quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O Engavetador geral do PSDB em São Paulo

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Porque esta faltando gás de cozinha!

Falta gás de cozinha em cinco Estados do país


A Abragás (Associação Brasileira das Revendedoras de Gás LP) informa que há falta de gás de cozinha (GLP) em São Paulo, Paraná, Santa Catatina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O abastecimento de gás encanado não será afetado.
"Houve um desencaixe no fornecimento da Petrobras. As distribuidoras estão recebendo, em média, entre 60% e 70% da necessidade", afirmou José Luis Rocha, presidente da entidade. "Não queremos causar pânico aos consumidores, mas estamos racionando sim o GLP em alguns lugares. Quem estava acostumado a comprar três, quatro botijões está levando só um", completou. De acordo com a Abragás, cerca de 95% dos lares brasileiros usam GLP.
Segundo sete revendedores ouvidos pela reportagem na capital paulista, os distribuidores do produto estão entregando bem menos do que o esperado desde segunda-feira.
Na zona oeste da capital, por exemplo, o funcionário de uma revendedora afirmou que recebeu apenas metade da quantidade necessária para atender seus clientes. O abastecimento é diário, mas hoje nem houve entrega. "Atendemos de 700 a 800 clientes por dia. Com o estoque que temos, não vamos conseguir atender um terço disso hoje", relatou o funcionário.
Na zona norte da cidade, o funcionário de uma revenda relata que recebeu 70% do volume solicitado. "Estou vendendo 30% menos por dia devido ao problema no abastecimento", afirmou.
De acordo com o Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo), as empresas estão trazendo o produto de várias partes do país para contornar a situação.
A entidade representa seis distribuidores de GLP, que detêm cerca de 90% do mercado. "O sindicato espera que, no prazo máximo de dois dias, essas dificuldades já estejam solucionadas graças ao esforço coletivo das distribuidoras", afirmou em nota.




REFINARIA
O problema, de acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo), se deve a uma parada programada para manutenção na refinaria Henrique Lage, em São José dos Campos (SP), na qual houve uma redução na oferta de GLP. Mais cedo, a agência havia informado erroneamente que a paralisação havia sido em uma refinaria no Paraná.
A ANP admite que houve uma baixa nos estoques, por isso as distribuidoras restringiram os pedidos das revendas até a regularização da oferta. "A ANP está monitorando a situação, que deverá ser regularizada até semana que vem", informou o órgão em nota.
O GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) é um subproduto do petróleo, fabricado nas refinarias, ao contrário do gás natural, que pode ser encontrado junto ou separado do petróleo nos reservatórios em terra ou no mar.
Segundo a Petrobras, já foi apresentado à ANP um plano para disponibilizar uma quantidade adicional de GLP em São Paulo para contemplar e garantir o suprimento do mercado na área de Paulínia e Indaiatuba.
"A companhia também esclarece que dois navios estão descarregando GLP ainda nesta semana de forma a garantir o ressuprimento regular às distribuidoras que operam localmente, conforme procedimento usual da Petrobras." De acordo com a ANP, "falhas no suprimento do GLP pela Petrobras de fato têm ocasionado problemas no fornecimento em algumas regiões do Brasil".

DENISE LUNA
DO RIO
VIVIAM NUNES
DE SÃO PAULO

domingo, 6 de outubro de 2013

Os 25 anos da Constituição - pôr Luis Nasif

Os 25 anos de uma grande Constituição

Quando promulgada, a Constituição de 1988 foi liminarmente condenada por economistas e políticos do velho modelo. Os economistas sustentavam que tornara o Brasil ingovernável, pelos direitos que consagrava, pelas promessas aparentemente irrealistas, de considerar a saúde e a educação como direitos inalienáveis de todos.
Ora, tornara ingovernável o modo de governar ao qual estavam acostumados, a partir do seu gabinete, sem povo, nem partidos, sem municípios, sem vida.
Tinha mais. Reconhecia direitos do consumidor, respeito ao meio ambiente, formas de organização social e de proteção aos direitos individuais.
O país mal saía de uma ditadura, parecia não ter uma sociedade civil. De repente, de todos os cantos brotavam organizações sociais, especialistas em saúde, direito, política, meio ambiente, em um sopro de vida civil inédito, cinzelando passo a passo, artigo a artigo a nova cidadania.
***
Contribuiu para tanto o formato da Constituição e o papel de Ulisses Guimarães na presidência e de Bernardo Cabral na relatoria. Montaram-se comissões temáticas, dentro dela incluíram diversos grupos de discussão. Depois, o conteúdo foi passado para uma comissão de redação e outra de consolidação final.
***
Foi uma Constituição eminentemente libertária, com o país emergindo da grande noite da ditadura, do planejamento sem povo, da concentração cavalar de renda e da falsa modernidade sem cidadãos.
Por isso mesmo, os constituintes tomaram-se do fogo sagrado do respeito aos direitos individuais e aos direitos sociais, da criação de freios e contrapesos que impedissem novas aventuras totalitárias, partindo do poder que fosse – do Executivo, Legislativo ou Judiciário.
***
Alguns perceberam de cara a modernidade da Constituição. Outros, deram-se conta com o tempo, quando Ministério Público, Judiciário, grupos políticos passaram a colocar em prática os princípios previstos na Constituição.
Ao longo desses 25 anos, foram reconhecidos os direitos à saúde e à educação. Por meio dele, abriu-se espaço para as minorias, os negros, os gays, as mulheres, os deficientes físicos, montaram-se redes de proteção social, como a Bolsa Família, universalizou-se o ensino básico.
***
Mais que isso, a Constituição garantiu a governabilidade em 25 anos tumultuados, pelo impeachment de um presidente (Fernando Collor), pela tentativa de desestabilização de dois outros – Fernando Henrique Cardoso, durante a desvalorização cambial, e Lula, durante e após o mensalão.
***
Esse poder estabilizador ficou nítido em fins do ano passado quando, embalados pelo sucesso público do julgamento da AP 470, Ministros aventureiros do STF (Supremo Tribunal Federal) tentaram empalmar o poder, avançando sobre as atribuições do Congresso.
Seguiu-se uma resistência legalista de figuras referenciais do direito, que acabaram com a aventura graças ao detalhamento minucioso da Constituição sobre as atribuições de cada poder.
***
A manifestação da legalidade suprapartidária é o fruto maior de uma Constituição que deu 25 anos de estabilidade a um país que, durante todo século 20, conheceu poucos momentos de normalidade democrática.
Habemus democracia.
Direto do site do Luis Nassif

