domingo, 26 de fevereiro de 2012

Para atender o boom imobiliario é preciso corretor de imóveis.

A partir desta semana estou mudando de empresa e assumindo a função de gerente comercial na empresa Brasil Brokers que vem a ser uma das maiores imobiliarias do pais. O mercado imobiliario é cheio de oportunidades e desafios e varios lançamentos estão programados para acontecer em 2012 e necessitam de uma grande time de corretores, assim as construtoras contratam as imobiliarias para fazer a venda dos imoveis. E a funçaõ gerencial consiste em contratar pessoas com habilidades em vendas e capacita-las a trabalhar a negociação e venda de um imovel e levar a proposta comercial para aprovação junto aos incorporadores. Um gerente deve ter uma equipe que pode variar de 20 a 60 pessoas espalhadas nos varios plantões pela cidade de São Paulo e na grande São Paulo, ja da pra ver a logisitica necessaria para trabalhar no ramo. Então se voce conhece alguem querendo trabalhar com venda de imoveis, saiba que estamos fazendo a seleção e aos aprovados inclusive pagamos o curso de TTI (técnico em transações imobiliarias) que é necessario para se habilitar junto ao conselho federal dos corretores de imoveis CRECI e a partir dai exercer a função.
Uma vez vez habilitado o corretor pode trabalhar com lançamentos de apartamentos e casas, ou trabalhar com venda de imovel de terceiros ou mesmo vender loteamentos.
Há muitas oportunidades e o corretor é um profissional autonomo que vive das comissões e prêmios sobre as vendas dos produtos que é feita em parceria com as imobiliarias
Estamos com previsão de muitos lançamentos em São Paulo e região.
Havendo interesse me procure ou mande email agendaremos uma entrevista e falaremos mais sobre o assunto inclusive quanto as possiblidades reais de ganho.

CARVALHO - Gerente de vendas Brasil Brokers av. sumare 1700 São Paulo SP
email: loggua@gmail.com
Fone: 11- 96691321-vivo

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Centro de SP apartamento 1 dormitório é bola da vez!


Centro ganha 2,6 mil imóveis de 1 dormitório em 3 anos

Número de lançamentos pulou de 319 unidades em 2009 para mais de 1,2 apartamentos no ano passado

 Foto: Vitor Sorano

Dênis e Hugo aprovaram o apartamento, mesmo com a cama king size com que sonhavam não cabendo no quarto
Para sair da kitnet em que moram e conseguir mais espaço sem sair do centro, Hugo Paredes, 27 anos, e Dênis Deleutério, 25, vão contar com a ajuda dos pais. Hugo, médico e paulistano, não quer deixar a região em que sempre morou. Dênis, advogado, está ali desde que chegou à capital, há dois anos.
Só com o reforço dos pais de Hugo é que o apartamento usado de 1 quarto na Bela Vista coube no orçamento dos dois. O mesmo não se pode dizer dos móveis.
“A impressão que dá é que foi feito para alguém solteiro. Por exemplo, não cabe uma cama king size”, conforma-se Dênis. “Pelo valor, dava até para conseguir maiores, mas eu não abro mão do centro. Ele trabalha aqui e eu me desloco para os quatro cantos da cidade. Fica mais fácil”, diz.
“Todo mundo quer um apartamento ali. O jovem quer tocar a botoeira do elevador e cair no meio da balada, além de ficar perto do trabalho”, afirma João Meyer, doutor arquitetura e urbanismo e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.
Atento a essa demanda por imóveis menores no centro – e aos sinais de que as intervenções urbanísticas prometidas vão ganhar velocidade --, o mercado imobiliário vem apostando na região. De 319 em 2009, o número unidades de 1 dormitório lançadas em distritos da região alcançou 1.292 em 2011, de janeiro a novembro.
“Eu sempre estive de olho no centro. Lá tem tudo, só falta um pouquinho de boa vontade. O 1 dormitório é a cara do centro”, diz Antônio Setin, presidente da empresa que leva seu sobrenome. No ano passado, sob o conceito Downtown, lançou dois prédios, de 1 e 2 dormitórios: um na Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, na Bela Vista, e outro na Avenida São João, em Santa Cecília.
E para 2012? “Ainda não podemos divulgar o local”, diz a empresa em nota. Reserva também mantida pela Coelho da Fonseca. “Temos sim (planos de lançamentos), mas são confidenciais”, diz Fátima Rodrigues, diretora geral de vendas.
“Lançamos um loft que atende muito esse público de 1 dormitório, que é mais exigente, quer pé direito duplo, gosta de regiões diferenciadas. Dá para levar isso para o centro de São Paulo”, afirma Fátima.
O problema é o preço. “Em um ano, o m² explodiu”, afirma Meyer. “É preciso abrir a possibilidade de se construir imóvel mais barato. Aí pessoas que não tenham grande capacidade financeira podem morar no centro. O que é benéfico.”
“Os prédios de apartamento"
Os 260 metros da Rua Paim, na Bela Vista, dão uma ideia do interesse do mercado imobiliário pelo centro. A quadra, que ainda abriga alguns casebres e comércios pequenos, separa duas ruas badaladas da região: a Avanhandava, recheada de restaurantes, e a Frei Caneca, conhecida pela cena cultural e gay.
Só nesse trecho há pelo menos três empreendimentos já iniciados: dois em obra e um na fase de lançamento. Da soleira de seu mercadinho/hospedaria para migrantes, Moacir Francelino, 45 anos, descreve como a fachada do outro lado da rua foi transformada de cortiço em um tapume preto. Um quarto terreno, diz ele, também vai virar “prédio de apartamentos”.
“Derrubaram tudo aqui. Os proprietários foram vendendo. A dona até me ofereceu para eu comprar este aqui, há 3 anos atrás, por R$ 270 mil”, diz sobre o mercadinho. “Agora deve estar valendo R$ 1,4 milhão, porque o daqui do lado é menor e foi vendido por R$ 1,2 milhão”, diz.

