quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

2015 - um ano de maus sentimentos, por Sérgio Saraiva

Esperando a meia-noite, olhos sujos no relógio da torre, devo seguir até o enjoo? O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações e espera. Nunca o poema de Drummond “ A flor e a náusea” me pareceu tão cotidiano e tão apropriado para descrever os sentimentos deste ano de 2015.
Brasil - maus sentimentos
Por Sérgio Saraiva
Duas mãos e os sentimentos deste 2015:
A intolerância
“A classe média é uma abominação política, porque é fascista, é uma abominação ética porque é violenta, e é uma abominação cognitiva porque é ignorante”.
Quem, hoje, contestaria as observações da professora Marilena Chauí?
São de maio de 2013.
Assistimos a uma série de agressões a pessoas relacionadas ao PT. De Guido Mantega em um hospital a Chico Buarque de Holanda nas ruas do Leblon, passando por Padilha, Suplicy, pelo Stedile e pelo ministro José Cardozo. Devo ter esquecido alguém.
Como agressores, as mesmas pessoas brancas, de classe média, o mesmo filminho de celular, a mesma divulgação no youtube e a mesma satisfação idiotizadas dos linchadores que se creem defensores da Pátria. Os mesmos idiotas agredindo refugiados.
A Pátria mãe hostil.
Nas suas domingueiras, nas quais buscavam derrubar no grito um governo democraticamente eleito, as figuras patéticas de Batman e peladonas. Fartos, bateram em panelas, transformando-as em penicos. A professora Marilena poderia ter acrescentado “ridícula” a sua qualificação da classe média brasileira.
Frases em inevitável mau inglês pedido “intervenção militar institucional” e lamentando o não assassinato da presidente quando ela era uma jovem prisioneira da ditadura.
Na imprensa, o apoio e o incentivo a essa ignomínia.
O oportunismo
O que une Regina Duarte, Lobão, Roger do Ultraje, Dinho Ouro Preto, Fabio Junior e Alexandre Frota?
São artistas que encontraram um novo produto para buscar alguma sobrevida às suas carreiras decadentes – o anti-petismo. A classe média branca encontra as suas trilha sonora e “expressão artística”.
A traição
E por que não chamar Joaquim Silvério de Marta, Michel ou Hélio, todos dos Reis?
A hipocrisia
Eduardo Cunha e Augusto Nardes – relator do TCU.  O que têm em comum?
Respondem a processos por corrupção e comandam a tentativa de impeachment da presidente a quem não consta que um dia tenha se apropriado de um centavo de dinheiro público.
Nenhuma novidade, há algum tempo, um tribunal popular igualmente optou por Barrabás – consta que ele também seria zelote.
E que outro designativo dar às posturas moralistas de Aécio Neves frente a seus aeroportos e favores aéreos a amigos bem nascidos, seus fins de semana começando nas quintas-feiras. Isso para ficar no comprovado. Patrimonialismo temporão, talvez?
Quantos nomes, quantos homens olhando para as câmeras e bradando pela ética em defesa da coisa pública. Atrás das câmeras, a mesma imprensa que conhece o passado desses homens. O silêncio cúmplice da mesma hipocrisia.
A impostura.
Não acredito que os integrantes da Operação Lava Jato sejam impostores. Muito menos que seus resultados sejam uma farsa. Mas não há como não pensar na palavra impostura, quando se nota que as ações dessa operação estão limitadas ao que possa ser imputado ao PT.
De repente, uma gravação feita pelo filho de um dos presos – caso de Cerveró, uma frase solta em um depoimento – casos de Pedro Barusco sobre quando começou a receber propinas ou de Youssef sobre as relações de Aécio e Janene, ou ainda outra operação da Polícia Federal – caso da Sangue Negro mostram que há um universo paralelo de corrupção que poderia, mas não está sendo investigado. Como imaginar que tais eram de desconhecimento da Lava Jato?
Não viram, não quiseram ver ou não interessava ver?
Essas perguntas se impõem, até porque, lendo se o plano de voo da operação – traçado pelo juiz Moro, em 2004, a autoridade para as suas ações parece ser buscada muito mais na escandalização midiática do que no Código de Processo Penal. A mídia tem lado, e não me agrada pensar que a Lava Jato tivesse escolhido para investigar apenas o lado que interessava.
Como não pensar em impostura quando uma revista semanal cria ilações sobre o ex-presidente Lula, tais ilações são tomadas como denúncia formal por um procurador do Ministério Público e abre-se uma investigação baseada em não mais que fumaça engarrafada? Ou nas reportagens sobre palestras, viagens de negócios ou na simples compra financiada de um apartamento que, por fim, não se realizou, mas mesmo assim é investigada? No Brasil de 2015, a caça a Lula foi liberada pelo IBAMA.
E voltamos a assistir a Polícia Federal fazendo “visitas noturnas”.
Como não pensar em impostura, quando cria se uma nova categoria de humanos? Além do homo sapiens, o homo lulenses. E tomem-se doses cavalares de “amigo de Lula”, “filho de Lula”, “nora de Lula” e até do filho do irmão da ex-mulher, já falecida, de Lula – o “sobrinho de Lula”.
“Vigilância Sanitária investiga intoxicação com ensopado de lula”.
Depois de tudo, como não pensar em impostura quando da declaração do Ministro da Justiça: “ninguém está acima da lei”?
A violência.
Não bastasse-nos os canalhas comuns, espancando mendigos ou esmurrando meninas, a questão social voltou a ser questão de polícia.
E vimos trabalhadores espancados pela polícia de Eduardo Cunha, em Brasília, e vimos professores serem espancados pela polícia de Beto Richa, no Paraná e vimos meninos e meninas serem espancados pela polícia de Alckmin. Polícia essa que matou como nunca ou como sempre.
Pelo mundo, sextas feiras de trevas.
Bem vindo, 2016 – brasileiro, profissão esperança.
Receba de herança as nossas esperanças contidas na Lei de Direito de Resposta e na decisão de proibição do financiamento das campanhas eleitorais pelas empresas privadas.
Não sei o que restará delas, no seu dezembro.
Hoje, são como duas flores que nasceram no asfalto. E ainda existem outras pequeninas que talvez sobrevivam, mesmo em ambiente tão inóspito às eflorescências. Apelo aos amigos, se apeguem às que lhes venham à memória. Desbotadas, iludem a polícia, são feias, mas, contudo, são realmente flores deste ano de náuseas e maus sentimentos.
 Do blog do Luis Nassif

