quarta-feira, 29 de junho de 2016

Michel Temer recebia propina de operador no porto de Santos

Conversa Afiada encontra documento falando em propina a “padrinho” Temer

Postado em 28 de junho de 2016 às 6:36 pm

Do Conversa Afiada:

O destemido Ciro Gomes denunciou em recente entrevista ao DCM: num processo de dissolução de união estável que correu na Vara de Familia do Foro Central de São Paulo, Erika Santos pediu, em 1999, uma pensão mensal de R$ 10.000,00 e 50% do patrimônio do ex-marido, Marcelo de Azeredo, presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo, CODESP, por indicação do “padrinho”, o deputado federal Michel Temer, então presidente da Câmara.
Como se vê, Ciro tem o documento, mas pensa que sumiu.
O Conversa Afiada achou.
Para justificar a pretensão de ficar com 50% do patrimônio do apadrinhado, Erika descreve operações que testemunhou.
As “caixinhas” ou “propinas” negociadas com os vencedores das licitações ou concessionárias, e repartidas entre o requerido, seu “padrinho” politico, e um “tal de Lima”.
Só pela concessão de dois terminais no porto de Santos à notória empresa LIBRA, o “padrinho“ ficou com a bagatela, em 1999, de R$ 640.000,00.
De novo, aparece o tal de Lima, e o requerente.
Quem é o Lima ?
Da empresa Rodrimar, Michel Temer, de novo, recebe mais do que o requerente, o ex-marido.
(Erika saiu de casa porque, alegou, o marido batia nela.)
Conversa Afiada oferece o documento ao Procurador Geral da República, Dr. Rodrigo Janot, antes que o Ciro Gomes suba a rampa do Palácio do Planalto e expulse todo mundo de lá.
Sim, porque se for esperar alguma reação do PT ou do “Advogado” da Presidenta – será que ele advoga para o outro lado?, pergunta a TV Afiada – o Michelzinho serve ao Exército e o pai não saiu de lá.
Em tempo: por onde anda o requerido?
do blog Diario do Centro do Mundo

Cunha negocia com Temer sucessor que assegure seu mandato

 
Jornal GGN - A conversa do presidente afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com o interino Michel Temer, na noite deste domingo (28), foi para fechar um acordo: o peemedebista só renuncia se o sucessor na cadeira da Câmara não colocar em risco o seu mandato como deputado.
 
O teor da conversa foi relatado por interlocutores de Temer à reportagem de O Globo: uma discussão sobre qual deputado não o abandonaria, caso se elegesse presidente da Casa, e pudesse proteger o seu mandato. O deputado em questão é Rogério Rosso (PSD-DF), a quem Cunha ainda garante manter trânsito.
 
Por outro lado, o acordo beneficiaria o governo do interino, que vive uma agenda instável junto ao provisório Waldir Maranhão (PP-MA), além dos respingos da cassação contra Cunha recaírem sobre seu governo. 
 
As fontes ouvidas pelo jornal acreditam que a renúncia "é ótima para o governo". "Não dá para a Câmara ficar parada deste jeito, com um presidente interino que deixa uma semana toda sem votar nada. Há algum tempo teria sido mais fácil viabilizar este tipo de acordo. Mas deixa ele (Cunha) tentar, vamos ver no que dá", teria afirmado um auxiliar de Michel Temer.
 
Para viabilizar a eleição de Rosso ou de um nome do peemedebista ao posto, Cunha insinuou necessitar ajuda de Temer, por não ter condições de articular sozinho, devido ao isolamento. "Não dá para querer que ele renuncie sem o compromisso de que o sucessor não lhe seja hostil", disse o assessor, indicando a troca de favores.
 
Rogério Rosso, por sua vez, preenche os requisitos para o momento atual: pertence a um partido médio, tem um perfil conciliador e ganhou certo reconhecimento na presidência da Comissão Especial do Impeachment. Mas ainda falta articular apoio suficiente dos partidos da antiga oposição. 
do site GGN

segunda-feira, 27 de junho de 2016

O jogo do impeachment começou logo apos as eleições

Política
Traíra e Esteves elegeram Cunha

Traíra e Esteves elegeram Cunha
Temer já tinha traído antes de Cunha se eleger...

publicado 27/06/2016
                

Banqueiro André Esteves pagou campanha de Cunha à presidência da Câmara
Logo após as eleições de 2014, antes mesmo da posse dos novos deputados, Eduardo Cunha percorreu, estado por estado, todo o Brasil, visitando os eleitos e os chefes políticos locais.

Graças ao repórter Raphael di Cunto, do Valor, ficamos sabendo que o BTG Pactual, de André Esteves, depositou, após as eleições, R$ 1 milhão para bancar a captação de votos para fazer de Cunha o pior adversário do Governo Dilma.

“O poder econômico foi determinante para a vitória de Cunha na Câmara. Eleito com 267 votos no primeiro turno, ele fez campanha com mais estrutura do que a de seus adversários: viajou de jatinho por todo o país, contratou cabos eleitorais, assessoria de imprensa, panfletos, camisetas e adesivos. Até montou estandes em hotéis frequentados por parlamentares e espalhou placas pelas principais regiões de Brasília. Mesmo apoiado pelo governo federal, o seu principal concorrente, o deputado Arlindo Chinaglia (PT­-SP), teve uma campanha muito mais modesta: visitou menos Estados, a maioria em avião de carreira, e teve uma assessoria precária. Júlio Delgado (PSB-­MG), que ficou em terceiro lugar, pouco viajou e dependeu mais do telefone para fazer pedir votos.”

E quem administrava a conta do PMDB onde o dinheiro foi depositado?

Sim, exatamente ele: Michel Temer, então na presidência do partido e o tesoureiro Eunício Azevedo.

Com o dinheiro depositado por Esteves, pagaram-se as viagens de Cunha: R$ 411 mil para empresa Extra Táxi Aéreo, em março de 2015,  R$ 377 mil com mesma companhia e mais R$ 61 mil com a Ícaro Táxi Aéreo referentes ao ano anterior, quando Cunha já estava em campanha.

E não foi só jatinho, não:

“A conta corrente em que o BTG depositou os recursos pagou ainda R$ 310 mil de material de campanha, serviço de bufê, aluguel de imóveis, confecção de camisetas, adesivos, panfletos, placas e assessoria para a campanha de Cunha à presidência da Câmara, de acordo com notas fiscais anexadas à prestação de contas (do PMDB).”

