segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

De Santo Andre a Guarulhos - Feliz Natal

Bom gente é natal finalmente estamos todos nos preparando para festejar esta data. Este é o momento que o coração fica um pouco mais aberto que de costume, a data serve para fazermos aquela ligação para os parentes os amigos que por conta do dia a dia a gente não faz e quando vê o ano já passou. Passar um email, passar um MsN ou torpedo ligar falar conversar comprar uma lembrancinha ajuda muito na verdade mais o ato de lembrar do que a própria lembrança em si. 
De minhas lembranças de Natal quando menino pequeno era da chegada em casa das minhas tias que vinham nos ver e trazer presentes e brinquedos, comprar roupa nova era o jeito de passar o natal na rua japão em Santo  Andre SP onde nos criamos. Lembro que as atividades eram intensas no comercio do bairro o açougue do bolinha o armazen do lito e do gojo a quitanda o barbeiro a farmácia, todos cheios de gente se preparando para as festas, e a nos garotos que passávamos o dia jogando bola soltando pipa interessava a hora de abrir os presentes que eram deixados debaixo da árvore de natal que minha mãe fazia questão de montar todo ano. Tradição que eu e minha esposa também mantemos desde que os filhos nasceram. Na vida adulta com filhos pequenos era o momento de receber os primos os cunhados que sempre passavam para tomar uma cerveja e desejar boas festas, nestes dias tinhamos  umas 10 crianças correndo e fazendo algazarra pelo quintal.
Neste Natal de 2012 recebo a minha cunhada Luciana sem o filho gatinho Ryan que ficou com o pai em São bernardo do campo, minha nora Maendra e meus filhos Veronica Guilherme e Henrique enquanto escrevo este texto de lembrança minha mulher prepara um bacalhau a portuguesa para a Ceia mais a noite, e eu preciso ir ajudar da maneira que sei lavando a louça rs rs.

Desejo a todos Feliz Natal e um ano novo cheio de realizações.

Caixa financia despesas de cartório e tributo

Podem ser incluídas despesas até o limite de 4% do valor do empréstimo


Desde a primeira semana de dezembro, a Caixa Econômica Federal passou a oferecer aos tomadores de crédito imobiliário a opção de incluir os gastos com cartório e Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) no total financiado para aquisição da casa própria. Podem ser incluídas taxas de registro e escritura, dentre outras despesas
cartorárias e de ITBI, até o limite de 4% do crédito tomado.
De acordo com o diretor executivo de Habitação e Governo da Caixa, Teotônio Rezende, a medida proporciona às famílias mais tranquilidade para planejar o pagamento das despesas. Os valores das taxas cartorárias e do ITBI variam de acordo com a localidade onde o cartório estiver situado.
Crédito - Até a primeira semana de dezembro, a Caixa alcançou R$ 93,7 bilhões em contratações do crédito imobiliário. O volume atingido supera em 33,1% o valor contratado até o mesmo período de 2011. Desse montante, R$ 42 bilhões correspondem a aplicações com recursos da poupança (SBPE), R$ 36,5 bilhões a linhas que utilizam recursos do FGTS e R$ 15,2 bilhões são de recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e demais fontes. Até o final de 2012, a Caixa estima atingir a marca de R$ 100 bilhões em contratos de financiamento imobiliário.
Desde o lançamento do Minha Casa, Minha Vida, em 2009, a Caixa multiplicou por 23 o volume de crédito contratado para a construção da casa própria. Pelo programa, já foram contratados, até 28 de novembro deste ano, 1,06 milhão de novas unidades habitacionais, representando mais de R$ 74 bilhões em investimentos diretos (subsídios e financiamentos). Além desse volume, propostas para a construção de mais 300 mil novas moradias estão em análise na Caixa. Até 2014, a previsão é de contratação de mais 1,4 milhão de moradias, envolvendo recursos diretos da ordem de R$ 85 bilhões.
Capital de giro - Como parte das medidas anunciadas no início do mês para aquecer o setor da construção civil, empresas do setor com faturamento até R$ 50 milhões anuais terão uma nova linha de crédito de R$ 2 bilhões da Caixa para capital de giro. O limite, que será recomposto automaticamente, é de até R$ 100 mil (Garantia de Aval Limite) e de R$ 100 mil a R$ 1 milhão (com garantias reais). O prazo é de até 40 meses, com taxa de 0,94% ao mês para todos os prazos e clientes.
Carteira imobiliária do BB atinge R$ 12 bilhões
O crédito imobiliário do Banco do Brasil (BB) atingiu a marca de R$ 12 bilhões em carteira. A evolução, nos últimos 12 meses, é de R$ 4,37 bilhões, o que representa crescimento percentual de 57,1%, o maior em relação à concorrência. A carteira para empresas apresentou crescimento de 61,9%, no mesmo período. Com esses números, o BB vem dobrando anualmente a carteira de negócios em crédito imobiliário, um avanço que ocorre em níveis superiores à média do mercado.
Em operação desde 2008, a carteira de crédito imobiliário do BB está atualmente distribuída em R$ 9,4 bilhões para famílias e R$ 2,6 bilhões para empresas. Até novembro de 2012, foram contratadas 28.257 operações para famílias, representando cerca de R$ 4,3 bilhões. Esse valor é 35,9% superior ao volume de operações contratadas no mesmo período de 2011.
Com relação ao desembolso, o crescimento apresentado até 30 de novembro deste ano foi de 38,1% superior ao mesmo período de 2011, com um volume total de R$ 5,86 bilhões. O volume de desembolso para empresas apresentou um crescimento superior ao das famílias, fechando os onze primeiros meses do ano cerca de 50% superior ao mesmo período de 2011. O mês de outubro apresentou desembolso recorde de R$ 771 milhões, sendo R$ 284 milhões para empresas e R$ 487 milhões para famílias. A participação do banco no mercado atingiu a marca de 3,93% em setembro. A evolução dessa participação reflete o crescimento acima da média do mercado do saldo da carteira.