Do site IG : Vitor Sorano, especial para o iG | 23/02/2012 05:38


 Comentário:

Em 2011 lançamos no na região central, no Brás e no Cambuci  dois empreendimento com  aptos de 1 dormitório com 32m² e 34m² foram vendidos rapidamente, tem cliente que ficou pensando muito e demorou para tomar a decisão de comprar e hoje arrependido quer se  manter informado dos próximos lançamentos para não perder de novo.

Ao lado o Downtown na av. Rangel pestana Bras

Abaixo o Innova Cambuci na av. do estado

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Investimento brasileiro cresce mais que consumo


Plano Brasil Maior, Minha Casa, Minha Vida e PAC2 permitem ampliação da capacidade produtiva e infraestrutura.



O investimento vem crescendo mais do que o consumo no Brasil. O Ministério da Fazenda (MF) estima que a taxa de Formação Bruta de Capital Fixo tenha alcançado 19,6% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2011, para 20,8% neste ano. Isso indica maior ampliação da capacidade produtiva em comparação com a demanda. Desde 2004, as taxas de crescimento do investimento têm sido superiores ao aumento do PIB, com exceção do ano de 2009, quando houve o maior impacto da crise financeira. Há dez anos, em 2002, a taxa era de 16,4% do PIB.
De acordo com a 14ª edição do boletim “Economia Brasileira em Perspectiva”, publicado pelo MF neste mês, um conjunto de políticas públicas convergem para atingir esse resultado, como o Plano Brasil Maior e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Para fortalecer a indústria nacional, o Plano Brasil Maior consiste num conjunto de medidas que vão da desoneração e simplificação tributária à defesa comercial e qualificação da mão-de-obra. Apesar da crise internacional, o conjunto de incentivos à economia mantém o índice de confiança em patamares bem otimistas, de acordo com o MF. Entre os industriais, após ter fechado 2011 em 101,8 pontos, o índice em janeiro de 2012 ficou 102,3 pontos. Esse quadro tem tornado o País atrativo para a aplicação produtiva de recursos, tanto de brasileiros quanto de estrangeiros. O investimento estrangeiro direto saltou de US$ 15,6 bilhões, em 2002, para US$ 66,6 bilhões no ano passado.
PAC - A solução de gargalos na infraestrutura tem sido impulsionada pelo PAC. Os valores empenhados pelo governo federal apresentaram um crescimento de 20% entre 2010 e 2011, alcançando R$ 35,4 bilhões em 2011. Em linha com o modelo de crescimento econômico sustentado no investimento, para 2012, o orçamento prevê um crescimento de 20,3%, alcançando R$ 42,6 bilhões (Veja gráfico).

Apenas o eixo “Minha Casa, Minha Vida”, que incentiva a indústria da construção e dá o direito de moradia à população de baixa renda, apresentou desembolsos da Caixa Econômica Federal da ordem de R$ 37,2 bilhões – 22,4% mais do que os R$ 30,4% bilhões em 2010. No período de 2011-2014, espera-se a construção de dois milhões de novas moradias em um total de R$ 142,3 bilhões.
PIB - O MF trabalha com a perspectiva de a economia brasileira crescer 4,5% em 2012. Nos três primeiros trimestres do ano passado, o PIB cresceu 3,2%, em relação ao mesmo período do ano anterior. A expectativa do MF é que o Brasil consolide o crescimento, chegando a 6% em 2014. A média entre 2011 e 2014 deve ficar entre 4,8%.

Do site da Secom em 17/02/2012 18:23hs.

Convite de trabalho:
Venha trabalhar na maior imobiliaria do pais, e tenha possibilidades reais de ter ganhos acima da expectativa, aproveite e momento do mercado imobiliario pois temos varios lançamentos na cidade de São Paulo. Damos treinamento e orientação sobre a profissão de corretor de imoveis.
Tratar com Carvalho 96691321-vivo email: loggua@ig.com.br

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

As melhores opções para investir em imóveis


Imóveis podem trazer excelente retorno para quem deseja investir e garantir uma renda extra


