segunda-feira, 26 de março de 2012

Afinal o mercado imobiliario esta aquecido ou não?

Ponto de vista de quem esta acompanhando no dia a dia.

Vejo muitos comentaristas falando do momento atual do mercado imobiliario e muitos lançando duvidas quanto ao sistema de financiamento e o desaquecimento do setor.
Mesmo com o governo Dilma sinalizando que vai manter e até ampliar o MCMV com a Caixa Economica e o banco do Brasil injetando bilhões de reais para financiamento de imoveis populares, os especialistas vivem de lançar previsões cada vez mais catastroficas me parece torcendo para dar errado para dizer aha não falei.
Passado o carnaval muitos lançamentos imobiliarios estão em andamento e na maioria das vezes a demora para se lançar um produto se deve a burocracia da prefeitura para liberar um determindao empreendimento.
Sou gerente de vendas numa imobilria de lançamentos chamada Brasil Brokers e nitidamente estamos tendo cada dia mais produtos para vender tanto que precisamos urgentemente contratar corretores e qualificalos para atender esta demanda.
Neste ultimo sabado 24/03/2012 lançamos no campo limpo um empreendimento da construtora Atua ( Atua vista Morumbi ) um predio com apartamentos de 2 dormitorios 1 vaga pelo preço de R$ 143.000,00 cento e quarenta e tres mil reais com o financiamento da Caixa Economica Federal pelo plano Minha casa minha vida e a procura foi tanta que ainda tem fila de espera, foram disponibilizados para venda 150 unidades.
No mesmo dia em perdizes outro lançamento ai de um padrão mais alto chamado Astre da construtora Paulo Mauro muito conceituada aqui em São Paulo e na região. Este empreendimento terá apartamentos de 3 e 4 dormitorios com 3 ou 4 vagas 126m² e preço de 1 milhão de reais por unidade. Para adquirir era necessario ter renda de R$ 30.000,00 trinta mil reais e foram vendidos todos no mesmo dia. Neste caso a fila de espera chega a 200 duzentos interessados neste investimento. Ou seja ha uma demanda muito grande pôr imoveis na planta que vem se mostrando um belo investimento nos ultimos anos e ao que tudo indica devera crescer ainda pôr um bom tempo, em que pese as vozes contrarias e os pessimistas de plantão.

Venha trabalhar como corretor na maior imobiliaria do pais, estamos admitindo com ou sem experiencia, damos treinamento e uma bolsa para o curso de qualificação.
pode me enviar o curriculo e agendaremos uma entrevista.
Gerente CARVALHO Brasil Brokers email: loggua@ig.com.br