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

As mazelas da republica tudo culpa da Dilma?

"E SE DILMA...
E se Dilma tivesse vendido uma estatal, avaliada em mais de 100 bilhões, por 3,6 bilhões, como FHC(PSDB) fez com a Cia Vale do Rio Doce?
E se Dilma tivesse construído dois aeroportos, com dinheiro público, em fazendas da família, como fez Aécio Neves(PSDB)?
E se Dilma estivesse na lista de Furnas, junto com FHC, Geraldo Alkimin, José Serra, Aécio Neves(todos do PSDB)... Entre outros?
E se Dilma estivesse acusada de receber propinas da Petrobrás, como Aloysio Nunes(PSDB)?
E se Dilma estivesse sendo processada no STF, por ter recebido propinas da empreiteira OAS e ter achacado o Detran do seu estado, em um milhão de reais, como Agripino Maia(Dem)?
E se Dilma tivesse sido denunciada como beneficiária do contraventor Cachoeirinha, além de estar sendo processada, por exploração de trabalho escravo, em sua fazenda, como Ronaldo Caiado(Dem)?
E se Dilma estivesse sendo investigada na Operação Zelotes, por ter sonegado 1,8 milhão de reais e corrompido funcionários públicos, para que essa dívida sumisse do sistema da Receita Federal, como Nardes(Conselheiro do TCU, ligado ao PSDB)?
E se Dilma tivesse sido manchete de capa no New York Times, por suspeição de narcotráfico internacional, o que gerasse diversas reportagens na televisão norte americana, agentes do DEA, Departamento Anti Drogas, dos Estados Unidos, tivessem vindo ao Brasil, para investigá-la, e um helicóptero com quase meia tonelada de pasta de cocaína fosse apreendido em uma fazenda de amigo pessoal e sócio dela, em negócios não muito claros, como Aécio Neves(PSDB)?
E se a filha da Dilma fosse assessora do presidente da CPI da Petrobrás e lobista junto a Nardes, um conselheiro do TCU, e tivesse uma conta secreta no HSBC suíço, por onde passaram milhões de dólares, como Daniele Cunha, a filha de Eduardo Cunha(PMDB)?
E se Dilma tivesse sido presa em 2004, por fraude em licitação de grandes obras, no Amapá, e tivesse sido condenada por corrupção, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, como Flexa Ribeiro(PSDB)?
E se Dilma, quando prefeita de Salvador, tivesse sumido com 166 milhões das obras do Metrô, como Antônio Imbassay(PSDB)?
E se a filha da Dilma tivesse tido um único emprego, de assessora da mãe, e a revista Forbes a colocasse como detentora de um das maiores fortunas brasileiras, caso do Serra(PSDB) e sua filhinha?
E se Dilma tivesse 18 processos por corrupção, como José Serra(PSDB)?
E se Dilma tivesse 22 processos por corrupção, como Eduardo Cunha(PMDB)?
E se Dilma tivesse dado dois Habeas Corpus, em menos de 48 horas, a um banqueiro que lesou o sistema financeiro nacional, para que ele fugisse do país; desse um Habeas Corpus a um médico que dopava a suas clientes e as estuprava (foram 37 as acusadoras), para que ele fugisse para o Líbano; se fizesse uso sistemático de aviões do senador cassado, por corrupção, Demóstenes Torres(Dem); se tivesse votado contra a Lei da Ficha Limpa por entender que tornar inelegível um ladrão é uma “atitude nazi-fascista”(sic), tendo a família envolvida em grilagem de terras indígenas, como Gilmar Mendes (Ministro do STF)?