Avaliar qual é o melhor investimento depende do momento de vida e dos objetivos de cada investidor
São Paulo - Escolher a melhor forma de aplicar o dinheiro é uma dúvida de muitas pessoas. Hoje, são inúmeras as possibilidades de investimentos que propiciam retornos lucrativos, em curto e em longo prazo. O mercado imobiliário, como sempre, é uma alternativa que salta aos olhos dos mais diversos tipos de investidores que buscam obter uma renda estável com a venda ou aluguel do imóvel. De maneira geral, investir em apartamentos, salas comerciais e lotes, na maioria dos casos, é sempre um bom negócio, principalmente com o aquecimento da economia que impulsiona cada vez mais o setor.
 “Um imóvel bem comprado pode trazer para o seu investidor excelentes resultados. Além da valorização patrimonial do bem, ainda tem a possibilidade de retorno com a locação”, explica José De Fillipo, diretor da D-Fillipo Netimóveis.
Mas por qual tipo de imóvel optar quando se deseja investir?
Segundo Marco Tulio Silva, diretor de vendas da Gran Viver, avaliar qual é o melhor investimento depende do momento de vida e dos objetivos de cada investidor. Cada tipo de imóvel apresenta seus pontos fortes, fracos e também os seus riscos, como todo negócio. “É impossível prever qual é o melhor ou pior investimento, depende de uma série de fatores. No geral, o bom imóvel é aquele que tem uma documentação regular, uma boa localização e uma empresa séria e de credibilidade no mercado, que garanta a sua entrega”, destaca Silva.
Confira as vantagens e desvantagens de cada tipo:
Imóvel na planta
Uma das maiores oportunidades está na aquisição de imóveis na planta, que geram maiores lucros em relação aos imóveis já construídos. “Esse é, sem dúvida, o melhor investimento. Quando o apartamento fica pronto, o lucro que seria do construtor passa a ser do investidor. Muitos jovens, inclusive, optam por alugar o imóvel assim que ele é entregue. Dessa forma, podem pagar uma parte das prestações do financiamento com o valor recebido do aluguel”, diz De Fillipo.
Os imóveis prontos também oferecem diversas possibilidades de investimentos. A pessoa pode optar entre residenciais e comerciais, que podem ser vendidos após a valorização patrimonial, ou alugados, garantindo uma renda mensal extra ao investidor. “Apartamentos menores, de um ou dois quartos, são os mais procurados, assim como salas e lojas, que proporcionam boa rentabilidade quando são locados”, explica o diretor. No momento de escolher o imóvel para comprar, o fundamental é estar atento a quatro fatores: o ponto, a planta, o padrão de acabamento e o preço. “A aliança desses quatro fundamentos garantirá a realização de um ótimo negócio imobiliário”, explica José De Fillipo.

Terreno
Outra alternativa é o investimento em lotes. De acordo com Silva, esse imóvel pode garantir uma série de vantagens para quem deseja investir. “O lote não tem grandes custos de manutenção, é simples e barato de manter. O tempo é seu grande aliado, diferente de outros bens, como carros, que desvalorizam com o passar dos anos. Além disso, um lote não sofre com crises econômicas, aquecimento global ou mudanças de governo". Segundo ele, os lotes sempre se valorizam mais que os fundos de renda fixa e caderneta de poupança, o que faz deles ótimos investimentos.Para quem adquire um terreno, são inúmeras as opções que geram bons retornos. “O investidor pode aguardar a valorização do lote e vendê-lo a preços bem maiores. No caso de lotes fora dos condomínios, pode construir um imóvel residencial e alugar os apartamentos, ou um galpão para empreender um novo negócio, obtendo uma renda complementar na aposentadoria”, explica Silva. De qualquer forma, escolher um bom lote para comprar é muito importante, seja qual for a opção de investimento. “A pessoa deve analisar o crescimento da vizinhança, o comércio, transporte público, o acesso para a região, a qualidade das construções do entorno, dentre outros. Esses fatores que irão determinar sua valorização”, ressalta ele.

O boom imobiliário em Santos São Paulo


Expectativa de investimentos da indústria de óleo e gás e obras de infraestrutura sem precedentes são os principais responsáveis por valorização dos móveis na cidade





 