Do site da SECOM

Atenção:
Estou contratando corretores de imóveis para trabalhar com imóveis prontos e em lançamentos na região dos jardins em SP me envia o curriculo no email: loggua@gmail.com

sábado, 22 de dezembro de 2012

Pequenos investidores retornam ao mercado imobiliário, diz diretor da Brasil Brokers

No segundo semestre, lançamentos residenciais mais focados em investidores apresentaram alta velocidade de vendas

Os pequenos investidores do mercado imobiliário residencial voltaram ao setor com mais força neste segundo semestre, disse José Roberto Federighi, diretor da Brasil Brokers SP, durante a sexta edição da Conferência Cityscape Latin America, realizada esta semana em São Paulo.

Segundo Federighi, durante 2011 e início deste ano, os investidores acostumados a comprar geralmente duas ou três unidades por empreendimento, visando a uma valorização futura, haviam recuado. Mas, com a recente implantação da política de corte dos juros no País, informa o diretor, esses investidores retornaram ao mercado com mais poder de compra, acelerando a velocidade de vendas dos imóveis.




"A maioria dos projetos destinada a investidores teve grande sucesso de vendas e velocidade de comercialização acima do normal, como 10 dias ou uma semana", disse o diretor. "Temos exemplo disso em São Paulo, em Santos e no ABC", completou Federighi. Já condomínios para o cliente final têm atualmente 35% das unidades vendidas no lançamento, informou.

Alguns analistas acreditam que a formação de uma bolha imobiliária poderia ser iniciada justamente por conta desses investidores especulativos. Em artigo publicado em janeiro na revista Construção Mercado, o coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (NRE-Poli), João da Rocha Lima, afirmou que entre os "indutores de desarticulação" do mercado está a "forte presença de investidores desinformados, em certos casos também vestidos de especuladores".
Fonte: revista Construção  Mercado pelo site publicidade imobiliaria

Informe:
A BrasilBrokers esta contratando corretores de imoveis para trabalhar em parceria com a venda de imoveis prontos e em lançamentos, é necessario possuir o CRECI definitivo ou estar cursando o TTI ( curso de tecnicas de transações imobiliarias). tratar com o gerente Carvalho