E se Dilma colocasse sob sigilo, por 25 anos, as contabilidades da Petrobras, Banco do Brasil e BNDES, como Geraldo Alkimin(PSDB) colocou as do Sistema Ferroviário paulista, das Sabesp e da Polícia Militar, após se iniciarem investigações da Polícia Federal, apontando desvios de muitos milhões?
E se Dilma tivesse sido governadora e, como tal, cassada, por conta de compra de votos na campanha eleitoral, corrupção e caixa dois. Como Cássio Cunha Lima(PSDB)?
E se Dilma, em sociedade com Mário Covas(PSDB) tivesse comprado uma enorme fazenda no município mineiro de Buritis, em pleno mandato, e recebesse um aeroporto de presente, construído gratuitamente, de uma empreiteira, constatando-se depois que foi essa empreiteira a que mais ganhou licitações no governo FHC(PSDB), sócio de Covas?
E se Dilma declarasse à Receita Federal e ao TRE ter um patrimônio de 1,5 milhão e a sua filha entrasse na justiça, reclamando os seus direitos sobre 16 milhões, só parte do seu patrimônio, como aconteceu com Álvaro Dias(PSDB)?
E se Dilma estivesse sendo acusada de ter recebido 250 mil de uma empreiteira, na Operação Lava Jato, como Carlos Sampaio(PSDB)?
E se Dilma tivesse comprado um apartamento no bairro mais nobre de Paris e, dividindo-se o valor do imóvel pelos seus rendimentos, se constatasse que ela teria que ter presidido este país por quase trezentos para tê-lo comprado, caso de FHC(PSDB)?
E se Dilma fosse proprietária da maior rede de televisão do país, devendo quase um bilhão de impostos e mais dois bilhões no sistema financeiro, e tivesse o compromisso de proteger corruptos e derrubar a presidente, em troca do perdão da dívida com o fisco e financiamento do BNDES, para quitar as dívidas da empresa, como no passado, caso dos irmãos Marinho, proprietários da Rede Globo de Televisão?
E se Dilma tivesse sido denunciada seis vezes, por seis delatores diferentes, na operação Lava Jato, e fossem encontradas quatro contas suas, secretas, na Suíça, alimentadas por 23 outras contas, em paraísos fiscais, e o dinheiro tivesse sido bloqueado pelo Ministério público suíço, por entendê-lo fruto de fonte escusa, e tivesse mandado toda a documentação para o Brasil, com a assinatura dela, como aconteceu com Eduardo Cunha(PMDB)?
Certamente Dilma, investigada noite e dia, em todas as instâncias, sem um indiciamento, sem sequer evidências de crimes, no dizer do promotor da Lava Jato e de um dos advogados dos réus, “uma mulher honrada”, não estaria com os citados pedindo o seu impeachment.
O seu crime? Chegou o dia de pagar os carentes do Bolsa família e o tesouro não tinha dinheiro. A Caixa Econômica Federal pagou e recebeu três dias depois. Isto é pedalada e por isso todos os citados acima a querem fora do governo.
Porque é desonesta ou porque é um risco para os desonestos?
Para apressar a tramitação dos processos em curso ou para arquivá-los?"
Francisco Costa

Dilma cinco anos de ataques

5 anos de crises artificiais!