O jogo do impeachment começou logo depois da eleição. E seu principal peão, Eduardo Cunha, já tinha por trás de si a mão de Michel Temer.
do site Conversa Afiada

domingo, 26 de junho de 2016

Fui atendido por um médico Cubano

Sabado 25/06/2016 Guarulhos São Paulo Brasil

Depois de quatro dias sofrendo de dor nas costas, fui ao pronto socorro dona Luisa aqui no bairro dos pimentas em Guarulhos SP, entre a checagem avaliação medição de pressão esta coisas antes de chegar no médico levou uma hora e meia não muito diferente de atendimento em outros hospitais e ou clinicas particulares, enquanto aguardava o médico percebi que os pacientes demoravam um tempo maior do que o de costume dentro do consultório, chega minha vez o médico um senhor quase cinquentão me cumprimenta manda sentar e pergunta o que estou sentindo, expliquei minha a dor e o local onde dói, ele me faz uma série de outras perguntas e dá o diagnostico problemas na musculatura da costa e explicando o porque do diagnostico; coisas como idade o clima e as alterações de temperatura a reação do corpo em função do tipo de trabalho, descartou o que eu achava que seria dor nos rins explicou o porque não era ainda teve tempo para discorrer sobre as alterações que ele acha que os humanos estão sofrendo em função da alimentação que esta nos tornando cada vez mais doentes e obesos.
Este medico que pelo sotaque imagino ser um do Cubanos enviados a nossa cidade me atendeu como se fosse o primeiro paciente do dia, durante a hora e meia que aguardei mais de trinta pessoas passaram por ele acredito que a atenção foi igual.
Tenho passado por médicos brasileiros a muitos anos e na maioria das vezes a gente percebe a antipatia o enfado e uma certa distancia destes profissionais em relação ao paciente.
Se esta for a maneira cubana de atender seu povo espero que eles deixem o legado aos seus colegas brasileiros porque aqui no Brasil infelizmente há médico que se acha no direito de não atender uma criança em função da opção politica dos pais e o dirigente do sindicato dos médicos declara apoio a esta atitude criminosa.

O programa mais médicos lançado no governo Lula e Dilma é um sucesso e tem atendido milhões de brasileiros nas cidades onde atua aproximadamente mais de 10000 médicos vieram de Cuba e são todos excelentes profissionais segundo relatos vindo de todo o pais.
O programa mais médicos assim como todas as políticas sociais de Dilma e Lula corre sério risco de não ser renovado devido o golpe parlamentar que o pais sofreu onde uma quadrilha de bandidos tomou de assalto o poder sendo chefiados por Michel Temer e seu sócio Eduardo cunha.

sábado, 25 de junho de 2016

História das tribos de uma região que o nome não se sabe direito a origem, a Europa

Por Rdmaestri
Vou recolocar uma pequena História "fantasia" que escrevi em 5 de outubro de 2011 no saudoso Portal Luis Nassif, não vou modificar uma vírgula (mentirinha, corrigi alguns erros), pois ela está mais atual hoje do que há cinco anos, mas quem quiser pode ler no original, pois colocarei o Link.
Ela ainda não terminou, porém andou mais alguns passos para o seu final, e é um pouco profética e o título da história é longo:
Do Portal Luis Nassif
Muitas vezes as pessoas quando falam em tribos, atribuem este nome a tribos africanas ou a tribos de índios da Amazônia, como se a palavra país fosse reservada para a Europa, parte da América e Ásia, quando se ouve isto se pode perguntar:
- Do que tribo estão falando? Da tribo dos Celtas, da tribo dos Germanos, da tribo dos Romanos ou ainda da tribo dos Eslavos?
Os Celtas se originaram na Europa central ou no sul da península ibérica (ninguém sabe certo!) e posteriormente invadiram grande parte do norte da Europa dominando até as ilhas da Grã-Bretanha, foram do sul para o norte. Já os germanos saíram do norte para o sul, dos fiordes e das Terras Baixas da Dinamarca para ocupar parte da Europa e perturbar o sossego dos celtas e Romanos. Os Romanos parece que tinham a história de suas origens muito bem escrita, mas um tal de Nero, tocou fogo na sua biblioteca antes de queimar a capital de seu Império. Sobraram muitas cópias desta história, mas como os descendentes dos Romanos estão mais preocupados em falar sobre um tal de velhinho safado que gosta de menininhas, ainda não acharam, mas continuam procurando. Os eslavos viviam na beira desta tal de Europa, e como indivíduos na margem da Europa eram considerados pelas outras tribos como marginais (daí talvez venha a origem da máfia russa!).
Como estas tribos já existiam há mais de 2000 anos numa região relativamente pequena e fria, fica difícil falar de todas as guerras e brigas por comida e por território que eles tiveram, porém excetuando períodos curtos de 20 a 50 anos eles pareciam irreconciliáveis e quando podiam matavam e saqueavam uns aos outros.
Milhares de guerras e massacres deram emprego a milhares de Generais, Imperadores e Historiadores, e nesses dois mil anos de história ainda no meio do século passado ocorreu mais uma guerra que culminou no maior massacre das três tribos, a segunda guerra mundial, há mais ou menos 70 anos.
Agora se para a cena em 1945, quando terminou o último grande massacre e pilhagem entre as tribos europeias, um confronto entre as tribos dos Germanos e dos Italianos, contra as tribos dos Celtas e dos Eslavos. Após esta grande guerra os germanos que saíram perdendo foram divididos pelos Celtas e Eslavos em dois estados e tiveram de entregar parte de suas terras e suas tendas, para os Gauleses, Eslavos e também para outras pequenas tribo ao seu redor.
Um sábio, porém nada gentil governante Eslavo, o georgiano Ioseb Besarionis Dze Djughashvili, que adotou o codinome russo Сталин que significa “homem de aço” ou vulgarmente conhecido pelas outras tribos como Stalin, achou por bem manter os germânicos separados para não voltassem a ter tanta força e incomodar as outras tribos.
Corta o filme em 1945 e se volta em 1957, onde os Germânicos (os que tinham ficado na parte conquistada pelos Celtas), os Celtas e os Romanos, todos enfraquecidos pela última grande guerra, resolvem criar uma comunidade harmônica que congraçaria todas as tribos de uma pequena parte do mundo, deixando de lado os Eslavos. Com o tempo mais e mais tribos se uniram ao grupo inicial.
Três regiões iniciais desta tal de Europa, que hoje são chamados países (a Inglaterra, a França e a Alemanha) permaneceram unidas como o previsto, de forma harmoniosa com seus chefes se encontravam regularmente para descobrir uma forma de tirar os tributos dos vassalos também de forma harmoniosa. Chegaram a criar em 1992 uma moeda de troca, o Euro, para fazer frente a um novo estado criado pela invasão dos celtas e germânicos numa terra distante do outro lado do oceano, a América do Norte.
Por uma década a mais as tribos unificadas ficaram felizes. A sua moeda apesar de não ter o nome do Senhor estampada nela, começou a valer mais que a dos invasores do outro lado do oceano, a moeda Dólar. Esta última diferente do tal de Euro confiava no Senhor.
Como os chefes dos eslavos que sucederam o Homem de Aço, confiavam nos germânicos, primeiro dividiram suas próprias terras em diversas tribos eslavas e depois deixaram os germânicos se reunificaram. Os germânicos, povo disciplinado, trabalhador e educado, cresceram tanto que até convidaram seus antigos aliados, os remanescentes do império Otomano os Turcos. Para esses eram reservados os trabalhos mais duros, porque alguém tinha que fazer isto!
Em 2008 a união de todas as tribos estava no auge, mesmo Eslavos e descendentes dos romanos misturados com os Mouros, foram aceitos nesta grande confederação de tribos. Os tribo dos Gregos uma muito antiga e culta, com uma história cheia de arte e literatura de mais de 3000 anos, também foi aceita na federação da Europa. Os Turcos que vivem também na Europa, nunca foram aceitos, não sei bem porque e parece que ninguém sabe.
Estava tudo uma beleza, porém enquanto os povos do norte que nunca tinham Sol para cultuar, trabalhavam, e trabalhavam, os povos do sul, não trabalhavam tanto assim. Afinal eles tinham o sol e nos meses mais quentes os povos do norte vinham se banhar em suas praias e eles do norte esperavam que tudo estivesse pronto para isto.
Como os povos do norte trabalharam mais do que os do sul, vendendo seus artesanatos para os do sul, e emprestando o tal de Euro para eles comprassem cada vez mais para eles poder trabalhar cada vez mais. Chegou o dia em que os povos do norte não conseguiram emprestar mais para os do sul, nem os do sul pagar suas dívidas deixando os germânicos brabos.
Depois disto que aconteceu?
Não sei, porque a história acabou por aí, mas será que todas estas tribos que brigaram por três mil anos e ficaram 70 anos de paz, vão continuar em paz?
 Publicado no site GGN