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Caixa atinge R$ 100 bilhões no crédito Imobiliario

Crescimento sobre o ano passado é de 34%. Chora, Urubóloga, chora !

Do site Conversa Afiada que publica relevantes informações sobre o crédito imobiliário da Caixa: 

CAIXA ATINGE R$ 100 BILHÕES NO CRÉDITO IMOBILIÁRIO



Brasileiros passam a comprar imóvel mais cedo – 57% dos financiamentos imobiliários deste ano foram para clientes com menos de 35 anos


A Caixa Econômica Federal atingiu, em setembro de 2013, um total de R$ 100,1 bilhões em contratações do crédito imobiliário. O valor é 35,4% superior ao mesmo período de 2012, quando foram aplicados cerca de R$ 74 bilhões, e corresponde a 94% do total do crédito imobiliário executado pela CAIXA no ano passado. Já a idade dos tomadores tem decrescido nos últimos anos. O total da carteira tem 44% dos clientes com menos de 35 anos de idade, enquanto, nos contratos assinados exclusivamente em 2013, esse percentual é de 57%.

O número de contratos assinados, até a última sexta-feira (27), já é superior a 1,4 milhão, o que corresponde a mais de 5.600 contratados fechados por dia. Do montante realizado até aqui, foram aplicados R$ 33,1 bilhões com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); R$ 45,3 bilhões do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE); e R$ 14,1 bilhões do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

A expectativa da CAIXA é que, até o final de 2013, sejam atingidos mais de R$ 130 bilhões em financiamentos imobiliários. Para o vice-presidente de Habitação da CAIXA, José Urbano Duarte, o resultado é significativo, pois equivale a mais de 75% do que, inicialmente, foi previsto para 2013. “Se compararmos com o realizado, no mesmo período de 2012, já são R$ 26 bilhões a mais. São números que representam resultados efetivos, não apenas para a CAIXA, mas para a sociedade, para o setor da construção civil e para o país”, explica o vice-presidente.

O LTV (Loan to value) – cálculo que relaciona o montante do empréstimo com o valor da garantia – mantém-se na casa dos 70%, correspondendo a 73% até setembro de 2013. O financiamento para a compra de imóveis novos corresponde a R$ 64,5 bilhões, o equivalente a 64% do total do crédito imobiliário concedido pela CAIXA no período. O crédito para compra de imóveis usados somou R$ 35,5 bilhões, representando os 36% restantes.

Do total contratado, R$ 59,6 bilhões foram destinados aos financiamentos para aquisição ou construção de imóveis por pessoas físicas e R$ 40,4 bilhões foram negociados em financiamentos para a produção de empreendimentos. O financiamento à produção tem aumentado a sua participação nos últimos anos. Em 2007, correspondia a 14% do total do crédito imobiliário, enquanto em 2013 representa 40% desse montante.


Contratações no estado de São Paulo

Até o dia 27 de setembro de 2013, a CAIXA havia contratado R$ 25,5 bilhões em crédito imobiliário no estado de São Paulo, valor 33,2% superior ao mesmo período de 2012, quando foram financiados

R$ 19,1 bilhões. Até essa mesma data, foram registradas 304.763 assinaturas de contratos habitacionais, o que corresponde a um crescimento aproximado de 46,6% na quantidade de contratos em comparação com o mesmo período de 2012, quando foram assinados 207.820 contratos no estado.
O site conversa afiada é do jornalista Paulo Henrique Amorim
Comentario: A urubologa a que ele se refere é a jornalista da globo Mirian Leitão que nunca tem uma noticia boa sobre o Brasil.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

BRASIL ESTÁ ENTRE OS QUE MAIS REDUZIRAM A FOME