Vamos ser sinceros! A Presidenta Dilma não teve um minuto de trégua nesses 5 anos de Governo. 
Acabei associando um fato marcante para atrapalhar o bom andamento do seu Governo a cada ano, veja se houve trégua:
Fazendo uma retrospectiva dos anos Dilma e a ausência total de paz para a Presidenta Governar: mulher honesta, capacitada e bem-intencionada!
2011 - TROCA DE MINISTROS - tentaram derrubar a maioria dos seus Ministros (nenhum, ao que saiba, foi condenado, apesar da Presidenta trocá-los) - quiseram derrubar sem provas, nas cansativas denúncias da velha imprensa e seu machartismo contra os governos trabalhistas e populares. Tudo só para Dilma não governar!
2012 - JULGAMENTO DO MENSALÃO - resolveram fazer do Mensalão, jamais provado, o julgamento do Século. Um semestre de instabilidade política e de perseguição inconsequente ao PT e seus líderes, através dos meios de comunicação da velha imprensa, influenciando nas decisões do STF.
2013 - JORNADAS DE JUNHO - A juventude nas ruas por 20 centavos acaba sendo álibi para a velha imprensa culpar a Presidenta Dilma por tudo o que acontece e não acontece no Brasil. Tentaram um primeiro golpe contra Dilma ali, a partir das passeatas transmitidas ao vivo por horas seguidas até abandonando telejornal e novela. Dilma sobreviveu!
2014 -  PASADENA E LAVA-JATO - Dilma e PT viraram notícia negativa 24 horas por dia em manchetes vazadas diretamente da vara do Juiz Moro e sem nenhum cuidado jornalístico. Tudo o que delatores - ladrões do erário público - diziam era utilizado sem nenhum filtro para acabar com o PT e com Dilma e Aécio vencer. Dilma é reeleita Presidenta do Brasil apesar da velha imprensa e da Lava-jato e sua investigação que só tem olhos para o PT e que, para escárnio do mundo civilizado, só pode investigar de 2003 em diante, data de entrada de Lula na Presidência. Se a corrupção foi realizada antes do Governo Lula, se foi feita por funcionários de carreira da empresa e indicados pela oposição via PSDB (Governo FHC) para serem diretores da estatal do Petróleo, não vem ao caso!
2015 - NÃO ACEITAÇÃO DO RESULTADO ELEITORAL, BOICOTE À GOVERNABILIDADE E O GOLPE DO IMPITMAN - A não aceitação da derrota por Aécio. O golpe do impitman e o boicote à governabilidade 24 horas do dia sendo costurados pela velha imprensa e oposição tucana, armando golpes, como a votação do TCU, desde o primeiro momento do segundo mandato da Presidenta. Até agirem em favor da Eleição de Eduardo Cunha para Presidente da Câmara dos Deputados velha imprensa e oposição via PSDB agiram, sabendo dos mais de 20 processos contra ele na Justiça. Agora o Golpe em ação, rasgando a Constituição e liderado por Eduardo Cunha, o Senhor Corrupção é a bola da vez!
Tudo fazem contra Dilma no Poder. Não há tréguas! E tem gente que vai culpar a Presidenta por tudo o que acontecer hoje, amanhã e sempre!
Passar por tudo isto e estar de pé e Governando o Brasil com tanta responsabilidade, coragem e correção é para os grandes!
Dilma! Você me representa! Tenho orgulho de sua altivez, perseverança, honestidade e Fé!
Governar um País que fabrica golpistas do naipe de Eduardo Cunha, FHC e Aécio Neves não é para os fracos!
Só os fortes como a Senhora para tal condição!
DILMA FICA! Respeitem o voto! E respeitem a Democracia!
Eu vou com Dilma até 31 de dezembro de 2018. Ninguém vai roubar o meu voto!
Do comentário de Alexandre Tambelli no site: jornalggn.com.br do jornalista Luis Nassif

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Nogueira expõe o responsável pela infame capa da Veja

publicado 01/11/2015
"Se Lula decidir processar alguém, é Gianca"
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Conversa Afiada reproduz texto de Paulo Nogueira, extraído do DCM:

O responsável pela capa infame da Veja tem nome e sobrenome: Giancarlo Civita

O responsável pela capa criminosa da Veja desta semana tem nome e sobrenome: Giancarlo Civita.

Se Lula decidir processar alguém, é Gianca.

Num mundo menos imperfeito, Gianca pagaria por seu crime com uma temporada na cadeia.

Mas o Brasil é, infelizmente, muito imperfeito quando se trata de julgar plutocratas como ele.

Mesmo o diretor de redação da Veja, Eurípedes Alcântara, é um peão diante de Gianca. Eurípedes fazia o que Roberto Civita mandava e, morto este, faz o que Gianca manda.

Trabalhei com Gianca.

Gianca é aquele cara que não sabe fazer nada. Boa praça, no dia a dia, mas incompetente na plenitude.

Seu pai tem responsabilidade aí. Nunca treinou Gianca. Nunca deu a Gianca uma posição decente na Abril. Nunca acreditou profissionalmente em Gianca.

Excluído na Abril sob o pai, Gianca tentou alguns empreendimentos sozinho. Num deles, vendia revistas da Abril que comprava a preços de pai para filho.

Nunca acertou em nada.

Seu pai achava-o bonzinho demais para funcionar como executivo. “Sweet Gianca”, falava, depreciativamente.

Gianca sempre teve profundos problemas psicológicos e de afirmação. Uma vez, me disse que detestava revistas. “Meu pai sempre deu muito mais atenção a elas que a mim”, explicou.

Não as lia, e nem lia nada, muito menos livros.  (Nunca vi um Civita com um livro na mão, aliás.) Gostava de ficar horas vendo desenhos no Cartoon Network.
A capa criminosa

A capa criminosa

Parece que Gianca decidiu descontar seu complexo em Lula. E, a rigor, em todos os petistas. Zé Dirceu é um caso típico. Um colunista da Veja, Roberto Pompeu de Toledo, escreveu certa vez que o mundo se divide entre os que podem fazer implante de cabelo e os que não podem. Dirceu, é claro, estava entre os que não podem. Pompeu disse que Guevara não faria.

