quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

As duvidas do comprador de imovel?

Secovi-SP esclarece dúvidas do comprador de imóvel

Pesquisa e muito diálogo são essenciais para quem vai comprar um imóvel e não quer dificuldades. Conhecimento do mercado imobiliário também é fundamental. Por estas razões, o Secovi-SP, sob a coordenação de sua vice-presidência de Habitação Econômica, elaborou a Cartilha da Compra Consciente, lançada dia 27/11.

Adquirir um imóvel, seja na planta, pronto ou usado, requer do interessado muita pesquisa, visitas a inúmeros estandes de vendas, comparação e diálogo com parentes e amigos. “Não se deve comprar uma unidade habitacional por impulso. Antes de tudo, é preciso fazer as contas e ver se as prestações do financiamento cabem no bolso”, enfatiza Flávio Prando, vice-presidente de Habitação Econômica do Sindicato.
O comprador também deve avaliar se o imóvel de interesse atende às suas necessidades de moradia. O importante é não ter pressa, porque, na média, o brasileiro compra dois imóveis durante a vida. Esse motivo já é suficiente para cautela.
Não se pode esquecer que, em edifícios residenciais, há o rateio de despesas entre os moradores e no momento de receber as chaves existem despesas cartoriais e com a prefeitura.
Pensando no consumidor e em orientá-lo nesse momento decisivo, o Secovi-SP recomenda a leitura da Cartilha da Compra Consciente, cujo conteúdo foi desenvolvido com linguagem simples para ser consultado sempre. Confira!

Cartilha da Compra Consciente traz respostas e dicas essenciais para quem vai adquirir o primeiro imóvel ou trocar de moradia




Comentario: a cartilha é muito legal e esclarecedora vale a pena a leitura e consulta 
Do site do SECOVI
pulicado em nov/2012




quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O programa Brasil sem miséria

Brasil Sem Miséria complementa renda e retira 22 milhões de brasileiros da extrema pobreza


Busca ativa visa localizar famílias que precisam de apoio e não estão no cadastro do Bolsa Família



Todas as famílias incluídas no Cadastro Único para Programas Sociais terão o complemento de renda até atingir o mínimo de R$ 70 mensais por pessoa, valor adotado como referência no Plano Brasil Sem Miséria e representa o primeiro passo para que essas famílias possam superar a situação de extrema pobreza.
A decisão de entender a ação Brasil Carinhoso a todas as faixas etárias de beneficiados pelo Bolsa Família alcança os últimos 2,5 milhões de beneficiários do programa que ainda permaneciam em situação de extrema pobreza (veja gráfico). Com isso, o plano retirou 22 milhões de brasileiros da miséria, após o Bolsa Família ter retirado anteriormente outros 36 milhões.
Permanece o desafio do governo federal de identificar e incluir todas as pessoas que vivem na extrema pobreza no Brasil e ainda são invisíveis ao poder público. Para isso, o reforço da estratégia de busca ativa, com o apoio dos estados e municípios, é fundamental.

Desde o início do Brasil Sem Miséria, em junho de 2011, 791 mil famílias com este perfil foram localizadas, cadastradas e incluídas no Bolsa Família. Estima-se que ainda haja outras 700 mil fora do cadastro. Em 2012, com o Brasil Carinhoso, mais 16,4 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza. Permaneceram os 2,5 milhões de pessoas que agora superam a miséria, 40% delas na faixa dos 16 aos 25 anos. A complementação de renda para esses 2,5 milhões de beneficiários do Bolsa Família terá investimento de R$ 773 milhões em 2013. O pagamento se inicia em março.



Inclusão produtiva - Como miséria envolve outras variáveis além da renda, o plano de superação da extrema pobreza também promove ações de inclusão produtiva - como qualificação profissional, assistência técnica e extensão rural e fomento à produção - e de acesso a bens e serviços públicos, em especial nas áreas de saúde, educação, habitação, acesso à água e à energia elétrica.

Por meio do Cadastro Único, o poder público conhece quem são os brasileiros mais pobres, onde vivem, quais as características de seus domicílios, sua idade, escolaridade etc. Assim, pode incluir essas famílias em programas de transferência de renda e também matricular seus integrantes em cursos profissionalizantes, oferecer-lhes serviços de assistência técnica e extensão rural, dar-lhes acesso a água ou a tarifas reduzidas de energia elétrica, por exemplo. A Tarifa Social de Energia Elétrica, o Minha Casa Minha Vida e o Bolsa Verde são alguns exemplos de ações que utilizam o Cadastro Único como referência para a seleção de beneficiários.
Do site da Secom em 19/02/2013 18:55hs


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Vem ai o Shopping comunidade

Ex-camelô terá primeiro Favela Shopping em morro do Rio de Janeiro


Elias Tergilene, dono da rede UAI, também vai abrir empreendimentos em Paraisópolis e morros de Minas.
Será no Rio o pontapé inicial de um projeto que levará shoppings às comunidades pacificadas. A favela do Alemão foi escolhida para erguer o primeiro Favela Shopping, resultado do trabalho conjunto do empresário Elias Tergilene, um ex-camelô que ficou dono da rede de shoppings UAI, com filiais em Belo Horizonte e Manaus; Celso Athayde, da Central Única das Favelas (CUFA); e do governo do estado. Para sair do papel, o primeiro shopping em uma comunidade depende da desapropriação de uma antiga fábrica na região.
Favela do Alemão foi escolhida para receber o primeiro Favela Shopping