quarta-feira, 21 de março de 2012

O Filho do Eike Batista e da Luma de Oliveira

Thor Batista ou Wanderson da Silva: quem foi o culpado?
Muitos leitores me pediram um texto após Thor, filho de Eike Batista, ter se envolvido em um acidente que resultou na morte de um ciclista no Rio de Janeiro, talvez pelo fato deste blog cobrir o direito à cidade e a uma mobilidade urbana mais digna. Há um inquérito para entender as causas da morte e, até lá, temos que ter cuidado com afirmações categóricas. Mas uma pessoa morreu e, novamente, em cima de uma bicicleta. Por isso, pedi para Maria Paola de Salvo, jornalista que foi editora de uma grande revista especializada em automóveis, um texto sobre o ocorrido. Com isso, temos uma visão diferente sobre o assunto, o que pode contribuir na busca de formas de diminuir a violência no trânsito. E colocamos elementos na mesa para garantir que o responsável seja apontado, independente de estar morto ou ser rico.
Por quê? Bem, se pergunta isso, você não mora em uma grande cidade brasileira. Segue o texto:
Toda vez que uma celebridade ou endinheirado a bordo de um carro potente de milhares de reais atropela e mata um pedestre ou um ciclista, o país inteiro se lança num processo inquisitório em busca dos culpados. Em geral, o condutor se apressa a apontar o dedo para a vítima, acusando-a de imprudente, como fez hoje Eike Batista ao defender o filho Thor em entrevista à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo,  e os familiares do pedestre ou ciclista colocam a culpa na má conduta do motorista. Perdida em opiniões e preocupada em reproduzir declarações, a opinião pública dificilmente aponta o dedo para o lado que importa: o das evidências, fatos e provas técnicas.
Todos têm direito ao benefício da dúvida e são inocentes até que se prove o contrário. Por isso, minha intenção aqui não é acusar Thor nem o ciclista, mas levantar algumas dúvidas em relação ao caso. Não sou perita científica, mas, tendo produzido várias matérias sobre acidentes de trânsito e perícias de colisões para várias publicações e como ex-repórter e ex-editora de uma revista especializada em automóveis como a Quatro Rodas, não consegui ficar calada diante das declarações de Eike de que o ciclista foi imprudente e o filho dele correu risco. É possível, sim, que o ciclista Wanderson Pereira da Silva tenha se arriscado mais do que devia ao atravessar a rodovia. Contudo, se isso realmente aconteceu, é pouco provável que a colisão tivesse sido frontal e tão violenta e ele tivesse o corpo tão dilacerado, se Thor não estivesse em alta velocidade.
É difícil acreditar em Thor apenas no papel de vítima, como seu pai alega, simplesmente porque algumas estatísticas, evidências científicas e comportamentais de trânsito nos mostram o contrário. Vejam abaixo meus argumentos, que não refletem a opinião da revista nem da editora para a qual já trabalhei um dia:
1) Se o filho de Eike correu risco, como afirma o empresário, foi porque devia estar em alta velocidade. Segundo dados do National Pedestrian Crash Report do NHTSA, o órgão de trânsito que reúne estatísticas de acidentes nos Estados Unidos, 0,3% dos motoristas envolvidos em atropelamento com vítima fatal morreram nos últimos 10 anos nos Estados Unidos. Em outras palavras, as chances de prejuízos fatais são sempre maiores para o pedestre e para o ciclista e não para os condutores. Logo, pelas estatísticas, era infinitamente baixo o risco de o filho de Eike ter morrido ou se ferido no acidente – a menos que estivesse em alta velocidade. Por outro lado, as chances de morte de Wanderson eram praticamente certas, de 100%, considerando que o carro estivesse a 90 km/h, como Thor afirmou em entrevista. A 70 km/h, o risco de morte de um ciclista ou pedestre já é de 85%.
2) Há grandes chances de a colisão ter sido frontal. Thor diz que o ciclista saiu do acostamento e entrou de repente na pista. Se assim fosse, a maior probabilidade seria o ciclista ter sido atingido de lado e, provavelmente, caído do outro lado do carro. No entanto, o ciclista parece ter sido colhido de frente e voado por cima do capô, o que pode indicar uma colisão frontal – não se sabe se na pista ou se no acostamento, como alega a defesa da vítima. Segundo especialistas, num atropelamento em que a colisão é frontal, o primeiro contato do corpo é com o início do capô. Nas fotos da Mercedes de Thor, é possível ver que a grade frontal foi de fato danificada. Em colisões assim, carros de passeio tendem mesmo a jogar o corpo para cima do capô. Aqui, de novo, as fotos do Mercedes depois do acidente mostram evidências de que isso pode ter mesmo acontecido: o para-brisa e o teto estão completamente destruídos. Para uma melhor compreensão de como acontecem os choques frontais entre carro e corpo humano, veja o infográfico aqui.
3) A Mercedes de Thor deveria estar a pelo menos 80 km/h quando atingiu o rapaz. Segundo legistas, o risco de morte é de praticamente de 100% quando o carro está a mais de 80 km/h. Ultrapassados os 80 km/h, a cada quilômetro a mais, aumentam as chances de fratura na coluna, rompimento de artérias importantes e até desmembramentos e amputações. No caso em questão, testemunhas afirmam que o tórax do ciclista se abriu ao meio, o coração dele foi parar dentro da cabine do motorista e seu corpo foi totalmente dilacerado. O que leva a crer que Thor poderia estar rodando bem acima dos 80 km/h.
4) Qual era a distância do corpo do atropelado em relação ao carro? A distância do corpo da vítima ajuda a entender a dinâmica da colisão e dá pistas sobre a velocidade do carro. A mancha de sangue revela o local do choque. A partir dela, sabe-se por quantos metros o corpo foi arrastado. Se a distância é grande, é porque o veículo devia estar em alta velocidade, o que poderia ser confirmado pelas marcas de frenagem. Para isso, é extremamente importante manter intacta a cena do acidente. No entanto, ao que parece, não se tem nenhuma dessas respostas até agora simplesmente porque a cena da colisão foi alterada e o veículo foi rápida e estranhamente retirado do local.
5) Histórico de imprudência: o motivo da maioria das multas da carteira já “estourada” de Thor era excesso de velocidade. A literatura de trânsito é farta em estudos mostrando que motoristas tendem a repetir o mesmo comportamento imprudente quando não são punidos. Diante disso, o que levaria um garoto na faixa dos 20 anos (a mais propensa a se envolver em atropelamentos com morte, segundo o mesmo relatório do NHTSA) e com histórico de excesso de velocidade ter alterado seu comportamento imprudente justamente naquele dia, tendo nas mãos o volante de um Mercedes-Benz SLR McLaren, que chega a mais de 300 km/h?
Quando recebem punição, no entanto, os motoristas tendem a mudar o jeito de agir no futuro. Há dezenas de estudos na área. O instituto australiano Centre for Accident Research and Road Safety, de Queensland, fez uma pesquisa em 2007 com 309 motoristas que dirigiam sem carteira de motorista e foram punidos. Mediram-se as intenções de dirigir sem habilitação de novo no futuro. A conclusão é que o comportamento imprudente não se repetiria se o motorista percebesse a alta probabilidade de ser preso e se as penas fossem suficientemente severas.
Enquanto não tivermos as respostas para essas dúvidas técnicas, será impossível emitir um veredicto e eximir Thor de qualquer culpa no acidente e acusar Wanderson, o ciclista, como deseja Eike Batista.
(Maria Paola de Salvo é jornalista, foi repórter e editora da revista Quatro Rodas e também repórter de Veja São Paulo, onde costumava cobrir trânsito. Suas opiniões não refletem a posição das revistas ou da editora para a qual já trabalhou um dia.)