História das tribos de uma região que o nome não se sabe direito a origem, a Europa

Por Rdmaestri
Vou recolocar uma pequena História "fantasia" que escrevi em 5 de outubro de 2011 no saudoso Portal Luis Nassif, não vou modificar uma vírgula (mentirinha, corrigi alguns erros), pois ela está mais atual hoje do que há cinco anos, mas quem quiser pode ler no original, pois colocarei o Link.
Ela ainda não terminou, porém andou mais alguns passos para o seu final, e é um pouco profética e o título da história é longo:
Do Portal Luis Nassif
Muitas vezes as pessoas quando falam em tribos, atribuem este nome a tribos africanas ou a tribos de índios da Amazônia, como se a palavra país fosse reservada para a Europa, parte da América e Ásia, quando se ouve isto se pode perguntar:
- Do que tribo estão falando? Da tribo dos Celtas, da tribo dos Germanos, da tribo dos Romanos ou ainda da tribo dos Eslavos?
Os Celtas se originaram na Europa central ou no sul da península ibérica (ninguém sabe certo!) e posteriormente invadiram grande parte do norte da Europa dominando até as ilhas da Grã-Bretanha, foram do sul para o norte. Já os germanos saíram do norte para o sul, dos fiordes e das Terras Baixas da Dinamarca para ocupar parte da Europa e perturbar o sossego dos celtas e Romanos. Os Romanos parece que tinham a história de suas origens muito bem escrita, mas um tal de Nero, tocou fogo na sua biblioteca antes de queimar a capital de seu Império. Sobraram muitas cópias desta história, mas como os descendentes dos Romanos estão mais preocupados em falar sobre um tal de velhinho safado que gosta de menininhas, ainda não acharam, mas continuam procurando. Os eslavos viviam na beira desta tal de Europa, e como indivíduos na margem da Europa eram considerados pelas outras tribos como marginais (daí talvez venha a origem da máfia russa!).
Como estas tribos já existiam há mais de 2000 anos numa região relativamente pequena e fria, fica difícil falar de todas as guerras e brigas por comida e por território que eles tiveram, porém excetuando períodos curtos de 20 a 50 anos eles pareciam irreconciliáveis e quando podiam matavam e saqueavam uns aos outros.
Milhares de guerras e massacres deram emprego a milhares de Generais, Imperadores e Historiadores, e nesses dois mil anos de história ainda no meio do século passado ocorreu mais uma guerra que culminou no maior massacre das três tribos, a segunda guerra mundial, há mais ou menos 70 anos.
Agora se para a cena em 1945, quando terminou o último grande massacre e pilhagem entre as tribos europeias, um confronto entre as tribos dos Germanos e dos Italianos, contra as tribos dos Celtas e dos Eslavos. Após esta grande guerra os germanos que saíram perdendo foram divididos pelos Celtas e Eslavos em dois estados e tiveram de entregar parte de suas terras e suas tendas, para os Gauleses, Eslavos e também para outras pequenas tribo ao seu redor.
Um sábio, porém nada gentil governante Eslavo, o georgiano Ioseb Besarionis Dze Djughashvili, que adotou o codinome russo Сталин que significa “homem de aço” ou vulgarmente conhecido pelas outras tribos como Stalin, achou por bem manter os germânicos separados para não voltassem a ter tanta força e incomodar as outras tribos.
Corta o filme em 1945 e se volta em 1957, onde os Germânicos (os que tinham ficado na parte conquistada pelos Celtas), os Celtas e os Romanos, todos enfraquecidos pela última grande guerra, resolvem criar uma comunidade harmônica que congraçaria todas as tribos de uma pequena parte do mundo, deixando de lado os Eslavos. Com o tempo mais e mais tribos se uniram ao grupo inicial.
Três regiões iniciais desta tal de Europa, que hoje são chamados países (a Inglaterra, a França e a Alemanha) permaneceram unidas como o previsto, de forma harmoniosa com seus chefes se encontravam regularmente para descobrir uma forma de tirar os tributos dos vassalos também de forma harmoniosa. Chegaram a criar em 1992 uma moeda de troca, o Euro, para fazer frente a um novo estado criado pela invasão dos celtas e germânicos numa terra distante do outro lado do oceano, a América do Norte.
Por uma década a mais as tribos unificadas ficaram felizes. A sua moeda apesar de não ter o nome do Senhor estampada nela, começou a valer mais que a dos invasores do outro lado do oceano, a moeda Dólar. Esta última diferente do tal de Euro confiava no Senhor.
Como os chefes dos eslavos que sucederam o Homem de Aço, confiavam nos germânicos, primeiro dividiram suas próprias terras em diversas tribos eslavas e depois deixaram os germânicos se reunificaram. Os germânicos, povo disciplinado, trabalhador e educado, cresceram tanto que até convidaram seus antigos aliados, os remanescentes do império Otomano os Turcos. Para esses eram reservados os trabalhos mais duros, porque alguém tinha que fazer isto!
Em 2008 a união de todas as tribos estava no auge, mesmo Eslavos e descendentes dos romanos misturados com os Mouros, foram aceitos nesta grande confederação de tribos. Os tribo dos Gregos uma muito antiga e culta, com uma história cheia de arte e literatura de mais de 3000 anos, também foi aceita na federação da Europa. Os Turcos que vivem também na Europa, nunca foram aceitos, não sei bem porque e parece que ninguém sabe.
Estava tudo uma beleza, porém enquanto os povos do norte que nunca tinham Sol para cultuar, trabalhavam, e trabalhavam, os povos do sul, não trabalhavam tanto assim. Afinal eles tinham o sol e nos meses mais quentes os povos do norte vinham se banhar em suas praias e eles do norte esperavam que tudo estivesse pronto para isto.
Como os povos do norte trabalharam mais do que os do sul, vendendo seus artesanatos para os do sul, e emprestando o tal de Euro para eles comprassem cada vez mais para eles poder trabalhar cada vez mais. Chegou o dia em que os povos do norte não conseguiram emprestar mais para os do sul, nem os do sul pagar suas dívidas deixando os germânicos brabos.
Depois disto que aconteceu?
Não sei, porque a história acabou por aí, mas será que todas estas tribos que brigaram por três mil anos e ficaram 70 anos de paz, vão continuar em paz?
 Publicado no site GGN