A ideia é desenvolver grandes centros de consumo nas favelas cariocas e em dois anos investir R$ 500 milhões nestes empreendimentos. E replicar o projeto para outros estados. Em São Paulo, a região de Paraisópolis já está sendo mapeada para construção de empreendimento semelhante. Tergilene já está agendando uma conversa com o governo local. Minas Gerais também está na mira e terá shoppings nas favelas do Papagaio e da Serra, em Belo Horizonte. Na quarta-feira (20), será assinada, no Rio, a criação da F Holding, que cuidará do projeto dos shoppings e de outras iniciativas nas áreas de eventos e no setor moveleiro. “Assim que tivermos a liberação pelo governo do Rio da área onde será o shopping, iniciamos as obras no Alemão e, em seis meses, inauguramos”, afirma Tergilene.

O shopping no Alemão terá investimentos de R$ 20 milhões, 500 lojas, com metragens entre 15 e 20 metros quadrados. Tergilene explica que 60% das lojas vão ser de empreendedores que já estão instalados nas favelas e a força de trabalho será 100% de moradores das comunidades.

“Os operadores das franquias já instaladas estarão nas lojas do shopping. Todos vão pagar um aluguel, que ainda será calculado. Também estamos negociando com grandes redes varejistas para ancoragem dos shoppings. A regra desses empreendimentos e que levem renda e emprego às comunidades”, alerta. Ele lembra que o convite para pensar um projeto para as comunidades cariocas veio em forma de desafio e apresentado por Celso Athayde, da CUFA. Desafio prontamente aceito. Mas que não será o único. O trabalho da F Holding inclui ainda a criação de uma empresa-escola, resultado de uma parceria com a Giplanet, italiana do setor de feiras e eventos.

“Com eles, vamos montar uma empresa-escola, em que a mão de obra de jovens de 18 a 24 anos das comunidades será aproveitada. Eles vão ser treinados, já começam ganhando salário e vão conquistando novos postos na empresa. A F Holding terá 50% dessa empresa de eventos”, detalha Tergilene.

A terceira ponta da rede que Tergilene está criando tem ligação com a população das penitenciárias do estado. O empresário, que também é sócio do Grupo Doimo, fabricante de móveis, já negocia com o governo do Rio a instalação de unidades de produção de móveis.

“O projeto já está em andamento e se chama Cadeia Produtiva. O preso fabricará móveis e o salário irá para a família”, diz.

Tergilene também pediu uma audiência com a presidenta Dilma Roussef para apresentar os projetos que está desenvolvendo. E espera contar com o apoio do governo federal para abrir mais shoppings em outras cidades brasileiras. Ex-camelô, Tergilene diz que seu crescimento veio das oportunidades que soube aproveitar.

Da agencia Estado Brasil Econômico (Erica Ribeiro)
18/02/2013 11:07:44



segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Voce sabe com quem esta falando?


Palestra do professor Cortella sobre a importância relativa de cada um de nós neste  universo em que vivemos.




Este video foi apresentado para os funcionários da área de tecnologia da diretoria do Banco do Brasil em Brasilia.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Consumidor busca imóvel sem saber se cabe no bolso!

Consumidor busca imóvel sem saber se valor cabe no orçamento



Um estudo realizado com consumidores de São Paulo e Rio de Janeiro, e apresentado pela consultoria Canal do Crédito em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta segunda-feira, apontou que a maioria dos brasileiros (83%) primeiro buscam o imóvel para depois saber se as parcelas e renda se adequam à realidade do imóvel. Apenas 17% iniciam o processo de pesquisa do imóvel pela página do financiamento para descobrir o total de crédito que podem conseguir com a renda que possuem. A pesquisa ouviu 8.225 usuários que manifestaram interesse em iniciar um processo de financiamento.

De acordo com o levantamento, 53,83% dos consumidores do Rio de Janeiro consideram indiferente o banco no momento de realizar o financiamento, enquanto que em São Paulo este número é de 53,49%.
Os dados também apontam que o brasileiro financia cada vez mais da metade do valor do imóvel, com crescimento de 10,6 pontos percentuais desde 2006. Em 2012, 63,8% do preço total do imóvel foi financiado, ante 63% em 2011 e 62% em 2010.
Ainda segundo a pesquisa, o consumidor busca quitar o financiamento no menor prazo possível. Os contratos mais recentes no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) têm prazos de 18 anos, sendo que o prazo máximo praticado no mercado pode chegar a 35 anos.
Do site Terra
04 de fevereiro de 2013 • 20h03 •  atualizado 20h21
Comentário: todo corretor vê isso no seu dia a dia, não perguntar quanto o cliente pretende investir é garantia de um tour em VÁRIOS imóveis sem  chance de fechar a venda.