O Legend, empreendimento da Odebrecht em Santos: quartos de hotel que custavam 13.800 reais o metro quadrado foram vendidos em dez dias
Expectativa de investimentos da indústria de óleo e gás e obras de infraestrutura sem precedentes são os principais responsáveis por valorização dos móveis na cidade São Paulo – Nos últimos seis anos, o preço dos imóveis disparou nas principais cidades do país. Poucos locais, entretanto, experimentaram valorização tão rápida e consistente quanto Santos, o principal município do litoral paulista. Entre 2003 e 2007, o PIB santista cresceu 115%, um percentual que faria inveja até mesmo aos chineses. Os investimentos têm sido liderados pelas empresas de transporte e logística e pela indústria de óleo e gás. Até 2020, 45 bilhões de reais devem ser investidos na cidade. Como boa parte dos ambiciosos projetos estão apenas começando a ser implementados, existe a expectativa de que os preços dos imóveis continuem pressionados no município.
A indústria do petróleo vai responder pela maior parte do crescimento econômico. Para explorar os bilhões de barris de petróleo encontrados na Bacia de Santos, a Petrobras já começou a erguer sua sede na cidade. Entre 2013 e 2017, serão construídas três torres apenas para abrigar os funcionários da empresa. A chegada da estatal também tem incentivado uma série de fornecedores da indústria de óleo e gás a se instalar no município. Apenas esse setor deve elevar em 30% o número total de empregos em Santos.
O processo é muito parecido com o que foi visto em Macaé, no litoral norte do Rio de Janeiro. A cidade fluminense se transformou no principal entreposto da Petrobras para a exploração da Bacia de Campos. Também em Macaé, a riqueza do petróleo inflacionou o preço de imóveis e serviços.
Mas Santos não vive só do petróleo. A cidade há décadas abriga o maior porto do país. A capacidade dos terminais de cargas está sendo ampliada e deve crescer 150% até o final de 2013. A cidade também deve ganhar um novo terminal de passageiros que será usado para o embarque e desembarque em navios de cruzeiros marítimos. Outra obra bilionária ligada ao porto é o Mergulhão, uma via subterrânea que vai unir o bairro do Valongo à região portuária e promete acabar com as filas de caminhões que desembarcam mercadorias no local.
Até obras que há décadas são cogitadas parecem que agora devem sair do papel. Entre elas, está a ligação subterrânea entre Santos e Guarujá. O túnel de quase 1 km interligaria duas das mais importantes cidades do litoral paulista e acabaria com o desconforto e a demora em um percurso que hoje é realizado em balsa.
Outra obra de infraestrutura importantíssima para o mercado imobiliário é o veículo leve sobre trilhos (VLT). Previsto para ter o primeiro trecho entregue em 2014, o VLT teria um percurso de 15 km entre o Valongo e São Vicente. No futuro, cidades como o Guarujá e a Praia Grande também seriam integrados. As obras de mobilidade urbana viabilizariam a ocupação imobiliária de bairros mais afastados do centro da cidade sem afogar o trânsito.
Santos ainda espera receber um campus da Universidade de São Paulo, 5.500 unidades habitacionais do CDHU e as obras de revitalização urbana da área portuária. São todos esses projetos que têm movimentado a economia santista e alimentado as expectativas de riqueza que dão fôlego ao boom imobiliário.

Preços

Não há dados oficiais sobre os preços dos imóveis na cidade, mas alguns empreendimentos podem ser considerados emblemáticos. Um delas é o Legend, lançado pela Odebrecht Realizações Imobiliárias neste mês. No terreno que hoje é ocupado pelo clube Sírio Libanês, a empresa vai erguer um empreendimento de uso misto que inclui 310 apartamentos residenciais, 228 quartos de hotel e uma nova sede para o clube. O hotel será operado pela francesa Accor, maior administradora do Brasil, com a bandeira Novotel. Em apenas dez dias, foram vendidos 100% dos quartos de hotel e 35% dos apartamentos.
Os preços de venda não são nenhuma liquidação e podem ser considerados salgados mesmo quando comparados com São Paulo. O metro quadrado médio dos quartos de hotel alcançou 13.800 reais. Para se ter uma ideia do que isso significa, o principal lançamento hoteleiro de São Paulo no ano passado custou menos do que isso. O novo Ca’d’oro saiu em média por 12.000 reais o metro para quem comprou algum de seus 147 quartos. O empreendimento será erguido pela incorporadora Brookfield no Baixo Augusta, um bairro central da capital paulista que passa por um intenso processo de revitalização.
Os preços dos apartamentos residenciais do Legend também se comparam aos de bairros de classe média-alta em São Paulo. Os imóveis estão à venda por cerca de 7.500 reais o metro quadrado, o mesmo preço de lançamentos recentes feitos em bairros como Pompeia ou Vila Mariana. A tabela abaixo mostra como evoluíram os preços dos imóveis lançados pela Odebrecht em Santos e ilustra o boom na cidade:
Empreendimento
Características
Época de lançamento
Localização
Desempenho
Preço
The Garden
Duas torres de 25 andares com 300 apartamentos
Maio de 2010
José Menino
100% vendidos em 7 meses
4.500 reais o metro quadrado
The Blue Officemall
Empreendimento misto comj 63 lojas de shopping e 481 salas comerciais
Novembro de 2010
Avenida Senador Feijó, principal ligação da orla ao centro
Todas as lojas foram vendidas no lançamento e as salas acabaram em quatro meses
6.500 reais o metro para as salas e 12.000 reais o metro para as lojas
Legend
Compreende 310 apartamentos residenciais, 228 quartos de hotel e uma nova sede para o clube Sírio Libanês
Janeiro de 2012
Gonzaga
100% dos quartos de hotel e 35% dos apartamentos vendidos em 10 dias
7.500 reais o metro do residencial e 13.800 reais o metro do hotel
Próximo empreendimento está em fase final de planejamento
Residencial com VGV de 170 milhões de reais
2012
Valongo
Não se aplica
Mais do que 6.500 reais o metro
