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A Midia no Brasil, os barões da hipocrisia

CIDADANIA

A divertida imprensa porcina, por Sérgio Saraiva
SERGIO SARAIVA
QUI, 16/06/2016 - 09:36


Qualquer apoio ao governo Temer é como rolar com porco na lama, acaba-se todo sujo, mas o porco se diverte. Que o digam a nossa grande imprensa e a sua credibilidade.



por Sérgio Saraiva

Diante de um quadro de recessão, o governo envia ao Congresso uma proposta de revisão do orçamento federal aumentando o déficit fiscal em 70%. Propõe, com esse déficit, implementar medidas anticíclicas que façam crescer a economia? Não, dá um aumento generalizado ao funcionalismo público dos três poderes – Judiciário incluído generosamente – e promove um “trem da alegria” com a criação de 14 mil novos cargos.

O nome disso é farra.

Para bancar tal gastança, o que propõe o governo? Cortar na saúde, na educação e nas aposentadorias. E claro, manter os juros em 14,25% ao ano, de modo a dar garantias ao rentismo. Investimentos internacionais serão buscados alienando-se as reservas petrolíferas e com a venda do que puder ser vendido do patrimônio da União.

Rever as desonerações dadas a empresários que não as transformaram em investimentos que gerassem empregos? Imposto sobre movimentação financeira? Nem pensar. Ao invés, promover a precarização da relações trabalhistas. O pato dos patrões será pago pelos trabalhadores.

O nome disso é espoliação.

Mas, na imprensa, é chamado de racionalidade administrativa.

O governo nomeia ministros e secretários que são denunciados pelo Procurador Geral da República por improbidade administrativa e o advogado geral da União é suspeito de ter tentado obter vantagens indevidas. Mas o presidente interino dá um soco na mesa e diz que de bandido ele entende e fica tudo por isso mesmo.

Temer com um soco na mesa tem poder apenas para machucar a mão. Logo, se nada sai nos jornais, é apoio a governo corrupto. Quem se lembra da guerra feita ao ministro Orlando Silva por conta de duas tapiocas e a ministra Erenice Guerra fica em dúvida se ainda existe jornalismo no Brasil. Porcos e lama com certeza e em quantidade. Juízes ainda os há… em Berlin.

O presidente da Câmara está afastado do cargo pelo STF por corrupção, mas continua dando as cartas no governo. Nomeando aliados. O governo ainda no interinato intervém na empresa pública de comunicação revogando mandato de diretor, em outras áreas da administração pública, substitui quadros da categoria de Paul Singer – aliás, colunista da Folha, por aliados de inexpressiva competência. Por ridículo que seja, um "garçon petista" é demitido de sorte a preservar o sigílo o intraparedes do Palácio do Planalto. Mas a palavra aparelhamento não é mencionada pela imprensa.

Um general cerca a residência da presidente afastada, o governo interino lhe restringe movimentos e transporte e até alimentação. E tampouco a palavra retaliação é mencionada. Lembrando que o tal presidente afastado da Câmara, capa preta do atual governo, mantém todas as suas prerrogativas de cargo e gasto.

É altamente provável que o próprio presidente interino venha a ser envolvido nas delações e denúncias da Lava Jato, o que torna Temer um homem-bomba no governo. E expõe o comando do Executivo a toda sorte de chantagens. Parece aos nossos jornais assunto menor.

Então, o governo interino, para garantir apoio, faz um pacto com a plutocracia e com o que há de mais corrupto e retrógrado na sociedade e no Congresso e a imprensa passa a noticiar suas “vitórias políticas”. “Vitórias políticas” isentas do voto popular. Porém, à nossa grande imprensa isso não causa espécie.

Pesquisas de opinião sobre o governo? Não é o momento.

Aliás, palavras como golpe ou protestos, quando utilizadas pela imprensa, trata-se da imprensa estrangeira. A qual é criticada aqui pelo jornalismo nacional. Tratar-se-ia, mesóclises votaram a ser de bom tom, de imprensa venal, vendida. Aqui, como durante a ditadura, todos estão felizes e esperançosos.

Sem dúvida, as redações dos nossos jornais devem ter se tornado lugares muito divertidos de se trabalhar. Já, lê-los passou a exigir o uso luvas e aventais de borracha, além dos óculos de segurança de sempre.

PS: a Oficina de Concertos Gerais e Poesia recomenda a adoção de “A Revolução dos Bichos” como novo manual de redação.

A Midia no Brasil, os barões da hipocrisia

CIDADANIA

A divertida imprensa porcina, por Sérgio Saraiva
SERGIO SARAIVA
QUI, 16/06/2016 - 09:36


Qualquer apoio ao governo Temer é como rolar com porco na lama, acaba-se todo sujo, mas o porco se diverte. Que o digam a nossa grande imprensa e a sua credibilidade.



por Sérgio Saraiva

Diante de um quadro de recessão, o governo envia ao Congresso uma proposta de revisão do orçamento federal aumentando o déficit fiscal em 70%. Propõe, com esse déficit, implementar medidas anticíclicas que façam crescer a economia? Não, dá um aumento generalizado ao funcionalismo público dos três poderes – Judiciário incluído generosamente – e promove um “trem da alegria” com a criação de 14 mil novos cargos.

O nome disso é farra.

Para bancar tal gastança, o que propõe o governo? Cortar na saúde, na educação e nas aposentadorias. E claro, manter os juros em 14,25% ao ano, de modo a dar garantias ao rentismo. Investimentos internacionais serão buscados alienando-se as reservas petrolíferas e com a venda do que puder ser vendido do patrimônio da União.

Rever as desonerações dadas a empresários que não as transformaram em investimentos que gerassem empregos? Imposto sobre movimentação financeira? Nem pensar. Ao invés, promover a precarização da relações trabalhistas. O pato dos patrões será pago pelos trabalhadores.

O nome disso é espoliação.

Mas, na imprensa, é chamado de racionalidade administrativa.

O governo nomeia ministros e secretários que são denunciados pelo Procurador Geral da República por improbidade administrativa e o advogado geral da União é suspeito de ter tentado obter vantagens indevidas. Mas o presidente interino dá um soco na mesa e diz que de bandido ele entende e fica tudo por isso mesmo.

Temer com um soco na mesa tem poder apenas para machucar a mão. Logo, se nada sai nos jornais, é apoio a governo corrupto. Quem se lembra da guerra feita ao ministro Orlando Silva por conta de duas tapiocas e a ministra Erenice Guerra fica em dúvida se ainda existe jornalismo no Brasil. Porcos e lama com certeza e em quantidade. Juízes ainda os há… em Berlin.

