domingo, 24 de março de 2013

Seu domingo em ON ou OFF?

O meu domingo foi ON.
Hoje foi um dia especial, caminhar pela manha e a tarde ir pela primeira vez com meu filho ao estadio do Pacaembu assistir Palmeiras e Santos o jogo terminou zero a zero mas valeu pelo momento e  pelo espetáculo que é um evento deste porte, me surpreendi com a quantidade de famílias com crianças e casais de namorados a torcida é parte integral do show.
Só não consigo entender como os organizadores ainda fecham as bilheterias deixando tanta gente do lado de fora tendo  como único recurso comprar ingressos nas mãos dos cambistas. Sendo o Pacaembu um estadio municipal seria bom que o prefeito Haddad tomasse uma providencia.

Estou compartilhando este video muito legal que recebi no facebook vale a pena assistir e depois me diga se o seu dia foi ON ou OFF.




quarta-feira, 13 de março de 2013

A novidade dos bairros-modelo e o futuro urbano de São Paulo


Dois grandes e importantes lançamentos imobiliários na cidade de São Paulo dividem as atenções do mercado, os anúncios publicitários, além de minutos nobres da programação das emissoras de televisão.

Um deles está localizado na zona Oeste da cidade e ocupa um terreno de 250 mil m2 entre a linha férrea e a avenida Marquês de São Vicente. Trata-se do Jardim das Perdizes, em implantação na região que era conhecida como Parque industrial Thomas Edison, agora transformado em bairro-modelo pela incorporação capitaneada pela Tecnisa e PDG, emprestando o nome do vizinho bairro das Perdizes. Localizado à esquerda do viaduto Pompéia, logo após passar por cima da estrada de ferro, o grande terreno foi adquirido em 2007 da companhia Telefônica. O outro está na Zona Sul, junto à Margina Pinheiros, na altura do Shopping Morumbi.

Jardim das Perdizes



Divulgação

De acordo com as informações de divulgação, serão 32 torres residenciais distribuídas em 25 quarteirões, todas implantadas em 11 empreendimentos do tipo condomínio clube, com apartamentos de 155 a 285 m2. O arruamento é diferenciado, com um grande parque central com cerca de 44 mil m2 (do tamanho do parque Trianon na região da avenida Paulista). O sistema de drenagem do bairro é projetado para promover a infiltração de água diretamente no terreno e a infra-estrutura de energia, televisão a cabo, telefonia, iluminação pública em led e internet prevêem wi-fi público em toda a área do empreendimento, sempre com tubulações enterradas, sem fios aparentes.

Um requinte tecnológico serão as vagas com tomadas para recarregamento elétrico de carros híbridos. O projeto ainda prevê um hotel, torre corporativa e um edifício de salas comerciais. As vias oferecerão pista de bicicletas e a estimativa é de que por ali circularão cerca de 10 a 12 mil pessoas.

Parque da Cidade



Divulgação

O outro empreendimento em termos de porte é o Parque da Cidade, liderado pela Odebrecht Realizações Imobiliárias, em um terreno de 82 mil m2 entre a avenida Nações Unidas, na Marginal direita do Rio Pinheiros e acesso pela avenida Chucri Zaidan. O terreno era antes ocupado por galpões industriais e agora começa a ser transformado em um ambiente urbano especial, de uso misto, aberto à cidade e com características de implantação com muita área verde e espaços públicos.

Serão 612 unidades de escritórios de 39 a 43m2 em um edifício de 36 pavimentos e 5 subsolos. Além disso, estão projetados 5 edifícios corporativos, shopping com hotel integrado, prédios residenciais, áreas de cafés e restaurantes, detalhes como praças com fontes, árvores e equipamentos de lazer, pista de cooper e ciclovia, espaços contemplativos, bicicletario e espelhos dágua.

Desafios da integração urbana

As prioridades de ocupação dos terrenos são distintas, mas a ideia de oferecer ilhas de qualidade urbana em meio à metrópole caótica é comum aos empreendimentos, independentemente da qualidade dos projetos e implantações. A tentativa é oferecer um desenho urbano mais adequado e atraente à maior consciência ambiental e à busca de qualidade de vida de seus futuros moradores e/ou usuários, combinando modernos edifícios com uma matriz de acessos, arruamentos e espaços públicos arborizados, que incentivem o uso da rua pela vizinhança.

Ambos podem ser considerados como laboratórios de uma nova forma de fazer empreendimentos e precisam provar que são capazes de gerar melhorias urbanas evidentes. Se derem certo e a legislação vier a incentivar e tornar possível a reciclagem de glebas maiores na cidade, pode significar uma mudança do modelo de desenvolvimento urbano para melhor.