Habitação recebeu R$ 74,7 bi em 2012

Subsídio para baixa renda tem R$ 6,8 bilhões



Para habitação, neste ano, o valor inicial aprovado no orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi de R$ 43,9 bilhões, mas com as suplementações, o FGTS já liberou R$ 74,7 bilhões. Os conselheiros do Fundo aprovaram, no último dia 11, uma nova suplementação de R$ 400 milhões de subsídio para habitação popular ainda neste ano. Assim, os recursos para o apoio à compra de imóvel por famílias de baixa renda passou a ser de R$ 6,8 bilhões.
A área de habitação popular recebeu R$ 36,7 bilhões neste ano. Para saneamento básico, foram destinados R$ 5 bilhões e outros R$ 5 bilhões foram para infraestrutura urbana.
Outras carteiras, como Pró-Cotista e debêntures, receberam um total de R$ 10,3 bilhões, com subsídio de R$ 6,4 bilhões.
Por meio do Fundo de Investimento (FI-FGTS), foram aplicados R$ 11,3 bilhões no ano. O FI-FGTS tem por objetivo proporcionar a valorização das cotas por meio da aplicação de seus recursos na construção, reforma, ampliação ou implantação de empreendimentos de infraestrutura em rodovias, portos, hidrovias, ferrovias, energia e saneamento.
Plano de investimentos do FGTS é coordenado com o PAC
Os valores aprovados no último dia 11 pelo Conselho do FGTS consideram as diretrizes e metas do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) e do programa Minha Casa, Minha Vida, que tem foco nas famílias com renda mensal de até R$ 3,2 mil. Do recurso de subsídio, R$ 5,3 bilhões serão para a produção ou aquisição de imóveis novos dentro das linhas do programa.
O Minha Casa, Minha Vida atingiu a marca de 1 milhão de unidades entregues. O programa contratou também mais 1 milhão de novas moradias o que, somado às unidades entregues, representa R$ 155 bilhões em investimentos. A meta do governo é contratar mais 1,4 milhão de moradias até 2014, o que resultará num montante de mais R$ 85 bilhões em investimentos e um total de 3,4 milhões de unidades contratadas.
O programa já fomentou 1,4 milhão de postos de trabalhos formais, e mais de 2,6 mil empresas contrataram empreendimentos pelo Minha Casa, Minha Vida.

Do site da Secom

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Construção de moradias terá R$ 59,6 bi do FGTS em 2013



  • Recursos devem beneficiar mais de 550 mil famílias, principalmente as beneficiárias do Minha Casa, Minha Vida 
Do total, R$ 5,2 bi vão para saneamento básico e R$ 7 bi para infraestrutura
Construção de moradias terá R$ 59,6 bi do FGTS em 2013Ampliar
A construção de moradias terá um financiamento recorde no orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em 2013: R$ 59,6 bilhões. Para o quadriênio 2012/2016 estão previstos um total de R$ 240 bilhões de recursos do Fundo. A decisão de destinar os recursos foi tomada pelo Conselho Curador do FGTS, na última terça-feira (11). “Os recursos vão beneficiar mais de 550 mil famílias, principalmente as beneficiárias do programa Minha Casa, Minha Vida”, avaliou o presidente em exercício do Conselho,
Luiz Fernando Emediato.
Para a construção das moradias estão previstos R$ 46,4 bilhões, saneamento básico vai receber R$ 5,2 bilhões e a área de infraestrutura terá R$ 7 bilhões. Nas Operações Urbanas Consorciadas - operações que envolvem habitação e infraestrutura - o Fundo vai investir R$ 1 bilhão. “A expectativa é que o aporte possibilite a geração de cerca de 2,7 milhões de empregos no próximo ano”, diz Emediato.
Dos R$ 240 bilhões aprovados para até 2016, R$ 59,6 bilhões serão para 2013. Entre 2014 e 2016 - período em que serão realizadas no país, respectivamente, Copa do Mundo e as Olimpíadas - serão destinados R$ 60,2 bilhões a cada ano.
Programa - Dos recursos para habitação, a maior parte (R$ 36,7 bilhões) será destinada à habitação popular, principalmente aos beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. Ao subsídio às famílias de baixa renda, o Fundo prevê um gasto de R$ 6,4 bilhões em descontos. O Pró-Moradia receberá R$ 1 bilhão e a outros programas não enquadrados como habitação popular estão designados R$ 3,3 bilhões.
Geração de emprego e renda contará com R$ 7 bilhões do FAT
Os programas de geração de emprego e renda financiados com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) receberão no próximo ano R$ 7 bilhões, sendo que R$ 3,5 bilhões são recursos novos e, o restante, reaplicação de recursos. O foco são investimentos produtivos para fomento ao desenvolvimento à micro e pequena empresa, à inovação tecnológica, à agricultura familiar e ao
microcrédito.
O Proger Urbano, que financia linhas de crédito de investimento e capital de giro para micro e pequenas empresas, tem disponível R$ 1 bilhão em recursos para o próximo ano. A expectativa é de que o programa propicie mais de 35 mil operações de crédito.
O FAT Infraestrutura, linha de crédito direcionada a investimento em projetos de infraestrutura e insumos e bens de capital, terá disponível R$ 1,5 bilhão. O FAT Fomentar terá R$ 800 milhões e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), R$ 500 milhões.
Outras linhas beneficiadas com recursos do Fundo foram o FAT Inovação, com R$ 240 milhões; o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado, que receberá R$ 350 milhões, além do FAT Turismo, com R$ 650 milhões, e o FAT Taxista, com R$ 150 milhões, ambas como financiamento a atividades ligadas à realização da Copa do Mundo em 2014.

