sábado, 24 de novembro de 2012

Projovem urbano atende 104,8 mil alunos com aulas de educação formal e profissionalizante

Matriculados são de 309 municípios


Além das aulas, jovens se integram em atividades culturais e comunitárias Em 309 municípios do País, 104,8 mil alunos estão matriculados para a edição de 2012 do Programa Nacional de Inclusão de Jovens, o Projovem Urbano.




Nos próximos 18 meses, esses jovens de 18 a 29 anos terão acesso a uma formação integral, a partir da efetiva associação entre a elevação da escolaridade, qualificação profissional e a promoção de experiências de atuação social na comunidade. A elevação da escolaridade se dá por meio da conclusão do ensino fundamental e da qualificação profissional com a certificação de formação inicial. A partir deste ano, o programa amplia a base territorial de atendimento aos
municípios de população igual ou superior a 100 mil habitantes, além de possibilitar a oferta de atendimento educacional especializado e a contratação de tradutor e intérprete da língua brasileira de sinais (libras) para turmas específicas. O programa também vai oferecer salas de acolhimento para crianças até oito anos, filhos de estudantes do Projovem Urbano. É uma forma de garantir a permanência nos estudos de jovens que deixam de frequentar as aulas por não ter com quem deixar os filhos.
O programa conta neste ano com 4.032 educadores. Outros 906 educadores foram contratados para as salas de acolhimento.
Articulação - Desde 2011, o Projovem Urbano é desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, na modalidade de educação de jovens e adultos.
A execução cabe às secretarias municipais e estaduais de educação. Seu funcionamento está articulado a políticas de juventude e demais iniciativas educacionais, como o Brasil Alfabetizado, o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja) e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
 Encontro - Na semana passada, o 3º Encontro Estadual do Projovem Urbano reuniu, em Olinda (PE), 1,5 mil estudantes que há quatro meses frequentam as aulas do programa. Durante o evento, sob o tema Projovem Urbano e Trabalho Decente: Trajetórias e Desafios, foram apresentadas aos jovens as possibilidades e as oportunidades de inserção no mercado de trabalho a partir da qualificação profissional.
Segundo o coordenador do programa em Pernambuco, Genilson Marinho,

o objetivo do encontro foi integrar os estudantes de todos os setores do estado. “É importante mostrar a eles as possibilidades futuras de trabalho que os estudos proporcionam”, disse. De acordo com Marinho, o estado vai oferecer, em 2013, mais 7 mil vagas e, com isso, dobrar o número de beneficiados. “Ações como essa fazem a diferença para os estudantes e os motivam a seguir em frente”.

por Secom em 14/11/2012 19:23hs


Crédito: Luciana Ferry/Projovem-urbano

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Haddad vai rever Nova Luz e 'congelar' Faria Lima


