quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Nível de emprego em setembro é o maior desde 2002

O nível de emprego em setembro é o melhor desde o início da série histórica, em 2002, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada na quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Taxa de desocupação foi de 5,4%
 A taxa de desocupação foi estimada em 5,4% em setembro de 2012, para o conjunto das seis regiões metropolitanas pesquisadas. Na comparação com o resultado de agosto (5,3%), não ocorreu variação estatisticamente significativa, mas, frente aos 6% de setembro de 2011, houve uma queda de 0,6 ponto percentual.
A população ocupada (23,2 milhões) cresceu 0,9% em comparação a agosto (mais 212 mil ocupados) e 2,3% na comparação com setembro do ano passado (mais 512 mil pessoas). O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,4 milhões) foi 3,6% maior do que em setembro do ano (mais 393 mil postos de trabalho formais).
Renda - O rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 1.771,20,) foi considerado estável em relação a agosto. Na comparação com setembro de 2011, esta estimativa aumentou 4,3%. A massa de rendimento real habitual (R$ 41,3 bilhões) aumentou 0,9% em relação a agosto e 6,5% em relação a setembro de 2011. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 41,3 bilhões), estimada em agosto de 2012, subiu 1,3% no mês e 7,1% no ano.
Na classificação por grupamentos de atividade, serviços domésticos apresentou o maior aumento (6,6%) em relação a setembro de 2011. Já na classificação por categorias de posição na ocupação, o maior aumento foi para os trabalhadores por conta própria (7,7%), na comparação com setembro do último ano.
A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
66,4 milhões têm cobertura da Previdência
A Previdência Social atingiu 66,4 milhões de contribuintes em 2011, segundo a 20ª edição do Anuário Estatístico da Previdência Social (AEPS), divulgada na quarta-feira (25). Isso significa a inclusão de 4 milhões de novos segurados no ano passado. De acordo com o AEPS 2011, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) paga a 1,72 milhões de pessoas dois benefícios, 20,3 mil pessoas recebem três benefícios e 366 pessoas recebem quatro benefícios.
No total são 27,15 milhões de pessoas que recebem pagamentos pelo Instituto, inclusive segurados que recebem benefícios assistenciais.
As informações sobre os beneficiários da Previdência Social estão disponíveis por região do país, renda e sexo do segurado. Dos 27,15 milhões de beneficiários da Previdência, 15,1 milhões são mulheres e 11,9 milhões homens. A maior parte dos beneficiários está no grupo etário de 65 a 69 anos e recebe um salário mínimo.
Contribuintes - Dos 66,4 milhões de contribuintes em 2011, os empregados com carteira assinada passaram de 48,6 milhões em 2010 para 51,8 milhões em 2011, e os demais somaram 14,6 milhões, contra os 13,5 milhões de 2010. Os contribuintes individuais e os facultativos foram as categorias que apresentaram percentuais de aumento mais significativos entre os trabalhadores que, mesmo sem emprego formal ou carteira assinada, contribuíram para a Previdência Social. Os individuais passaram de 10,4 milhões, em 2010, para 11,3 milhões, em 2011, enquanto os facultativos aumentaram de um milhão para 1,176 milhões no mesmo período.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Sugestões para a melhoria da qualidade de vida em São Paulo


INICIATIVAS PARA SÃO PAULO - A desastrosa administração Kassab, uma catastrofe para São Paulo, foi a causa central da derrota de Serra que na sua insensibilidade não percebeu que jamais venceria carregando essa carga nas costas. Dentre as dezenas de grandes problemas de São Paulo duas sugestões simples para dois problemas que interferem na qualidade de vida dos paulistanos.