Do site da Secon
Crédito: Divulgação/Ministério das Cidades 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Construtoras terão R$ 2 bilhões para capital de giro

Esta nova nova linha de crédito será operada pela Caixa.



Empresas de construção com faturamento de até R$ 50 milhões anuais terão uma nova linha de crédito de R$ 2 bilhões da Caixa Econômica Federal para capital de giro. O limite, que será recomposto automaticamente, é de até R$ 100 mil (Garantia de Aval Limite) e de R$ 100 mil a R$ 1 milhão (com garantias reais). O prazo é de até 40 meses, com taxa de 0,94% ao mês para todos os prazos e clientes. “Essa linha vai baratear os custos para o período de construção, com uma liberação antecipada do capital de giro, a uma taxa de juros pequena”, explicou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao anunciar nessa terça-feira (4) o novo produto bancário como parte das medidas de estímulo ao setor de construção.
Com a linha, além de financiar o consumidor de crédito para a casa própria, a Caixa passa a incentivar projetos de construção de pequenas e médias empresas. Desde o lançamento do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), em 2009, a Caixa multiplicou por 23 o volume de crédito contratado (veja gráfico) para a construção da casa própria. Pelo programa, já foram contratados, até 28 de novembro deste ano, 1,06 milhão de novas unidades habitacionais, representando mais de R$ 74 bilhões em investimentos diretos (subsídios e financiamentos). Além desse volume, propostas para construção de mais 300 mil novas moradias estão em análise na Caixa. Até 2014, a previsão é de contratação de mais 1,4 milhão de moradias, envolvendo recursos diretos da ordem de R$ 85 bilhões.



Programa - Os resultados do MCMV foram apresentados em cerimônia no Palácio do Planalto nessa terça-feira (4). No evento, foi assinado contrato para construção do Residencial Paranoá Parque, localizado na região administrativa do Paranoá (DF) e composto por 6.240 apartamentos de 46,22 m², distribuídos em 390 blocos de quatro pavimentos. Para esse empreendimento, estão sendo destinados R$ 405 milhões, além de R$ 43 milhões para obras de infraestrutura externa.
Na ocasião, 1.382 famílias receberam as chaves de suas moradias em eventos no Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Sul. Foi feita a entrega das chaves do Residencial Minha Santa, em Macaíba (RN), do Residencial Mangueira II, no Rio de Janeiro (RJ), do Residencial Malta, em São Leopoldo (RS) e do Residencial Sítio Angico, na zona rural de Bom Conselho, em Pernambuco. Os empreendimentos nessas quatro regiões tiveram um investimento de R$ 59 milhões.
Eventos paralelos ocorreram em Goiás, Amazonas, Ceará, Alagoas, São Paulo, Santa Catarina e Espírito Santo para assinatura de um total de mais de 15 mil contratos. Apenas nessa terça-feira, foram inauguradas obras de seis empreendimentos pelo Brasil, totalizando 2.871 unidades habitacionais.
Moradias - Por meio do programa, as famílias podem ser atendidas com 100% de recursos do Orçamento Geral da União (OGU), adquirindo imóveis com condições dignas de moradia, comprometendo 5% da renda familiar (com parcela mínima de R$ 25 por mês) para pagamento de 120 prestações mensais. Os subsídios chegam a ultrapassar 90% do valor do imóvel.