E Gianca, que sumiu uns dias da Abril para fazer o mesmo que Dirceu: está entre os que podem ou não podem?

No começo dos anos 2 000 Roberto Civita decidiu dar aos executivos da casa um curso de publisher — uma das coisas mais confusas e inúteis que vi em meus longos anos de Abril. Gianca estava na primeira turma, e eu também. No jantar de entrega de diplomas, RC disse aos presentes, em referência a duas novas aquisições da empresa, os especialistas em finanças Maurizio Mauro e Emilio Carazai: “Finalmente temos gente que sabe fazer contas.”

Quer dizer: na visão paterna, Gianca — como todos nós, aliás — não sabia fazer contas.

Ninguém nunca o levou a sério na Abril até que a natureza o fez assumir as rédeas, como primogênito de Roberto.

Roberto, como seu xará Marinho da Globo, não admitia a hipótese de morrer. E por isso jamais preparou Gianca e nem seus outros dois filhos, Victor e Roberta.

Quando deu entrada no Sírio Líbanês, achava que era uma banalidade. Tinha uma cirurgia na segunda, e manteve na agenda reuniões de trabalho para a quinta, certo de que já estaria de volta à Abril.

Um imprevisto na cirurgia acabaria matando-o depois de uma prolongada temporada no hospital que custou 6 milhões de reais aos Civitas.

Gianca, morto o pai, virou presidente executivo da Abril sem saber coisa nenhuma de administração e, muito menos, de jornalismo.

É a maldição das empresas familiares.

Sem saber fazer uma legenda, preside o Conselho Editorial da Abril, ao qual a Veja responde.

Dali, comanda a corrente de ódio que a Veja despeja sobre os brasileiros todos os dias e todas as horas.

É uma situação absurda e injusta. Os Civitas eram remediados quando se instalaram no Brasil, nos anos 1950.

Graças ao Brasil, a família se tornou riquíssima.

E a resposta de Gianca é esta: cuspir no Brasil. Levar os brasileiros a acharem que são o pior povo do mundo.

Uma família que recebeu tanto dos brasileiros age como se fosse credora, numa aberração sem precedentes.

Os Civitas se valem de uma estrutura jurídica feita para proteger gangsteres editoriais como eles.

Repito.

Num mundo menos imperfeito, esta capa da Veja conduziria Gianca a um lugar: a cadeia.
do site do jornalista Paulo Henrique Amorim

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A real motivação do ódio a LULA e ao PT

De onde vem a revolta contra o PT?, por Fernando Castilho

Do Jornalistas Livres
 
Por Fernando Castilho*, do Blog Análise e Opinião, colaboração para osJornalistas Livres
As pessoas que defendem a defenestração de Dilma Rousseff do Palácio do Planalto, a prisão de Lula e o fim do PT, não o fazem por causa da corrupção, está claro.
Sobre a honestidade da presidenta não pairam dúvidas, fato reconhecido até por FHC.
Sobre Lula, a mídia e a oposição tentaram criminalizar o lícito de apresentar empresas para obras no exterior e de receber doações dessas mesmas empreiteiras, mas esbarraram nas corretas prestações de contas do Instituto Lula e também na coincidência de que naquele exato momento Obama levava empresas americanas para Cuba. Além disso, FHC também recebe doações para seu instituto. Então não deu.
Eduardo Cunha até agora é o único político que pode ser preso com provas (esqueçam o tesoureiro do PT, Vaccari que está preso sem nenhuma prova, já que não haveria como saber se as doações para campanhas eram dinheiro de propinas ou não, certo?), mas nem por isso alguém saiu às ruas para protestar contra ele.
Aécio Neves, além do aeroporto construído em terras de seu tio-avô, tem agora contra si a divulgação feita pela Folha a pedido, possivelmente de José Serra ou de Geraldo Alckmin, de que fez 124 viagens ao Rio de Janeiro em finais de semana com jatinho oficial. E ninguém bateu uma mísera panelinha que fosse. Talvez só Serra ou Alckmin.
Portanto, não é pela corrupção.
E se o motivo não é esse, qual seria?
O PT em 12 anos de governo foi exitoso em tirar o Brasil do mapa da fome, além de criar inúmeros programas sociais, o que acabou por criar uma nova classe social, a daqueles que deixaram de ser pobres passando a possuir poder de consumo.
Então está claro que a revolta contra o PT passa pela velha luta de classes de quem não aceita que outros ascendam socialmente. É só isso. Mais nada, certo? Mas é claro que há gente que está sendo iludida por uma mídia que a dirige em direção ao golpe. Mostra somente o lado ruim do governo. Omite suas realizações. E as Marias acabam por ir com as outras. Os Mários também.
Pois bem, caso consigam seu intento, após o golpe contra Dilma, como vai ser o dia seguinte?
Primeiramente é preciso que demonstremos que ainda não há uma crise econômica instalada no país. Pelo menos com as cores que estão pintando.
As reservas internacionais estão na casa de US$ 371 bilhões ou R$ 1,47 trilhão de reais, enquanto na época de FHC, em 2002, eram de apenas US$ 37,8 bi (R$ 150 bilhões de reais).
A inflação projetada para 2015 está em cerca de 5,95%, enquanto que em 2002 chegou a 12,53%.
O desemprego está por volta de 8,3%. No governo FHC chegou a 12,6%.
O salário mínimo está em 200 dólares enquanto que em 2002 estava em apenas 50 dólares.
Seguem agora vários gráficos comparativos do governo Dilma com governos passados.
Divirtam-se, como eu me diverti.