O que impressiona em Santos é a velocidade de vendas, que é sempre muito rápida”, diz Marcello Arduin, diretor de incorporação da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Foi o sucesso dos lançamentos já realizados que motivou a empresa a decidir pela abertura de uma sede em Santos apenas para tratar dos empreendimentos localizados no litoral paulista e no ABCD. Junto com o escritório que será aberto em Campinas, serão as primeiras sedes da Odebrecht Realizações Imobiliárias fora de capitais estaduais.
Novos bairros
Grandes incorporadoras que atuam em Santos, como a Cyrela, a Gafisa ou a PDG, não possuem uma sede na Baixada. A decisão da Odebrecht de seguir um caminho diferente foi motivada pela dificuldade em encontrar bons terrenos na cidade. Nos bairros centrais, a escassez de terrenos levou a um aumento dos preços dos lançamentos, que já se situam nos patamares da tabela abaixo:

Bairro de Santos
Valor de um apartamento novo (R$ por metro quadrado)
O que daria para comprar em São Paulo pelo mesmo valor
Boqueirão
7.700
Um apartamento usado na Vila Olímpia
Ponta da Praia
6.800
Um apartamento usado em Higienópolis
Orquidário
6.000
Uma casa usada em Pinheiros
Fontes: Odebrecht Realizações Imobiliárias e FipeZAP












Com a sede, a Odebrecht terá um time de executivos dedicados exclusivamente a encontrar bons espaços para fazer lançamentos de ao menos 300 milhões de reais por ano na cidade. A tendência é de que a população comece a migrar para áreas que estão sendo revitalizadas ou que devem receber pesados investimentos nos próximos anos. Esse é o caso de bairros como Valongo e Paquetá. Se todas as obras de mobilidade urbana que estão sendo planejadas realmente saírem do papel, outras regiões também serão beneficiadas, como Cubatão, Guarujá, São Vicente e Praia Grande.
“Os preços já subiram muito nas regiões centrais da cidade, mas ainda há um bom potencial de valorização em bairros um pouco mais afastados”, diz Arduin, da Odebrecht.
O economista Luiz Calado, autor do livro “Imóveis: seu guia para fazer da compra e da venda um grande negócio”, faz um alerta aos investidores sobre os elevados preços de imóveis na cidade. Para ele, há um boom de lançamentos em Santos e os valores exigidos para fechar uma transação hoje já embutem a expectativa de desenvolvimento e revitalização do município nos próximos anos. Novas valorizações só devem acontecer se as obras esperadas realmente saírem do papel. “Eu ouço falar do túnel que vai ligar Santos ao Guarujá desde que sou criança e o negócio nunca saiu”, afirma Calado, que é natural de Santos.
Se o desenvolvimento esperado não se materializar ou se a economia brasileira tiver um desempenho abaixo do esperado, os preços dos imóveis podem até recuar. “Basta ver o que aconteceu em Miami. Os preços dos imóveis estão 40% mais baixos do que no pico, e lá não falta infraestrutura”, afirma. Ninguém é capaz de prever o comportamento de qualquer mercado imobiliário. Portanto, é bom ser prudente quando os preços estão elevados.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Que venha o carnaval do Brasil!

Segunda feira da semana do carnaval, a expectativa é muito grande para o inicio das atividades comerciais no pais. Ás decisões importantes de pessoas e empresas vão sendo proteladas para após esta data, o movito ainda ninguem achou uma explicação decente. Talvez inicio do ano letivo final das férias no emprego, pagamentos dos impostos no inicio do ano emendando tudo isso ao carnaval a maior festa popular do Brasil. Depois da quarta feira de cinzas os vendedores aguardam ansiosos o retorno dos compradores, a decisão final da compra de um bem móvel ou imovel que vem sendo pesquisado desde o natal.
No caso da compra de uma casa ou apartamento não é diferente muitos compradores ja rodaram bastante procurando algo que agrade e que tenha uma forma de pagamento que facilite a compra, e como crédito ja não é problema so mesmo a nossa festa maior pra protelar importantes decisões.
O setor imobiliario acena com grandes lançamentos em São Paulo e nos municipios próximos, quem esta apostando num diminuição dos preços a curto prazo vai perder, alem de não comprar vai pagar mais caro se esperar muito.








Bom Carnaval a todos

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Lopes fecha 2011 com melhor desempenho de vendas


As quinze aquisições realizadas em 2010 e 2011 levaram a LPS Brasil - Consultoria de Imóveis, conhecida como a imobiliária Lopes, a obter, no ano passado, seu melhor desempenho histórico de vendas. O Valor Global de Vendas (VGV) comercializado pela companhia em 2011 cresceu 16% em relação a 2010, para o recorde de R$ 18,2 bilhões. No quarto trimestre, as vendas também foram recordes, atingindo um total de R$ 5,5 bilhões, o que representa expansão de 17% ante o mesmo período de 2010.


"Em 2012, daremos continuidade à política agressiva de aquisições", diz o diretor financeiro da Lopes, Marcello Leone. A empresa vai manter a estratégia de compras focada em imobiliárias que atuem no mercado secundário, ou seja, de imóveis usados. Em 2011, o VGV comercializado de imóveis usados cresceu 200%, para o recorde de R$ 3,9 bilhões.