Do blog do


quinta-feira, 15 de março de 2012

Um Lançamento Minha Casa Minha Vida na pratica!

Neste sabado estaremos fazendo o lançamento do empreendimento Atua vista Morumbi na rua maniçoba no campo limpo.
São trezentas unidades financiadas pela Caixa Economica Federal pelo sistema Minha Casa Minha Vida e teremos unidades de 2 dormitorios 1 vaga com 44m².
O trabalho feito pelos corretores até agora foi a fase de cadastramento dos interessados que se encaixam no perfil pedido pela CAIXA.
O atendimento será prioritario para os clientes que estão sendo chamados a estarem no local as 7:00hs da manha onde havera um sorteio entre os presentes para escolher os apartamentos e futura moradia. Quem chegar depois da hora devera se contentar com o que tiver disponivel o que praticamente será impossivel dada a procura muito intensa nos ultimos dias e ao trabalho tambem muito intenso de oferta que os corretores estão fazendo.
Como a demanda pôr moradia é muito grande e quase certo que teremos mais gente querendo comprar do que apartamento para vender.
Com salão de festas, salão de jogos, Fitness, miniquadra, churrasqueira, praça dos amigos, praça kids, babyplay, brinquedoteca, Portaria 24hs. Em terreno de 7660m² onde voce tera a disposição um grande bosque ocupando 35% do terreno.
http://www.atuavistamorumbi.com.br/   

O preço é a partir de R$ 141.000,00 cento e quarenta e um mil reais ou R$ 3200,00/m²

Venha fazer um excelente negocio neste final de semana basta me procurar.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Quanto custa a casa própria em algumas capitais

                                       São Paulo.


Daniel Teixeira/16.01.2012/AE 
Daniel Teixeira/16.01.2012/AEFoto 3 de 14 
Comprar casa própria em São Paulo também pesa no bolso - e o paulistano sabe bem disso. O metro quadrado na capital paulista vale, em média, R$ 6.135, o que faz o apartamento de 90 m² sair por cerca de R$ 550 mil.


Se o imóvel ficar na região do Ibirapuera, onde o metro quadrado custa R$ 9.644, o imóvel sobe para R$ 868 mil

Brasilia




Fabio Rodrigues Pozzebom/18.05.2011/ABr

Fabio Rodrigues Pozzebom/18.05.2011/ABrFoto 1 de 14
Brasília é a cidade com o metro quadrado mais caro do País, com a medida cotada a R$ 7.847 em média. Isso quer dizer que um apartamento de 90 m² (hipótese que usaremos para as próximas cidades) custa cerca de R$ 706 mil
O preço da casa própria continua em alta, só que o metro quadrado está subindo em ritmo mais lento que o do ano passado. Em janeiro, o metro ficou 1,1% mais caro no país, segundo o indicador FipeZap.

                                  Rio de Janeiro


Wilton Junior/02.09.2008/AE 
Wilton Junior/02.09.2008/AEFoto 2 de 14
O Rio de Janeiro está no segundo lugar no ranking dos maiores preços do metro quadrado, já que a metragem está avaliada em R$ 7.589 na cidade. O mesmo apartamento de 90 m² custa, em média, R$ 683 mil.

Enquanto Brasília é a cidade mais cara, Leblon, no Rio, é o bairro mais salgado para se comprar a casa própria. Lá, o o m²  custa: R$ 17.328. Aquele imóvel de 90 m² custa R$ 1,5 milhão

                              São Luis do Maranhão.


Hilario Manoel Messi/Divulgação 
Hilario Manoel Messi/DivulgaçãoFoto 10 de 14

Comprar a casa própria em São Luís do Maranhão também está pesado no bolso do brasileiro. O metro quadrado no bairro Calhau (dado de maio de 2010) está estimado em R$ 4.628.

Isso quer dizer que o imóvel hipotético de 90 m² sai por R$ 416,5 mil

                                         Maceio.


Divulgação 
DivulgaçãoFoto 13 de 14 
Em Maceió, o ritmo do crescimento imobiliário não é diferente. O metro quadrado na região da Jatiúca está avaliado em R$ 3.421. Isso quer dizer que um imóvel de 90 m² custa, em média, R$ 308 mil

                                       Salvador.


Valter Campanato/ABr 
Valter Campanato/ABrFoto 7 de 14
Em Salvador, o metro quadrado está avaliado em R$ 3.610 em média, valor que varia de acordo com o bairro, assim como em todas as capitais. Um apartamento de 90 m² custa, em média, R$ 325 mil

                                  Belo Horizonte


Pedro Vilela/13.07.2010/AE 
Pedro Vilela/13.07.2010/AEFoto 5 de 14
Belo Horizonte aparece na quinta posição da lista, com o metro cotado a R$ 4.547. Com esse valor, um imóvel de 90 m² custa, em média, R$ 410 mil

Observação: o levantamento considera o valor médio do metro quadrado com base no índice FipeZap, que é divulgado todo mês e pode ser consultado no site http://www.zap.com.br/imoveis/fipe-zap/

Do Portal R7

Comentario: A sequencia de fotos por si só ja vale a visita ao portal. 
Estamos admitindo corretores com ou sem experiência, venha trabalhar na maior imobiliária do pais presente em 16 estados, a Brasil Brokers.
Me manda seu curriculo!

segunda-feira, 5 de março de 2012

As maiores construtoras em 2011!

As maiores

O ITC, uma das consultorias mais tradicionais em fornecimento de dados para o setor de construção, divulgou hoje o balanço das companhias que mais construíram por metro quadrado no país durante 2011.
O 8º Ranking ITC das 100 maiores da Construção, engloba tanto construtoras que atuam nos segmentos comercial, residencial e indústria, e traz como grande ganhadora deste ano a Gafisa (no ano de 2010, a vencedora havia sido a mineira MRV).
Clique nas fotos para conhecer quais são as dez maiores construtoras em metros quadrados construídos, segundo o ranking.
Do site da revista exame

Comentario:
Para atender a demanda dos lançamentos, estamos num ritmo muito frenético de contratação de corretores. Profissionais de todas as areas migram para o setor imobiliario e quem investir em treinamento e qualificação tera um diferencial consideravel.
Nós da Brasil Brokers estamos pagando o curso de TTI (técnico em transações imobiliarias)que é fundamental para exercer a profissão e se cadastrar no conselho (CRECI) para corretores sem experiencia que são admitidos e passam a estagiar em nos plantões de lançamentos.
Interessou manda seu curriculo indique um amigo, basta me procurar: Gerente CARVALHO Brasil Brokers