O prefeito eleito Fernando Haddad (PT) vai modificar as desapropriações previstas no projeto da Prefeitura planejado desde 2005 para revitalizar a região do centro de São Paulo conhecida como cracolândia. O futuro governo também sinalizou que vai parar de liberar novos prédios, por meio da venda de Cepacs (Certificados de Potencial Construtivo), nas regiões das Avenidas Brigadeiro Faria Lima e Jornalista Roberto Marinho. As duas ações fazem parte do pacote de reforma urbana que Haddad promete encaminhar à Câmara Municipal no primeiro semestre do ano que vem. O Nova Luz, bandeira da gestão José Serra/ Gilberto Kassab, prevê, entre outras ações, transferir a gestão de 45 quadras do bairro da Luz à iniciativa privada, além de desapropriar e demolir 50% da área compreendida no perímetro formado pela Rua Mauá e as Avenidas São João, Ipiranga, Cásper Líbero e Duque de Caxias. O objetivo de Kassab era levar 15 mil novos moradores para a região. Haddad quer agora ouvir moradores e comerciantes da Rua Santa Ifigênia, contrários ao projeto, para enviar as modificações para aprovação da Câmara Municipal. Em agosto, durante a campanha, o prefeito eleito já havia se comprometido com lojistas da área a "acabar com o pesadelo" que consta no projeto atual. O petista quer um "novo desenho" para a proposta, com o fim da maior parte das desapropriações previstas para moradores e comerciantes da região. As modificações no Nova Luz serão encaminhadas ao Legislativo no primeiro semestre. A equipe de transição aguarda desde quinta-feira uma lista de desapropriações em curso no governo. O projeto aprovado em 2009 pela Câmara que autorizou a concessão urbanística do bairro da Luz já sofreu 16 impugnações na Justiça e o edital de sua licitação, estimada em R$ 1,1 bilhão, ainda não tem previsão para publicação. O projeto executivo que vai nortear as obras está sendo elaborado desde o início de 2011, ao custo de R$ 12 milhões, por um consórcio de empresas. A remodelação do projeto Nova Luz é uma das poucas certezas já trabalhadas pela equipe de transição de Haddad. Isso porque até advogados da Prefeitura já consideram "inviável" o projeto em curso, alvo de ações do Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico e Aparelhos Eletrodomésticos no Estado de São Paulo (Sincoelétrico), em nome de 62 mil comerciantes da região, e pela Câmara de Dirigentes Lojistas da Santa Ifigênia (CDL). Desde 2008, as duas entidades promoveram 17 protestos contra a proposta, com o fechamento das lojas do maior polo comercial do País de produtos eletrônicos. Para os advogados do governo, a batalha de liminares jogou o projeto em um "limbo jurídico" difícil de ser revertido. Operações urbanas No caso das operações urbanas na Faria Lima e na Água Espraiada, integrantes da transição entendem que o futuro governo está obrigado a preservar o direito adquirido de quem já comprou Cepacs - títulos que permitem construir imóveis acima da metragem permitida pela lei de zoneamento -, mas avaliam que a tendência é de que o governo não permita a venda de novos títulos, uma vez que consideram que as duas regiões estão saturadas. Em abril, a Prefeitura regulamentou uma lei que liberou a construção de mais prédios na região da Faria Lima, uma das áreas mais valorizadas de São Paulo, onde o metro quadrado custa mais de R$ 10 mil. Mas a Comissão de Valores Mobiliários (CMV), órgão do governo federal que regula as operações na Bolsa de Valores de São Paulo, decidiu barrar a operação. Duas semana atrás, a operação foi autorizada, mediante algumas condições, mas a Prefeitura ainda não vendeu nenhum título.
Fonte: Estadão, 07 nov. 2012

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Valorização de imóvel na planta pode surpreender comprador