O presidente da Câmara está afastado do cargo pelo STF por corrupção, mas continua dando as cartas no governo. Nomeando aliados. O governo ainda no interinato intervém na empresa pública de comunicação revogando mandato de diretor, em outras áreas da administração pública, substitui quadros da categoria de Paul Singer – aliás, colunista da Folha, por aliados de inexpressiva competência. Por ridículo que seja, um "garçon petista" é demitido de sorte a preservar o sigílo o intraparedes do Palácio do Planalto. Mas a palavra aparelhamento não é mencionada pela imprensa.

Um general cerca a residência da presidente afastada, o governo interino lhe restringe movimentos e transporte e até alimentação. E tampouco a palavra retaliação é mencionada. Lembrando que o tal presidente afastado da Câmara, capa preta do atual governo, mantém todas as suas prerrogativas de cargo e gasto.

É altamente provável que o próprio presidente interino venha a ser envolvido nas delações e denúncias da Lava Jato, o que torna Temer um homem-bomba no governo. E expõe o comando do Executivo a toda sorte de chantagens. Parece aos nossos jornais assunto menor.

Então, o governo interino, para garantir apoio, faz um pacto com a plutocracia e com o que há de mais corrupto e retrógrado na sociedade e no Congresso e a imprensa passa a noticiar suas “vitórias políticas”. “Vitórias políticas” isentas do voto popular. Porém, à nossa grande imprensa isso não causa espécie.

Pesquisas de opinião sobre o governo? Não é o momento.

Aliás, palavras como golpe ou protestos, quando utilizadas pela imprensa, trata-se da imprensa estrangeira. A qual é criticada aqui pelo jornalismo nacional. Tratar-se-ia, mesóclises votaram a ser de bom tom, de imprensa venal, vendida. Aqui, como durante a ditadura, todos estão felizes e esperançosos.

Sem dúvida, as redações dos nossos jornais devem ter se tornado lugares muito divertidos de se trabalhar. Já, lê-los passou a exigir o uso luvas e aventais de borracha, além dos óculos de segurança de sempre.

PS: a Oficina de Concertos Gerais e Poesia recomenda a adoção de “A Revolução dos Bichos” como novo manual de redação.

A Midia no Brasil, os barões da hipocrisia

CIDADANIA

A divertida imprensa porcina, por Sérgio Saraiva
SERGIO SARAIVA
QUI, 16/06/2016 - 09:36


Qualquer apoio ao governo Temer é como rolar com porco na lama, acaba-se todo sujo, mas o porco se diverte. Que o digam a nossa grande imprensa e a sua credibilidade.



por Sérgio Saraiva

Diante de um quadro de recessão, o governo envia ao Congresso uma proposta de revisão do orçamento federal aumentando o déficit fiscal em 70%. Propõe, com esse déficit, implementar medidas anticíclicas que façam crescer a economia? Não, dá um aumento generalizado ao funcionalismo público dos três poderes – Judiciário incluído generosamente – e promove um “trem da alegria” com a criação de 14 mil novos cargos.

O nome disso é farra.

Para bancar tal gastança, o que propõe o governo? Cortar na saúde, na educação e nas aposentadorias. E claro, manter os juros em 14,25% ao ano, de modo a dar garantias ao rentismo. Investimentos internacionais serão buscados alienando-se as reservas petrolíferas e com a venda do que puder ser vendido do patrimônio da União.

Rever as desonerações dadas a empresários que não as transformaram em investimentos que gerassem empregos? Imposto sobre movimentação financeira? Nem pensar. Ao invés, promover a precarização da relações trabalhistas. O pato dos patrões será pago pelos trabalhadores.

O nome disso é espoliação.

Mas, na imprensa, é chamado de racionalidade administrativa.

O governo nomeia ministros e secretários que são denunciados pelo Procurador Geral da República por improbidade administrativa e o advogado geral da União é suspeito de ter tentado obter vantagens indevidas. Mas o presidente interino dá um soco na mesa e diz que de bandido ele entende e fica tudo por isso mesmo.

Temer com um soco na mesa tem poder apenas para machucar a mão. Logo, se nada sai nos jornais, é apoio a governo corrupto. Quem se lembra da guerra feita ao ministro Orlando Silva por conta de duas tapiocas e a ministra Erenice Guerra fica em dúvida se ainda existe jornalismo no Brasil. Porcos e lama com certeza e em quantidade. Juízes ainda os há… em Berlin.

O presidente da Câmara está afastado do cargo pelo STF por corrupção, mas continua dando as cartas no governo. Nomeando aliados. O governo ainda no interinato intervém na empresa pública de comunicação revogando mandato de diretor, em outras áreas da administração pública, substitui quadros da categoria de Paul Singer – aliás, colunista da Folha, por aliados de inexpressiva competência. Por ridículo que seja, um "garçon petista" é demitido de sorte a preservar o sigílo o intraparedes do Palácio do Planalto. Mas a palavra aparelhamento não é mencionada pela imprensa.

Um general cerca a residência da presidente afastada, o governo interino lhe restringe movimentos e transporte e até alimentação. E tampouco a palavra retaliação é mencionada. Lembrando que o tal presidente afastado da Câmara, capa preta do atual governo, mantém todas as suas prerrogativas de cargo e gasto.

É altamente provável que o próprio presidente interino venha a ser envolvido nas delações e denúncias da Lava Jato, o que torna Temer um homem-bomba no governo. E expõe o comando do Executivo a toda sorte de chantagens. Parece aos nossos jornais assunto menor.

Então, o governo interino, para garantir apoio, faz um pacto com a plutocracia e com o que há de mais corrupto e retrógrado na sociedade e no Congresso e a imprensa passa a noticiar suas “vitórias políticas”. “Vitórias políticas” isentas do voto popular. Porém, à nossa grande imprensa isso não causa espécie.

Pesquisas de opinião sobre o governo? Não é o momento.

Aliás, palavras como golpe ou protestos, quando utilizadas pela imprensa, trata-se da imprensa estrangeira. A qual é criticada aqui pelo jornalismo nacional. Tratar-se-ia, mesóclises votaram a ser de bom tom, de imprensa venal, vendida. Aqui, como durante a ditadura, todos estão felizes e esperançosos.

Sem dúvida, as redações dos nossos jornais devem ter se tornado lugares muito divertidos de se trabalhar. Já, lê-los passou a exigir o uso luvas e aventais de borracha, além dos óculos de segurança de sempre.

PS: a Oficina de Concertos Gerais e Poesia recomenda a adoção de “A Revolução dos Bichos” como novo manual de redação.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Temer admite o golpe na democracia dado pelo parlamento e os barões da mídia.