 

Fonte: Banco Mundial

 

Fonte: Banco Central do Brasil

 

Fonte: ONU

 

Fontes: Banco Central e ABECIP

 

Fonte: FMI

 

Fonte: Banco Central

 

Fonte: Banco Central

 

Fonte: Petrobras
Entendem agora? Já está desenhado. Lógico que nesses gráficos não se incluem os avanços sociais, afinal quem se dá ao trabalho de confeccioná-los? Eles que deveriam ser os mais importantes? As coisas estão maravilhosas no Brasil? Claro que não, afinal há uma crise internacional e o Brasil não escapa. Até a China acusa problemas na economia.
Mas entendem no que é que a oposição quer por a mão? A dica está nesse gráfico verde aí em cima.
A oposição precisa derrubar Dilma para que as investigações cessem e não atinjam políticos que estão sendo delatados. Só assim as coisas poderão continuar com dantes no quartel de Abrantes.
Enquanto ficamos hipocritamente protestando contra uma CPMF de 0,2%, os ratos fazem a festa na nossa frente, com o nosso apoio.
Derrubada a presidenta, em menos de três meses, com outro presidente, as notícias na mídia serão todas otimistas. E então dirão que para por ordem na casa será necessário privatizar a Petrobras e entregar o Pré-sal para os americanos.
E todos, Marias que vamos com as outras nesta Internet, exultantes e felizes com a queda daquela dentuça encheremos o peito e suspiraremos: que bom, agora o Brasil vai pra frente!

*Fernando Castilho é arquiteto urbanista, professor e blogueiro. Analisa e comenta fatos importantes da vida política no país, fora da lente da grande mídia.

Do site do jornalista Luis Nassif

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Porque a globo nunca mostrou isso?

Você está aqui: Página Inicial Economia Pecém? Por que você nunca ouviu falar?

Pecém? Por que você nunca ouviu falar?

publicado 22/09/2015
Não interessa aos coronéis eletrônicos reforçar a autoestima do brasileiro.

O Terminal Portuário do Pecém existe desde 2002.

Recebe navios porta-containers nas rotas dos Estados Unidos, Europa, América do Sul e do Caribe.

É capaz de movimentar até 750 mil containers por ano e receber os maiores cargueiros do mundo.

É um porto off-shore, ou seja, não é colado ao litoral.

“Nosso objetivo é chegar a Cabo Verde”, disse um engenheiro, de brincadeira.

Um quebra-mar em forma de “l” de 2.800 m de extensão o protege.

É o primeiro porto brasileiro em exportação de frutas tropicais e em produtos de metal-mecânica.

Um em cada três calçados que o Brasil exporta sai por ali.

É o porto brasileiro que mais manipulou pás de energia eólica: 81 pás, em 2014.

Em 2014, passaram por ali 8,2 milhões de toneladas.

Com a próxima inauguração de uma siderúrgica,  da Vale e da coreana Posco, o volume de TEUs transportados vai dobrar.

Em 2018, com a inauguração da Transnordestina, o volume vai dobrar de novo.

Porque a Transnordestina vai trazer grãos do Piauí, Tocantins e, em Salgueiro, Pernambuco,  abre um ramal para o porto de Suape, perto de Recife.

Como Suape, Pecém tem uma área ampla para instalar indústrias: siderúrgicas, termelétricas, refinarias, indústrias satélites e duas fabricantes de pás para energia eólica.

Hoje, Pecém tem seis berços para a atracação de cargueiros.

Depois de amanhã, dia 24, inaugura o sétimo berço.

Em março de 2016, terá o nono berço, que vai custar R$ 112 milhões.

A empresa Ceará Portos, do Governo do Ceará, já dispõe desse dinheiro, segundo seu presidente, Danilo Serpa, 40 anos, formado em Administração, com pós-graduação em Gestão Pública.

Os berços são construídos em estrutura que exigiu obras a 17,5m no fundo do mar.

“Não se esqueça”, disse Ciro Gomes, num telefonema com o ansioso blogueiro, enquanto visitava o porto, “que se trata de uma obra do Estado do Ceará!”

Para construir cada berço são necessários, aproximadamente, 18 meses de consultas com as instituições que tem a função de retardar, encarecer e, se possível, abortar o crescimento do país.