Ao analisar os projetos, ficam dúvidas de como eles “conversam” com o entorno urbanizado, se os encaixes de acessos por carro ou pedestres evitam pontos de conflito e acúmulo de trânsito, se a cidade também será beneficiada por aquela ilha de qualidade urbana e se as conexões anunciadas com as linhas de transporte público estão estruturadas a ponto de incentivar deslocamentos sem carro para outras regiões da cidade. Outra questão que sempre se coloca é como a insegurança das vias da vizinhança receberão o novo pólo de moradia, trabalho, riqueza e renda; e se seus usuários e moradores em breve não reinvindicarão o “fechamento” do lote apenas para acessos exclusivos.

A grande novidade é o fato dos empreendedores privados assumirem responsabilidades urbanas. A tradição da cidade de São Paulo – e por extensão de várias outras metrópoles do país (que copiaram o modelo legal e repetem os mesmos critérios, acertos e erros paulistanos) – de aproveitar os terrenos em áreas já urbanizadas sempre foi, até aqui, fazer o desenvolvimento de empreendimentos lote a lote, ou seja, sobre terrenos residenciais ou comerciais vazios ou ocupados, que permitissem o remembramento das pequenas propriedades para compor terrenos edificáveis.




Esse modelo criou um processo voraz de consumo de terrenos e consequente verticalização de bairros tradicionalmente tranquilos que perderam essa característica para a multiplicação do valor imobiliário e o interesse dos incorporadores. Estes, por sua vez, para maximizarem seus resultados, naturalmente sempre levaram seus projetos aos limites permitidos pela legislação, sem se preocuparem com as consequências para o entorno. Assim chegamos a uma São Paulo sem espaço para fruição do trânsito, poucos espaços verdes e vias não convenientes para deslocamentos a pé, sem falar da oferta restrita de transporte coletivo sobre rodas e algumas poucas linhas de metrô e trem.

A esperança é que empreendimentos como esses possam colocar em pauta a necessidade de pensarmos na melhoria dos espaços urbanos de uma maneira mais ampla e acessível a toda a população, sempre conectando a infra-estrutura de transportes aos empreendimentos, que, obviamente, se transformam imediatamente em novos pólos de geração de tráfego e maior intensidade no uso dos recursos e equipamentos sociais.
Do site IG / cidade S/A Rubens Almeida
Comentario:
Muitos clientes ainda insistem e retardar o investimento e dizem esperar a bolha estourar o que não vai acontecer no Brasil pela caracteristica do nosso mercado imobiliario. Lançamentos estão programados por toda a cidade de São Paulo e a demanda ainda é bem grande, quando os incorporadores não erram a mão querendo cobrar mais pelo valor do m2 o sucesso de vendas é garantido.
Por isso se voce esta querendo investir no meracado imobiliario o momento é agora, a hora é já.

domingo, 10 de março de 2013

Lançamentos no centro da cidade de São Paulo atraem cada vez mais clientes

Novos prédios começam a mudar cara do centro de São Paulo

Direcionados ao público jovem, universitário e a quem quer fácil integração com o transporte público, empreendimentos começam a atrair mais moradores ao centro da capital paulista



 Julien Pereira/Fotoarena
A cara do centro está mudando - e antes mesmo que os planos de revitalização prometidos pelo poder público saiam do papel. Morar no entorno da praça da República, do Largo do Arouche e do famoso cruzamento das avenidas Ipiranga e São João agora é "cult", seguro e possível, segundo quem já está lá.
O famoso cruzamento das avenidas Ipiranga e São João
Há pelo menos dez empreendimentos em fase de pré-lançamento, construção ou entrega na área. Todos compactos e direcionados a universitários, gays e recém-casados. A proximidade de linhas de metrô, corredores de ônibus e universidades funciona hoje como o principal chamariz de novos moradores, que sonham em poder trabalhar, estudar ou se divertir sem ter de enfrentar longos deslocamentos no trânsito caótico de São Paulo. Além da mobilidade privilegiada, o crescente conjunto de restaurantes, bares e boates descoladas facilita a vida de quem troca o conforto de bairros residenciais pela agitação do centro.
A retomada de investimentos na área teve início em 2010, depois de o boom imobiliário consumir praticamente todo o potencial construtivo de bairros cobiçados pelo mercado, como Itaim-Bibi, na zona sul. "No centro antigo, ainda há estoque, seja para novos empreendimentos ou reforma de prédios antigos", diz Cláudio Bernardes, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi) de São Paulo.
 Dowtown na av. rangel pestana, Braz SP



Nos últimos três anos, foram lançadas no centro 9,7 mil unidades residenciais - mais de 2 mil estão no foco de ações de revitalização prometidas por Prefeitura e Estado. Para se ter uma ideia, a zona norte inteira - cuja área é quase dez vezes maior - ganhou 12,7 mil unidades no período. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
Agência Estado |