A Grandes Avenidas Deterioradas - São Paulo tem longas avenidas com quilometros de imoveis abandonados, terrenos valiosos perdidos para seus donos e para a comunidade. Av.dos Bandeirantes, Av.Santa Amaro nos quarteirões iniciais, Av.Tiradentes, Av.Celso Garcia, todas centrais, com abundancia de transportes, equipamentos urbanos, acessos.
Reurbainização é uma politica com soluções conhecidas e testadas em muitas cidades. Londres recuperou uma enorme area, a Canary Wharf, area das antigas docas abandonadas, hoje um dos terrenos mais caros de Londres, cheia de torres de escritorios, espaços culturais, restaurantes,.
A Prefeitura de SP tem uma empresa para isso, a EMURB, que fez um belo trabalho do Edificio Martinelli, que ja foi o mais alto da America do Sul, construido nos anos 30, chegou a um total estado de deterioração. A EMURB desapropriou, reformou e hoje o predio está util, modernizado, ocupado por escritorios, cafés e repartições municipais. A Prefeitura recupera rapidamente os recursos investidos nessa reurbanização,os imoveis renovados tem valor comercial atualizado, todos ganham , a cidade ganha, os antigos proprietarios ganham, porque não se faz? Falta de vontade politica, falta de interesse de maus prefeitos, mentalidade burocratica e nenhuma criatividade. Alem de ruas, hpa predios passiveis de recuperação, como o enorme Edifico Brasilar, na Praça das Bandeiras, tambem muitos edificios na Av.9 de Julho, sujos e abandonados, tudo super central, enfeiando e deteriorando todo o entorno. Há um grande campo de trabalho nessa tarefa que tambem beneficia os cofres municipais ao recuperar receita de IPTU, hoje evidentemente ninguem paga IPTU em imovel abandonado. Na area central de SP e no seu entorno existem cerca de 600 edificos abandonados, um enorme capital urbano perdido e sem finalidade economica ou social.

A Utilização dos Parques e Praças Municipais - São Paulo tem centenas de praças e parques pequenos. É um equipamento pronto mas não é quase utilizado. Porque? São espaços sujos, com frequencia perigosa, qual mãe vai levar seu filhos para brincar em terrenos que parecem abandonados? Solução : CERCAR com gradis, criar portarias com catracas eletronicas, quem quiser usar se registre, um cadasro simples de modo a ter algum controle, depois das 7 horas, fecha-se o parque, faz-se a limpeza e no dia seguinte novamente a cidades, as mães e as crianças terão uma area de exercicios e lazer utilizaveis. Para cada praça ou parque a `refeitura deve destacar guardas municipias, a GM da Prefeitura já é grande e pode aumentar, a Prefeitura está com R$8,7 bilhões em caixa.
São Paulo é hoje uma cidade onde as pessoas vivem em apartamentos, a maioria pequenos. As crianças precisam de areas para se exercitarem e brincarem, os mais abonados tem clubes mas os menos não são socios de clubes, aliás S.Paulo tambem tem poucos clubes para lazer, são os mesmos há 50 anos e os titulos para ingresso são caros.As praças serão uma solução rapida, barata e rápida. e atenderia os menos favorecidos, especialmente crianças.

Do blog do Nassif

Por Andre Araujo
Enviado por luisnassif, seg, 29/10/2012 - 11:36

Comentario:
Alem da questão aproveitamentos de predios antigos e das praças na cidade de São Paulo, o investimento maior devera ser em transporte coletivo da população, hoje a nossa maior deficiencia e que devera ser tratada pelo prefeito Haddad com ajuda do governador Geraldo Alckimi e de presidenta Dilma Roussef com muita urgencia.



sábado, 27 de outubro de 2012

Caixa contrata R$ 80 bilhões em crédito para casa própria

A Caixa Econômica Federal alcançou R$ 80,2 bilhões em contratações do crédito imobiliário em 2012.


Volume é 36,2% maior do que em 2011

 O volume contratado até o último dia 23 de outubro representa o total registrado em todo o ano de 2011 e corresponde a um crescimento de 36,2% em relação ao mesmo período no ano passado, quando realizou R$ 58,8 bilhões. A expectativa do banco para o final de 2012 é de atingir R$ 100 bilhões de empréstimos para a casa própria.
A Caixa também ampliou a participação no mercado imobiliário nas aplicações com recursos da poupança neste ano, chegando a 55,4% de participação no mês passado. Até o dia 23 de outubro, as linhas com recursos da poupança registraram R$ 35,7 bilhões. “Com o Programa CAIXA Melhor Crédito, reduzimos as taxas de juros do crédito imobiliário em até 21% e, para as operações com recursos da poupança, aumentamos o prazo de financiamento, de 30 para 35 anos”, avalia o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte.
Para ele, o crescimento nos empréstimos imobiliários pode ser associado ao programa, lançado pelo banco em abril deste ano. “Essas mudanças ampliaram a capacidade de pagamento das famílias que podem, agora, comprar imóveis maiores e melhores, com a mesma renda pagando menos juros”, afirma Urbano.