Os preços dos imóveis comprados na planta são corrigidos pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) e podem variar de R$ 20 mil a R$ 30 mil entre a assinatura do contrato e a entrega das chaves Comprar um imóvel na planta muitas vezes é mais barato do que adquirir uma unidade nova ou até mesmo usada. O que pouca gente sabe, no entanto, é que esse preço pode mudar entre a assinatura do contrato e a entrega das chaves. Isso acontece porque, durante a obra, o valor do imóvel pode ser reajustado mensalmente pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que nos últimos dois anos se manteve em aproximadamente 7,6% ao ano (em 2012, até outubro, o INCC anual está em 6,7%). Com isso, o valor da unidade na hora da entrega pode ser de R$ 20 mil a R$ 30 mil mais alto do que no momento da assinatura do contrato, afirma João Bosco, assessor jurídico da Associação de Mutuários de São Paulo (Amspa). Esse mecanismo faz com que a valorização - que deveria favorecer o comprador, pois aumenta o preço de venda do imóvel - se torne um pesadelo para quem não é informado corretamente sobre a correção. Foi o que aconteceu com o designer gráfico Lucas Piovesan, que comprou um apartamento em Sorocaba, interior de São Paulo, por R$ 250 mil. Após pagar R$ 30 mil, ele descobriu que o saldo era maior do que no ato da compra. "Paguei a entrada, um ano e meio de prestações e uma das anuais. Quando fui ver o extrato com a construtora ainda faltavam R$ 270 mil para eu quitar", conta Piovesan. O designer diz que a construtora responsável pela obra não informou em nenhum momento no ato da compra sobre o valor acrescido pelo INCC. E pior: exigiu que a diferença fosse quitada à vista, no momento da entrega das chaves. Não havia nada que Piovesan pudesse fazer em relação ao acréscimo no preço: a correção pelo INCC é absolutamente legal. O mesmo, no entanto, não pode ser dito da forma como a construtora exigiu o valor devido. Segundo João Bosco, da Amspa, esse reajuste tem que ser diluído nas demais parcelas do financiamento, e não cobrado à vista. "Quem está nessa situação tem que pedir imediatamente ao banco para que o valor seja distribuído nas prestações faltantes. Caso isso não ocorra, o comprador tem que entrar na justiça para conseguir as chaves e depois ver como vai pagar", diz Bosco. O assessor jurídico da Amspa afirma que essa situação é muito comum. Segundo ele, geralmente os contratos só informam que haverá reajustes, mas não explicam como o mutuário vai ter que lidar com esse novo valor. "No contrato tem que estar claro os valores a serem pagos, não podendo haver reajustes nas parcelas intermediárias parcelas cobradas periodicamente, superiores às prestações mensais. As únicas que podem sofrer reajustes são as prestações mensais e a parcela da entrega das chaves", explica o assessor. Lucas Piovesan não concordou com o aumento do preço do imóvel e pediu o cancelamento do contrato. Agora espera na justiça a devolução de parte do dinheiro. "Dos R$ 30 mil que paguei queriam devolver apenas R$ 8 mil. Entrei na justiça e já ganhei na primeira instância, mas estou sem meu dinheiro e sem apartamento", lamenta o designer. Dados da Associação de Mutuários apontam que tramitam na justiça mais de um milhão de processos referentes à compra da casa própria. Para mais informações, entre em contato com a Associação de Mutuários de sua cidade. Essas organizações ajudam a protocolar processos e auxiliam o comprador a obter informações sobre o negócio.

Fonte: Terra, 07 nov. 2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Empresas apostam em imóveis customizados

Construtoras, incorporadoras e imobiliária oferecem serviços personalizados para atender as necessidades mais pontuais de cada cliente.



Foto: Shutterstock

Uma das grandes tendências do mercado imobiliário hoje é a customização. Cada vez mais, as empresas buscam oferecer produtos e serviços feitos sob medida para cada tipo de comprador.
Algumas empresas permitem que o cliente escolha para seu apartamento uma planta aberta, que pode ser moldada conforma à necessidade; outras abrem a possibilidade de o interessado optar pelo tipo de revestimento que será utilizado, antes da entrega das chaves; uma incorporadora oferece até prédios que se adaptam ao urbanismo do entorno; e uma corretora trabalha só com imóveis voltados para perfis específicos.
Veja as ideias de algumas empresas para satisfazer as necessidades de cada cliente.
Arquitetura aberta
O serviço de customização mais conhecido do mercado é oferecido pela incorporadora MaxCasa, que criou a linha MaxHaus. Esses empreendimentos se baseiam em um conceito chamado ArquiteturaAberta®, que permite ao proprietário personalizar a planta de seu apartamento, escolhendo a quantidade e a disposição dos cômodos.