TEMER ADMITE GOLPE, ADIA REFORMAS, NEGA PROCESSO A MACHADO E ELOGIA CUNHA
                      

Em entrevista ao jornalista Roberto D'Ávila, o interino Michel Temer cometeu um ato falho ao explicar por que vetou o uso de um avião presidencial pela presidente Dilma Rousseff; Temer afirmou que Dilma "utiliza o avião, ou utilizaria, para ir fazer campanha denunciando o golpe"; na entrevista, ele também afirmou que não irá processar Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, que o acusou de pedir doações oriundas de propina para Gabriel Chalita em 2012; "O que ele mais deseja é isso", disse; Temer explicitou a lógica de seu governo, ao deixar claro que medidas duras só serão tomadas após a interinidade; ele afirmou que "ainda" não irá aumentar impostos e que uma reforma da Previdência, ampliando a idade mínima de aposentadoria, só virá depois da consolidação do impeachment; sobre Eduardo Cunha, ele se limitou a dizer que é um "batalhador"

22 DE JUNHO DE 2016 ÀS 04:08

247 – O interino Michel Temer concedeu uma entrevista reveladora ao jornalista Roberto D'Ávila, na noite de ontem, na Globonews. Num ato falou, admitiu a existência de um golpe contra a presidente Dilma Rousseff. Numa inconfidência, revelou que só tomará medidas duras, como aumentos de impostos e da idade mínima para a aposentadoria, após a segunda votação no Senado. E, numa demonstração de certo receio, sinalizou que não irá processar Sergio Machado, o ex-presidente da Transpetro que o acusa de pedir doações oriundas de propina para a campanha de Gabriel Chalita, em 2012.

O ato falho ocorreu quanto Temer explicou por que impede que a presidente Dilma Rousseff utilize o avião presidencial em seus deslocamentos. Ele afirmou que ela "utiliza o avião, ou utilizaria, para ir fazer campanha denunciando o golpe", sem falar em "suposto golpe" ou "o que ela considera ser um golpe".

"A senhora presidente tem o palácio da Alvorada, tem o palácio do Torto, tem avião para se locomover para o seu estado. Sim, porque, convenhamos, ela não está no exercício da presidência, portanto não tem atividades de natureza governamental", disse ainda Temer, que também afirmou que "jamais faltou comida" para a presidente afastada – numa referência ao bloqueio dos cartões de crédito do Alvorada.

Plebiscito sobre novas eleições

Temer também questionou a tese sobre novas eleições, defendida por setores do PT e pela própria presidente Dilma Rousseff.

"Eu não acho útil para a senhora presidente. Porque, no instante em que ela diz que aceita um plebiscito para eleições, é porque ela deseja voltar para depois não governar. Não é útil porque, se vai voltar para depois convocar eleições, então é porque não quer governar", disse Temer.

Na verdade, o que se busca, com o plebiscito, é apenas uma saída democrática para o País, que devolva à população um governo com legitimidade. A tese de novas eleições também já é defendida pela maioria do povo brasileiro, como comprovam pesquisas de opinião já realizadas.

Reforma da previdência

Na entrevista, Temer também explicitou a lógica de seu governo. Na interinidade, benesses para os aliados. Após o impeachment, medidas duras, como o aumento de impostos e da idade mínima para aposentadoria.

"Então certas questões que neste momento ainda não deu tempo de tratar, eu tratarei depois. A questão da reforma da Previdência. Acho que eu só poderei pleitear uma reforma da Previdência se tiver a efetivação", afirmou. Ele também disse que não pensou em elevar impostos "ainda".

Caso Sergio Machado

Citado na delação de Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro que o acusa de pedir uma doação oriunda de propina para Gabriel Chalita, Temer também disse por que não irá processar seu acusador.

"O que ele [Machado] mais deseja é isso. [...] Ele quer polarizar com o presidente da República. Eu não vou dar esse valor a ele. Eu não falo para baixo", afirmou o peemedebista.

Ao comentar a situação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado de manter diversas contas no exterior, Temer disse que o correligionário "está se defendendo como pode" e que é "batalhador no campo político e no campo jurídico."

do site Brasil 247

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Réu no STF cai mais um apoiador do Impeachment!

MAIS UM APOIADOR DO IMPEACHMENT SE TORNA RÉU NO STF

                  



Deputado Nelson Meurer (PP-PR) teria recebido R$ 29,7 milhões entre 2006 e 2014 em 99 pagamentos de R$ 300 mil por mês em esquema organizado com o ex-deputado federal José Janene (PP-SP) e os delatores Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras; seus dois filhos, Nelson e Cristiano, também viraram réus na Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, acusados de corrupção passiva e lavagem de dinheiro


247 - O deputado Nelson Meurer (PP-PR), um dos apoiadores do golpe contra Dilma Rousseff, e seus dois filhos, Nelson e Cristiano, viraram réus na Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, acusados de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por supostamente terem desviado dinheiro da Petrobras.

Segundo reportagem de Leticia Casado, Meurer teria recebido R$ 29,7 milhões entre 2006 e 2014 em 99 pagamentos de R$ 300 mil por mês em esquema organizado com o ex-deputado federal José Janene (PP-SP) e os delatores Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras. A Lava Jato suspeita que o grupo tenha articulado o desvio de R$ 358 milhões da Petrobras para o PP.

O deputado teria ainda recebido R$ 4 milhões de Carlos Alexandre Rocha, o Ceará, que trabalhava com Youssef. Os filhos de Meurer teriam recebido dinheiro de Rafael Angulo, também delator que trabalhava com Youssef – leia aqui.

do site Brasil247

terça-feira, 21 de junho de 2016

O partido por trás do golpe no Brasil

POLÍTICA

O PSDB no controle do governo interino de Temer,
por Juarez Guimarães

TER, 21/06/2016 - 11:29





Jornal GGN - Em artigo publicado na Carta Maior, Juarez Guimarães analisa a influência do PSDB no governo do presidente interino de Michel Temer. Ele aponta que quadros historicamente ligados ao partido do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já ocupam cargos importantes na equipe econômica, citando Henrique Meirelles, Ilan Goldfajn, Pedro Parente, Maria Silva Bastos (presidente do BNDES) e Elena Landau (Eletrobrás).

Além da economia, o PSDB também está no Ministério da Justiça, com ex-secretário de Geraldo Alckmin, Alexandre de Moraes, em cargos chaves do Ministério da Educação, como a Capes e a Finep, e, principalmente, no Ministério das Relações Exteriores, com José Serra.

Juarez aponta que, após o golpe, os tucanos agora preparam uma ofensiva para ocupar o centro do governo interino, através de suas articulações jurídicas e midiáticas. Ele cita os vazamentos da Operação Lava Jato contra líderes do PMDB e a construção de uma narrativa na mídia que pretende separa o lado 'podre' do governo interino, envolvido em corrupção, do lado 'são', representando pelas medidas econômicas neoliberais.

Enviado por Maria Carvalho

Da Carta Maior
O PSDB golpista já controla o governo Temer?

Com o cerco dos vazamentos seletivos em série contra o PMDB e ocupando os principais cargos do governo, o partido de FHC já detém as alavancas do poder.