O número total de unidades vendidas subiu 12%, no ano passado, para 63,149 mil unidades. Os recordes registrados pela Lopes resultaram também da alta do tíquete médio dos imóveis comercializados. A Lopes registrou ainda recorde de financiamento vendido pela Credipronto - joint-venture da companhia com o Itaú -, de R$ 1,270 bilhão, com 118% de crescimento ante 2010.


Para este ano, a expectativa da Lopes é que seu desempenho seja melhor que o do ano passado, conforme o diretor de Novos Negócios, Tomás Salles. A redução da taxa básica de juros Selic, o ano eleitoral e a perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) acima do ano passado são apontados como as razões para a projeção, de acordo com Salles. O executivo da Lopes pondera que esse é o cenário traçado desde que não ocorra nenhum acontecimento inesperado na Europa.
Do Valor Econômico - 31/01/2012 - Chiara Quintão

Comentario:
Para quem esta procurando imovel pra comprar esta noticia serve como referencia  confirmando que o mercado tem bastante lançamentos para 2012, não se esqueça de pesquisar os preços da região onde voce tem interesse e não se espante se achar  estes preços cada vez mais doidos, faça negocio com um apartamento que caiba no seu bolso, pesquise sobre a construtora e a imobiliaria antes de assinar o contrato.Mas não demore muito nesta processo porque as vendas costuman ser muito rapidas quando se trata de lançamento.


Empreendimento:
Via jardins dos Ipês na vila Maria Alta. 
Esta será a visão dos andares altos.
78m² e 96 m² com 2 e 3 vagas determinadas.
















                                                      Fachada dos prédios 

Não se esqueça de visitar o apto decorado que é show de bola

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Cresce audiência de sites imobiliários

O mercado de imóveis residenciais pode não estar tão aquecido quanto em anos anteriores, mas na internet o movimento não para de crescer. Enquanto a previsão é de que as vendas de imóveis em geral vão cair 11% - para 32 mil unidades, segundo o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) -, a audiência dos sites imobiliários aumentou 18% em outubro, para 4,9 milhões de usuários únicos, acima da audiência total da internet, que avançou 16%, para 50,6 milhões de visitantes únicos, segundo a consultoria ComScore.

No portal Zap Imóveis, líder de audiência em outubro no ranking da ComScore, o número de visitantes chegou a 750 mil usuários únicos, 2% acima do mesmo mês de 2010. Em 12 meses até setembro, o aumento foi de 30%, com um total de 3,2 milhões de visitantes, diz Eduardo Schaeffer, presidente do Zap Imóveis. A oferta de imóveis também cresceu. A expansão no acumulado do ano foi de 31%, para 255,3 mil unidades. Isso torna o Zap Imóveis o portal com maior número de anúncios pagos, ao contrário do que o Valor publicou em reportagem no dia 18 de novembro.

Em parte, o sucesso dos sites de imóveis é reflexo de um fenômeno comum ao mercado de consumo em geral - a melhoria da renda de parte significativa dos brasileiros. "A audiência cresceu com a entrada de uma parcela das classes C e D que não usava a internet", afirma Schaeffer.

O Zap Imóveis detém 25,96% do mercado brasileiro de classificados imobiliários on-line em audiência, o que o coloca na primeira posição, segundo dados da HitWise (SerasaExperian) referentes a outubro. Em um ano, o portal cresceu 4,45 pontos percentuais em participação. De acordo com o levantamento, o site Imovelweb aparece em segundo lugar, com 10,57% de participação no total de visitas. Em seguida estão o site Trovit Brasil - imóveis, com 8,77% de participação, e o portal VivaReal, com 5,4% de participação. Esses três sites não tinham representatividade em outubro de 2010, segundo informou a SerasaExperian. A competição tende a se acirrar. Atraídos pelo crescimento do mercado, novos competidores começam a explorar o serviço.

A Imobox foi criada este ano pelo Apontador, que já tem outros negócios de internet. O site funciona como um agregador: reúne, em um só lugar, anúncios de imóveis publicados em sites de imobiliárias, corretoras, construtoras e incorporadoras. Segundo a empresa, a oferta é de 349 mil imóveis. O site recebe em média 323 mil visitantes únicos por mês, o que torna a empresa a quarta colocada em audiência no ranking da ComScore.

O movimento no segmento não passou despercebido pelos investidores. Nesta semana, a Imobox recebeu um aporte de capital da gestora de fundos Astella Investimentos, que assumiu uma participação minoritária na companhia. O valor da operação não é revelado. "A Imobox apresentou serviços mais interessantes na avaliação do fundo, mas há outras oportunidades nesse setor em análise", diz Martino Bagini, sócio da Astella. O Imobox tem receita projetada para este ano de R$ 250 mil.

No levantamento da ComScore, à frente da Imobox estão a Webcasas, que apresentou 544 mil usuários únicos em outubro, e a Imovelweb, com 493 mil usuários únicos. As empresas não retornaram os pedidos de entrevista. O site VivaReal, fundado em 2010, ocupou a quinta posição no ranking da ComScore, com 291 mil visitantes únicos. Brian Requarth, executivo-chefe do VivaReal, diz que a empresa chegou a ter 260 mil imóveis cadastrados, mas esse número foi reduzido para 212 mil.