“É muito bom quando você tem um lar, que você pode deitar sossegadinho, sem chuva, sem se incomodar se vai cair uma parede”, diz a lavradora Teresa Lopes da Silva, 50, do Assentamento Lagoa, em Curralinhos (PI). “Porque quando é de taipa e dá uma chuva grande, você vai se levantar no outro dia e já vai ajeitar a parede que caiu. Fiquei muito mais tranquila agora”, conta.

Do site daSecom em 04/12/2012 19:10hs






Minha Casa, Minha Vida entrega 1 milhão de moradias




Esta semana o governo anunciou mais de 1 milhão de moradias foram entregues pelo MCMV.

54% dos beneficiados têm renda abaixo de R$ 1,6 mil

O Minha Casa, Minha Vida (MCMV) completou a construção de um milhão de moradias, que beneficiam 3,3 milhões de brasileiros - 54% deles têm renda mensal bruta de até R$ 1,6 mil. O anúncio foi feito, nessa terça-feira (4), pelo governo federal em cerimônia de entrega de chaves a beneficiários. Criado em 2009, o programa visa atender aos que não possuem residência própria e nem recursos para adquirir uma moradia digna. Outro objetivo é estimular o emprego e a atividade do setor de construção civil, que ampliou sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) durante o andamento do MCMV (veja gráfico).



Apenas no primeiro semestre de 2012, o MCMV levou a uma ampliação de 0,8% no PIB e garantiu 1,4 milhão de empregos diretos formais, o que representa 3% da força de trabalho do país. Até agora, já foram investidos mais de R$ 155 bilhões para a contratação de 2 milhões de moradias. Os recursos incluem subsídios do governo federal, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), contrapartidas do poder público local, recursos próprios dos beneficiários e empréstimos dos agentes financeiros.



Até 28 de novembro deste ano, o programa contratou 2 milhões de unidades habitacionais em todo o território nacional. A meta é chegar a 3,4 milhões de contratações até o fim de 2014. Cerca de 2,6 mil empresas contrataram empreendimentos pelo MCMV.
Construção - A demanda por materiais e serviços de construção relacionados diretamente ao MCMV chegou a cerca de R$ 16,3 bilhões, em 2011, devendo ultrapassar a marca de R$ 20 bilhões neste ano.
O setor da construção que tinha 5% dos postos de trabalho com carteira assinada em 2009 passou para 24,1% em 2011 e no primeiro semestre de 2012 representa 31,5%. As oportunidades de emprego são em todas as regiões do país. A indústria da construção civil responde por 7,7 milhões de empregos diretos e gera uma massa salarial de R$ 31 bilhões e uma receita bruta anual para a União de R$ 171 bilhões.

O setor da construção civil recebeu novas medidas de estímulo à atividade produtiva, como a desoneração na folha de pagamento. O setor desembolsa atualmente R$ 6,28 bilhões com pagamento de 20% da folha ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Com a mudança, passará a pagar 2% do faturamento bruto o que significará R$ 2,85 bilhões a menos e também mais prazo para honrar o tributo porque o faturamento só ocorre ao final da construção.
Outra medida é a redução da alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) da construção civil, de 6% para 4% sobre o faturamento - o que terá um impacto anual estimado de R$ 411 milhões em 2013. No caso de projetos residenciais de interesse social, cuja alíquota pelo RET é de 1% sobre o faturamento, será ampliado o valor máximo do imóvel de R$ 85 mil para R$ 100 mil. Essa ampliação do limite permitirá incluir mais empreendimentos e terá um impacto anual estimado de R$ 97 milhões no próximo ano.