Juarez Guimarães


No dia 13 de junho, a festa da posse de Ilan Goldfajn, novo presidente do Banco Central, reuniu Armínio Fraga, Gustavo Franco, Pérsio Arida, Pedro Malan. Mais do que a direção do BC, a nata do rentismo brasileiro estava ali comemorando a volta do controle do governo pelos golpistas. Cinco anos atrás, em agosto de 2011, eles podiam ser vistos em um seminário, realizado no Instituto Fernando Henrique Cardoso, coordenado por Bacha, elaborando o programa neoliberal radical que está agora sendo colocado em prática.

Os quadros historicamente ligados ao PSDB já ocupam o Banco Central (Ilan Goldfajn foi diretor da instituição de 200 a 2002), a Petrobrás (Pedro Parente foi ministro do Planejamento, das Minas e Energia e da Casa Civil do segundo governo FHC), o BNDES (Maria Silva Bastos foi assessora de Eduardo Modiano e teve um papel importante na elaboração do artifício que permitiu o uso das chamadas “moedas podres” no programa de privatização), a Eletrobrás ( Elena Landau dirigiu o Programa Nacional de Desestatização do governo FHC). Meirelles, no Ministério da Fazenda, é, com certeza, um quadro programaticamente alinhado com este programa neoliberal radical.

Em época de agressiva judicialização, o PSDB ocupa o Ministério da Justiça, pelo ex-secretário de Alckmin, Alexandre de Moraes. É o PSDB quem ocupa também os cargos chaves do MEC: na Capes, Abílio Afonso Baeta foi secretário do Ministro da Educação de 1996 a 2000; no INEP, Maria Ines Fini e, como secretária-executiva, Maria Helena Guimarães, que foi Secretária Estadual de Educação no governo José Serra em São Paulo. Luislinda Valois, também do PSDB, foi nomeada para a Secretaria Especial de Políticas Para a Igualdade Racial.

José Serra, como Ministro das Relações Exteriores, cumpre uma agenda chave em um governo nitidamente pro-americanista. E seu braço direito, Aloysio Nunes, é o líder do governo no Senado.

Convergência, agenda e coordenação

As capas de Veja e Época de 18 de junho, “Temer versus Temer” e “Doutor Michel e Mister Temer”, saíram certamente de uma mesma inteligência política, aquela mesmo que vaza as informações da operação Lava-Jato e da Procuradoria Geral da República, derrubando agora, um por um, os ministros chaves do PMDB no governo Temer. A peça comum e simbólica da narrativa proposta não é fruto de coincidência nem de um jogo de dados: trata-se de separar, limpar, opor a imagem do lado são do governo Temer (o seu protagonismo neoliberal) de seu lado podre (envolvido em corrupção). E, se Aécio também tem sido seguidamente atingido por vazamentos, sempre é bom recordar que a direção do PSDB está em disputa e que a hoje fatal desmoralização do PSDB mineiro – com seu ex-presidente preso e em processo de delação, com Anastásia gravemente acusado – favorece Serra.

Após o golpe, o PSDB, com suas articulações jurídicas e midiáticas, está buscando ocupar o centro e dirigir. Não é preciso aderir a uma teoria da conspiração nem abolir a autonomia de dinâmicas das corporações envolvidas no processo, do Paraná, do Ministério Público Federal, da Polícia Federal, do Supremo Tribunal Federal, as idiossincrasias das diferentes empresas de mídia. Nem mesmo presumir a ausência de fortes atritos no interior do próprio PSDB e do PMDB, os dois principais partidos golpistas.

A unidade é, sobretudo, programática, responsável por vincular interesses geopolíticos, classes empresariais e uma amálgama político que encontra o seu sentido na aplicação de um programa radical contra o setor público e os direitos históricos e democráticos dos trabalhadores.

A articulação de um centro político com os oligopólios de mídia garante a convergência em torno a uma agenda política e sua própria temporalidade. Assim como a derrubada de Cunha da presidência da Câmara Federal pelo STF só foi decidida após a votação do impeachment , agora a votação da agenda econômica no Congresso Nacional ganha prioridade e precede a fatal cassação de Cunha , com seus desdobramentos imprevisíveis sobre a massa dos deputados golpistas.

Até agora, uma capacidade de coordenação política na direção do golpe tem prevalecido sobre as intensas forças centrífugas que se desencadeiam em um processo de natureza tão tramada, complexa, negociada e sujeita a tantas turbulências.

Unidade programática, convergência de agenda e coordenação política: em meio à “profusão das coisas acontecidas”, há um sentido. O governo Temer não veio para ser popular nem para concentrar poder em torno de si: ele veio para destruir a democracia que resultou de 1988 e, principalmente, os direitos que vieram se acumulando desde 2003. Para isto, ele está destruindo o setor público e criminalizando amplamente as forças políticas, em particular a esquerda.

O próprio Temer é hoje triplamente refém: de Cunha, da judicialização que sobre ele avança e do PSDB que quer controlar totalmente o poder. Se depender dos golpistas, ele sobreviverá enquanto for útil para as forças políticas que deram origem e dão o sentido ao golpe.

Publicado no site GGN

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Governo Temer com Eliseu Padilha o lado mais sujo da politica

Eliseu Padilha, o lado mais sujo da política

DOM, 19/06/2016 - 12:25
ATUALIZADO EM 19/06/2016 - 13:31

Luis Nassif



Chega a ser curioso o primarismo político da junta interina.

Assumiu o poder no bojo de um golpe parlamentar e no rastro de uma campanha moralizadora. A campanha uniu pontualmente mídia, Congresso e Ministério Público em torno de um objetivo específico: depor Dilma Rousseff.

Quando sai um governo e entra outro, o interino herda os poderes, mas também a visibilidade do anterior. Especialistas na pequena política, da cooptação do baixo clero, da atuação nas sombras, a junta interventora não se deu conta de que, à luz do dia é como mandruvás cobertos de sal. E partiu para o exercício do poder, da mesma maneira que os farrapos degolando os inimigos nos pampas.

Dentre todos os integrantes da junta, nenhum é mais agressivo e sem limites que Eliseu Padilha.

Coube a ele convocar dois assessores - Laerte Rimoli e Márcio de Freitas - para baixarias contra jornalistas críticos ao golpe. Jornalistas que se fizeram servindo o lado obscuro da política, não se pejaram em atacar a reputação de jornalistas que ousaram se interpor aos desmandos de seus chefes.

Padilha não se deu conta de que a exibição de poder, ainda mais por pessoa com seu passado, apenas chama a atenção das autoridades judiciais e da opinião pública.

Comportou-se como o gendarme de uma ditadura, quando não passava de inquilino provisório do poder.

Padilha é o lado sujo da política desde o governo Fernando Henrique Cardoso. Coube a ele, ao lado de Gedel Vieira Lima, o enorme trabalho de cooptação do PMDB para negar a candidatura a Itamar Franco nas eleições de 1998.

Em janeiro de 2001, em minha coluna na Folha, escrevi sobre ele o que se segue:

O desmonte dos transportes

Dentre todas as áreas do setor público, a que menos avançou foi a dos transportes. A única justificativa para a manutenção do ministro dos Transportes, Eliseu Padilha (PMDB), é não ceder às pressões do PFL, porque do ponto de vista operacional está jogada às traças uma das áreas fundamentais para a redução do "custo Brasil".