É difícil medir o mercado de imóveis on-line por número de ofertas porque os métodos de cálculo variam entre elas. No Zap Imóveis, diz Schaeffer, os mais de 255 mil imóveis anunciados representam ofertas pagas publicadas no portal. "É diferente dos classificados gratuitos ou dos agregadores que muitas vezes têm um volume maior de ofertas, mas com grande volume de repetições em função dos sites concorrentes que possuem os mesmos anúncios".

A internet também tornou-se uma extensão significativa dos negócios para as empresas tradicionais do setor - imobiliárias, construtoras e incorporadoras. Nesse grupo, a empresa que apresentou maior audiência em outubro foi a Rossi, com 231 mil usuários únicos, segundo a ComScore. Cintia Valente, gerente de marketing da Rossi, diz que a audiência cresceu 20% neste ano. "A internet tornou-se uma ótima ferramenta para começar um relacionamento, que muitas vezes acaba na venda do imóvel", afirma. De acordo com a executiva, 70% das pessoas que compram imóveis na Rossi visitaram o site. No terceiro trimestre, a companhia apresentava 4,9 mil imóveis lançados, totalizando R$ 1 bilhão em volume geral de vendas.

Na imobiliária Lopes, com 224 mil usuários únicos em outubro, 20% dos lançamentos feitos em São Paulo neste ano foram vendidos por corretores on-line, totalizando R$ 1,5 bilhão. "Nos outros Estados, o percentual é semelhante", diz Roberto Nascimento, diretor de marketing da Lopes. O site também é usado para avaliação de imóveis. Do total de consumidores que compraram na Lopes, 90% fizeram pesquisas no site.

A incorporadora Tenda, pertencente à Gafisa, também reforçou a área de atendimento on-line, diz Leandro Lozada, coordenador de marketing da Tenda. O resultado foi um aumento de 30% na audiência, para 194 mil usuários únicos em outubro. O site tem 150 imóveis à venda.





24/11/2011 via Valor Econômico - 23/11/2011 - Cibelle Bouças
publicado no[Valor Econômico - 23/11/2011 - Cibelle Bouças]

Comentario:
Os departamentos de online das empresas estão tendo muita consulta o que torna necessario aos corretores que trabalham neste setor ter um conhecimento  mais amplo do estoque da empresa, alem claro do dominio da ferramenta internet que se torna fundamental. Lógicamente o ideal de qualquer negocio e voce estar presente ao local do empreendimento para conhecer a região e só depois de tirar todas as duvidas fechar o negocio.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

A roleta russa no dia a dia do corretor de imóveis.


Pra você que procura um imóvel nos fins de semana, saiba que os corretores que irão lhe atender passam por um processo de seleção chamado sorteio logo pela manha, é assim todos os dias. Este sorteio define a ordem de atendimento do dia e neste processo também chamado de roleta pois é uma analogia a roleta russa tudo pode acontecer. Quanto ao cliente nem todos saem com intenção de comprar ou investir num imóvel, as vezes a pessoa só quer matar o tempo ou mostrar para o cunhado ou amigo que lhe esta visitando como os imoveis na vizinhança são bonitos e caros. Quem atende presta o serviço da mesma maneira não separando quem quer e quem não quer não tem como separar os curiosos. O mais sensato seria o curioso dizer ao ser abordado na entrada que apenas quer dar uma olhada sem intenção de compra seria atendido da mesma maneira mas não "queimaria" a vez de ninguém. Acontece que tem pessoas que não estão nem ai para os problemas alheios inclusive alem de "queimar" a vez corretor que pode ser a ultima chance do dia, ainda inventam que tem um bom dinheiro guardado e que estão pesquisando e logo logo irão decidir. Ninguém assume não ter o dinheiro para comprar determinado bem o que não seria feio, pois existe lançamentos imoveis e financiamento para cada bolso disposto e determinado a comprar.
Tem também o cara que só quer impressionar a namorada, faz contas, ameaça fechar o negocio, diz que volta na semana porque ela adorou, no fundo chamamos isto de visita pré-motel que é a verdadeira intenção do conquistador, este não compra nada e as vezes até empresta um carrão pra visitar o stand de vendas.
O comprador é aquele que achou o lar, não vendemos imoveis, vendemos lar, que é o lugar onde você vai passar o resto da vida com a família, se divertir, chorar, se preocupar amar ser amado ver os filhos crescerem e seguir o rumo na vida.Quando você sentir isso não tenha vergonha de dizer ao profissional que o esta atendendo, reclame do preço peça desconto corra atras da documentação mas não deixe passar a oportunidade, do jeito que anda o mercado imobiliário o preço de hoje é mais caro que o de ontem e mais barato que o de amanha.Boa sorte na procura de seu lar.
Os corretores aguardando em fila para atender em lançamento na aclimação 2011 

Pôr do sol visto do local na aclimação


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Imóveis oferecem bons ganhos