Foto: Divulgação
Nos empreendimentos da linha MaxHaus o cliente escolhe a quantidade de cômodos e sua disposição. Além disso, chão e teto podem ser personalizados ao gosto do freguês, o que evita quebra quebra na hora da reforma

"Ao contrário das plantas convencionais, o conceito de ArquiteturAberta permite que o produto se adapte às necessidades do morador e evite insatisfação com reformas e custos indesejados. O comprador recebe um espaço totalmente em branco, sem divisórias, proporcionando total flexibilidade para mudar o desenho da planta, expressando a decoração e arquitetura da época", explica Luana Rizzi, diretora de marketing da MaxCasa.
A gerente de contas Patrícia de Fátima Carvalho, 47 anos, afirma que as várias opções de planta disponíveis permitiu que ela escolhesse um apartamento com o número de cômodos e com a configuração interna que desejava.
"O apartamento vem com poucos acabamentos, o que possibilita uma obra menor e mais barata na hora de instalar os revestimentos escolhidos por mim, e não previamente pela construtora", explica Carvalho.
Materiais à la carte
A escolha dos materiais que serão utilizados em um apartamento é o grande diferencial oferecido pela construtora e incorporadora Gafisa. A empresa criou o serviço de Personal Line, que visa customizar o imóvel antes da entrega das chaves, evitando reformas posteriores.


Foto: Divulgação
 Os empreendimentos da Gafisa permitem que o cliente escolha antes da entrega das chaves os materiais que deseja no imóvel, como revestimento, metais e até mesmo automação, evitando reformas posteriores

Os projetos da Gafisa também apresentam diferentes opções de plantas, mas o mais interessante é que o cliente pode escolher os materiais que serão utilizados na obra, desde pisos e revestimentos das áreas frias até cubas, metais e bancadas, e outros itens que interferem na decoração e na praticidade dos ambientes.



"O cliente pode personalizar sua unidade ainda na etapa da obra, o que gera comodidade e praticidade. O consumidor é atendido por um arquiteto que o auxilia na definição da planta e dos acabamentos", explica Katia Varalla, diretora de desenvolvimento de produto da Gafisa.

O processo de customização começa durante a construção do imóvel, dentro de limites e prazos que respeitam as normas de segurança para viabilização do empreendimento, e é acompanhado por uma equipe de arquitetos especializados. Assim, a unidade é entregue com todas as alterações e soluções instaladas, pronto para morar e do jeito que o cliente gostaria.

Integração com a comunidade

A incorporadora Idea!Zarvos leva tão a sério a ideia de imóvel customizado que o conceito não se restringe ao interior dos apartamentos.
Além de criar projetos que permitem reconfigurar com facilidade a área interna de cada unidade, os empreendimentos da empresa buscam se adaptar da melhor maneira possível ao seu entorno.
Por um lado, ¿a ideia é que as pessoas possam, ao longo dos anos, alterar a planta de acordo com a sua necessidade¿, explica o empresário Otávio Zarvos, fundador da incorporadora. Por outro, afirma Zarvos, antes que um projeto seja pensado é feita uma avaliação da região, para que o prédio se insira da forma mais natural possível nos aspectos urbanos do bairro.

"Os moradores das ruas em que atuamos gostam muito do resultado, pois integramos o prédio ao bairro, ou seja, criamos soluções que unem o projeto à comunidade local, por meio de medidas simples, como a criação de um jardim em frente do prédio aberto para todos da rua", diz o empresário.

Boutique de imóveis

E não são só as incorporadoras que buscam atender as demandas específicas de cada cliente. Depois de trabalhar por anos no mercado imobiliário o empresário Marcelo Montoro identificou a necessidade de oferecer um serviço de corretagem mais exclusivo, voltado para compradores especiais. Foi assim que, há quatro anos, ele fundou a Marcelo Montoro ¿ Imóveis Diferenciados, corretora que ele considera uma "boutique de imóveis".



"Ajudamos nossos cliente a encontrar o imóvel ideal sem cobrar nada a mais por isso. Temos no momento em nossa carteira apenas 100 unidades, que foram selecionadas pela nossa equipe", explica o empresário.

