segunda-feira, 30 de junho de 2014

As Obras do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento
Este vídeo nos da uma ideia das obras que estão por todo o pais e logicamente você não vai assistir pela TV aberta nem na fechada porque a nossa mídia em geral aposta que tudo que esta ai esta errado, que teria um jeito diferente de fazer as coisas e este jeito não seria o da presidenta Dilma e do partido dela. Este jeito estaria representado por aqueles que estiveram no poder antes de 2002 e venderam o patrimônio nacional a preço de banana e que agora querem voltar a dar as cartas mesmo tendo quebrado o pais e ficando refém do FMI. com os prejuízos que os trabalhadores e a população sofreram na pele.
Vamos o video com o balanço das obras do Pac.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Documentário o programa mais médicos no dia a dia!

O documentário é sobre o programa mais médicos em seu dia a dia no interior do Brasil onde um médico que é contra assim como a maioria da classe médica brasileira, ele nem se dignou a conversar com as profissionais cubanas muito mais experientes que ele e que estão fazendo um excelente trabalho atendendo a população.

Do site do Luis Nassif
Por Fernando J.
Caro Nassif, 
Peço a sua atenção para o documentário Dr. Melgaço, realizado pelo Diário do Centro do Mundo, pelo sistema de crowdfunding, isto é, financiado pelos leitores, e que ainda não foi divulgado aqui no blog. Trata-se da mais completa e bem realizada reportagem sobre o Programa Mais Médicos, que nenhum órgão de mídia quis realizar, por motivos que todos conhecemos.
O vídeo, realizado em dez/2013,  é dirigido pela documentarista Alice Riff, e foi escolhida a cidade de Melgaço (PA) por ser a cidade com pior IDH do Brasil. Com a chegada de quatro médicas cubanas na cidade, e com a simples atenção primária à saúde feita pelas médicas "Maribéis", aconteceu o mesmo que revela a reportgem da Rede Brasil Atual, o encaminhamento para o único hospital da cidade reduziu drasticamente. Isso foi confirmado pela própria alice Riff, quando da apresentação oficial do documentário, em abril passado, quando ela disse que o único médico local estva praticamente ocioso, em virtude do trabalho deatenção primária feito pelo Programa Mais Médicos. 




sábado, 14 de junho de 2014

Exemplos anti complexo de vira-latas!

Do site viomundo

Na rede, gringos combatem o complexo de vira-latas brasileiro

publicado em 13 de junho de 2014 às 15:51

O sistema automatizado de entrega de bagagens do aeroporto internacional de Denver foi um dos maiores fracassos da História recente da construção civil. Estourou o orçamento, destruía as bagagens e teve de ser abandonado. Ah, se fosse no Brasil…
Gringos “provam” que problemas não são “só no Brasil” e também reclamam
por Fabiana Uchinaka, sugerido por SM
Do UOL, em São Paulo 13/06/201406h00
Só no Brasil… o transporte atrasa, não há táxis, a fila não anda, o aeroporto é uma bagunça, o ônibus é lotado. Só no Brasil existe burocracia, injustiça e corrupção. Só no Brasil tem protesto e confusão.
Só que… não.
Desde que o país do futebol virou o palco desta Copa do Mundo, a expressão virou o bordão dos brasileiros para reclamar dos problemas mais sérios –ou esdrúxulos– que temos por aqui e para manifestar grandes doses de “vergonha” pelo mundo estar vendo nossas mazelas. Mas os comentários dos internautas de outros países nas redes sociais têm mostrado que não é bem assim.
A revista britânica The Economist publicou na terça-feira (10) o texto “Traffic and tempers” (algo como “trânsito e humores”) no Facebook, que traz um relato do imbróglio que é circular por São Paulo na véspera do Mundial e diz que “no momento em que você aterrissa no Brasil você começa a perder tempo”. Dezenas de gringos rebateram o artigo com frases que podem deixar alguns internautas canarinhos chocados:
“Parece quando você visita o departamento da Receita da Filadélfia [nos EUA] para pagar uma conta”, diz o americano Sam Sherman.
“Há filas diárias por táxis no aeroporto Schiphol, em Amsterdã… E não é Copa do Mundo”, conta Tatyana Cade.
“Cena diária do trajeto em Tóquio, exatamente como esta imagem”, alerta Ryo Yagishita.
“Parece a Argentina, nada mais refrescante que viajar como gado depois de um longo dia de trabalho”, descreve Pao Radeljak. “Me lembra Buenos Aires”, completa Paola Scarlett.
“A mesma coisa aconteceu com os brasileiros quando eles viajaram de Heathrow para Gatwick. O engarrafamento caótico de Londres [que sediou a última Olimpíada] também é mundialmente famoso. Depois, pense no eletricista inocente que foi morto por policiais justiceiros no metrô de Londres, que disseram que ele era terrorista [caso Jean Charles de Menezes]. Não é uma vergonha para um país desenvolvido reclamar do Brasil quando também tem problemas em seu país? Pense nos manifestantes em Londres, e na destruição por quatro dias alguns anos atrás. Então vira vergonha duplar”, afirmou Naithirithi Chellappa.
“Para todos os brasileiros que reclamam de seu país: vocês deveriam tentar viver na Europa por um minuto. Sim, nós temos tudo regulado, mas as coisas estão cada vez mais nazistas. E falar sobre corrupção? Você acha que não acontece aqui? Aqui é tão desenvolvido que você nem vê, está muito escondido e tudo é feito por políticos e outros criminosos [daqui] fora da Europa”, analisa o holandês Roas Metten. “A polícia é uma piada, eles não pegam criminosos, eles dão multas o dia todo.”
Metten completa: “Os abraços e beijos que recebo em um mês no Brasil, não ganharia em dez anos na Europa. Então talvez as coisas aqui sejam melhores reguladas pelas leis e sistemas, mas é um inferno culturalmente e nas relações.”
O espanhol Álvaro Munhoz tenta fazer uma análise mais ampla: “Para falar a verdade, se o número de pessoas que chega ao mesmo tempo excede a capacidade, a situação poderia acontecer em qualquer lugar do mundo.”
Enquanto o internauta Leandro Cintra aproveitou para contar que recentemente levou 40 minutos para conseguir um táxi… em Nova York (EUA). E mais meia hora para entrar em um ônibus… em Fort Lauderdale (EUA). Já Wenderson Neves lembrou que a fila na imigração de Londres é de pelo menos duas horas com policiais muito pouco cordiais.
A também britânica BBC perguntou em texto publicado na terça: “What is it like to live in a Favela?” (Como é viver numa favela?). E a internauta Adreane Bertumen prontamente respondeu: “Todo país, toda cidade tem a sua ‘favela’. Gueto é gueto em todos os lugares. O Brasil não é o único”.
“Essas favelas não são nada comparadas às que temos em Nairóbi, no Quênia”, diz Eric Murimi. “Venham ver Sodoma e Gomorra em Gana”, convida Leroy Amankwa.
“Nos Estados Unidos, nós precisamos acordar e olhar ao redor. É difícil achar uma cidade que não tenha acampamentos de sem-teto por todo seu perímetro. Bem escondidos, mas estão cada vez maiores a cada ano. Não estamos em posição de jogar pedra em outros governo”, ressalta Marie Lawson. “Nos EUA, temos guetos e estacionamentos de trailers”, concorda Eric D Molino.
PS do Viomundo: Foi justamente por isso que escrevi, dias atrás, no Facebook, sobre minhas quase duas décadas de moradia em Nova York e Washington:
Esse Dan Stulbach [em comentário na ESPN] é um bobão, que fica falando coisas manjadas para agradar a turma do complexo de vira-latas. Acaba de sentir as dores da FIFA pelo fato de que assentos foram instalados no Itaquerão na semana da estreia. Grande coisa. Será que ele já viu outros eventos internacionais, onde muitas coisas são feitas de última hora, no mundo todo? Os bobocas da classe média precisam desta ideia de que são privilegiados por viajar a Nova York, Londres e Paris, onde nada atrasa e tudo dá absolutamente certo, ao contrário do Brasil. É o último bastião dos vira-latas para que eles se sintam privilegiados em relação aos brasileiros “comuns”. Se esse bobão quiser ouvir eu conto 20 anos de histórias de coisas que não deram certo em Nova York…
Leia também:
FIFA dá ao exoesqueleto menos tempo que o de um comercial da Budweiser

Copa tem mas e a água?


cantareira

Vai ter água?

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Dezenas de ambientalistas alertam pa­ra a falta de investimento dos governos do PSDB – há 20 anos governando o es­tado – em obras de estrutura e discor­dam da culpabilização da natureza. Des­de 1985 não foi construído nenhum no­vo manancial na Região Metropolitana de São Paulo
Por Bruno Pavan, no Brasil de Fato
“Só deixo o meu Cariri, no último pau de arara”, assim cantou Raimundo Fag­ner, em 1973, contando a história de um cearense que teimava em não deixar a ci­dade natal que era vítima de uma gran­de seca.
Mais de 40 anos depois, no entanto, é São Paulo que sofre com a falta de chu­vas, trazendo à tona o perigo iminente de um racionamento de água. De acordo com a Companhia de Saneamento Bá­sico do Estado de São Paulo (Sabesp) a água do Sistema Cantareira já tem data pra acabar: 27 de outubro.
Dezenas de ambientalistas alertam pa­ra a falta de investimento dos governos do PSDB – há 20 anos governando o es­tado – em obras de estrutura e discor­dam da culpabilização da natureza. Des­de 1985 não foi construído nenhum no­vo manancial na Região Metropolitana de São Paulo.
“Um dos principais problemas é que a sociedade não prioriza a questão do saneamento. Temos uma falsa ideia de abundância. O debate só esquenta mes­mo quando há falta ou enchentes. Por conta dessa falta de pressão, os governos acabam não fazendo da gestão da água uma prioridade”, analisa Malu Ribei­ro, coordenadora da Rede das águas da ONG SOS Mata Atlântica
Sabesp: lucros recordes
Não é por falta de dinheiro que as obras necessárias não são feitas. A Sa­besp coleciona, desde 2005, uma média de 11% de lucro ano após ano, mas seus investimentos em obras no estado dimi­nuíram 8% entre 2010 e 2013. Um dos grandes problemas é o repasse de lucros para os seus acionistas.
Pensado para aliviar o sistema Canta­reira, as obras do sistema produtor de água São Lourenço, planejado para estar em funcionamento em 2019 ao custo de R$ 2,21 bilhões, começaram no último dia 10 de abril. Com os lucros da compa­nhia entre 2005 e 2013, daria pra se fa­zer seis obras do mesmo porte.
O professor aposentado da Escola Poli­técnica da USP Julio Cerqueira Cesar dis­se em entrevista ao site Viomundo que desde quando entrou para a Bolsa de No­va Iorque no ano 2000, “a Sabesp entrou na lógica do lucro, deixou de se preocu­par com água e saneamento básico, para se preocupar com seus acionistas.”
O desperdício é outro grande proble­ma. De acordo com a Agência Regula­dora de Saneamento e Energia de São Paulo (Arsesp), cerca de 30% do volume produzido pela empresa é desperdiçado. Isso daria para abastecer uma cidade do tamanho de Campinas.
Para o professor Júlio, isso é reflexo da terceirização de parte dos serviços da companhia. “Não dá pra comparar o tra­balho de um funcionário da Sabesp com o de uma terceirizada. Quem é terceiri­zado não recebe a mesma formação e a rotatividade dessas empresas é muito grande. Por isso, não é raro que logo de­pois de se instalar uma rede, ela esteja vazando”, criticou.
A crise política
O perigo da falta de água nas torneiras paulistas já extrapolou a divisa do esta­do. O governador Geraldo Alckmin (PS­DB) chegou a anunciar uma obra no va­lor de R$ 500 milhões que bombearia água do rio Paraíba do Sul quando o sis­tema Cantareira atingisse menos de 35% de capacidade.
Acontece que o rio é vital para o abas­tecimento da região metropolitana do Rio de janeiro e as autoridades cariocas se mostraram reticentes à ideia. O então governador Sérgio Cabral (PMDB) se pronunciou dizendo que “nada que pre­judique o abastecimento das residências e das empresas do estado do RJ será au­torizado”. A Secretaria Estadual do Am­biente do Rio acrescentou que a depen­dência dos habitantes fluminenses ao Paraíba do Sul é expressiva e que a pro­posta de captação poderia causar prejuí­zos ao estado. Malu Ribeiro, no entanto, analisa que São Paulo poderia fazer a captação do rio em épocas de cheias sem que houvesse nenhum prejuízo ao abastecimento ca­rioca e critica a falta de integração entre as bacias brasileiras.
“Esses sistemas não são interligados e infelizmente a água foi colocada na dis­cussão eleitoral. Mas São Paulo pode­ria perfeitamente captar água do Para­íba do Sul sem qualquer prejuízo para o abastecimento do Rio de Janeiro . Se a Agência Nacional das Águas (ANA) fi­zesse o trabalho dela, que é fazer a re­gulação, os sistemas funcionariam mui­to melhor”, criticou.
Foto da capa: Vagner Campos – Governo SP
Do site sspresso

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Falta de água em São Paulo

Presidente de agência de águas diz que situação do Cantareira é 'dramática'

Da Agência Brasil
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Falta de chuvas afeta abastecimento de água em São Paulo66 fotos

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4.jun.2014 - Imagem área mostra o túnel 7 do Sistema Cantareira, na cidade de Joanópolis, no interior de São Paulo, nesta quarta-feira (4). Responsáveis por cerca de 80% da capacidade máxima do Sistema Cantareira, as represas Jaguari-Jacareí atingiram na terça-feira (3), pela primeira vez na história, o limite mínimo de captação de água por gravidade pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), ou seja, zero por cento do volume útil. Isso significa que, a partir de agora, a retirada de água dos dois principais reservatórios do Cantareira só pode ser feita pelo bombeamento do "volume morto", que fica represado abaixo do nível das comportas da Sabesp. A operação, que custou cerca de R$ 80 milhões, teve início no dia 15 Leia mais Luis Moura/Estadão Conteúdo
Mesmo com as chuvas que ocorreram no fim de semana no Estado de São Paulo, a situação no Sistema Cantareira continua dramática, disse nesta quarta-feira (4) o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu Guillo. Segundo ele, há uma relação próxima – mas não igual – entre chuva e vazão, principalmente quando as precipitações não ocorrem nas cabeceiras dos rios que alimentam o sistema.
No dia 10 de junho, o diretor da ANA vai se reunir com os secretários de Meio Ambiente de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais para definir os impactos que a ligação do afluente do Rio Paraíba do Sul ao Sistema Cantareira pode causar nos três Estados.
"Na minha opinião, há uma condição técnica para solução do problema que atende à demanda do Rio, que é a segurança hídrica, e acho correto que haja a utilização dessa água para atender a demanda da região metropolitana de São Paulo. Há uma solução técnica para atender os dois Estados."
Andreu participou de audiência pública conjunta das comissões de Serviços de infraestrutura e de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado para falar sobre as perspectivas de racionamento de água no Brasil.
Segundo Andreu, a origem e natureza da crise no Sistema Cantareira tem elementos básicos: a meteorologia; a estiagem anormal; a ausência de obras que deveriam ter sido executadas no passado, quando se fez a opção de aumentar o faturamento em detrimento da segurança hídrica; e a necessidade de uma qualificação na regulação dos recursos hídricos no Brasil, principalmente em situações de crise.
Do Uol.

O estado de espirito do empresariado no Brasil pré copa.


Publicado em 04/06/2014

EMPRESÁRIO DESANIMADO ?
PROBLEMA DELE !

Tem empresário animado que, na moita, vai tomar mercado do desanimado.
  •  
O Congresso Nacional – que o PiG (*) trata como se fosse um chiqueiro – acaba  aprovar projeto de lei que destina 10% do Orçamento à Educação.

(Faz parte da ideologia do PiG desacreditar os políticos para substitui-los pelos “economistas de bancos”.)

Brasil realizará o sonho do Piketty – a melhor maneira de enfrentar a selvagem desigualdade de renda no capitalismo selvagem é educar os pobres.

Fora a grana para a Educação que vem aí do pré-sal !

Outro dia, a Dilma inaugurou o sonho original da Ferrovia Norte-Sul, a coluna vertebral do Brasil, e o PiG não noticiou.

Ontem, se soube que o emprego continua robusto e a renda cresce.

renda real do brasileiro cresce consistentemente há onze anos.

A renda cresce ! Ou seja, tem mercado consumidor à beça !

Pergunta a um empresário inglês como isso seria bom: mercado de renda crescente há onze anos.

A um americano !

A um francês !

Tá desanimado ?

Vire-se !

Tem muito empresário, na moita, que não está !

Disse a este ansioso blogueiro a Ministra Miriam Belchior:

Em 40 meses de Governo, a Dilma criou 4 milhões 960 mil empregos: 4 mil 100 empregos por dia !

Em oito anos de Governo, FHC criou o mesmo que a Dilma em 40 meses !
Está com saudades  dos fantasmas do passado ?

A maior queda da desocupação foi na região Nordeste: de 10,9% no primeiro trimestre de 2013, contra 9,3% neste primeiro trimestre de 2014.

Entre os jovens de 18 a 24 anos, a queda também foi a maior, nas faixas etárias: de 16,4% para 15,7%.

E sobre a renda ?

Segundo a PME, ela cresceu 3,2%, em termos reais, em relação ao primeiro trimestre do ano anterior.


Clique aqui para ler “Em todos os índices o emprego sobe !”.

Também é desonestidade intelectual – como fez boa parte do PiG – querer comparar o primeiro trimestre de um ano – quando se emprega menos – com o último de um ano – quando se emprega mais, tradicionalmente.

Disse ela, com sabedoria: não se compara o verão deste ano com o inverno do ano passado …

Aí, vem a história de que os empresários estão de mau humor.

Problema deles !

Quer dizer que, numa economia de pleno emprego com renda crescente há onze anos, a rapaziada fica de mau humor ?

Uma economia que realiza obras de infra-estrutura que só são menores que as China – e o pessoal está desanimado ?

Problema deles !

Data vênia o 
professor
 Delfim Netto, que, na Fel-lha (**) – não se aproxima, porque e o mau hálito originado na bílis é insuportável – desta quarta feira, atribui o “pibinho”, aquele que vai ajudar a Dilma na hora de votar – às incertezas do setor privado.

Então, caro professor, a falta de ânimo, a incerteza é global !

Os empresários do mundo inteiro precisam comer mais feijão !

O empresário alemão, americano, inglês, francês, italiano português, espanhol, japonês – está tudo desanimado !

A Dilma não lhes desperta o “instinto animal” – em Detroit, em Osaka ou em Wolfsburg…

Calma, professor.

A economia mundial está uma draga e o Brasil cresce mais do que a maioria dos países ricos.

O Brasil manteve o pleno-emprego quando o desemprego entre jovens na Europa Meridional é de 20-30% !

Nos últimos três anos, professor, a economia brasileira só cresceu menos – na soma dos PIBS – que a americana.

Aqui, para evitar que a inflação atingisse os níveis do Príncipe da Privataria e do Armínio NauFraga, aquele dos 45% de juros, o jenio que acha o salário mínimo um absurdo, para evitar aquela inflação que jamais esteve na meta, o Banco Central aplicou um arrocho monetário implacável.

E o que falta é “ânimo”?

Azar dos desanimados.

Manda eles perguntarem ao Marcelo Odebrecht onde se arruma ânimo …

Pergunta ao Habib’s como faz pro pessoal comer quibe ?

Estão desanimados ?

Problema deles.

Virem-se !

Fique parado, dê entrevista à Urubóloga, enquanto um animado toma a tua fatia do mercado !

Em tempo: 
do twitter do Renato Simões: por isso, o empresário animado tomou o lugar do desanimado !




Paulo Henrique Amorim