Vista do stand e obras do Via jardins dos Ipês na vila Maria Alta
Com a redução da taxa básica de juros nos últimos meses e desaceleração do aumento do preço dos imóveis na capital paulista, o investidor que busca segurança para aplicar seus recursos financeiros pode encontrar no mercado imobiliário uma boa opção de rendimento em 2012 frente ao que é oferecido pelo mercado financeiro. Há imóveis com retorno financeiro garantido. E não é só quanto à valorização das unidades, mas de ganhos com locação, que podem se transformar em complemento de renda do proprietário.
Os imóveis com maior procura para locação da capital hoje são chamados de “pão quente” entre os profissionais do mercado imobiliário. “São os residenciais de um e dois dormitórios. Há grande demanda por locação, são imóveis com preço mais em conta para quem quer investir e trazem bom retorno”, conta a diretora comercial da J2M Assessoria Imobiliária, Juliana Moreira de Magalhães, que atua na região da Vila Olímpia, Itaim-Bibi e Moema.
Segundo a diretora da imobiliária, nos últimos meses os preços dos imóveis estacionaram e há um movimento de investidores diversificando o capital aplicado em imóveis. “Tenho muitos clientes jovens, que eram apenas investidores da Bolsa, mas resolveram também fazer esse tipo de investimento pelo bom retorno”, conta.
Ela acrescenta que apartamentos menores e de valor mais baixo têm apresentado melhor lucro ao investidor.
“Se o valor de aluguel é de até 1% do preço do imóvel, no caso das unidades mais baratas é mais fácil conseguir esse porcentual do que nas mais caras. Um apartamento de R$ 1 milhão dificilmente será alugado por R$ 10 mil mensais, mas um de R$ 300 mil pode ser alugado por R$ 3 mil por mês e sempre estará ocupado”, comenta Juliana.
Para o presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), João Crestana, quem investe em imóveis tem não só o retorno da valorização dos preços ao longo do tempo, mas também os ganhos de aluguel. “A renda fixa rendeu próximo a 10% no ano passado, sendo que 6% foi inflação. Já o imóvel valoriza pelo menos a inflação e ainda há o aluguel, que descontado os impostos, sobra de 6% a 7% do valor do imóvel ao ano. As melhores opções são unidades voltados para a classe média e localizados em centros urbanos”, afirma.
O coordenador do curso de pós-graduação de negócios imobiliários da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), Ricardo Gonçalves, recomenda a quem quer começar a investir em imóveis pesquisar preços e buscar oportunidades nesse mercado. “É sempre bom consultar se o preço dos imóveis de interesse são factíveis. Faça uma pesquisa, veja quanto vale, se o preço está dentro do que o mercado pede e se haverá retorno. Tem que comparar com outras aplicação e ver a oportunidade de locação da unidade”, aconselha o professor.
Outra dica da diretora da J2M na hora de investir em um imóvel é ficar de olho no valor do condomínio e do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). “A oportunidade de alugar o imóvel está ligada ao valor do condomínio. Se for muito alto, o proprietário não vai conseguir um valor muito bom de aluguel ou pode até dificultar conseguir inquilinos”, comenta.
O pesquisador do Instituto Assaf, de análises econômicas, Fabiano Guasti Lima, também explica que investir em um imóvel é considerado um investimento de longo prazo que requer planejamento financeiro. A desvantagem dessa aplicação é a menor liquidez que um bem como esse tem no mercado, diferente da renda fixa ou de ações, em que o dinheiro pode ser resgatado a qualquer hora. E a vantagem é que o investimento pode ser visto como complemento de renda.
Este é o condomínio via jardins do Ipês na vila Maria Alta

Fonte: Zapimoveis

O Lago dos patos em Guarulhos SP e o lançamento imobiliário!

Qualidade de vida, boa localização, acesso fácil a escolas, farmácias, padarias, supermercados e hospitais estando a 15 minutos do metro Tucuruvi.

O Lago dos patos em Guarulhos na vila Galvão é um local agradável onde muitas pessoas vão fazer  caminhada matinal, onde é possível sentar e apreciar a paisagem enquanto toma uma água de coco nos quiosques e lanchonetes e no final da tarde começo da noite ainda se encontra pessoas passeando e onde muitos jovens namorados vão comer cachorro quente nos vários carrinhos que por lá estacionam. Tem próximo do lago vários estabelecimento comerciais, com destaque para o Marinheiro restaurante especializado porções e em frutos do mar.



Para os frequentadores do local boas noticias, a prefeitura esta reformulando o parque com destaque para o gradeamento do campo de futebol que antes era cercado por um muro de 2 metros de altura e onde nos fins de semana as pessoas se amontoavam sobre ele para assistir aos jogos.
Ontem encontrei por acaso no supermercado sonda da vila Galvão a vereadora  Eneide que foi vice-prefeita de Guarulhos na gestão Elói Pietá, segundo ela serão instalados em breve os equipamentos públicos de ginastica reivindicação antiga dos moradores do bairro dos mesmos modelos que ja estão disponíveis em outros parques da cidade.



O mercado imobiliário que é muito dinâmico percebeu o potencial da região e hoje temos no entorno do lago mais de 10 (dez) lançamentos imobiliários  com apartamentos de 2, 3 e 4 dormitórios com grande potencial de valorização porque no fim das contas o que as famílias procuram é ter alem da casa própria em boa localização, lazer, e qualidade de vida.