Segundo Montoro, há duas condições para o imóvel entrar em sua carteira: a localização e algum ¿diferencial¿. Por um lado a casa ou apartamento precisa estar em bairros da Zona Oeste, como Pinheiros, Alto de Pinheiros, Vila Madalena, Jardim Paulista, Jardim América, Jardim Paulistano e Itaim Bibi e Higienópolis, no Centro. Por outro, tem que ter uma vista espetacular, ser vintage, ter um projeto assinado por um arquiteto renomado ou ser decorado por um profissional famoso.

"Um imóvel antigo e espaçoso, onde existe um potencial interessante, também pode fazer parte da nossa carteira. Além dos requisitos estruturais, ajudamos a achar a melhor localização. Claro que não dá para atender todos os requisitos, mas garanto que chegaremos perto", promete Montoro.

Do site Terra

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Vila Madalena tem valorização imobiliária de mais de 500%


A valorização do imóvel esta diretamente relacionada aos benefícios da expansão do Metrô.


O preço do metro quadrado de um apartamento de dois quartos na Vila Madalena subiu mais de 500% em nove anos. Foto: Niels Andreas/PrimaPagina/Divulgação

O preço do metro quadrado de um apartamento de dois quartos na Vila Madalena subiu mais de 500% em nove anos
Foto: Niels Andreas
Divulgação

O bairro paulistano de Vila Madalena nunca esteve tão valorizado. Dados fornecidos pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP) mostram que o valor do metro quadrado de um apartamento de padrão médio, com dois quartos e uma ou duas vagas na garagem, com até sete anos, teve um aumento de 526,75% nos últimos nove anos. Em agosto de 2003, custava R$ 1.230. Em agosto de 2012 passou a custar R$ 7.709.

Para Sueli Pacheco, proprietária da imobiliária Pacheco, que há 40 anos comercializa imóveis na região da Vila Madalena, esse aumento notável no preço do metro quadrado se deve às melhorias realizadas no bairro, como a chegada do Metrô.

"Nesses últimos anos a procura, que já era grande, cresceu mais. A chegada do Metrô foi fundamental, mas a mídia ajuda a ressaltar as características tradicionais do bairro oferece, atraindo novos moradores", diz Pacheco.

A empresária ressalta que as atrações do bairro, como a agitada vida noturna e a relação estreita com as artes, chamam a atenção de jovens, entre 30 e 45 anos, que procuram um imóvel na região por conta da proximidade com a avenida Paulista e com a Universidade de São Paulo (USP). Segundo Sueli, quem está interessado em comprar um apartamento de dois ou três quartos no bairro deve estar disposto a pagar pelo menos R$ 400 mil.

"Quem não tem condições de morar na Vila Madalena vai para bairros como o Butantã, mas se queixando, já que na verdade gostaria de morar aqui", explica a empresária.

E Sueli tem uma má notícia para quem gosta de casas e sobrados: "É praticamente impossível comprar uma casa no bairro. As que existem estão ocupadas por estabelecimentos comerciais, e outras logo são compradas por construtoras para construírem prédios".

Em relação à segurança, Sueli Pacheco não tem dúvida: "Aqui você sai na calçada e não tem ladrão, tem festa, tem samba, tem vida".

Artigo reproduzido do site Terra


Comentário meu: 
Este final de ano teremos vários lançamentos imobiliários na cidade de São Paulo, quem esta pensando onde investir o dinheiro deveria levar em conta que ainda teremos valorização dos imoveis e a facilidade de pagamento ao comprar imóvel na planta torna o negocio muito interessante, faça sua consulta no site da BrasilBrokers

Estamos contratando corretores de imoveis para trabalhar nos jardins com imoveis de alto padrão.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Programa Minha Casa Minha Vida Rural

“O Minha Casa, Minha Vida Rural subsidia mais de 90% do valor da construção da moradia ou da reforma do imóvel rural, respeitando as características regionais.” por Secom em 06/11/2012 19:14hs


Do CONVERSA COM A PRESIDENTA
O Censo da Educação Superior mostrou mais negros entrando nas faculdades. Sou negra, professora e isso muito me alegra. O que quero saber é a que a presidenta atribui esse aumento e se a Lei de Cotas irá contribuir para que ainda mais negros possam ter curso superior.