Aliás, a presença de Padilha depõe contra a aliança que mantém FHC, contra FHC e contra o próprio partido que o indicou -o PMDB. A questão da gestão passou a ser elemento vital. Tendo uma vitrine com a exposição do Ministério dos Transportes, o PMDB poderia escolher o melhor dos seus quadros administrativos para mostrar que está conseguindo assimilar as exigências dos novos tempos. Mas isso não ocorre.

O ministério foi transformado em um mercado persa, em uma troca de favores ampla, virou um arquipélago de feudos que atuam de forma independente, atropelando as exigências mínimas de uma ação coordenada.

A falta de comando de Padilha refletiu-se na própria regulamentação das agências reguladoras no Congresso. Sem um órgão atento que refletisse sobre o tema, o projeto Eliseu Rezende acabou sendo uma composição de todos os interesses, que resultou em um monstrengo regulatório. Em um tempo em que o mundo todo adota o conceito do transporte intermodal (a integração de todos os meios de transporte), o projeto prevê a criação de duas agências em separado, às quais se soma a indefinição em torno do DAC (Departamento de Aviação Civil).

No campo das concessões, as últimas bem-sucedidas datam de 1993, quando o então ministro Alberto Goldmann logrou a privatização de cinco rodovias -entre elas a Dutra e a ponte Rio-Niterói. Em 2000 foram três tentativas de privatização de rodovias federais, todas embargadas pelo fato de as licitações estarem viciadas.

A questão do transporte interestadual continua emperrada, apesar das juras públicas do ministro, há alguns anos, de que iria definir regras claras e não subjetivas para novas licitações, acabando com o cartel do setor.

Não se pretende que FHC vá manter incólume a aliança sem alguma forma de concessão. No entanto há um primado básico que não pode ser desobedecido: o primado da competência e da transparência. E, no caso dos transportes, desobedeceu-se.

No fim de semana, noticiou-se o indiciamento de Padilha devido à contratação de um servidor fantasma. Foi condenado a devolver R$ 300 mil ao erário. É mero aperitivo.

Se a Lava Jato se dispuser a esmiuçar os acordos das empreiteiras, no período em que Padilha foi Ministro, encontrará mais fantasmas do que nas covas coletivas.

do site GGN

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Michel Temer recebeu propina e agora STF?

Peemedebistas confirmam e detalham trecho de delação de Machado

              

Partilha ingrata Ao menos um ponto da delação de Sérgio Machado é confirmado por pessoas que viveram os bastidores do PMDB em 2014. Ele diz que Michel Temer reassumiu o comando do partido para arbitrar a distribuição de R$ 40 milhões encaminhados pelo PT, depois de caciques da Câmara reclamarem que só senadores eram beneficiados. Naquele ano, os deputados de fato ensaiaram uma rebelião por esse motivo. Culpavam Valdir Raupp, então presidente, pela divisão desigual.

Detalhe Fora desde 2012, Temer retomou o posto na sigla em 16 de julho de 2014. À época, a Câmara era presidida por Henrique Alves. Eduardo Cunha liderava a bancada.

Muita calma No relato de peemedebistas à coluna, não há citação à JBS, mencionada pelo delator, nem ao valor específico de R$ 40 milhões.

Quase uma mãe Os filhos de Machado ganharam um presentão na colaboração do pai. Pelo acordo, mesmo que não tenham declarado recursos no exterior, poderão fazê-lo agora, independentemente do valor — e sem nenhuma punição aparente.

Que hora Quando recebeu a informação de que estava na delação de Machado, Temer lamentou — além das implicações óbvias — a inversão de expectativas: a terça estava programada para ser dominada pela agenda positiva de sua primeira PEC.

Mil perdões Pelo menos um emissário do Planalto passou pela casa de Cunha depois da decisão do Conselho de Ética. Não conseguiu aliviar a sensação do peemedebista de ter sido abandonado.

Pelos ares Apesar das negativas de Cunha de que vá delatar, frequentadores da residência oficial usam a expressão “crash político” para exemplificar o que pode acontecer caso seja cassado.



Rehab Depois de manter a equipe do governo intacta por duas semanas, auxiliares de Temer sugerem instalar no Planalto uma placa com os dizeres: “Estamos há XX dias sem demissões”.

Condição Antes resistente à tese da nova eleição presidencial, a CUT já fala em analisar a proposta de um plebiscito sobre o tema, feita por Dilma, desde que a consulta também preveja pergunta sobre uma Constituinte exclusiva para a reforma política.

Muda mais A própria presidente afastada já sinalizou apoio à ideia de um “combo”. Ela tenta usar a tese para convencer parte do Senado a aceitá-la de volta. No PT também começa a ver a medida com bons olhos.

Milagre O MST, porém, segue contra a ideia. “Nem Jesus Cristo salva o Brasil se o sistema político não mudar”, diz um dirigente da CUT.

Olímpica A equipe de Dilma fará um “intensivão” nas redes às vésperas da Olimpíada para constranger Temer e mostrar o trabalho da petista na preparação dos Jogos.

Além-mar Nem mesmo a saída de Nestor Cerveró da prisão, no dia 24, fará o filho do ex-diretor da Petrobras voltar ao Brasil. Desde que gravou o ex-senador Delcídio do Amaral propondo um plano de fuga para o pai, Bernardo vive na Inglaterra.

Jet lag Também não está nos planos de Bernardo, segundo advogados da família, vir ao país para depor no inquérito que investiga o vazamento da proposta de delação premiada de Cerveró.

Liberou O Sebrae lança na sexta, na região do ABC, nova linha de crédito para micro e pequenas empresas. Serão R$ 5 bilhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador para empresas que mantenham as vagas abertas e que contratem um Jovem Aprendiz.

Visita à Folha Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil, visitou ontem a Folha, a convite do jornal, onde foi recebido em almoço. Estava com Thatiana Souza, assessora de comunicação social.

TIROTEIO

Talvez as orações, de foro íntimo, tenham me ajudado a ter uma conduta pela qual nunca fui alvo da Justiça. Ao contrário de Blairo.

DO MINISTRO MARCOS PEREIRA (DESENVOLVIMENTO), sobre Blairo Maggi ter dito a Temer que seria ‘impossível’ ter um bispo como ministro da Agricultura.

CONTRAPONTO

Calma lá!

No início de seu discurso de agradecimento à homenagem que recebia da Sociedade Rural Brasil, nesta segunda-feira (13), o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP-MT), dizia acreditar que o evento só deveria considerar o que ele havia feito pelo setor antes de assumir a pasta no governo do presidente interino, Michel Temer (PMDB).
— Acredito que essa homenagem é por tudo aquilo que já fiz, e não por aquilo que estou fazendo no ministério — disse o ministro durante o jantar.
E revelou, apesar de estar há um mês no cargo:
— Porque tenho que confessar que nem consegui esquentar a cadeira da minha sala ainda.

Publicado no painel da Folha e no Brasil247