São trambolhos como IBAMA, IPHAN, MP – federal e estadual -, Secretarias estaduais municipais e distritais do Meio Ambiente, FUNAI.

Dezoito meses!

Porque essas instituições se nutrem de uma lógica própria, corporativista, com projeções individuais de ascensão e controle de poder – que não guardam a menor relação com o interesse público!

Pecém tem que se submeter a exigências de “redundância ambiental” para agradar os profissionais do meio ambiente.

Pecém foi obrigado a realizar um “estudo arqueológico sub-aquático”, a três quilômetros de profundidade e achou uma maravilha da natureza ambiental:  uma garrafa PET!

Pecém é o ÚNICO porto no mundo que foi obrigado a construir 6km de correia transportadora de minério com capa!

Pedaços de minério de ferro com capa!

Para não deixar cair um único grão de areia de fuligem mineral que comprometa o meio ambiente do Hemisfério Sul!

Danilo Serpa esteve recentemente no porto de Rotterdam, na Holanda, um dos mais modernos do mundo e que acaba de fazer uma aliança com Pecém.

Na hora de visitar o porto, Danilo foi obrigado a vestir de macacão e proteção para os olhos, as mãos e a cabeça.

E perguntou, mas vocês não tem uma uma capa  para cobrir o minério?

Não!

Foi a reposta.

Isso aqui é uma área industrial.

Proteção a gente faz lá fora, onde vivem as pessoas.

(O Brasil é o único país do mundo que tem um Código Florestal!)

Paulo Henrique Amorim
Do site conversaafiada

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

E agora doutor Moro?

Youssef financiou Álvaro Dias. Vem ao caso, Dr Moro?

publicado 14/09/2015
Youssef rouba, delata ao Moro, rouba, delata ao Moro, rouba, delata ao Moro ...
mememoro.jpg
Do Nassif, através do Viomundo:

Em depoimento à CPI da Petrobras, o doleiro Alberto Youssef confirma que financiou a campanha do tucano Álvaro Dias


do GGN, sugestão de FrancoAtirador

Em depoimento concedido à CPI da Petrobras, na Câmara dos Deputados, dia 25 de agosto, o doleiro Alberto Youssef confirmou que fez e financiou a campanha do senador Alvaro Dias (PSDB-PR), sendo parte do dinheiro desviado da prefeitura de Maringá (PR).

Ao ser perguntado pelo relator da comissão, deputado Luiz Sérgio (PT-Rio), se teria alugado um jato utilizado tanto pelo doleiro como por políticos de Maringá, Yossef respondeu que na época fez a campanha do parlamentar com o auxílio do avião. “Parte dessas horas voadas foram pagas pelo [Luiz Antônio] Paolicchi, que foi secretário da Fazenda da prefeitura de Maringá”, confirmou.

Veja a seguir o trecho da entrevista:

terça-feira, 8 de setembro de 2015

A Lava jato tem contador?

Procurador da Lava Jato não é contador

publicado 08/09/2015
Como provar que lucro é sobrepreço, Dr Moro ?
bessinha 11 ministros gilmar
O Conversa Afiada reproduz artigo de J. Carlos de Assis:


Cuidado com o valor de fraudes dos promotores da Lavajato


J. Carlos de Assis*

Estou esperando ansiosamente as demonstrações financeiras dos promotores da Lavajato para tentar estimar com alguma precisão os valores dos desvios de recursos da Petrobrás ao longo de vários anos de fraudes. Os 6 bilhões de reais não me convencem porque há nisso muita dupla contagem; afinal, promotores não são exatamente contabilistas. No afã de acusar e condenar, pode estar havendo “superfaturamento” nas denúncias.

Minha dúvida surgiu a partir da primeira entrevista coletiva sobre as fraudes já apuradas, concedida pelos promotores em Curitiba com o seu peculiar estilo de investigação-espetáculo. Em essência, o caminho percorrido pelo fraudador teria sido o seguinte, no caso de propina a partidos políticos: o empreiteiro quer fazer uma obra, o dirigente corrupto da Petrobrás pede uma propina, e a propina é paga a partir do superfaturamento da obra.

Bom, qual é a prova? Para efeitos contábeis, faturamento e superfaturamento é a mesma coisa. Em geral, uma margem de lucro que o empreiteiro, todo empreiteiro, coloca sobre o custo para realizar uma obra. É o lucro dele. Se ele tiver dado algum dinheiro a partido político, legalmente, não há como provar que não tenha sido tirado do seu lucro, e não de superfaturamento. Este, se houver, tem de ser provado independentemente de propina.

Já vi casos em que o TCU considerou superfaturamento cobranças inteiramente normais. Já vi casos – por exemplo, na transposição do São Francisco – em que o TCU tentou limitar o preço e a empreiteira, sabendo que esse limite a inviabilizava, devolveu a obra. E já vi casos de superfaturamento real, identificado pelo TCU. Em qualquer caso, é preciso fazer apurações cuidadosas. E não basta juntar meia dúzia de promotores proclamando um leilão de fraudes para convencer a gente de que toda obra feita na Petrobrás é fraudulenta.