Carolina Silva de Alencar, 35 anos, professora de Porto Alegre (RS)

Presidenta Dilma - Carolina, nós estamos ampliando o acesso dos negros ao ensino superior. Em 1997, apenas 4% da população de negros e pardos com idades entre 18 e 24 anos frequentava ou já haviam concluído o ensino superior. Em 2004, esse número subiu para 10,6% e, em 2011, chegou a 19,8%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Contribuíram para isso o aumento de vagas em instituições federais de ensino superior e a política de cotas implantada por muitas delas. Também foi decisivo o Programa Universidade para Todos (Prouni), que permitiu o ingresso de 535.804 pardos e negros em escolas particulares, 48,9% do total de bolsistas do programa. Agora, com a Lei das Cotas, que sancionei no dia 29 de agosto deste ano, aprofundaremos esse processo nas escolas federais. A Lei assegura, inicialmente por dez anos, que metade das vagas em universidades federais seja ocupada por quem estudou todo o ensino médio em escola pública. Essa cota respeitará a proporção de negros, pardos e indígenas identificada no Estado pelo último censo demográfico do IBGE. Metade desta cota será para estudantes com renda familiar de até 1,5 salário mínimo por pessoa. A lei será implementada ao longo dos próximos quatro anos e valerá para as 59 universidades federais e 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia.
Pode se tornar realidade o meu sonho de morar em uma casa decente, já que vivo na Zona Rural em uma casa de adobe antiga e toda quebrada?


Antonio Santos, 18 anos, estudante do curso técnico em agropecuária, de Licínio de Almeida (BA)

Presidenta Dilma - Sim, Antônio, o seu sonho pode se tornar realidade, por meio do programa Minha Casa, Minha Vida Rural, que atende agricultores e agricultoras brasileiros com renda anual máxima de R$ 15 mil e também aqueles que possuem a Declaração de Aptidão (DAP) ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O Minha Casa, Minha Vida Rural subsidia mais de 90% do valor da construção da moradia ou da reforma do imóvel rural, respeitando as características regionais. Em todo o País, o programa já firmou contratos para 43.855 unidades habitacionais no meio rural. Desde 2009, apenas no Nordeste, foram construídas 9.591 moradias com esse perfil, sendo 367 na Bahia. Para participar, você deve procurar uma entidade organizadora local, que pode ser uma cooperativa, uma associação, o sindicato de trabalhadores rurais ou a prefeitura. Você também pode obter mais informações na agência da Caixa Econômica Federal de sua cidade. Com o Minha Casa Minha Vida, Antonio, estamos realizando o sonho da casa própria de milhões de famílias brasileiras, nas áreas urbanas e rurais.

Meus pais são agricultores e eu quero seguir o mesmo caminho depois de me formar na faculdade. Mas vi meus pais sempre lutando contra as dificuldades. O seu governo pretende ajudar para que a gente faça a nossa vida no campo?

Jamilson Heleno Schwartzkopf, 21 anos, estudante de Umuarama (PR)