A redução do IPI dos veiculos automotores

Redução do IPI para carros até o final do ano visa manter investimento no setor automotivo


Brasil é um dos poucos países com crescimento na produção
O incentivo ao setor automotivo, que teve as alíquotas do Imposto sobre Produção Industrial (IPI) para carros com motores de até 2.0 reduzidas em maio, permanecerá até o final do ano, conforme anúncio feito pela presidenta Dilma Rousseff, na quarta-feira (24), durante abertura do 27º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo. De acordo com o ministro da Fazenda Guido Mantega, a medida tem obtido o resultado esperado e faz com que o Brasil seja um dos poucos países do mundo com crescimento do emprego e do investimento no setor.
Para os populares, de motor 1.0, a redução foi de 7% para zero. Os carros a álcool e flex, com motores entre 1.0 e 2.0, tiveram o IPI reduzido de 11% para 5,5%; já a alíquota dos a gasolina passou de 13% para 6,5% (veja tabela). O setor também recebe incentivo por meio do novo regime automotivo brasileiro, o Inovar-Auto, que estimula a pesquisa e desenvolvimento de produtos no território nacional.
Na sexta-feira (19), uma montadora de origem japonesa foi a primeira a ser habilitada no programa, ao apresentar o projeto de construção de uma planta industrial no Rio de Janeiro (RJ), com a capacidade de produção de 160 mil veículos. Nessa segunda-feira (22), o mesmo se deu com um fabricante de origem alemã, que encaminhou um projeto de uma nova fábrica a ser construída em Araquari (SC) e deve gerar 1.300 empregos diretos.
O Inovar-Auto apoia o desenvolvimento tecnológico, a inovação, a segurança, a proteção ao meio ambiente, a eficiência energética e a qualidade dos veículos e das autopeças. Para ter direito à habilitação, a empresa deve estar em dia com o pagamento de tributos federais, se comprometer a atingir níveis mínimos de eficiência energética e nacionalização da produção e pesquisa.
Emprego - Beneficiada por medidas do Plano Brasil Maior, como a desoneração da folha de pagamento e de IPI, a indústria de transformação brasileira foi o segmento econômico que mais gerou empregos no mês de setembro. O setor foi responsável por 44% das mais de 150 mil vagas criadas no período, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgado na quarta-feira (17).
Até agora, 25 setores foram beneficiados com a eliminação da contribuição patronal ao INSS. Em contrapartida, as empresas pagam alíquotas que vão de 1% a 2% sobre o faturamento bruto, excluída a receita bruta de exportações.
BNDES aprova mais R$ 2,7 bilhões no Proinveste
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou três novas operações de financiamento no Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e Distrito Federal (Proinveste), no valor total de R$ 2,76 bilhões, para realização de investimentos nos Estados de São Paulo, Ceará e Tocantins. Com essas operações, o Programa Proinveste já contabiliza um total de R$ 5 bilhões em financiamentos aprovados a seis Estados (também Santa Catarina, Maranhão e Minas Gerais).
O BNDES Proinveste, lançado em meados deste ano, tem por objetivo ampliar a capacidade de investimentos realizados pelo setor público. Com prazo total de 240 meses, a operação terá custo financeiro de Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) - atualmente em 5,5% ao ano - mais remuneração do BNDES de 1,1% ao ano, de acordo com as regras do Proinveste.

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sábado, 20 de outubro de 2012

A indústria naval é uma indústria automobilística

Daqui a três anos, a indústria naval brasileira vai empregar o mesmo que a indústria automobilística: 100 mil trabalhadores.

Para cada emprego que a indústria naval cria diretamente, outros cinco são criados na indústria de “navipeças”.

O Brasil precisa de 50 plataformas de exploração de petróleo.

50 sondas.

500 embarcações e 130 petroleiros.

É uma lista de compras equivalente a US $ 200 bilhões.

O Brasil já tem aqui 52 estaleiros – e tem dez em construção.

Empregam 60 mil pessoas.

Tudo isso se deve a um comício do candidato Lula da Silva ao então estaleiro Verolme em Angra dos Reis, na campanha de 2002, em que derrotou o Cerra, fragorosamente.

Fernando Henrique e sua Petrobrax quebraram a indústria naval brasileira.

Empregava 2 mil pessoas.

A Petrobrax de Francisco Gros acabara de anunciar que ia comprar uma plataforma em Cingapura, 10% mais barata que a produzida aqui, pelos tupiniquins.

Lula avisou ali que a primeira coisa que faria seria rasgar o contrato de compra do Gros, um herói do neo-libelismo (*) tucano, e transferir a encomenda a um produtor nacional, com trabalhadores “tupiniquins”.

Depois, veio a descoberta do pré-sal.

O setor de óleo e gás hoje representa 10% do PIB brasileiro.