Obs. Essas dúvidas não existiriam se houvesse jornalismo investigativo no Brasil. Se os repórteres investigassem as declarações dos promotores e não se limitassem a repetir o que dizem eles e a polícia, haveria o contraditório, base de uma imprensa decente. Infelizmente, como mostro em meu último livro, não temos uma Grande Imprensa decente. Por preguiça ou má fé, ela apenas repete os acusadores como papagaio, atuando como quarto elemento da acusação: o primeiro é a polícia, o segundo é o procurador e o terceiro é o juiz de instrução! 

*Jornalista, economista, doutor pela Coppe/UFRJ, autor do recém-lançado “Os Dez Mandamentos do Jornalismo Investigativo”, ed. Textonovo, SP.
Do site do jornalista Paulo Henrique Amorim

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Nassif processo o Gilmar

Publicado em 28/08/2015

Nassif processa Gilmar.
Gilmar se acovardou !!!

Será que ele consegue um HC canguru ?


Conversa Afiada reproduz artigo de Luis Nassif, extraído do Jornal GGN:

PORQUE DECIDI PROCESSAR GILMAR MENDES



O Ministro Gilmar Mendes me processou, um daqueles processos montados apenas para roubar tempo e recursos do denunciado. Eu poderia ter ficado na resposta bem elaborada do meu competente advogado Percival Maricatto.

Mas resolvi ir além.

Recorri ao que em Direito se chama de “reconvenção”, o direito de processar quem me processa.

A razão foram ofensas graves feitas por ele na sessão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na qual não conseguiu levar adiante a tentativa canhestra de golpe paraguaio, através da rejeição das contas de campanha de Dilma Rousseff.

Todo o percurso anterior foi na direção da rejeição, inclusive os pareceres absurdos dos técnicos do TSE tratando como falta grave até a inclusão de trituradores de papel na categoria de bens não duráveis.

Não conseguiu atingir seu propósito graças ao recuo do Ministro Luiz Fux, que não aceitou avalizar sua manobra. Ele despejou sua ira impotente sobre mim, valendo-se de um espaço público nobre: a tribuna do TSE.

“Certamente quem lucrou foram os blogs sujos, que ficaram prestando um tamanho desserviço. Há um caso que foi demitido da Folha de S. Paulo, em um caso conhecido porque era esperto demais, que criou uma coluna ‘dinheiro vivo’, certamente movida a dinheiro (…) Profissional da chantagem, da locupletação financiado por dinheiro público, meu, seu e nosso! Precisa ser contado isso para que se envergonhe. Um blog criado para atacar adversários e inimigos políticos! Mereceria do Ministério Público uma ação de improbidade, não solidariedade”.

O que mereceria uma ação de improbidade é o fato de um Ministro do STF ser dono de um Instituto que é patrocinado por empresas com interesses amplos no STF em ações que estão sujeitas a serem julgadas por ele. Dentre elas, a Ambev, Light, Febraban, Bunge, Cetip, empresas e entidades com interesses no STF.

Não foi o primeiro ato condenável na carreira de Gilmar. Seu facciosismo, a maneira como participou de alguns dos mais deploráveis factoides jornalísticos, a sem-cerimônia com que senta em processos, deveriam ser motivo de vergonha para todos os que apostam na construção de um Brasil moderno. Gilmar é uma ofensa à noção de país civilizado, tanto quanto Eduardo Cunha na presidência da Câmara Federal.

A intenção do processo foi responder às suas ofensas. Mais que isso: colocar à prova a crença de que não existem mais intocáveis no país. É um cidadão acreditando na independência de um poder, apostando ser possível a um juiz de primeira instância em plena capital federal não se curvar à influência de um Ministro do STF vingativo e sem limites.

Na resposta, Gilmar nega ter se referido a mim. Recua de forma pusilânime.

“o Reconvindo sequer faz referência ao nome do Reconvinte, sendo certo que as declarações foram direcionadas contra informações difamatórias usualmente disseminadas por setores da mídia, dentro dos quais o Reconvinte espontaneamente se inclui”.

Como se houvesse outro blog de um jornalista que trabalhou na Folha, tem uma empresa de nome Agência Dinheiro Vivo e denunciou o golpe paraguaio que pretendeu aplicar na democracia brasileira.

A avaliação do dano não depende apenas da dimensão da vítima, mas também do agressor. E quando o agressor é um Ministro do Supremo Tribunal Federal, que pratica a agressão em uma tribuna pública – o Tribunal Superior Eleitoral – em uma cerimônia transmitida para todo o país por emissoras de televisão, na verdade, ele deveria ser alvo de um processo maior, do servidor que utiliza a esfera pública para benefício pessoal.
Do site do Luis Nassif: