'AA Emergencia' (as letras AA são para que apareça sempre este contato em primeiro lugar na lista de contatos).

É simples não custa nada e pode ajudar muito ao SAMU ou a quem estiver socorrendo. Se lhe parecer correto passe esta mensagem a todos os seus amigos, familiares e conhecidos.

É tão somente mais um dado que registramos no nosso celular e que pode ser a nossa salvação ou de algum amigo ou parente.

Se voce acha interessante repasse ou envie pra quem possa fazer uma boa divulgação.

Comentario:
Recebi pôr email nem sei sei se realmente partiu de alguem do SAMU a ideia parece boa por isso postei aqui no blog pois tambem achei de fato importante.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Guarulhos atrai paulistano que busca imóvel na planta

Ao percorrer os bairros de Guarulhos notamos grande desenvolvimento imobiliário, retratado por novos prédios em grandes obras, que é resultado do crescimento populacional e econômico do município.

A população aumentou 55% nos últimos 20 anos e o considerável parque industrial - mais de 4 mil indústrias - atrai moradores da capital que, muitas vezes, querem residir próximo ao trabalho e encontram em Guarulhos boa infraestrutura e imóveis com preços mais baixos que São Paulo. Além disto, o Shopping Internacional, Lago dos Patos e Bosque Maia são atrações interessantes desse agradável município que ainda não possui grandes congestionamentos.

Dada a proximidade às zonas Norte e Leste e rodovias Fernão Dias, Dutra, Ayrton Senna e Imigrantes, muitas famílias complementam o acesso aos serviços e entretenimento em bairros como Santana, Vila Maria, Vila Guilherme, Penha e Tatuapé, e para descansar viajam a Santa Isabel, Arujá e litoral durante os fins de semana.

Lançamentos
Segundo pesquisa realizada pela área de Inteligência de Mercado da Lopes em setembro de 2011, no último triênio foram lançados em Guarulhos 51 empreendimentos, 18.869 apartamentos com tíquete médio R$ 190 mil, que totalizou R$ 3,6 bilhões em valor geral de vendas (VGV). Atualmente 90% dos apartamentos já foram comercializados.
A maioria dos apartamentos lançados possui 2 ou 3 dormitórios: 10.530 com 2 dormitórios (56%) e 6.270 com 3 dormitórios (33%). Veja preço médio por m² dos empreendimentos que ainda possuem unidades a venda:

[Por Cristiane Crisci]
do site da lopes

Comentario:
Neste sentido tenho otimos lançamentos de 2 e 3 dormitorios na cidade de Guarulhos, lembro que o grupo Lopes é a maior imobiliaria do pais e tem empreendimentos no Brasil inteiro.
Para o morador de Guarulhos tenho lançamentos na região do pimentas próximo ao shoping, na região do cocaia, centro, e tb proximo ao shoping internacional que nos parece é a bola da vez dada a quantidade de aptos que estão sendo vendidos nesta região, aliada a proximidade de SP, as vias de acesso dutra e fernão dias, o aeroporto e o grande desenvolvimento da cidade nos da certeza de que comprar aqui é bom investimento.
Corretor Carvalho-Itaplan 96691321 email: loggua@gmaill.com  Creci:110949

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

METRO DE ESTOCOLMO: ARTE SOBRE PEDRA

Cotidianamente, os habitantes de Estocolmo têm o privilégio de transitar pela cidade percorrendo túneis e trilhos de funcionalidade e arte. O ambiente que une estes dois paradigmas contemporâneos é, nada mais nada menos, que o sistema de metrô da capital sueca.

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© MAD SubCulture.
Inaugurado em 1950, o metrô de Estocolmo tem hoje 100 estações em uso, das quais 47 são subterrâneas e 53 estão acima do solo. Com trechos que penetram rígidas rochas, o sistema, por si só, já se apresenta como uma obra especial de engenharia.
Como se não bastasse transformar alicerces expostos e rochas brutas em beleza, o metrô abriga as mais diversas expressões artísticas, com pinturas, esculturas, mosaicos e gravuras de mais de 150 autores.
Basta viajar de um ponto a outro, com os olhos bem atentos, para contemplar a arte inspiradora impressa em cada plataforma e túnel do metrô. As estações são como galerias de arte, constituídas, cada uma, com identidade própria.
Aliadas à estrutura do sistema de transporte, as obras, interferências e azulejos constroem um circuito de paisagens artificiais completamente integradas ao contexto urbano. É como transformar o caminho percorrido no objetivo de uma bela viagem, ou como fazer de uma ida ao trabalho um passeio pela maior galeria de arte do mundo.
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© MAD SubCulture.
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© MAD SubCulture.
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publicado em arquitetura por andreia mendes 

Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2012/01/metro_de_estocolmo_arte_sobre_pedra.html#ixzz1jcaUFCwF


Comentário: Veja só que maravilha as fotos, na contramão quem anda no metro de São Paulo percebe que falta arte nas estações, algumas obras de artistas locais ja ajudariam a quebrar o gelo.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Sobre a preocupação com o meio ambiente!

DESABAFO
Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com  nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora -nossa geração não se preocupou adequadamentecom o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
(Agora que voce já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade...)

Esta eu recebi de um amigo e gostei.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Musicas e musicos!

OI PESSOAL GRATO PELA VISITA, EU VI ESTE LINK NO BLOG DO LUIS NASSIF E SEGUE INDICAÇÃO DO SITE QUE É MUITO LEGAL PRA QUEM GOSTA DE MUSICA DE TODOS OS TEMPOS http://uwall.tv/
 
DEPOIS DE ABRIR O SITE, APARECEM OS CANTORES.ENTRETANTO, SE QUISER FAZER BUSCA DE UM PREFERIDO QUE VOCÊ NÃO ACHOU, É SÓ ESCREVER O NOME NA CAIXA DE PESQUISA QUE APARECE NO VISOR.
SUGESTÃO SALVE NOS FAVORITOS POIS VALE A PENA.
DAI É SO CURTIR!
INDIQUE AOS AMIGOS!

ESTA SEMANA ESTOU DE PLANTÃO NO VIA JD DOS IPES NA ZONA DE SP, QUERENDO CONHECER UM EXCELENTE APARTAMENTO DE 96 M² OU DE 78M² ME LIGUE E FAÇA UMA VISITA.
ABS. EDIVALDO CARVALHO

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

GUARULHOS É OPÇÃO BARATA ÀS REGIÕES NORTE E LESTE

Com limitações ao crescimento da cidade de São Paulo, como a falta de terrenos, o mercado imobiliário investe nas cidades da região metropolitana. Em busca de bons preços, conforto e qualidade de vida, o consumidor acompanha o movimento. 

O número de lançamentos nas cidades vizinhas já quase rouba a cena. Em 2010, a região metropolitana foi responsável por 47,8% das novas unidades, de acordo com dados do Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário). 

Neste ano já foram 156 empreendimentos lançados em 18 cidades vizinhas à capital. Em destaque aparecem Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André, aponta levantamento da Geoimovel, empresa de pesquisas no ramo imobiliário. 

À beira das rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias e com tino industrial, Guarulhos teve 23 lançamentos. No ABC paulista, São Bernardo do Campo somou 21 novos, e Santo André, 17. 

"Os motivos da corrida para a região metropolitana são óbvios: nessas cidades ainda há lugar para crescer, e o preço do metro quadrado é a metade do cobrado na capital", diz Leandro Caramel, superintendente de atendimento da Habitcasa. 

CUSTO-BENEFÍCIO 

Segundo incorporadoras consultadas, o perfil médio do comprador dessas cidades é parecido. É jovem, adquire o primeiro imóvel e quer lazer ainda que tenha de morar longe do trabalho. 

"Muitas vezes os compradores não podem pagar por um imóvel com boa metragem na capital e escolhem as cidades próximas", explica Bruno Vivanco, diretor de novos negócios da Abyara. 

Vizinha às zonas leste e norte, Guarulhos é a segunda maior cidade do Estado: soma 1,2 milhão de habitantes, segundo dados de 2010 do IBGE. A renda per capita dos moradores era de R$ 24.990 ao ano em 2008. 

Entre os novos apartamentos, predominam os de dois dormitórios com área entre 45 m² e 70 m², que custam a partir de R$ 125 mil. 

São Bernardo do Campo e Santo André têm outro perfil: unidades maiores para a família. As cidades, berço da indústria automotiva no Brasil, colocam à venda sobretudo três-dormitórios.