Daqui a pouco tempo chegará a 20% do PIB.

E a Petrobras, desde que Dilma Rousseff e Graça Forster trabalhavam juntas no Ministério de Minas, adotou a política que Alexander Hamilton impôs à jovem nação americana, no inicio do século XIX: tem que comprar produto nacional, com trabalador e empresário “tupiniquins”.

Todas  essas reflexões surgem de interessantes entrevistas que o amigo navegante pode assistir, hoje, às 22h15, na RecordNews, depois do programa do Heródoto Barbeiro.

Augusto Mendonça, presidente da Abenav, Associação das empresas do setor Naval, e Eugenia de Melo, superintendente da área de petróleo e Gás da Caixa Econômica são os entrevistados.

Mendonça diz que a indústria nacional tem condições de competir, mano-a-mano, em preço e qualidade, com Cingapura em produtos off-shore.

Com a Noruega, em barcos de apoio à exploração.

Mas, apanha da Coreia e da China, ainda, na produção de navios.

Cada um estaleiro deles produz 1 navio por semana.

No Brasil, um por ano.

Mas, chegaremos lá.

Porque dinheiro não vai faltar.

Tem o Fundo de Marinha Mercante, com dinheiro dos impostos de fretes.

Tem o dinheiro do BNDES, do Banco do Brasil e, desde 2010, da Caixa.

A Caixa financia em toda a cadeia de produção da indústria naval.

Ate porque a Caixa pensa no desenvolvimento regional, na geração de renda.

O operário metalúrgico de uma indústria financiada pela Caixa pode ser o comprador de um imóvel finaciado pela Caixa.

Dos 50 projetos da carteira da Caixa, 80% são projetos liderados pela Petrobras.

E, como diz o Mendonça, o petróleo está lá embaixo.

À nossa espera.

(E não da Chevron, como estaria se, em 2002, outro tivesse sido o eleito.)

São reservas de 100 bilhões de barris.

Como as de um pais do Oriente Médio.

(Já imaginou isso na mão dos tucanos ? Do pessoal da Privataria ?)

Publicado em 19/10/2012 

Paulo Henrique Amorim

Já imaginou 100 bilhões de barris de petróleo à disposição do pessoal da Privataria?

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Marta reage a fala de Serra

Na plateia do debate, Marta reage a críticas em voz alta e Kassab ouve quieto


Petista chegou a gritar 'mentira' ao ser citada por Serra durante confronto; prefeito apenas riu ao ser defendido pelo tucano

Ricardo Galhardo - iG São Paulo
19/10/2012 01:09:07

Presentes na plateia do debate realizado nesta quinta-feira pela TV Bandeirantes , dois dos principais alvos da troca de ataques entre os candidatos na eleição em São Paulo apresentaram comportamentos distintos diante das críticas. Atacada várias vezes pelo tucano José Serra, a ex-prefeita Marta Suplicy não perdia a chance de responder em voz alta toda vez que sua administração era mencionada. Já o prefeito Gilberto Kassab (PSD), cuja gestão foi mencionada várias vezes por Fernando Haddad (PT), preferiu manter-se sério e compenetrado durante todo o debate.

Leia também: Aliados incômodos pautam ataques entre Serra e Haddad em debate na TV




                                           Futura Press

A ministra da Cultura Marta Suplicy chega ao debate da TV Bandeirantes, em São Paulo

