sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Projeto Integração do rio São Francisco

Integração do São Francisco: do sonho à realidade

do Blog de Demarchi
imagem ao lado mostra uma parte da realidade do sertão nordestino. A falta de chuvas marca a paisagem de 70% do território da região, trazendo problemas de sobrevivência para a economia e para a vida dos brasileiros que lá habitam.
Durante anos essa realidade nunca foi encarada de frente no Brasil. Os governos Dilma e Lula mudaram isso.As obras de integração do rio São Francisco impressionam pela grandiosidade, empregando, na fase atual, mais de 10 mil pessoas diretamente em mais de 470 quilômetros de construção.
O Nordeste tem 28% da população brasileira, mas a disponibilidade de água é de apenas 3%, a maior parte dela oriunda do São Francisco. Durante anos, o Brasil adiou a solução desse problema, com alegações que iam do preço alto dos projetos à impossibilidade de engenharia para uma obra de tamanha envergadura.
Mas hoje a integração do São Francisco é uma realidade. As obras já mudaram o retrato das regiões por onde passam os canais que levarão água, no semiárido do Nordeste, beneficiando 390 cidades do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba.
Leia abaixo um resumo da bela série de reportagens sobre a integração do São Francisco feita pela Agência PT de Notícias:

PROJETO EMPREGA 10 MIL NO NORDESTE
   
A maior e mais importante iniciativa na área de infraestrutura hídrica do governo federal melhorou a vida de muitas famílias. O projeto de Integração do Rio São Francisco gerou emprego e renda nas regiões alcançadas pelas obras. Até agora, mais de 10 mil empregos diretos ao longo dos 477 quilômetros de construções foram criados. A maior parte desses trabalhadores pertence às regiões beneficiadas.
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INTEGRAÇÃO DO SÃO FRANCISCO LEVA ÁGUA E DESENVOLVIMENTO AO SERTÃO
   
O Nordeste tem 28% da população brasileira, mas a disponibilidade de água é de apenas 3%, toda ela oriunda de uma única fonte: o rio São Francisco, o Velho Chico. O maior rio navegável do País nasce na Serra da Canastra, em Minas Gerais, e percorre 2,7 mil quilômetros pela Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas, onde, finalmente, encontra o Oceano Atlântico. Para garantir a segurança hídrica dessa região, o governo federal desenvolve o Projeto São Francisco que beneficiará cerca de 400 cidades, segundo o Ministério da Integração, responsável pela iniciativa.
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PROJETO SÃO FRANCISCO MELHORA A VIDA DOS TRABALHADORES DO INTERIOR NORDESTINO
   
Em pouco mais de um ano, a vida de Emilson Gonçalves Pereira mudou. Pai de dois filhos, ele já não conseguia sobreviver em meio à seca que castigou sua roça, principalmente em 2012. Foi quando surgiu uma nova oportunidade na vida do lavrador, com o início das obras da integração do São Francisco. Emilson trocou o trator com o qual arava a terra seca de suas terras por uma das mais de 3,2 mil máquinas pesadas que auxiliam na construção do canal que vai levar água a outros estados, por meio da transposição do Rio São Francisco.
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PROJETO CRIA OÁSIS NO SERTÃO
   
Salgueiro (PE) sedia a coordenação do Projeto São Francisco. A cidade é uma das que mais recebem investimentos na região e tornou-se um oásis no sertão nordestino, graças aos maciços investimentos do governo federal na região. No ano passado, por exemplo, ganhou um grande shopping e uma fábrica de cerveja, entre outros muitos investimentos de menor porte, tudo graças ao aumento da circulação de dinheiro na cidade. O pequeno comércio local também cresceu gerando empregos formais e informais.
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A ESPERANÇA ESTÁ EM OBRAS NO NORDESTE
   
O Projeto de Integração do São Francisco tem mais de 470 quilômetros de construção linear, orçadas em R$ 8,2 bilhões. O Eixo Norte começa em Cabrobó (PE), onde está a embocadura do rio. Lá, já estão sendo instaladas duas das oito bombas, com 100 toneladas cada, da Estação de Bombeamento (EB). A obra está em fase de conclusão. As instalações tem a altura de um prédio de 12 andares. Dentro está a sala de controle, considerada o coração da estação. Outras duas obras semelhantes estão em Salgueiro e Terra Nova.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O Eleitor não vai desistir do Brasil!


O que dizer das camisetas usada no velório de Eduardo Campos, todo mundo tem o direito de se manifestar como quiser me chamou a atençao este texto de eleitor no site Brasil247, que reproduzo aqui.
CARTA A EDUARDO CAMPOS
Por Carlos Francisco da Silva, de Bezerros (PE)
Eduardo, você não imagina o quanto eu e todo povo pernambucano estamos lamentando a tua trágica e inesperada partida. Temos muitos motivos para isso. Primeiro, pela falta que irás fazer a tua família e aos teus amigos. Depois, pelo exemplo de homem público que representavas para o nosso estado e para o Brasil.
No entanto, eu tenho um motivo particular para lamentar a tua morte. Depois da tua entrevista no Jornal Nacional, eu fiquei com muita vontade de te encontrar, de apertar a tua mão, olhar no teu olho e te perguntar: Quem disse que eu desisti do Brasil, Eduardo?  Infelizmente, no dia seguinte, ocorreu o trágico acidente e eu nunca vou poder te dizer isso.
Eduardo, não fui eu, nem o povo brasileiro que desistimos do Brasil.
Quem desistiu do Brasil foram setores da política e da mídia brasileira, quando promoveram o golpe militar de 1964 que mergulhou o nosso país em 21 anos de ditadura militar e que submeteu o povo brasileiro aos anos mais difíceis de nossa história. Inclusive, sua família foi vítima na carne daquele momento, quando o seu avô e então governador de Pernambuco, o inesquecível Miguel Arraes, foi retirado à força do Palácio do Campo das Princesas e levado ao exílio.
Eduardo, você não imagina o que essa mesma mídia está fazendo com a tragédia que marcou a queda do teu avião. Eu nunca pensei que um dia pudesse ver carrascos do jornalismo político brasileiro como Willian Bonner, Patrícia Poeta, Alexandre Garcia e Miriam Leitão falando tão bem de um homem público. Os mesmos que, um dia antes do acidente, quiseram associar a tua imagem ao nepotismo no Brasil choram agora a tua morte como se você fosse a última esperança do povo brasileiro ver um Brasil melhor. Reconheço as tuas qualidades, governador, mas não sou ingênuo para acreditar que sejam elas o motivo de tanta comoção no noticiário político brasileiro.
A pauta dos veículos de comunicação conservadores do Brasil sempre foi e vai continuar sendo a mesma: destruir o projeto político do partido dos trabalhadores que ameaça por fim às concessões feitas até então a eles. O teu acidente, Eduardo, é só mais uma circunstância explorada com esse fim, do mesmo jeito que foi o mensalão, os protestos de julho e a refinaria de Pasádena. Se amanhã surgir um escândalo “que dê mais ibope” e ameace a reeleição de Dilma, a mídia não hesitará em enterrar você de uma vez por todas. Por enquanto, eles vão disseminando as suposições de que foi Dilma quem sabotou o teu avião, e que fez isso no dia 13 justamente pra dizer que quem manda é o PT. Pior do que isso é que tem gente que acredita e multiplica mentiras e ódio nas redes sociais.
Lamentável! A Rede Globo e a Veja não estão nem aí para a dor da família, dos amigos e dos que, assim como eu, acreditavam que você não desistiria do Brasil. Você é objeto midiático do momento.
Eduardo, não fui eu quem desistiu do Brasil. Quem desistiu foi o PSDB, que após o regime militar teve a oportunidade de construir um novo projeto de nação soberana e, no entanto, preferiu entregar o Brasil ao FMI e ao imperialismo norte americano, afundando o Brasil em dívidas, inflação, concentração de renda e miséria. O mesmo PSDB que, antes do teu corpo ser enterrado, já estava disseminando disputas entre o PSB e REDE para inviabilizar a candidatura de Marina, aliança que custou tanto a você construir.
Eu não desisti do Brasil, Eduardo. Quem desistiu foi a classe média alta que vaiou uma chefe de Estado num evento de dimensões como a abertura de uma copa do mundo porque não se conforma com o Brasil que distribui renda e possibilita a ricos e pobres, negros e brancos as mesmas oportunidades.
E tem mais uma coisa, Governador. Se ao convocar o povo brasileiro para não desistir do Brasil o senhor quis passar o recado de que quem desistiu foi Lula e Dilma, eu gostaria muito de dizer que nem eu, nem o povo e, nem mesmo o senhor, acredita nisso. Muito pelo contrário. A gente sabe que o PT resgatou o Brasil do atraso imposto pelo nosso processo histórico de colonização, do intervencionismo norte americano e da recessão dos governos tucanos. Ao contrário de desistir do Brasil, Lula e Dilma se doaram ao nosso povo e promoveram a maior política de distribuição de renda do mundo, através do bolsa família. Lula e Dilma universalizaram o acesso às universidades públicas através do PROUNI, do FIES e do ENEM. Estão criando novas oportunidades de emprego e renda através do PRONATEC e estão revolucionando a saúde com o programa mais médicos.
Eduardo, eu precisava te dizer: não fui eu, nem o povo brasileiro, nem Lula, nem Dilma que desistimos do Brasil. Quem desistiu do Brasil, meu caro, foram os mesmos que hoje estão chafurdando em cima das circunstâncias que envolvem o acidente que de forma lamentável tirou você do nosso convívio. Fazem isso com o motivo único e claro de desgastar a reeleição de Dilma e entregar o país nas mãos de quem, de fato, desistiu do Brasil.
Descanse em paz, Eduardo. Por aqui, apesar da falta que você vai fazer a todo povo pernambucano, eu, Lula, Dilma e os brasileiros que acreditam no futuro do Brasil vamos continuar na luta, porque NÓS NUNCA DESISTIREMOS DO BRASIL.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014