quinta-feira, 1 de março de 2012

Crédito imobiliário triplica em cinco anos


92% dos R$ 205,8 bilhões financiados têm condições facilitadas 
O crédito para a compra da casa própria alcançou R$205,8 bilhões em janeiro (veja gráfico), de acordo com o Banco Central (BC). Em relação ao total da economia brasileira, a proporção mais do que triplicou em cinco anos, chegando a 5% do Produto Interno Bruto (PIB). Do total de crédito habitacional, a maior parte (R$ 191,3 bilhões) correspondem a créditos direcionados - operações com recursos do governo, como o programa Minha Casa, Minha Vida, ou da parcela que os bancos são obrigados a recolher ao Banco Central e que têm juros mais baixos. Os R$ 14,5 bilhões restantes têm origem em operações com recursos livres.
No mês passado, o volume do crédito habitacional, que inclui recursos da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), apresentou uma alta de 2,7% em relação a dezembro de 2011 e de 44,5% em 12 meses. “Em janeiro de 2007, o crédito habitacional correspondia a 1,5% do PIB. Em janeiro de 2011, esse total era 3,7%”, comparou o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel.
Caixa - A Caixa Econômica Federal já contratou, em 2012, mais de R$ 12 bilhões em crédito imobiliário, o que representa um crescimento 30,5% ao contratado no mesmo do período do ano passado, quando emprestou cerca de R$ 8,7 bilhões. No mês passado, a Caixa aplicou na habitação R$ 2,7 bilhões dos recursos da poupança, aumentando de 32,3% para 46,5% a sua participação no mercado imobiliário nesta modalidade. O crescimento é de 54% em relação ao mesmo período de 2011.
A expectativa da Caixa em 2012 é de ultrapassar R$ 90 bilhões de financiamento em crédito imobiliário.
Em 2011, a carteira imobiliária da Caixa apresentou saldo de R$ 152,9 bilhões, aumento de 41,1% em relação ao registrado no ano anterior. Foram liberados R$ 80,1 bilhões para habitação, valor 5,5% superior ao contratado em 2010. Os financiamentos tiveram crescimento de 15,7% no total de R$ 67,8 bilhões, dos quais R$ 36,4 bilhões foram realizados com recursos da poupança e R$ 31,3 bilhões com linhas que utilizam o FGTS. Além disso, foram destinados R$ 7,5 bilhões para subsídios e R$ 4,9 bilhões em arrendamentos residenciais e repasses.
Janeiro - O volume total de crédito do sistema financeiro, de acordo com o BC, consideradas as operações com recursos livres e direcionados (como o habitacional), alcançou R$ 2 trilhões em janeiro, registrando retração de 0,2% no mês e expansão de 18,4% em doze meses. Com esse resultado, a relação entre o crédito e o PIB foi de 48,8%. No mês anterior, eram 49,1% e, em janeiro de 2011, a proporção era de 45%.
De acordo com o BC, essa redução em janeiro reflete a menor demanda por parte do setor produtivo. Os empréstimos contratados pelas famílias apresentaram moderado crescimento, concentrado em modalidades como crédito pessoal, cheque especial e cartão de crédito, em função dos compromissos financeiros e tributários no início do ano.
As operações de crédito com recursos livres totalizaram R$1.303 bilhões em janeiro, apresentando redução de 0,2 pontos percentuais (p.p.) no mês e elevação de 16,6% em doze meses. O desempenho mensal esteve associado à retração de 1,2% na carteira de pessoas jurídicas, saldo de R$646,3 bilhões, compensada parcialmente pelo aumento de 0,8% nos créditos para pessoas físicas, que somaram R$656,6 bilhões.
A parcela de crédito direcionado correspondeu a R$723,6 bilhões, revelando recuo mensal de 0,1% e elevação de 21,6% em relação a janeiro do ano anterior.
Fonte SECOM 

Cometario:
Agora depois do carnaval as construtoras ja estão retomando os lançamentos imobiliarios, o mercado ficara com muitas ofertas de imóveis porem num movimento crescente inclusive com grupos americanos demonstrando interesse em novas aquisições de incorporadores daqui. Acredita-se que temos pela frente pelo menos 10 anos de crescimento no setor de imóveis antes de atingir uma zona de conforto de preços.
Sou gerente de vendas de uma das maiores imobiliarias do pais a Brasil Brokers estamos num ritmo frenético de contratação de novos profissionais de vendas, damos treinamento e pagamos curso de TTI (técnico de transações imobiliarias) necessario para exercer a função de corretor credenciado pelo conselho, o CRECI.
E estamos fazendo isso nos preparando para atender as demandas atuais e futuras do mercado imobiliario.

Estamos admitindo corretores com ou sem experiencia, enviar curriculo aos cuidados do gerente Carvalho para o meu email: loggua@ig.com.br.
Damos treinamento e orientação sobre a profissão.