Marta não se incomodou em desrespeitar as orientações do moderador Boris Casoy para que a plateia não se manifestasse diante da afirmação de Serra de que sua administração deixou a Prefeitura de São Paulo “no chão”. “Mentira!”, gritou a petista, que ganhou apoio imediato do presidente nacional do PT, Rui Falcão, que foi um dos homens fortes de sua gestão na cidade.
Toda vez que era citado por Haddad, Kassab logo atraía os olhares dos tucanos que acompanhavam Serra no debate. O prefeito não movia um músculo sequer no rosto. A única exceção foi no momento em que o candidato do PSDB disse que Haddad tinha “uma obsessão” pelo prefeito. Aí, Kassab abriu um sorriso.
No intervalo do debate, ao ser questionado sobre como se sentia ao ter que “apanhar quieto”, Kassab rebateu: “Estão é fazendo campanha para mim aí”. E, endossando a afirmação do próprio Haddad sobre as menções ao seu nome, acrescentou: “É isso mesmo. Eles têm que falar de mim mesmo. Eu sou o prefeito”.
Marta, durante o intervalo, empenhou-se em rebater pontualmente cada crítica feita por Serra a sua administração. E, sobre “apanhar quieta”, engatou: “Estou sendo maravilhosamente defendida por ele, Haddad, que está desconstruindo as mentiras que o Serra fala de mim há tanto tempo”.
Embora tenha sido muito menos citado que o prefeito ou a ministra, o governador Geraldo Alckmin também não perdeu a chance de tecer comentários com o colega Sidney Beraldo toda vez que sua administração aparecia entre os temas do confronto. O governador, por sua vez, aproveitou a abordagem dos jornalistas para responder à afirmação de que sua gestão não oferece plano de carreira para médicos. Hoje mesmo, disse Alckmin, foi assinado um convênio nesse sentido, aproveitando as comemorações do Dia de São Lucas. Com isso, disse ele, os salários dos médicos que antes ficavam entre R$ 2 mil e R$ 4 mil subirão para o piso de R$ 6 mil, podendo chegar a R$ 18 mil.
Um momento inusitado do debate foi fato de Serra e Haddad terem passado vários minutos discorrendo sobre a eleição em Osasco. Nesse caso, quem virou o centro das atenções na plateia foi o prefeito petista da cidade, Emidio de Souza, que ganhou cumprimentos de todos os que o acompanhava. E coube ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, brincar: “Vamos lançar o Serra candidato a prefeito de Osasco em 2016”.

Em geral, tanto petistas como tucanos concordavam nos corredores que o debate não deverá ter grande influência sobre a decisão dos eleitores neste segundo turno. Isso porque os dois candidatos tiveram desempenho semelhante, na avaliação de aliados. “O resultado foi neutro. Empate, equilibrado. Nenhum dos dois cometeu nenhum grande deslize, nem deu nenhuma grande tacada”, disse um integrante do time de Serra. Petistas, por sua vez, comemoravam o fato de o debate não ter sido marcado por nenhum grande acontecimento. “Para a gente, zero a zero é goleada.”



quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Segundo turno em São Paulo

Haddad abre 2º turno com dez pontos de vantagem sobre Serra, diz Datafolha



O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, aparece dez pontos à frente de José Serra (PSDB) na primeira pesquisa Datafolha realizada sobre a disputa no segundo turno na cidade.
Haddad aparece com 47% das intenções de voto, contra 37% de Serra. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

PRB e Russomanno declaram que ficarão neutros no 2º turno em SP
PMDB adia anúncio de apoio a Haddad no 2º turno em SP
O levantamento aponta ainda que 8% do eleitorado ainda não sabem em quem vai votar no dia 28, data em que voltarão às urnas para escolher o novo prefeito. Brancos, nulos e eleitores que afirmam que não votarão em nenhum também somam 8%.
Considerando apenas os votos válidos --quando são excluídos brancos, nulos e, no caso da pesquisa, também eleitores indecisos--, a vantagem é ainda maior: Haddad tem 56% e Serra aparece com 44%.

Editoria de Arte/Folhapress




O último levantamento do Datafolha antes do primeiro turno, divugado no dia 6, mostrou vantagem menor do petista em um até então hipotético confronto com Serra. Naquela pesquisa, o candidato do PT tinha 45%, contra 39% do tucano. Não é possível, porém, apontar um crescimento de Haddad, pois as pesquisas foram realizadas em momentos diferentes da disputa.
No primeiro turno, Serra foi o mais votado, com 30,75% dos votos válidos, enquanto Haddad obteve 28,98% dos votos.
Agora, no segundo turno, embora com um período de campanha mais curto, os candidatos terão mais tempo na TV e no rádio. Cada candidato terá 20 minutos diários divididos em dois blocos do programa eleitoral.
Em São Paulo, as propagadas dos candidatos voltarão a ser veiculadas na próxima segunda-feira (15).
A pesquisa foi realizada entre ontem e hoje e ouviu 2.090 pessoas e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número SP-01851/2012.
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do site da folha de São Paulo

 Comentario meu
A população espera ansiosa por alguem que resolva os problemas da cidade, a propria datafolha do grupo folha que todos sabemos é alinhado com o PSBD de São Paulo esta dizendo isso que o Haddad esta na frente do Serra se bem que o horario eleitoral ainda vai começar no dia 15/10 e o segundo turno aqui em São Paulo costuma ter todas as baixarias possiveis. Qualquer um que assumir vai ter que negociar com a Camara dos vereadores para compor a maioria e vai herdar a cidade com uma divida monstro.
Queremos saber as propostas para a questão da moradia e dos transportes para a nossa cidade.