segunda-feira, 27 de agosto de 2012

1 milhão de casas pelo Minha Casa minha Vida

Minha Casa constrói 1 milhão de casas


“O programa está transformando a vida de muitas famílias que viviam nas encostas dos morros, na beira dos córregos ou nas palafitas construídas em cima dos mangues e igarapés.”
Programa Minha Casa, Minha Vida alcança a marca de 1 milhão de moradias construídas, afirma Dilma
A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (27), no programa de rádio Café com a Presidenta, que o Minha Casa, Minha Vida alcançou a marca de 1 milhão de moradias construídas. Segundo ela, até 2014 também será atingida a meta de 2,4 milhões de contratos para a construção de novas moradias.
“Nós chegamos, agora em agosto de 2012, à marca de 1 milhão de casas e apartamentos construídos pelo Minha Casa, Minha Vida. É isso mesmo, 1 milhão de moradias estão prontas e vão garantir que milhões de famílias brasileiras realizem o sonho da casa própria. Nós estamos construindo 3,4 milhões de moradias: 1 milhão foram contratadas no governo do presidente Lula, e 2,4 milhões estão sendo contratadas no meu governo. Do início de 2011 até agosto de 2012, nós contratamos 860 mil novas moradias do Minha Casa, Minha Vida. Nós vamos atingir a meta de contratar 2,4 milhões de moradias até 2014″, disse.
De acordo com a presidenta Dilma, o programa Minha Casa, Minha Vida também está melhorando a vida de quem mora em áreas de risco.
“O programa está transformando a vida de muitas famílias que viviam nas encostas dos morros, na beira dos córregos ou nas palafitas construídas em cima dos mangues e igarapés. Essas famílias, que sofriam com deslizamentos, com enchentes, e muitas vezes tinham suas casas destruídas, hoje são atendidas com prioridade no Minha Casa, Minha Vida”, afirmou.
A presidenta explicou ainda que o programa atende famílias de três faixas de renda. A primeira faixa é para aquelas famílias que recebem até R$ 1.600,00 por mês. Nesse caso, o governo paga até 95% do valor do imóvel e a prestação da casa não pode passar de 5% da renda da família. A família paga a casa em dez anos. Para as famílias que recebem até R$ 3.100,00, a ajuda do governo chega a R$ 23 mil. Nessa segunda faixa, o governo entra com o dinheiro para reduzir os juros e o valor do seguro. Já para a última faixa, onde estão as famílias que recebem de R$ 3.100,00 a R$ 5.000,00, o governo também paga uma parte do seguro.

Publicado em 27/08/2012 no blog do Paulo Henrique Amorin o conversaafiada

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Venda de imóveis sobe 2,6% no 1º semestre em São Paulo

Nos primeiros seis meses do ano foram lançadas 8,8 mil unidades, queda de 37,2% em comparação com o total de lançamentos no mesmo período de 2011.


Divulgação
 Número de unidades lançadas no primeiro semestre caiu 37,2% na comparação com 2011
As vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista totalizaram 11,9 mil unidades no primeiro semestre, aumento de 2,6% em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Em contrapartida, nos primeiros seis meses do ano, foram lançadas 8,8 mil unidades, queda de 37,2% em comparação com o total de lançamentos no mesmo período de 2011, conforme dados levantados para a pesquisa pela Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp).
LeiaVendas de imóveis novos em SP sobem em maio, afirma Secovi
O montante movimentado com as vendas somou R$ 6 bilhões, recuo de 1,5% na mesma base de comparação. A velocidade das vendas (total de unidades vendidas ante o total ofertado) nos últimos 12 meses encerrados em junho foi de 61,9%, alta de 0,5 ponto porcentual ante o dado de maio. A redução no volume de lançamentos reflete o ajuste do mercado à demanda, segundo explicou em nota Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP.
TambémInflação do aluguel acelera alta para 1,21% na primeira prévia de agosto
Ele também apontou que aumentaram as dificuldades para aprovação de novos projetos na capital paulista, devido a fatores como revisão do plano diretor da cidade, burocracia nos processos de licenciamento e falta de clareza da legislação do setor imobiliário. "A persistirem tais situações, poderá haver um desequilíbrio entre oferta e demanda", alertou.
Projeções
Em junho, as vendas totalizaram 1,8 mil unidades, queda de 32,3% em comparação com o resultado de maio, revertendo a trajetória de crescimento vista nos meses anteriores. Segundo o Secovi, há a percepção de que o mercado está atravessando uma fase de ajustes, mas a tendência é de crescimento da comercialização no decorrer do segundo semestre.
MaisAbecip reduz projeção de crescimento do crédito imobiliário para 20%
O Secovi espera que as vendas cheguem a 31 mil unidades em 2012, um crescimento de 10% em relação ao volume de 2011. Já os lançamentos devem cair 21%, para 30 mil unidades, sendo que 70% dos projetos devem ser lançados no segundo semestre.
 
Da Agência Estado |
Agência Estado

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Como proteger seu dinheiro das loucuras do mercado



Dólar em alta, inflação e novas regas da poupança. Se você vai viajar para o exterior ou tem planos futuros para seu dinheiro, veja dicas de especialistas para manter seu poder aquisitivo


Getty Images

Medo de ficar sem dinheiro no futuro só perde para medo de falar em público e de morrerA passagem para ir aos Estados Unidos já está comprada, mas Gabriela de Faria, de 28 anos, ainda não garantiu os dólares. Depois de a cotação da moeda norte-americana ter subido para R$ 2, ela não sabe se vale a pena comprar a moeda estrangeira agora ou colocar o dinheiro em alguma aplicação até a véspera da viagem.
Além do dólar em alta, outro asunto também tem deixado Gabriela insegura. Ela ouve dizer que os juros estão em baixa e que a inflação pode sair do controle, o que a deixa preocupada com os preços. Como tem uma pequena reserva financeira e tem planos para o futuro, não quer perdeu seu poder aquisitivo caso a inflação acelere.
Como as regras da poupança mudaram, ela não sabe se deve colocar o dinheiro na caderneta ou em outra aplicação.
As situações vividas por ela foram criadas por mudanças recentes no mercado financeiro, causadas tanto por medidas do governo, como por conta de eventos econômicos. Para saber como agir em cada uma delas, o iG consultou seis especialistas. Veja as principais sugestões para cada situação:

1) Vai para o exterior, mas o dólar está caro?
2) Tem planos para o futuro, e está preocupado com a inflação?
3) Com a queda dos juros, a poupança ainda vale a pena?

Olivia Alonso

06/06/2012 05:50:26

BrasilBrokers
Estamos contratando corretores com ou sem experiencia para atuar em Lançamentos na cidade de São Paulo. Damos bolsa integral para o curso de TTI técnico em transações imobiliarias e o estagio.
tratar com Carvalho gerente de vendas BrasilBrokers SP 11-96691321 email loggua@ig.com.br