Como ter acesso ao Minha Casa, Minha Vida


Para ter acesso ao MCMV, as famílias que recebem até R$ 1,6 mil devem se inscrever junto às prefeituras dos municípios onde residem e aguardar o resultado das seleções, que são feitas com base nos critérios estabelecidos pelo Ministério das Cidades e pelo próprio município.
Para famílias com renda acima de R$ 1,6 mil, os interessados devem procurar diretamente as construtoras, que comercializam imóveis enquadrados no programa


Do site da Secom em 04/12/2012 19:14hs

Comentario: Imoveis a preços populares, entenda-se por preços populares hoje na região metropolitana de São Paulo algo em torno do valor R$ 170.000,00  o que for lançado vende.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Onde investir pouco dinheiro?


Voce pode investir até R$ 10 mil?

Fundo imobiliário, ações, CDB, Tesouro e até debêntures podem dar bons retornos para quem recebeu restituição do IR, adiantamento do INSS ou, simplesmente, conseguiu poupar



Getty Images
Títulos atrelados à inflação. fundos imobiliários e de índices de ações são opções para até R$ 10 mil
Se antes era difícil juntar dinheiro para investir, agora, o que dá trabalho é encontrar opções simples, seguras e rentáveis para aplicar pequenas somas de dinheiro. Com a queda dos juros, a poupança deixa de ser atrativa. Mas especialistas mostram que há alternativas para quem recebeu a restituição do Imposto de Renda, o adiantamento do INSS ou que, simplesmente, conseguiu se organizar para começar a poupar. Fundos imobiliários, ações, CBD, alguns títulos do Tesouro Direto e até mesmo debêntures têm bons retornos para quem tem até R$ 10 mil para aplicar.
Na opinião de sete especialistas em investimentos para pequenos investidores consultados pelo iG , uma boa pedida é misturar produtos financeiros renda fixa com um pouco de renda variável. “Em todo país que teve uma mudança na taxa de juros, para baixo, como está acontecendo no Brasil, a renda variável dobrou em quatro ou cinco anos. O investidor busca rentabilidade, e aqui não está sendo diferente,” diz Pedro Galdi, analista da SLW Corretora.
Uma das opções é montar uma carteira de investimentos que misture títulos do Tesouro Direto com ações ou fundos de ações. Outra possibilidade é mesclar CDBs com fundos imobiliários.
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Tesouro com ações
Neste caso, se o prazo de investimento for mais curto, os títulos prefixados oferecidos pelo Tesouro são mais interessantes, diz Fabrício Tota, gerente de homebroker da Socopa Corretora. Quem tem mais tempo para o dinheiro render pode optar por uma NTN-B principal, que acompanha a inflação e não paga bônus semestrais. “Independente do que acontecer, o poupador vai ter um rendimento real, ou seja, acima da alta dos preços,” diz Tota. Flávio Guarino, responsável pelos canais eletrônicos de investimento da Votorantim Corretora, diz que este papel também permite que o investidor pague o imposto apenas na hora do resgate final e, quanto mais tempo, menor a taxa.
Do lado da renda variável, é possível investir em algumas ações isoladamente, ou em fundos que misturem um grupo de papéis. Quem preferir a primeira opção pode misturar companhias maiores e mais sólidas com algumas menores, que podem ser favorecidas pelo crescimento do Brasil. As sugestões de Pedro Galdi, da SLW, considerando uma disponibilidade de R$ 10 mil, são papéis de Vale, Gerdau, Itaú Unibanco, Brazil Foods, Iochpe Maxion e Droga Raia - “sempre pensando no longo prazo,” acrescenta. Esta escolha, entretanto, pode ter custos elevados para o investidor, que terá que pagar taxas de corretagens para cada negócio feito, além da custódia. Além disso, o investidor tem que estar preparado para suportar fortes oscilações.
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Por isso, surgem como opções os fundos de ações e também os chamados ETFs (sigla em inglês para Exchange-traded Funds), que são fundos que acompanham índices de ações. Entre os fundos de ações, Sinara Policarpo, superintendente de investimentos do Santander, destaca aqueles que aplicam em companhias de infraestrutura e nas chamadas “small caps”, que são empresas médias e um pouco menores. Na opinião dela, o momento da economia brasileira favorece estes produtos. Nestes casos, o investidor paga taxas de administração pelo trabalho de gestão das carteiras.
Já os ETFs, que são negociados na bolsa de valores, não têm a cobrança da taxa do administrador. Algumas opções recomendadas são as que acompanham o Ibovespa (BOVA11) e as empresas médias (SMALL11). Apesar de a liquidez ser menor do que a da poupança e a de algumas ações, o mercado está crescendo e os agentes maiores estão garantindo movimento, o que possibilita mais facilmente as entradas e saídas do pequeno investidor, segundo Tota, da Socopa.
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A economia de escala é a principal vantagem dos fundos de ações setoriais e dos ETFs, completa Ricardo Rocha, professor de finanças do Insper. “Ficaria muito caro para o investidor replicar o investimento nas mesmas ações,” diz.
Outra opção com um pouco mais de risco são os fundos multimercado, nos quais o gestor tem maior liberdade de atuação e pode aplicar também em moedas e outros tipos de produtos mais complexos. “Quem quiser experimentar essa modalidade tem que pesquisar um pouco mais, verificar quais as características do fundo,” diz Ricardo Rocha, do Insper. Além disso, é preciso saber quais corretoras e bancos têm aplicações mínimas que cabem dentro da disponibilidade de R$ 10 mil. “E qualquer taxa de administração acima de 1% já pode ser considerada muito alta,” completa o professor.
 