Presidenta Dilma - Jamilson, temos trabalhado para melhorar cada vez mais a vida dos agricultores e para estimular a permanência dos jovens no campo. Cerca de 31 mil jovens rurais sem-terra, filhos de agricultores familiares ou alunos de centros de formação agrotécnica, com idade entre 16 e 28 anos, por exemplo, já recorreram ao Selo Nossa Primeira Terra para comprar sua propriedade. O Selo, que é um braço do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), já investiu R$ 632 milhões nessas operações. O Pronaf-Jovem, parte do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar destinado a agricultores de 16 a 29 anos, teve o limite de financiamento ampliado de R$ 12 mil para R$ 15 mil, com carência de três anos, 10 anos para pagar, e juros de apenas 1% ao ano. O Pronatec Campo, por sua vez, oferecerá 30 mil vagas para 2012 e 2013, em cursos como Agente de Desenvolvimento Cooperativista, Agricultor Familiar, Agricultor Orgânico, entre outros. São exemplos, Jamilson, de ações que adotamos para que os jovens possam permanecer no campo, produzindo alimentos, com acesso à educação e melhores perspectivas de renda e de qualidade de vida.

A coluna “Conversa com a Presidenta” é o espaço onde a presidenta Dilma Rousseff responde perguntas enviadas por leitores de todo o País

Do site da SECON


domingo, 4 de novembro de 2012

Viagens domésticas crescem 18,5% em quatro anos


Nova classe média amplia consumo de pacotes.
O brasileiro passou a viajar mais pelo país.




Viagens domésticas crescem 18,5% em quatro anos
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Em 2011, foram 58,9 milhões de pessoas que viajaram pelo menos uma vez em território nacional - 18,5% mais do que na pesquisa anterior, feita em 2007, que registrou 49,7 milhões de viajantes. O impulso é creditado à inclusão do turismo na cesta de consumo da população de baixa renda, faixa que cresceu em 21%, o maior aferido pelo Estudo da Demanda Turística Doméstica no Brasil 2012. A análise abrange o perfil das viagens realizadas em 2011 por 39 mil famílias brasileiras. O total de viagens domésticas realizadas no Brasil passou de 161 milhões em 2007 para 191 milhões em 2011. “Temos observado que, cada vez mais, o turismo faz parte da vida do brasileiro”, afirmou o ministro do Turismo, Gastão Vieira.
Os entrevistados desta edição da pesquisa apontaram limitações orçamentárias como a principal razão para não viajar pelo Brasil. Quarenta e sete entre 100 pessoas ouvidas afirmam que não viajam porque os gastos não cabem no orçamento. A falta de tempo aparece em segundo lugar, com 24,1%.
A pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para o Ministério do Turismo é feita desde 1998. Na primeira edição, as entrevistas foram aplicadas a nove mil famílias, já nesta, foi pesquisado o perfil das viagens realizadas por 39 mil famílias de 137 localidades diferentes - 27 capitais e outros 110 municípios de todas as regiões brasileiras. O aprimoramento da metodologia permitiu a ampliação do universo pesquisado.
Despesas - O gasto médio per capita dos brasileiros em viagem também apresentou crescimento: 18% a mais que em 2007, quando cada viajante gastava em média R$ 956,9 por pessoa. Os dados relativos ao último ano registram que o valor médio passou para R$ 1.128,3. De acordo com o estudo, quem faz deslocamentos em viagens de negócio gasta quase o dobro dos que viajam para lazer. Quem viaja a trabalho gasta R$ 985,9, enquanto a lazer dispende, em média, R$ 494,4. A principal motivação para as viagens domésticas brasileiras ainda é o lazer, que representa 81,4% dos deslocamentos.
Meios - A maioria dos brasileiros continua a usar o automóvel como meio de locomoção. O carro é usado por 44 de cada 100 pessoas que viajam pelo território nacional. O maior crescimento percentual é creditado ao deslocamento por via aérea: são 50% a mais de viajantes desde último estudo. O uso da ponte aérea também apresentou crescimento entre 2007 e 2011: era meio de 11,3% de usuários e agora chega a 17%.
Hospedagem - Para cada grupo de 100 viajantes, 64 se hospedam na casa de parentes e amigos. Essa modalidade apresentou um crescimento de 6,5 pontos percentuais, em grande parte justificado pela inclusão das famílias que ganham até quatro salários mínimos no mercado de consumo.
(Estudo da Demanda Turística Doméstica 2012)