São Bernardo do Campo oferece unidades de três quartos com área de 123 m². O metro quadrado médio na cidade sai por R$ 4.250. Em Santo André, os três-quartos são um pouco menores -têm de 75 m² a 106 m²-, mas há muitas unidades de quatro dormitórios. R$ 3.870 é o preço médio do metro quadrado.

Da Folha Online - pôr Maíra Silva


Comentário
Guarulhos atraiu dezenas de lançamentos nos últimos anos em função das melhorias e dos investimentos que a cidade tem recebido dos governos Federal e Municipal e da proximidade de acesso as rodovias Dutra, Fernão Dias, Trabalhadores e em breve teremos na cidade o Rodoanel, o trem bala e o metro ligando o aeroporto a capital.
Então quem quer investir em imóvel na cidade este é o momento ideal. 
veja esta joia: www.atuaguarulhos.com.br, que sera entregue agora em julho de 2012, ainda tenho alguns apartamentos a venda.

Valorização dos imóveis pode passar de 100%

Pesquisa mostra que valorização dos imóveis no Brasil passou de 100%



Explicação está na estabilidade econômica que dá mais segurança para fazer negócios a longo prazo e na grande oferta de crédito.


O preço dos imóveis em algumas cidades brasileiras está assustando muita gente.

Em 2011, a valorização do metro quadrado chegou a quase 100% dependendo do bairro.

O que já estava caro ficou mais caro ainda. Foi o que mostrou uma pesquisa feita pela Fipe com preços de apartamentos anunciados pela internet. Nos últimos quatro anos, a valorização dos imóveis em todo o país passou dos 100%.

Em 2011, o preço do metro quadrado subiu 26% nas sete capitais pesquisadas.

O que acontece em cada cidade também tem influência. No Rio, existem poucos imóveis disponíveis. A disputa aumenta os preços. A valorização em 2011 foi de 35%. Em Salvador, bairros inteiros estão sendo construídos. E o preços subiram menos de 7%.

O valor do metro quadrado mais alto é o do Distrito Federal, seguido do Rio de Janeiro e de São Paulo.


Em São Paulo, o bairro mais caro é o jardim paulistano. O metro quadrado está acima de R$ 9.500. Já os imóveis que mais se valorizaram ficam na Vila Califórnia. Os preços lá subiram 47% em 2011.

No Rio de Janeiro, o Leblon tem o metro quadrado mais caro. Mais de R$ 17 mil. Já os imóveis de um bairro muito menos conhecido dos brasileiros, chamado Brás de Pina, quase dobraram de preço em 2011.

O bairro fica perto fica perto do Morro do Alemão, ocupado pelas forças de segurança em novembro de 2010 e que vai receber uma Unidade de Polícia Pacificadora.

“Um bairro que já teve a instalação de uma UPP, um bairro que está próximo de uma instalação nova de metrô, vai trazer uma valorização imobiliária”, explica o Eduardo Zylberstajn,

Mas algumas diferenças persistem. Quem vendesse um apartamento de 100 metros quadrados no Leblon, em 2008, compraria um de 170 metros no Jardim Paulistano. No ano passado, daria para comprar um maior ainda, de 178 metros quadrados.

A velocidade dos aumentos - no Brasil inteiro - começou a diminuir no segundo semestre de 2011. Quem trabalha nesse mercado acredita que esse é um bom momento para fazer as contas e decidir se é hora de comprar ou de vender.

"Eu acredito que não aumente o preço muito mais do que aconteceu. Jamais, do que vinha acontecendo. O mercado agora entra dentro de uma realidade. Encontrou seu ponto de equilíbrio”, afirma José Augusto Nato, presidente do Creci.

Fonte: G1

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Comprar imovel novo ou usado?

Comprar uma casa ou um apartamento é o projeto de vida da maioria dos brasileiros. Acertar na compra significa realizar um sonho. Contudo, a tarefa é difícil e sempre há muitas dúvidas sobre o que vale ou não a pena. A primeira incerteza começa na hora de optar entre um imóvel novo ou usado, mas acredite: há vantagens e desvantagens nos dois casos. Confira:

IMÓVEIS NOVOS

Vantagens:

- Projeto e itens de lazer: atualmente, os lançamentos trazem algumas modernidades que valorizam o imóvel, como, por exemplo, área de lazer com piscinas, academia, salão de jogos, lan houses, garagem para mais de um carro. Nos apartamentos há mais tomadas, e todas já são adaptadas aos padrões do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), acesso para ar-condicionado e uma planta mais inteligente, que tende por valorizar cada espaço do imóvel.

Desvantagens:

- Preço: o preço de um imóvel novo chega a ser até 30% mais caro que um usado no mesmo padrão e é difícil negociar com o proprietário ou construtora. “Normalmente, os corretores trabalham com preço fechado de tabela”, diz especialista em direito imobiliário Renata Capuzzo.

- Tamanho: apesar de melhor aproveitadas, as plantas de um imóvel novo costumam ser menores que a de um imóvel usado.  “Enquanto um apartamento de três dormitórios em um edifício com mais de 15 anos tem aproximadamente 120m², os novos medem, em média, 80 m²”, aponta Renata.
  
IMÓVEIS USADOS

Vantagens:

- Preço: além de serem normalmente mais baratos, os imóveis usados ainda têm uma boa margem de negociação de preço. “No caso do imóvel usado, muitas vezes, o proprietário precisa vendê-lo para pagar uma dívida, porque quer mudar de cidade ou pensa em investir em outro imóvel ou negócio”, diz Renata.

- Tamanho: a desvantagem do imóvel novo aparece aqui como uma vantagem do imóvel usado. Plantas e ambientes espaçosos são mais comuns em imóveis antigos.

Desvantagens:

- Condições do imóvel: quanto mais antigo o imóvel, maior a necessidade (e os gastos) de manutenção. Por isso, fique atento à conservação do imóvel usado: verifique parte elétrica e hidráulica, portas e objetos de madeira, pintura, infiltrações, rachaduras, manchas escuras nas paredes, limpeza etc., tanto do imóvel em si, quanto do condomínio, em caso de apartamento. Se houver problemas, faça as contas de quanto custariam os consertos necessários e analise se vale a pena.

- Reforma: imóvel antigo é mais espaçoso, mas a planta, normalmente, é mal aproveitada para os padrões atuais. Verifique se o imóvel vai precisar de reforma para ficar do jeito que você deseja e inclua esse orçamento nas suas contas.

- Documentação e financiamento: em imóveis usados, a documentação pode ser um problema. Se ela não estiver em ordem, pode prejudicar o financiamento, por isso a consultora recomenda atenção na hora de financiar um imóvel usado: “É bem mais trabalhoso e requer cuidados redobrados”, garante. Para não cometer falhas e evitar dores de cabeça, Renata sugere que os compradores fiquem atentos aos seguintes documentos: Certidão de Ônus Reais do Imóvel, fornecido pelo Cartório de Registro de Imóveis e considerado um dos documentos mais importantes, pois informa se existe alguma restrição em relação à venda do imóvel, como pendência judicial, hipoteca, penhor, entre outros; Certidão Negativa de Tributos Municipais, Estaduais e Federais; Certidão Negativa de Débitos Condominiais; Certidão de Interdições e Tutelas; cópia da escritura e do registro do imóvel; Certidão de Propriedade; Certidões Pessoais do Vendedor; comprovante de pagamento das contas de luz, água e esgoto (e demais taxas, quando existentes) dos últimos meses; e documentação completa do proprietário do imóvel, válido para as pessoas físicas e jurídicas.

Localização, valorização e contrato

Em qualquer caso, independente de o imóvel ser novo ou usado, um dos fatores primordiais deve ser levado em consideração é a localização. “O local onde o imóvel está instalado é de fundamental importância e é o fator crucial que determinará sua valorização”, diz Renata.

O contrato de compra e venda também é outro item que precisa de muita atenção. Antes de finalizar a compra, examine o documento, a fim de garantir o entendimento de todas as cláusulas. Em caso de dúvidas, solicite o trabalho de um advogado especializado, que o certificará de que todas as normas combinadas estão descritas no contrato.

“Fechado o negócio, exija uma via do contrato original, solicitando o registro do compromisso de compra e venda ou da escritura definitiva, se o pagamento foi concluído”, finaliza Renata.

Fonte: R7