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CDB com fundos imobiliários
O Certificado de Depósito Bancário (CDB) também é opção interessante para a porção de renda fixa da carteira do investidor. Quando o cliente tem mais tempo para deixar o dinheiro rendendo, consegue negociar um retorno maior com o banco ou a corretora. Em geral, grandes instituições bancárias oferecem rentabilidades mais baixas, enquanto os menores pagam mais. No Santander, por exemplo, o investidor consegue 101% do CDI se ficar pelo menos dois anos. Em instituições menores, pode conseguir 110% ou 115%. É o caso do Banco Paulista, que vende seus títulos por meio da Socopa Corretora.
Em qualquer caso, o risco do CDB é o da quebra do banco, mas há garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para até R$ 70 mil. Flávio Guarino, da Votorantim Corretora, lembra, entretanto, que esse dinheiro não é devolvido ao investidor de uma hora para outra. “Se o investidor precisar do dinheiro, pode ser que tenha que esperar o processo de liquidação da instituição.”
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Para tentar turbinar um pouco a carteira que já tem CDBs, um complemento pode ser o fundo imobiliário, na opinião dos especialistas. Flávio Guarino, da Votorantim Corretora, comenta que há opções no mercado atualmente que oferecem uma garantia de 9% ao ano para quem aplicar R$ 5 mil. O risco do investidor é o da qualidade da carteira do fundo. Por isso, o ideal é saber qual o perfil do fundo. “Se estiver ligado a um imóvel de um banco grande, por exemplo, dá para saber que a segurança é maior,“ diz o analista.
Outro cuidado é com a liquidez. Apesar de este mercado ter crescido bastante, o investidor deve saber que pode não conseguir se desfazer de sua cota rapidamente. Já a principal vantagem, segundo Guarino, são os rendimentos que o investidor pode receber mês a mês, como se tivesse um imóvel alugado.
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LCI e Debêntures
Há ainda outros produtos financeiros que podem incrementar as carteiras acima, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI). Apesar de terem exigências de aplicações mínimas mais altas, algumas corretoras de valores oferecem cotas de até R$ 10 mil. “Estes títulos são uma alternativa para quem tem horizonte de longo prazo para a aplicação,” diz o consultor financeiro Mauro Calil, gerente geral do Instituto Nacional de Investidores (INI). Assim como os fundos imobiliários, esses títulos também têm isenção de imposto de renda para o investidor, o que vem sendo um atrativo. Calil lembra, entretanto, que antes de comprar o investidor sempre deve avaliar se a aplicação tem um prazo que atenda seus objetivos.
Os bancos também podem oferecer aos seus clientes a opção de comprar debêntures, que são títulos de dívida de companhias. Mais distantes dos investidores, essas aplicações estão no radar das autoridades, que pretendem facilitar a negociação, comenta Guarino, da Votorantim. Por enquanto, a orientação é para que o investidor busque informações sobre a empresa antes de comprar, para saber se é sólida. Além disso, os prazos para resgate podem ser mais longos, o que exige planejamento.

Olivia Alonso - do iG São Paulo |